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Gauchão pode evoluir: uma proposta de mudança no calendário do estadual

11 de fevereiro de 2013 19

O Almanaque Esportivo segue na luta por uma evolução do Campeonato Gaúcho. Depois de mostrar que, ano após ano, a Federação Gaúcha de Futebol não sabe fazer a tabela do Gauchão e que um Estadual com apenas 12 times, 1o do interior e mais a dupla Gre-Nal seria muito mais rentável, sem mudar nada na formatação do futebol gaúcho, vamos a um passo adiante.

O Maurício Klaser e o Franco Garibaldi, do TodaCancha, me ressaltaram a questão do que fazer com os times do interior no resto do ano. A idéia proposta por mim no post anterior não deixa isto claro.

Sendo assim, as idéias e a campanha lançada em 2012no Blog TodaCancha pode ser posta em prática. Eu defendo a redução de datas e de times na Série A, e isto é perfeitamente atendida na proposta abaixo, que englobaria todas as regiões do estado. Vou repetir então, o que foi proposto em 2012:

O texto abaixo foi retirado do Blog Impedimento e o movimento busca uma conversa com Francisco Noveletto, presidente da Federação Gaúcha de Futebol, para expor nossa idéias e rejuvenescer o futebol do nosso interior, fortalecendo as rivalidades locais e pluralizando o acesso a todas as regiões do estado.

Um campeonato verdadeiramente gaúcho

Há algum tempo temos acompanhado discussões em sites com adeptos do futebol do interior gaúcho acerca de um calendário que permitisse aos clubes pequenos jogar futebol o ano inteiro. Atualmente é comum ver alguns clubes jogarem por quatro meses e fecharem seu departamento de futebol, seja por falta de verba, seja por falta de perspectivas. Aproveitando os mais diversos comentários, o Toda Cancha passou a construir um esboço de um calendário para o futebol gaúcho que agradasse à Dupla Gre-Nal – é preciso sempre levar em consideração sua grandeza – e aos clubes pequenos – que forjaram, ao longo de um século, a identidade do futebol gaudério. A proposta foi feita em cima do “ano” 2013/2014, pois seria quando essa hipótese pudesse, de fato, ser concretizada.

Após muito gritaria, chegamos ao que está detalhado abaixo. Um calendário com três competições: Gauchão – Fase Preliminar, Gauchão – Fase Final e Copa RS. Principal torneio do futebol do Rio Grande do Sul, o Gauchão é desmembrado em dois. Na primeira parte, uma proposta semelhante ao que acontecia até 1960 no Estado: 5 grandes zonais. Não haveria mais Segunda ou Terceira divisões e, sim, um campeonato que contemplasse todos os clubes em atividade e que os permitisse chegar ao título gaúcho no ano seguinte, disputando com quem estivesse nas Séries A, B ou C do Brasileirão. Na segunda parte, os campeões zonais disputariam, de fato, o título gaúcho com os “grandes” do Estado.

Procuramos aumentar a pré-temporada para mais de três semanas – e amenizar a choradeira de alguns – e fazer uma proposta com turno e returno e uma finalíssima, para que nenhum clube se desmotivasse e os “pequenos” pudessem enfrentar a Dupla Gre-Nal em seus estádios, além de realizar mais jogos em suas casas. A terceira competição da nossa proposta seria a Copa RS, com os clubes que não conseguiram vagas na Fase Final do Gauchão – novamente divididos em zonas.

Na Segunda Fase entrariam os “eliminados” do Gauchão Fase Final, propiciando uma segunda chance para que os “pequenos” chegassem à Série D, à Copa do Brasil e ao Gauchão – Fase Final. Embora não tenhamos nenhum estudo econômico acerca desse esboço, acreditamos que a regionalização permitirá a redução de custos, a fomentação de velhas e novas rivalidades, interesse da cobertura televisiva – colocamos os jogos dos times interioranos às segundas e sextas porque não há jogos dos “grandes”, e aos sábados para facilitar a vida do torcedor – e chance de todos ambicionarem o título gaúcho e tirarem uma casquinha da Dupla Gre-Nal. CALENDÁRIO – 2013/2014

