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Posts na categoria "Automobilismo"

Há 10 anos - "Hoje não, Hoje não... HOJE SIM": a maior vergonha da Ferrari

12 de maio de 2012 0

Há dez anos, uma das mais patéticas cenas da história da Fórmula-1 ocorreu. Foi no dia 12 de maio de 2002, na histórica pista de Zeltweg. Jamais, em 15 anos acompanhando o automobilismo, tinha escutado vaias tão estrondosas na Fórmula-1 até o GP da Áustria de 2002. Sim, foi aquela corrida que Rubens Barrichello deixou Michael Schumacher passar na última curva e ganhar a prova.

Nem os apupos contra o fascista francês Jean-Marie Balestre, no GP do Brasil de 1990, tinha sido tão escandalosa. Aquela era um sentimento de revolta maturado por meses desde os incidentes que tiraram Ayrton Senna da disputa do título no GP do Japão de 1989.

Porém o que ocorreu ao final da corrida disputada no A1-Ring foi algo espontâneo… Imediato… Sem nenhuma preparação.

Rubinho e Schumacher na reta de chegada...

Com o alemão disparado na liderança da temporada, Rubinho fazia um final de semana perfeito, culminando com uma corrida magnífica liderando de ponta a ponta a corrida em Zeltweg. Faltando oito voltas, com o alemão em segundo lugar, Rubinho começa a ser contactado pela equipe e ordenado por Jean Todt a deixar o alemão passar. Na última volta, na última curva, isto acontece.

O resultado? Uma vaia imensa no circuito, de maioria alemã e torcedora de Schumacher, que não aceita o que acabou de ver e reprova a atitude. Um pódio ridículo, com Schumacher deixando Barrichello subir para o primeiro lugar e um olhar simplesmente destruidor de Ralf Schumacher contra seu próprio irmão. Vejam as imagens e lembrem-se:

E uma entrevista em 2007 sobre isto:

Minha opinião: foi um erro grosseiro da Ferrari. Schumacher não precisaria, seria líder isolado de qualquer maneira. A equipe italiana liderava com tanta vantagem que aquilo foi um desgaste desnecessário.

Rubinho errou também. Ficou com a imagem de capacho eterno, poderia ter sim segurado a posição. Que arrumasse uma confusão, azar. Ficou com a imagem de medroso, de covarde.

Para todo o sempre.

500 Milhas de Daytona: Montoya roda e bate em carro de serviço, que explode!

28 de fevereiro de 2012 0

Simplesmente caótica a edição de 2012 das 500 milhas de Daytona, a prova nobre da NASCAR norte-americana. Depois de diversos adiamentos por causa da chuva nas últimas 36 horas, a corrida finalmente ocorreu nesta segunda-feira à noite, ainda que em condições precárias.

Na volta 160, sob bandeira amarela, o colombiano Juan Pablo Montoya teve um pneu furado e perdeu o controle do carro. Para azar supremo, bateu no caminhão-turbina (que é usado para secar a pista) que estava em uma das curvas do oval. No acidente, os dois carros pegaram fogo, muito devido à enorme quantidade de combustível de avião que o caminhão normalmente transporta.

Montoya nada sofreu, mas o motorista do caminhão está no Centro Médico. As imagens mostram outro fiscal de prova correndo para ajudar o colega acidentado. A prova está com bandeira vermelha e a enorme quantidade de combustível incendiado derreteu o asfalto.

Provavelmente a corrida será encerrada prematuramente, e terá uma bizarra vitória de Dave Blaney. Ano passado, ele  ficou em 32° lugar no campeonato, e nunca venceu em 28 provas, com apenas duas pole-positions.

