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Posts na categoria "Basquete"

SURPRESA: Time turco de basquete cai em "pegadinha" em concerto de música clássica

10 de agosto de 2013 3

O time do Analodu Efes, 13 vezes campeão turco de basquete e um dos mais tradicionais clubes do cenário europeu, participou de uma ação sensacional de marketing. Os atletas foram convidados para um concerto de música clássica.

Meio a contragosto, metade do time principal assistia a peça quando uma surpresa sensacional aconteceu… Vejam vocês mesmos:


Anadolu Efes Sports Club Gets Caught by Surprise por AnadoluEfesSK

A música que foi tocada pela orquestra e cantada pelas pessoas que se levantaram se chama “Senden Daha Güzel“, um símbolo da torcida nos jogos do Analodu.

Basquete na Turquia é uma coisa insana exatamente como no futebol.Vejam a loucura dos torcedores do Galatasaray em um jogo da Liga Turca:

Sua Majestade aérea, Michael Jordan comemora 50 anos neste domingo!

17 de fevereiro de 2013 8

Michael Jordan, simplesmente o maior jogador de basquete de todos os tempos, e o maior atleta que eu vi na vida, completa hoje 50 anos de idade. Hexacampeão da NBA pelo mítico Chicago Bulls nos anos 90, Jordan é, de maneira praticamente unânime, o ponto máximo de um dos esportes mais populares do planeta. E nada mais sintomático que o “All-Star Weekend” da NBA ser justamente no final de semana desta data tão significativa para este gênio de 1,98m e 98kgs.

Michael Jordan quando foi eleito para o Hall da Fama do Basquete - Foto: Stephan Savoia, AP

É difícil definir um atleta simplesmente completo: maior pontuador em média e aproveitamento da história da NBA, Jordan também virou uma lenda por seu desempenho defensivo, tanto em tocos quanto em roubadas de bola, eleito duas vezes o melhor jogador defensivo da temporada. Eleito para o “All-Star Game” em todas as temporadas, MVP (Most Valuable Player) em todos os títulos do Chicago Bulls e ainda o MVP das finais cinco dos seis anos. E isto não dá nem 5% dos recordes (lista completa aqui na Wikipedia)

10 arremessos nos instantes finais de Jordan:

Cresci vendo Michael Jordan brilhar, e sofrendo desilusões com meu eterno freguês New York Knicks na Conferência Leste. Um amigo de infância, o hoje médico André Carvalho Felício, disse certa vez nos históricos playoffs: “O Jordan só tem um defeito: ele não erra!”. Larry Bird, um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos, disse após Jordan fazer 63 pontos em um jogo de playoff contra o seu Boston Celtics: “Vi Deus disfarçado de Michael Jordan”. Detalhe: Jordan estava em sua segunda temporada, no ano de 1985.

Contei no Almanaque Esportivo os históricos playoffs de 1992/93, contra New York Knicks e Phoenix Suns, e 1997/98, contra o Utah Jazz. Mas isto é muito pouco para perceber o impacto do jogador. Para vocês terem uma idéia, o Miami Heat retirou a camisa 23 em homenagem a Michael Jordan. Detalhe: MJ só jogou pelo Chicago Bulls e pelo Washington Wizards, nunca pelo time da Flórida.

E as finanças? Graças a ele, a multinacional Nike chegou a um nível inimaginável. Em certos anos, a figura de Michael Jordan movimentou um bilhão (sim, um BILHÃO) de dólares na economia norte-americana. Suas duas aposentadorias causaram um impacto financeiro bastante grande na NBA, já que Jordan era favorito de todas as torcidas, inclusive daquelas que era um carrasco, como algumas ovações recebidas no Madison Square Garden em Nova Iorque, ginásio do Knicks.

São tantos recordes, tantas conquistas, tanto tudo.
Michael Jordan é uma lenda do esporte.
A maior que eu vi.