Gauchão – Fase Preliminar: 5 grupos com turno e returno, disputados por clubes que não estejam nas Séries A, B ou C. Os campeões de cada turno fazem as finais das zonais. O único imbróglio envolve as duas equipes que disputarão a Série D. Nossa proposta é que caso a equipe seja eliminada até a Segunda Fase, ela dispute o Segundo Turno de sua Zonal. Caso avance até à Terceira Fase da Série D, mas não consiga o acesso, dispute um triangular com os campeões de sua zonal. Utilizamos, para exemplificar, as equipes que estiveram em atividade nas diferentes divisões do Campeonato Gaúcho em 2011 (com exceção do já CLAUSURADO Porto Alegre).

* Os nomes das zonas são meramente ilustrativos. Note ainda que as equipes de Passo Fundo e Carazinho, por questões de tradição e proximidade geográfica, tendem a ficar não no grupo da Serra, mas no da Campanha. A questão aqui é exemplificar a economia de distâncias de uma fórmula regionalizada. No caso do Ypiranga de Erechim, mesmo DESLOCADO, ele percorreria muito menos quilômetros do que faz no Gauchão atual (nos jogos fora de casa, entre ida e volta, seriam em média 429 km/jogo, contra 711 km/jogo feitos atualmente). Em relação ao São Luiz de Ijuí, hoje a equipe mais isolada geograficamente da primeira divisão, e que neste exemplo é colocada num grupo realmente regional, as distâncias percorridas cairiam a menos de um terço do que são hoje: cerca de 208 km/jogo contra os atuais 750 km/jogo.

Abaixo, o mapa do Gauchão atual e o mapa do Gauchão proposto:

O calendário:

JULHO

12-13: Início da Gauchão – Fase Preliminar
19-20: 2ª rodada do Gauchão
26-27: 3ª rodada do Gauchão

AGOSTO

2-3: 4ª rodada do Gauchão
9-10: 5ª rodada do Gauchão
16-17: 6ª rodada do Gauchão
23-24: 7ª rodada do Gauchão
30-31: 8ª rodada do Gauchão

SETEMBRO

6-7: 9ª rodada do Gauchão (Final do 1º Turno)
13-14: 10ª rodada do Gauchão
20-21: 11ª rodada do Gauchão
27-28: 12ª rodada do Gauchão

OUTUBRO

4-5: 13ª rodada do Gauchão
11-12: 14ª rodada do Gauchão
18-19: 15ª rodada do Gauchão
25-26: 16ª rodada do Gauchão

NOVEMBRO

1-2: 17ª rodada do Gauchão
8-9: 18ª rodada do Gauchão (Final do 2º Turno)
15: Primeiros jogos das finais zonais
22: Segundos jogos das finais zonais

Gauchão – Fase Final: disputado por 10 times em dois turnos. Os campeões de cada turno fazem a final. Vaga cativa: quem estiver nas Séries A, B ou C e eventual rebaixado à Série D. Juntam-se a eles os campeões regionais da primeira fase e o campeão e vice da Copa RS.

Caso o número de gaúchos nas três principais divisões brasileiras aumente, o número de participantes pode ser modificado – até 12 – assim como sua forma de disputa – dois grupos com turno e returno.

Os dois melhores colocado fora a Dupla Gre-Nal garantem vagas na Copa do Brasil do ano seguinte. O melhor colocado sem divisão conquista uma vaga à Série D e os demais eliminados entram na Segunda Fase da Copa RS (ver abaixo).

JANEIRO

1-23: pré-temporada
24-25: começo do Gauchão
29-30: 2ª rodada do Gauchão

FEVEREIRO

1-2: 3ª rodada do Gauchão
5-6: 4ª rodada do Gauchão
8-9: 5ª rodada do Gauchão
12-13: 6ª rodada do Gauchão
15-16: 7ª rodada do Gauchão
19-20: 8ª rodada do Gauchão
22-23: 9ª rodada do Gauchão (final do 1º turno)

MARÇO

1-2: 10ª rodada do Gauchão
5-6: 11ª rodada do Gauchão
8-9: 12ª rodada do Gauchão
15-16: 13ª rodada do Gauchão
22-23: 14ª rodada do Gauchão
26-27: 15ª rodada do Gauchão
29-30: 16ª rodada do Gauchão

ABRIL

2-3: 17ª rodada do Gauchão
5-6: 18ª rodada do Gauchão (final do 2º turno)
13: Primeiro jogo da final do Gauchão
20: Segundo jogo da final do Gauchão

Copa RS: 5 grupos com turno e returno dentro das chaves regionais lá de cima.