GT Cup tem acidente múltiplo no GP de Macau

20 de novembro de 2011 0

O sempre perigoso GP de Macau deu um novo susto em um acidente grave. Desta vez foi na GT Cup, que reúne carros de elite como Ferrari, Porsche e Lamborghini, logo na terceira volta da corrida. Alguém deixou óleo na pista e o Ford GT de Frank Yu perdeu o controle no óleo, bateu e rodou. Mesmo com bandeiras amarelas duplas sendo freneticamente agitadas, a maioria dos pilotos não diminuiu a velocidade…

Logo na sequência, o Porsche de Eddie Yau bateu de frente e ficou parado no meio da pista. Alguns carros desviaram antes da Ferrari de John Shen colidir violentamente na lateral do carro de Yau. Por muita sorte, este não se machucou já que acidentes com choques laterais são os mais perigosos em carros de GT (afinal, os carros não estão tão preparados para impactos laterais quanto frontais). Vejam as imagens:

A corrida foi vencida pelo suíço naturalizado italiano Edoardo Mortara

Piloto causa acidente de propósito na NASCAR, é suspenso e leva punição recorde

07 de novembro de 2011 1

Kyle Busch foi suspenso da NASCAR em todas as categorias no último final de semana por ter causado um acidente propositadamente contra Ron Hornaday na prova disputada em Fort Worth, Texas. Pelo absurdo acidente, no qual bateu duas vezes em Hornaday antes de causar uma bandeira amarela.

De 26 anos e irmão mais novo do campeão Kurt Busch, Kyle corre pelas três categorias da NASCAR: Truck Series (caminhonetes), Nationwide Series (uma espécie de divisão intermediária) e Sprint Cup (a principal). Ele estava nos playoffs da Sprint Cup mas foi matematicamente eliminado da competição.

Foi apenas a 3° vez que uma punição, valendo para todas as categorias, foi implementada nos 64 anos da categoria. Sob observação dos dirigente da categoria,  Busch foi ainda multado eme 50 mil dólares e, em caso de repetir conduta parecida, será banido da categoria.

Arrependido, Busch declarou oficialmente que “estava fora de si no momento” e pediu desculpa ao adversário, que disputa o título da Truck Series, e também aos espectadores, aceitando todas as punições definidas pela direção da categoria.

Vejam o incidente, primeiro Hornaday toca em Busch em um claro acidente de corrida. Porém este se descontrola e bate duas vezes propositadamente, até causar uma colisão. No vídeo, Busch é o carro 18 e Hornaday é o 33:

Semana brazuca na F-1: 30 anos do 1º de Piquet e 20 anos do 3º de Senna!

20 de outubro de 2011 0

Comemorações especiaisl para o automobilismo brasileiro, pois na segunda-feira dia 17 e nesta quinta-feira dia 20 comemoramos dois dos mais importantes títulos de todos os tempos na Fórmula-1. No dia 17 de outubro de 1981, Nélson Piquet se sagrava campeão mundial pela primeira vez no GP dos Estados Unidos. Já no dia 20 de outubro de 1991, Ayrton Senna comemorou seu terceiro e último título mundial, no GP do Japão.

1981 – O primeiro título mundial de Nélson Piquet

A corrida final de 1981 seria disputada em Watkins Glen, mas por problemas financeiros passou para Las Vegas, no improvisado estacionamento de um Cassino, o Caesar’s Palace. Três pilotos tinham chances de ser campeão naquela tarde de sábado:  o argentino Carlos Reutemann, com 49 pontos, o brasileiro Nélson Piquet com 48 (vice-campeão do ano anterior) e o francês Jacques Laffite com 43 pontos. A rivalidade entre Piquet e Reutemann era muito grande, e Piquet ainda foi ajudado pelo ex-rival, o australiano Alan Jones, que era companheiro de Reutemann na Williams e tinha um relacionamento ainda pior com o argentino.

Reutemann largou na pole, mas despencou para o 5º lugar ainda na primeira volta, atrás de Alan Jones, Gilles Villeneuve, Bruno Giacomelli e Alain Prost.Na volta 17, Piquet passou por Reutemann, o que já lhe daria o título pois Laffite estava muito atrás. Sem a quarta marcha, Reutemann terminou a corrida em oitavo lugar, contra o quinto de Piquet e o sexto de Laffite.