Então, de presente, as 50 maiores jogadas da história de Michael Jordan:

VEJA TAMBÉM

BASQUETE - Cesta sensacional nos segundos finais em clássico europeu

20 de agosto de 2012 1

O clássico dos Balcãs entre Sérvia e Montenegro pelas Eliminatórias para o Campeonato Europeu de Basquete foi decidido ontem nos segundos finais. Em partida válida pela segunda rodada do Grupo A na Arena Belgrado, a Sérvia vencia por 13 pontos de diferença faltando cinco minutos, mas desandou a maionese e chegou aos instantes finais com 70×70 sobre os rivais montenegrinos.

Faltando 3.8 segundos, o sérvio Milos Teodosic sofreu falta e teve direito a dois lances livres. O craque do time errou o primeiro e converteu o segundo, porém o tempo exíguo impediria os montenegrinos de chegarem próximos à area de arremesso simples, sendo necessário um arremesso milagroso com a sirene tocando.

O “buzzer shot” ficou a cargo do jovem Nikola Ivanovic. De apenas 18 anos, a estrela montenegrina acertou um arremesso improvável, do meio da quadra sob pressão. Vejam o lance:

Com o improvável resultado, Montenegro (que havia vencido Israel na estréia), assume a liderança ao lado da Estônia com 2 vitórias. Já a Sérvia, maior potência do grupo no esporte e que havia batido os islandeses na 1º rodada, tem 1 vitória e 1 derrota na competição, ainda em fase inicial.

Ano passado, o Almanaque Esportivo contou uma história semelhante. Desta vez, vitória dos sérvios na decisão da Liga Adriática de Basquete:

MARATONA ESPORTIVA - Osório sediará o “Desafio de Basquete: 24 HORAS”

15 de agosto de 2012 3

Já imaginaram um jogo de basquete com um dia de duração? Pois neste final de semana, mos dias 18 e 19 de agosto acontecerá o jogo de basquete do ano em Osório, litoral norte do Estado. Chamado de “Desafio de Basquete: 24 HORAS”, a partida vai movimentar a comunidade esportista do Estado!

Desafio de Basquete - 24 horas - Foto: Divulgação

O evento consiste num jogo de basquete, com suas regras usuais, mas que durará 24 horas seguidas, onde 400 atletas se revezarão para que o jogo nunca pare. O “Desafio de Basquete: 24 HORAS” inicia às 16h do dia 18 e acaba às 16h do dia 19, sempre no ginásio A do Centro Olímpico David José Fleck. Os participantes podem se inscrever como equipe ou se inscrever individualmente. Todos os inscritos recebem uma camiseta do evento e uma medalha de participação. Terá a participação desde pessoas que nunca praticaram o esporte até ex-atletas profissionais, como Cruxen (campeão brasileiro pela Pitt/Corinthians em 1994), Pitu e os jogadores da ABPA(Associação do Basquete de Porto Alegre), além da participação do DJ Ro, com muita música nas 24 horas de evento.

Até hoje a maratona mais longa de um jogo de basquete ocorreu na Hungria, quando membros do “György Boronkay Technical and Grammar School” da cidade de Vác, jogaram por 107 horas consecutivas. A partida, disputada entre 1 e 5 de Julho de 2010, terminou em 9.900 x 8.169 e durou 25 horas a mais que o recorde anterior, que era desta mesma entidade escolar.

Pretende-se, através do evento, dar maior visibilidade ao Basquete e aos esportes em si, motivando as pessoas da comunidade envolvida para a sua prática e estimulando novos praticantes. Além de esportivo, o evento terá um cunho social onde, na sua inscrição, os participantes doarão dois quilos de alimentos ou duas peças de roupas, que serão entregues em ação paralela, sendo beneficiada assim a comunidade carente vizinha ao Centro Olímpico do Bairro Medianeira.