Passam os 3 melhores de cada chave + os 3 melhores 4º colocados em aproveitamento. Os campeões de cada grupo levam 1 ponto de bonificação à Segunda Fase.

Repescagem: 15 equipes desclassificadas da Primeira Fase. Dividem-se em 4 grupos; três com 4, um com três. Turno e returno e o campeão de cada grupo avança ao Mata-Mata

Segunda Fase: 18 equipes da Primeira Fase + 6 “eliminados” do Gauchão. Essas 24 equipes formam 6 grupos de 4, onde jogarão em turno e returno, passando os 2 melhores por grupo ao Mata-mata. Os cabeças-de-chave serão os campeões dos grupos da primeira fase e o “melhor eliminado” do Gauchão – que também leva 1 ponto de bonificação.

Mata-mata: 4 da Repescagem + 12 da Segunda Fase. Matam-se, em ida e volta, até sair o campeão, que irá à Série D. E tanto o campeão quanto o vice garantem vagas na Copa do Brasil e na Fase Final do Gauchão

FEVEREIRO

31-1: Início da Copa RS
3-4: 2ª rodada da Copa RS
7-8: 3ª rodada da Copa RS
10-11: 4ª rodada da Copa RS
14-15: 5ª rodada da Copa RS
17-18: 6ª rodada da Copa RS
21-22: 7ª rodada da Copa RS
24-25: 8ª rodada da Copa RS

MARÇO

28-1: 8ª rodada da Copa RS
3-4: 9ª rodada da Copa RS
7-8: 10ª rodada da Copa RS
10-11: 11ª rodada da Copa RS
13-14: 12ª rodada da Copa RS
17-18: 13ª rodada da Copa RS
21-22: 14ª rodada da Copa RS
24-25: 15ª rodada da Copa RS
28-29: 16ª rodada da Copa RS

ABRIL

31-1º: 17ª rodada da Copa RS
4-5: 18ª rodada da Copa RS (Final da Primeira Fase)
11-12: Início da Segunda Fase e da Repescagem
18-19: 2ª rodada da Segunda Fase e da Repescagem
25-26: 3ª rodada da Segunda Fase e da Repescagem

MAIO

2-3: 4ª rodada da Segunda Fase e da Repescagem
9-10: 5ª rodada da Copa Segunda Fase e da Repescagem
16-17: 6ª rodada da Segunda Fase e da Repescagem (Final de ambas as fases)
23-24: Oitavas-de-Final (ida)
30-31: Oitavas-de-Final (volta)

JUNHO

6-7: Quartas-de-Final (ida)
13-14: Quartas-de-Final (volta)
16-17: Semi-final (ida)
20-21: Semi-final (volta)
24: Final (ida)
28: Final (volta)

Assina a redação do Toda Cancha (assina embaixo a do Impedimento e mais abaixo ainda o Almanaque Esportivo)

Comentários (19)

  • Régis diz: 12 de fevereiro de 2013

    Com esse cenário, mais times poderiam aparecer.