Em uma pista cheia de curvas fechadas e um calor absurdo, Piquet passou 15 minutos se recuperando fisicamente antes de receber a taça de campeão mundial. Era o seu primeiro dos três títulos (seria campeão novamente em 1983 e 1987), e o terceiro do Brasil (que havia comemorado o bicampeonato de Émerson Fittipaldi em 1972 e 1974). Naquela temporada, Piquet venceu em Buenos Aires, Ímola e Hockenheim.

1991 – O tricampeonato de Ayrton Senna

Se eu não tinha idade para acompanhar as duas primeiras conquistas de Piquet, na última de Ayrton Senna foi exatamente o oposto. Vi todas as corridas de uma temporada sensacional em 1991, com reviravoltas ao longo do ano e se encerrando na penúltima prova em Suzuka, no Japão. De um domínio absoluto nas primeiras quatro provas, Senna se viu ofuscada pela mágica Williams de Adrian Newey (sim, este mesmo que projetou a Red Bull nos últimos anos) e viu o título se polarizar em uma disputa com o inglês Nigel Mansell.

O títulos se encaminhava para o inglês, mas uma vitória crucial de Senna na Hungria (Hungaroring) e outra na pista belga de Spa-Francorchamps mudou o panorama. Isto somado à uma desqualificação após uma bobagem da Williams no pit-stop de Mansell na pista portuguesa de Estoril, deixou o título à feição para o brasileiro. Ao chegar em Suzuka, Senna tinha 16 pontos de vantagem faltando 20 em disputa.

Nos treinos classificatórios, o companheiro de equipe Gerhard Berger fez a pole-position, deixando Senna em segundo e Mansell em terceiro. Posições inalteradas nas primeiras 10 voltas, com Berger disparando na liderança e Mansell preso por Senna. Na décima volta, o inglês errou a tomada da primeira curva e parou na brita: Senna tricampeão. Então Senna buscou a diferença para Berger e passou com facilidade. Na última curva, cedeu a liderança para o colega e grande amigo Berger, que conquistou sua primeira vitória na McLaren(mas também detestou a atitude).

Veja o compacto da corrida aqui e da temporada aqui:

Senna terminou a temporada vencendo em Phoenix, Ímola, Interlagos (sua 1º vitória em casa) , Montecarlo, Hungaroring, Spa-Francorchamps e Adelaide. Lamentavelmente, foi o último título brasileiro na categoria, que obteria ainda outros quatro vice-campeonatos: Senna em 1993, Rubens Barrichello em 2002 e 2004 e Felipe Massa em 2008.

F-1 Onboard – Anos de 1970 e 1980

20 de outubro de 2011 0

Depois de começar a série com imagens onboard da Fórmula-1 nos anos 50 e 60, as duas primeiras décadas da Fórmula-1, vamos falar agora dos temíveis anos 70 e dos emocionante anos 80 na categoria máxima do automobilismo mundial sempre com um ponto de vista de dentro dos carros, mostrando o trabalho dos pilotos ao longo das décadas.

Primeiro o saudoso e louco Clay Reggazzoni na velocíssima pista de Osterrreiching (Zeltweg), Áustria, no ano de 1973. O suíço ficaria paralítico após um acidente em 1980 em Long Beach. Continuou correndo mesmo com a deficiência física, inclusive participando de Rali Paris-Dakar. Detalhes em um tributo feito pelo Almanaque em 2008. Vejam o desempenho do carismático suíço em sua BRM:

Em 1976 e 1977, a Tyrrell utilizou o revolucionário carro P-34, com seis rodas (quatro na frente e duas atrás). Pilotado pelo sul-africano Jody Scheckter, o francês Patrick Depallier e a lenda sueca Ronnie Peterson (este já em 1977), disputou 30 corridas vencendo 1 (GP da Suécia de 1976, com Scheckter e Depallier em dobradinha) e obtendo ainda uma pole-position (também em Anderstorp, Suécia, 1976, com Scheckter), além de 3 melhores voltas e 12 pódios, em um desempenho bastante bom. O projeto foi abandonado devido à dificuldades do fornecedor de pneus em fazer compostos competitivos em tamanho reduzido para os pneus frontais. Vejam uma volta de Depallier:

Agora o ano é 1979, e o já campeão mundial Mario Andretti usa um carro com efeito asa na difícil pista sueca de Anderstorp, pilotando a inesquecível Lotus preta. Vejam a tocada do ítalo-norte-americano:



Passamos para a década de 80, e agora o homem ao volante é o fantástico austríaco Niki Lauda, tricampeão mundial. Pilotando uma McLaren, Lauda mostra seu estilo limpo de pilotagem, bem ao estilo do campeão mundial Jenson Button e do bicampeão mundial, o brasileiro Émerson Fittipaldi. Lauda está correndo em casa, já que a pista é a austríaca Zeltweg, 1982:

Para fechar a série, um estilo totalmente diferente. O brasileiro Ayrton Senna em sua possante Lotus, com motor Renault turbo na pista de Monaco, câmbio manual. Impressionante:


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F-1 Onboard – Anos de 1950 e 1960

Campeão Dan Wheldon morre em acidente catastrófico na F-Indy

17 de outubro de 2011 0

Mais uma vez, a Fórmula-Indy encerra a temporada em tragédia. Repetindo o ocorrido em 1999, quando o talentoso canadense Greg Moore morreu na última corrida da temporada, ontem a vítima foi o britânico Dan Wheldon. Campeão da categoria em 2005, o inglês morreu ainda na pista após seu carro decolar na traseira do veterano Paul Tracy e bater, de cabeça para baixo, no muro externo do oval de Las Vegas.

Tragédia na última corrida de 2011 mata Dan Wheldon - Robert Laberge, AFP

Posso afirmar sem nenhuma dúvida: este foi o acidente mais catastrófico que eu vi em mais de 25 anos acompanhando corridas de automobilismo, seja qual for a categoria.

Um piloto morreu e outros quatorze se envolvem em um acidente de massiva violência na 13º volta das 500, com direito a três decolagens (incluindo a fatal de Wheldon):

Reparem que o vídeo acima começa justamente na câmera onboard de Wheldon, que acaba decolando após a redução de velocidade após o acidente à sua frente. Quem aparece capotando é Will Power, sem ferimentos maiores. Um brasileiro, Vitor Meira, se envolveu na batida mas não sofreu ferimentos. Todos os envolvidos: Alex Lloyd, Buddy Rice, Charlie Kimball, Dan Wheldon, Ernesto Viso, J.R. Hildebrand, James Jakes, Jay Howard, Paul Tracy, Pippa Mann, Tomas Scheckter, Townsell Bell, Vítor Meira, Wade Cunningham e Will Power.

Em homenagem, os pilotos que não se envolveram no acidente fizeram 5 voltas de honra para o colega, sob aplausos do público e silêncio dos demais profissionais:

Neste ano, Wheldon, que não correu a temporada regular e participou apenas das 500 milhas de Indianápolis e da fatídica prova em Las Vegas, venceu de maneira espetacular as 500 milhas prova mais famosa do automobilismo mundial.O britânico estava em segundo lugar na última volta das 250 voltas quando o líder, e novato, J.R. Hildebrand bateu na última curva e foi se arrastando pela reta dos boxes. Wheldon passou por ele, que terminou em segundo. Se tornou o primeiro piloto a vencer as 500 milhas liderando apenas uma única volta, a última. Vejam como foi:

Dan Wheldon, inglês de Emberton e 33 anos,  deixa a esposa Susie e dois filhos, Sebastian (2 anos) e Oliver (6 meses).