O “Desafio de Basquete: 24 HORAS” tem como objetivo servir como um grande instrumento de propulsão e ascensão do basquetebol, fazendo-o ocupar o seu verdadeiro lugar na mente e nos corações dos gaúchos. Objetiva também promover a inclusão e igualdade social, enfatizando a democratização da prática esportiva, além de unir todos num jogo super desafiador e emocionante com muitas brincadeiras e sorteio de brindes.
Lembrando que, para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, Osório está selecionada como Centro de Treinamento para seleções de basquete, o que vai alavancar ainda mais o esporte na cidade.
O evento tem o apoio da Prefeitura Municipal de Osório, Secretaria Municipal da Juventude, Esporte e Lazer, Corsan e Governo do Estado do RS.

Desafio de Basquete - 24 horas - Foto: Divulgação

"The Dream Team'92" - A inigualável equipe de basquete norte-americana

13 de agosto de 2012 0

Dream Team” só teve um: 1992. Ponto. Há 20 anos o mundo do basquete vivenciou seu maior momento. A construção de um dos maiores times da história do esporte mundial (na minha humilde opinião o maior), mudou o patamar do basquete nos Jogos Olímpicos, ampliou horizontes da NBA, tornando-se a competição mais badalada dos Jogos Olímpicos de Barcelona. Mas, sobretudo, o Pavelló Olímpic de Badalona viu vários dos maiores atletas de todos os tempos. Juntos, no mesmo time. Para encantar gerações por muitos e muitos anos.

The Dream Team'92 - Foto oficial divulgação USA Basketball http://www.usabasketball.com/

Você já imaginou atuando em um mesmo time: Pelé, Maradona, Garrincha, Zinedine Zidane, Franz Beckenbauer, Johann Crujff, Lionel Messi? E, em uma corrida em Spa-Francorchamps, pudéssemos assistir Ayrton Senna, Alain Prost, Gilles Villeneuve, Juan Manuel Fangio, Michael Schumacher, Nélson Piquet, Jim Clark, Stirling Moss e Fernando Alonso largarem no mesmo grid? Ou então um Torneio de Wimbledon com Roger Federer, Rafael Nadal, Bjorn Borg, Ivan Lendl, Pete Sampras, Andre Agassi? Pois foi exatamente isto que vimos no time de basquete masculino dos Estados Unidos em 1992.

Sempre representados por colegiais e universitários, os EUA foram batidos nas semifinais pela União Soviética nos Jogos Olímpicos de Seul, logo após terem sido derrotados pelo Brasil em casa no Pan-Americano de 1987 em Indianápolis. Em 1989, a FIBA e o COI autorizaram jogadores profissionais dos Estados Unidos, atletas da NBA, a disputarem as Olimpíadas. Algo um tanto anacrônico, afinal qualquer jogador na europa ou mesmo no Brasil já eram profissionais, mas OK. A Federação Norte-Americana de Basquete pediu à NBA que liberasse seus atletas, algo visto com bastante reticência no primeiro momento, mas concedido.

O time comandado por Chuck Daly e Lenny Wilkins tinha três dos 5 maiores jogadores de basquete de todos os tempos: Larry Bird (Boston Celtics), Magic Johnson (Los Angeles Lakers) e o legendário, único, absoluto, Michael Jordan (Chicago Bulls). Outros jogadores espetaculares eram: Scottie Pippen (Chicago Bulls), Patrick Ewing (New York Knicks), John Stockton e Karl Malone (Utah Jazz), Chris Mullin (Golden State Warriors), David Robinson (San Antonio Spurs), Clyde Drexler (Portland TrailBlazers), Charles Barkley (Philadelphia 76′ers) e o universitário Christian Laettner. Parece que Laettner foi convocado apenas para dizer: “ok, eles não eram perfeitos e são terrestres“. Jordan, Ewing e Mullin já haviam sido campeões olímpicos quando eram universitários, em Los Angeles, 1984.