  • Heloísa Pires diz: 12 de fevereiro de 2013

    Eu não duvido que a tua fórmula seja boa. Acontece que eu, COLORADÉRRIMA, não consigo gostar mais de Campeonato Estadual nos atuais tempos (antigamente era fanzaça!), para não pejorativar o restrito nome de Gauchão!…Sinceramente, eu não tenho nenhum sonho para que o Internacional venha em minha cidade para jogar com um clube daqui. Se viesse, talvez eu nem fosse assisti-lo. Embora eu já tenha alguma “kilometragem rodada”, me adaptei muito a esse novo mundo da eletrônica moderna, na qual já está entrando também a classe “D”. Adoro ver o meu time pela televisão, jogando com time grande, no conforto da minha casa. Quando eu falo em “conforto” não me refiro ao luxo. Conforto, para mim, significa “um tempo” nos meus afazeres para ficar sentada em um sofá na frente de um bom televisor. A modernidade me traz tudo até minha casa. Eu não necessito ir até lá. Somente se quisesse tietar ou encontrar amigos para torcermos juntos. Mas não é o meu caso. Gosto de assistir futebol sozinha porque não me agrada pitacos fora de hora. Assisto futebol como diversão e como cultura. Aprendo muito com o futebol. Sou autodidata. Por outro lado, também já não tenho mais idade para tietar. Infelizmente, para quem não pensa como eu, não temos mais como recuar. A elitização no mundo futebol com as novas arenas, é inexorável. Gente consumindo, consumindo, nos recintos suntuosos dos estádios, optando por assistir o jogo ao vivo ou não, desfrutando de tudo o que há de bom por alí, ficando o futebol em segundo plano. Na hora do jogo, muitas pessoas optarão assistirem em suas casas em enormes telas do tamanho de uma parede, que deixarão os jogadores em tamanho natural. Todos no conforto das suas casas. Depois do caviar, ninguém mais quer comer carne de pescoço. Para mim, a dupla grenal deveria entrar no Gauchão sempre nas quartas-de-final, assim como está a fórmula. São jogos de gente grande, mais competitivos e agradáveis, quase ao nível dos pontos corridos do Brasileirão. Os clubes do interior têm, por imposição de sobrevivência, que buscar a sua elitização como mote de vida. A seta do progresso aponta para isso. Uns devem jogar com os outros, sempre buscando crescer. Sempre haverão uns maiores, que um dia chegarão a serem grandes, e sempre haverão uns menores, que um dia também chegarão a serem maiores que outros que se criarão, e assim por diante, até chegarem às suas próprias grandezas. Não precisam de Inter e Grêmio para um dia chegarem a ser grandes dentro do seu próprio Estado. Eles têm que largarem a duas muletas: Inter e Grêmio. Deverão necessitarem deles apenas quando precisassem dar o salto além do Mampituba, como outrora fez a dupla grenal com o eixo Rio-São Paulo. E, aí, será grande contra grande,…gostoso de assistir!… Não gosto de Campeonatos Estaduais. Todos eles me dão tédio!…

  • Heloísa Pires diz: 12 de fevereiro de 2013

    Pelo meu modo de pensar, não é difícil aquilatar que eu também não gosto dessa fase inicial da Copa do Brasil. Sou democrata, sim. Apenas não gosto desse proselitismo de tentar me convencer que um campeonato onde um time grande dispute um título ou uma vaga para Libertadores com um time pequeno é um campeonato democrático. Oitenta clubes!…É um campeonato que satisfaz o CLIENTELISMO DITATORIAL de uma confederação de futebol, isso sim!…Um clube pequeno ganharia muito mais se lhe fosse dado as condições de promover um amistoso festivo em sua cidade com um clube grande, tendo esse liberdade e tempo suficiente em seu calendário anual de jogos para atender pedidos como esses!…

  • PAULO ALEXANDRE diz: 12 de fevereiro de 2013

    A queda de qualidade dos Clubes do RS chega a ser assustador. É preciso sim renovar as rivalidades, mas para tanto é preciso também que tenhamos patrocinadores, que possam pelo menos bancar qualidade dos Estádios, Transporte, e manutenção em parte do plantel. É preciso que todas as mídias do RS se unam no propósito de levar novamente o torcedor de cada cidade a valorizar o seu time local, mesmo que Grêmio, e Inter ainda sejam o maior apelo emocional.