Dan Wheldon - reprodução site oficial Indycar - http://www.indycar.com

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Senna vs. Vettel em Suzuka - A evolução da tecnologia na Fórmula-1

11 de outubro de 2011 1

Muito interessante este vídeo comparativo entre a condução de Ayrton Senna e a de Sebastian Vettel, novo bicampeão da Fórmula. Em um intervalo de 22 anos, a Fórmula-1 evoluiu radicalmente, sobretudo na condução do carro. Senna com dificuldades conduzindo à marretada o possante V10 Honda, enquanto Vettel guia com suavidade no dificílimo circuito japonês de Suzuka:
SENNA:

VETTEL:

Entretanto, não sou favorável aos nostalgismos, e a fenomenal reprodução do Roda Viva, da TV Cultura, com Ayrton Senna em 1986 deixa isto muito claro (confira a edição estendida, parte I e parte II). A complexidade dos comandos no Red Bull 2011 complica tanto quanto o câmbio manual da McLaren de 1989.

Inclusive defendo a idéia de que vivemos o iniciar de uma nova “Era Dourada” na Fórmula-1, com meia dúzia de pilotos de ótimo nível (Vettel, Lewis Hamilton, Robert Kubica), jovens promissores com ou sem lugar no grid (Kamui Kobayashi, Sérgio Pérez, Nico Hulkenberg, David Ricciardo, Pastor Maldonado, Jaime Alguesuari), capitaneados por veteranos campeões e profundamente talentosos (Jenson Button e Fernando Alonso), além de bons coadjuvantes, casos de Massa e Rosberg. Os pilotos em final de carreira são apenas quatro: Barrichello, Webber, Schumacher e Trulli.

O Brasil só não vive este momento de ‘euforia‘ pois nenhum dos grandes talentos da nova geração é brasileiro, a despeito de considerar o sem cockpit Lucas Di Grassi um piloto de alto quilate. O melhor piloto brasileiro, na minha opinião, desde a trágica morte de Senna é Hélio Castro-Neves, que preferiu brilhar no automobilismo norte-americano.

F-1 Onboard - Anos de 1950 e 1960

23 de setembro de 2011 0

Iniciando uma série especial com vídeos mostrando a condução dos pilotos ao longo da história da Fórmula-1. Hoje vamos mostrar dois vídeos envolvendo as duas primeiras décadas da Fórmula-1.

No primeiro, o imortal argentino Juan Manuel Fangio, primeiro pentacampeão da categoria, no antigo traçado de Monza, ainda sem as variantes e com a famosa curva inclinada da pista italiana.

O britânico Stirling Moss na temível pista de Nurburgring, Alemanha:

O legendário escocês Jim Clark pilotando sua Lotus tradicional em Oulton Park, 1963 em um F-1 mas em GP não oficial da Inglaterra:

E um último de brinde, um F-2 correndo em Nurburgring em volta de exibição no GP de 1967 (eles foram autorizados a correr). Não sei o piloto, mas vale a pena:

Na próxima semana, vídeos dos anos 70 e 80, já com alguns brasileiros sendo mostrados!

Ex-modelo canadense estreia na NASCAR e quase provoca acidente grave

26 de agosto de 2011 1

Maryeve Dufault, ex-modelo canadense, estreou neste final de semana na NASCAR Nationwide Series, a Segunda Divisão da principal categoria do automobilismo americano. De 29 anos, a ex-pilota de motocross, kart e categorias menores, disputou o GP de Montreal, no Canadá, depois de uma boa temporada pela ARCA Series.

Na volta 14, ela (com o carro 81) rodou após leve toque em sua traseira e ficou com o carro parado em uma curva perigosa no traiçoeiro circuito Gilles Villeneuve. Atrapalhada por um erro dos fiscais de pista, que não sinalizaram bandeira amarela, Dufault girou o carro e ficou na contra-mão, mas fora da pista. Não satisfeita, errou no cálculo do ‘cavalo de pau‘ e, aí sim, quase provou um desastre de graves proporções.

Confiram:

Querem saber mais sobre a moça (bonita sim), então confiram: http://maryeveracing.com/