O que fez este time ainda mais especial é que a maioria dos atletas estavam em momentos espetaculares na carreira, à exceção de Bird que sofria com crônicos problemas nas costas. Pelo legado da carreira, recebeu a homenagem com a convocação. Ao final de suas carreiras, 11 dos 12 atletas entraram no “Hall da Fama” do Basquete, exceto Laettner. Os jogos sempre recebiam lotação máxima e eram cercados por grande cobertura de mídia. Dentro de quadra, os norte-americanos resolveram dar espetaculo.

O jogo era menos competitivo, mais espetacular. Quase um “Harlem GlobeTrotters” em jogos profissionais. O maior massacre foi na estréia, contra os angolanos, vencendo por 68 pontos de diferença. O jogo contra os brasileiros, no qual Pippen fez uma marcação implacável na estrela brasileira Oscar, que ainda assim marcou 24 pontos. O Brasil terminaria como o segundo time a marcar mais pontos nos EUA até então.

Com suprema facilidade, o Dream Team venceu todos os adversários e conquistou a medalha de ouro. Na final, a Croácia, comandada por Toni Kukoc e a lenda Drazen Petrovic deu uma complicadinha no primeiro tempo, mas no final acabou impiedosamente derrotada. Ao menos o consolo de ter feito mais pontos nos EUA: 85 (na final), e o de ter sofrido menos: 103 (na primeira fase).

PRIMEIRA FASE
Estados Unidos 116 x 48 Angola
Estados Unidos 103 x 70 Croácia
Estados Unidos 111 x 68 Alemanha
Estados Unidos 127 x 83 Brasil
Estados Unidos 122 x 81 Espanha

QUARTAS-DE-FINAL
Estados Unidos 115 x 77 Porto Rico
SEMIFINAL
Estados Unidos 127 x 76 Lituânia
FINAL
Estados Unidos 117 x 85 Croácia

ALGUMAS CURIOSIDADES EM NÚMEROS

  • Média de pontos: 117,3 pontos por jogo
  • Cestinhas: Barkley, 18 pontos por jogo. Jordan fez 14.9, Malone 13 e Mullin 12.9
  • Média de pontos de vantagem por vitória: 43,8 pontos de diferença.
  • Melhor aproveitamento em arremessos de três pontos: Jordan, 0.875
  • Melhor aproveitamento em arremessos de dois pontos: Jordan e Barkley 0.711
  • Melhor aproveitamento em lances livres: Laettner, 0.9
  • Média de aproveitamento em arremessos de dois pontos pelos adversários: 0.375
  • Números de tempos pedidos pelo técnico Chuck Daly no torneio: 0 (isto mesmo, pessoal: ZERO).

A NBA está de volta! Confiram vídeo promocional e o melhor no Almanaque

25 de dezembro de 2011 0
A NBA está de volta - O melhor basquete do mundo!

A NBA está de volta - O melhor basquete do mundo!

Depois de uma longa greve dos atletas, a NBA acertou as pontas no final de novembro. Agora em dezembro, a Liga de Basquete Profissional dos Estados Unidos está de volta, para delírio dos fãs como eu. Aproveito a chance e convido os novos seguidores do Almanaque Esportivo a conferir os melhores textos já escritos aqui sobre o esporte

Confesso que fiquei afastado nos últimos anos devido à pavorosa fase do meu New York Knicks(e o ridículo técnico Jeff van Gundy)  mas ver o basquete em HD e uma grande promessa de temporada me animaram. Ainda mais depois de ver o fantástico vídeo promocional da TNT, que transmite a competição, misturando lendas do passado e do presente:

CONFIRA TAMBÉM:

Jogadores ainda não aprenderam que Twitter não é penico

10 de janeiro de 2011 7

Não adianta, a inclusão digital proporciona micos de pessoas que não sabem utilizar direito a tecnologia… O último caso ocorreu semana passada na quarta divisão inglesa envolvendo o atleta Marvin Morgan, do Aldershot Town. Substituído durante a derrota de 2×1 para o Hereford, Morgan desabafou no Twitter depois do jogo.