  • Fábio Teixeira diz: 12 de fevereiro de 2013

    Ta, mas e se a dupla estiver na Libertadores? Joga de janeiro a abril 2 vezes por semana gauchão? Ta bem furado este teu calendário, pois ao meu ver não resolve a principal coisa que deveria resolver. Abs

  • Fábio Teixeira diz: 12 de fevereiro de 2013

    Ta, mas e se a dupla estiver na Libertadores? Joga de janeiro a abril 2 vezes por semana gauchão? Ta bem furado este teu calendário, pois ao meu ver não resolve a principal coisa que deveria resolver. Abs

  • Elio Lagemann Junior diz: 12 de fevereiro de 2013

    Olha, vamos simplificar:
    A Federação Gaúcha, já tem para o 2 sementre a copinha/RS, que devem ser jogados por todos mais Inter B e Grêmio B.
    O modelo atual é complicado e vai ser sempre assim para a dupla.
    Inter e Grêmio deveriam entrar somente na fase do super campeão Gaucho:
    A taça Farroupilha e Piratini sem a dupla, ai o campeão da Farroupilha + campeão da Piratini ( caso seja o mesmo, a 2 melhor equipe geral)+ Inter e Grêmio, jogam mata-mata ( por sorteio Inter ou Grêmio definem seus adversários e o mando de campo).
    Fazendo mata-mata e não somente mata, até para saber quem é o 3 e 4 até chegar ao final o Super Campeão Gaúcho.
    Haveria sempre comemoração das equipes do Interior e RM, alem de Inter e Grêmio poderem se preparem melhor, organizarem bons amistosos.
    Desta forma a dupla teria um bom teste com as melhores equipes, o Super Campeonato seria disputado sempre em Abril, pois em 4 finais de semana, um mês com muito futebol.

  • Fred Salomão diz: 12 de fevereiro de 2013

    Qualquer coisa, pode-se desenhar com figurinhas e gravuras pro Noveletto entender mais rapidamente

  • filomena carranta diz: 12 de fevereiro de 2013

    em se tratando do estadual, perdeu a graça, tanto um como o outro , nao ha mais orgulho na conquista, pois sempre um dos dois principais times, vai alegar que usou os resevas, sempre havera jogos com retorno financeiro maior, sem contar que jogadores do interior jogam a vida contra a dupla, querem mostrar serviço pra terem oportunidade de jogar na dupla, muitas vezes ate sendo desleais provocando lesoes serias em jogadores que custam uma fortuna aos cofres da dupla, william , kleber etc…

  • Heloísa Pires diz: 12 de fevereiro de 2013

    ACABEM COM OS CAMPEONATOS ESTADUAIS, POR FAVOR!!!…

  • Miguel diz: 13 de fevereiro de 2013

    O mais importante é: COTAS DE TV. Nada disso daria certo caso as cotas de TV fossem diferentes para clubes da Fase Final e da Copa RS. Contratualmente, clubes da Série A, B, C e eventualmente D deveriam ter cotas maiores, e TODOS os restantes a mesma cota. Isso evitaria que os clubes SE MATASSEM FINANCEIRAMENTE para TENTAR chegar na Fase Final, tal como acontece agora, onde os clubes se ferram tentando se manter na Série A, porque cair para a Série B (ou A-1, ou Divisão de Acesso – é carnaval? rsrsrs) é igual a fechar as portas.

  • Miguel diz: 13 de fevereiro de 2013

    O mais importante é: COTAS DE TV. Nada disso daria certo caso as cotas de TV fossem diferentes para clubes da Fase Final e da Copa RS. Contratualmente, clubes da Série A, B, C e eventualmente D deveriam ter cotas maiores, e TODOS os restantes a mesma cota. Isso evitaria que os clubes SE MATASSEM FINANCEIRAMENTE para TENTAR chegar na Fase Final, tal como acontece agora, onde os clubes se ferram tentando se manter na Série A, porque cair para a Série B (ou A-1, ou Divisão de Acesso – é carnaval? rsrsrs) é igual a fechar as portas.

  • Roberto Porto diz: 13 de fevereiro de 2013

    “heloisa pirex”,Vai pentear uma ovo se não tem o quê fazer!!!! Aki essa criatura chorolada pede pra acabar com os estaduais aki. Em outros blog,como no Zini,Dupla Explosiva e do Diogo o regionalito pra essa aí é o “the best the world”!!!!! Exalta a fornada e damião trombador e diz que o regional é muuuuuuuuito bom e que o Grêmio é muuuuuito ruim porque está na Libertadores. Tenha convicção “heloisa pirex” no que vc fala. É como nós falamos;chorolado é tudo hipócrita. Não adianta,não adianta!!!!!