Agradeço aos torcedores que me vaiaram ontem. Sabe o que espero deles? Quero que todos eles morram“, disse Morgan. Obviamente ele foi multado pelo clube (duas semanas de salário), suspenso e colocado à venda.

Nos últimos meses, está crescendo na sociedade uma nova doença, cuja principal consequência é a demissão. Trata-se da ‘incontinência tuitária’, cujo sintoma básico é falar o que não devia no Twitter. Chad Ochocinco, do Cincinatti Bengals (time de futebol americano), ‘tuitou’ durante um jogo e foi multado, assim como Brandon Jennings, do Milwaukee Bucks (time da NBA). Já Brian Ching, jogador de futebol do Houston Dynamos (time da MLS norte-americana) foi multado por criticar um juiz.

Os casos mais famosos no Brasil em 2010 foram o executivo Alex Glikas, torcedor do Corinthians e demitido da Locaweb por ofensas aos torcedores do São Paulo (time patrocinado pela empresa) e da estudante de direito Mayara Petruso, que ofendeu os nordestinos após o 2º turno das eleições. Vários jogadores do Santos, incluindo o astro Neymar, se envolveram em uma polêmica no início de 2010 por utilizar a Twitcam (recurso vinculado ao Twitter) e entrar em conflito com torcedores.

Como eu digo no meu trabalho: ‘MALDITA INCLUSÃO DIGITAL’.

EDITADO: o leitor Adriano lembrou do último caso, ocorrido ontem. O holandês Ryan Babbel, irritadíssimo com a polêmica arbitragem de Howard Webb na derrota de 1×0 do seu Liverpool para o Manchester United, pela 3º fase da Copa da Inglaterra, fez uma montagem no photoshop no qual colocou Webb com a camisa do Manchester. Foi multado pela federação inglesa.  Webb marcou um pênalti discutível no primeiro minuto de jogo, sofrido por Dimitar Berbatov e convertido por Ryan Giggs, e ainda expulsou Steven Gerrard, capitão do Liverpool, ainda no primeiro tempo.

O jogo só termina quando acaba: Decisão de basquete europeu com cesta faltando 0.6s!

30 de abril de 2010 3

No basquete, mais do que qualquer outro esporte, não se deve comemorar antes do jogo encerrar. Pois na decisão da Liga Adriática de Basquete, envolvendo times das fortíssimas Sérvia, Croácia, Eslovênia, Bósnia-Herzegovina e Montenegro o Cibona Zagreb (Croácia) foi relembrado disto da maneira mais dramática, e inusitada, possível pelo arquirrival Partizan Belgrad (Sérvia).

O Cibona jogava em casa na decisão e perdia por 72 a 71 quando Lawrence Roberts teve dois lances livres para ampliar o marcador em favor do Partizan. Faltavam oito segundos. Roberts ERROU os dois lances livres.

Então, o primeiro momento inusitado: Bojan Bogdanovic foi para o ataque e marcou uma espetacular cesta de três pontos. Faltavam apenas 0.6s de jogo e o Cibona vencia por 74 a 72.

Loucura no ginásio Drazen Petrovic (ginásio em homenagem à lenda croata, ídolo na NBA pelo New Jersey Nets e que morreu em um acidente de carro nos anos 90 aos 28 anos) e festa dos jogadores do Cibona dentro da quadra. SÓ QUE…

Ainda havia jogo! Em condições normais, com marcação cerrada na saída de bola, não daria tempo de um último arremesso. Mas os jogadores do Cibona já comemoravam como se tivessem sido campeões! Reparem no vídeo que a comissão técnica do Cibona percebe que o jogo não terminou e tenta gritar para os atletas do Cibona irem para a saída de bola.

Como isto não ocorreu, o Partizan tentou um arremesso lá de trás (MEEESMO, MUITO ANTES DO MEIO DA QUADRA). Um jogador ainda tenta impedir o arremesso de Dusan Kecman mas é tarde demais.. CESTA! 75 a 74 para o Partizan, CAMPEÃO!