  • Leonardo Lima diz: 14 de fevereiro de 2013

    A proposta à primeira é muito boa, mas considerando-a, o Caxias seria de longe o mais prejudicado de todos os clubes…

  • Leonardo Lima diz: 14 de fevereiro de 2013

    A proposta à primeira é muito boa, mas considerando-a, o Caxias seria de longe o mais prejudicado de todos os clubes…

  • Ocimar diz: 19 de fevereiro de 2013

    Não há solução para resolver os interesses de clubes que possuem perspectivas muito diferentes. Inter e Grêmio nunca irão priorizar o Gauchão quando estiverem na Libertadores. E não haverá nenhuma solução senão for pensado o calendário como um todo e não somente parte dele. Enquanto houver 2 competições sulamericanas em datas diferentes nunca haverá solução, pois pega-se 28 datas para tais competições. Libertadores e Sulamericana devem ser disputadas nas mesmas datas por equipes diferentes e claro que o campeão da Sulamericana ter vaga na Lib. E Copa do Brasil tem que ser regionalizada e por grupos ter uma fase final de mata-mata. E os estaduais precisam reduzir o número de jogos onde os grandes entram e obrigar tanto nas regionais da Copa do Brasil como nos estaduais, as fases classificatórias devem ter todos os times, pois clubes da A, B e C nacional possuem cerca de 35 atletas e podem jogar 3 vezes por semana, alternando jogadores e comissão técnica de acordo com os seus interesses. Desta forma eles usariam as fases classificatórias da Copa do Brasil e dos estaduais como laboratório para testar jogadores, colocar outros em rítmo. Se colocarmos as finais dos regionais com 8 clubes (2 quadrangulares e depois semi e final) e final da Copa do Brasil com 16 clubes (4 quadrangulares e depois quartas, semi e final), as classificatórias para estas fazes é plenamente possível um time grande disputar com reservas e ainda ter chance de classificar. Imagina-se uma fórmula nos regionais com 12 a 20 clubes na primeira fase (conforme o estado) e que classificam-se 8 para a fase final. A fase classificatória seria no decorrer te todo ano (abril e dezembro) e pegando inclusive datas FIFA (Finais dos Estaduais, Finais da Copa do Brasil, Libertadores/Sulam e Brasileiro da Série A não poderiam usar em hipótese alguma datas FIFA) e as finais de fevereiro a março do ano seguinte. É importante este aspecto porque os times das fases final podem investir mais, pois teriam a perspectivas de classificar para as série D e para as regionais da Copa do Brasil. Além disto estas fases finais não teriam descenso, pois o mesmo seria pela fase classificatória.
    Com mais tempo vou detalhar melhor isto.

  • Clademir diz: 21 de março de 2013

    Olhem a inglaterra, zilhoes de clubes, milhonarios, ricos, falidos, pobres, amadores, semi-profissionais, e lá funciona.
    Copiem!
    pra que inventar moda?
    é tudo igual aqui, apenas muda na taça da liga inglesa, coloca o estadual. com jogos espaçados , durante o ano todo. coloquem os grandes na copa do brasil só a partir de tal fase.
    lá funciona , e os pequenos tem chance, basta mostrar bom futebol

  • Juliano diz: 22 de março de 2013

    Isso seria a verdadeira CARAVANA DA MISÉRIA e não mudaria absolutamente NADA.

    O que falta sim é investimento de verdade no interior para que, ai sim, possam ter calendário cheio crescendo a nível NACIONAL, em séries C e D de brasileiro pelo menos, e não ficarem jogando eternamente entre si.

  • Marcio diz: 22 de março de 2013

    Péssima fórmula o título ficaria com a dupla da mesma forma e seria um campeonato massante, dimimui o número de clubes para 10 enta, como é o mineiro e divide melhor a cota de tv entre gre-nal e interior p ver!! descendo 2 clubes eh claro

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