Vejam dois vídeos com as imagens deste final emocionante, dramático, trágico (para os croatas) e heróico (para os sérvios):

E este com som ambiente:

E agora o som ambiente do “Buzzer Beater”:

OBS: Lembrando que no basquete, o tempo só começa a contar depois da bola ser tocada por um jogador.

O último lance mágico: Jordan decide em 1998 contra o Utah Jazz

20 de junho de 2008 2

Se em 1993, Michael Jordan foi coadjuvante no jogo 6 decisivo das finais da NBA contra o Phoenix Suns, em 1998 foi bem diferente. O mesmo Jordan, já veterano com 35 anos, foi o protagonista principal das finais. Seu adversário na decisão era o fortíssimo Utah Jazz, de Karl Malone e John Stockton. O Chicago Bulls havia sido tricampeão entre 1991 e 1993. Jordan se aposentou para tentar jogar baseball e o time tornou-se figurante nas duas temporadas seguintes.

Em 1995, MJ retornou e o time de Chicago, adivinhem, ganhou a Liga sobre o Seattle Supersonics. Repetiu a dose em 1997 contra o Utah Jazz, time contra o qual repetiu a decisão na temporada seguinte.

Era o décimo ano consecutivo que Jordan era o cestinha da temporada (ele só não foi cestinha entre 86 e 98 nos dois anos que ficou de fora, 94 e 95). Na temporada anterior, os Bulls obtiveram o recorde de 72-10 vitórias na temporada regular.

Depois de um fácil caminho até a decisão, a série estava 3-2 para os Bulls, o jogo era no Delta Center em Salt Lake City. No sexto jogo, Jordan detonou: fez 54 pontos. Na temporada que seria de sua despedida, no jogo que poderia decidir o tricampeonato da NBA, ele foi simplesmente mágico.

Fez obscenos 45 pontos, mais da metade dos Bulls naquele dia e foi a estrela dos minutos finais. Os Bulls perdiam por 86-83 faltando 41 segundos e sem tempos extras para nenhum dos dois times. Jordan fez uma cestaça de dois pontos contra toda a defesa do time da casa. O Utah foi para o ataque, perdeu a bola faltando 19 segundos (adivinhem quem roubou, Jordan claro…) e deu a chance para os Bulls ganharem a partida.

Jordan pegou a bola, ficou tocando a bola até que viu a oportunidade faltando 6s e… cesta! Inacreditável: em 35 segundos Jordan fez quatro pontos e roubou uma bola. Garantiu o título (EDITADO: seu sexto na carreira) com uma cesta decisiva no que seria seu último jogo na carreira. Mas não foi, afinal Jordan acabou voltando às quadras mais uma vez…

Sua majestade aérea Michael “Air” Jordan!


Postado por Perin, lembrando como secava inutilmente Jordan

Túnel do Tempo: Lakers vs. Celtics em 1987

04 de junho de 2008 1

Assim que percebi a possibilidade da final da NBA ser entre Los Angeles Lakers vs. Boston Celtics, imediatamente voltei quase vinte anos no tempo.

Quando era criança, no NES (Nintendo 8 bits, que no Brasil tinha os populares Bit System e Phantom System como principais montados no mesmo processador e sistema operacional), joguei milhares de vezes o jogo “Lakers vs. Celtic”.

Tinha até pensado em montar um post sobre o jogo, mas o sempre antenado Diego Guichard, no Canal dos Games, foi muito mais rápido que o mané aqui e já escreveu sobre o assunto.

No jogo 4, os Celtics perderam em casa por 107 a 106 e praticamente decidiram o final da Liga.  O Lakers, de Magic Johnson, Byron Scott e Kareem Abdul-Jabbar venceu o Celtics, de Larry Bird, Kevin McHale e Danny Ainge por 4×2. Vejam um resumão daquelas finais