Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts na categoria "Olimpíadas"

Fair-Play em prova de atletismo: atleta deixa outro que errou o caminho ganhar!

24 de janeiro de 2013 0

Iván Fernández Anaya. Um atleta de cross-country espanhol e autor de uma cena maravilhosa no mês passado do mais puro espírito olímpico e do amor ao esporte. De 24 anos, ele estava em segundo lugar na prova de Cross-Country de Burlada, Província de Navarra na Espanha, quando viu o líder, o queniano Abel Mutai parar a 10m da linha de chegada.

Iván Fernández Anaya e Abel Mutai – Foto: captura de vídeo YouTube

Mutai, bronze nas Olimpíadas de Londres nos 3.000m, achou que já tinha ganho e estava cumprimentando o público. Ivan deu um pique, encostou ao lado de Abel e, mesmo com alguma dificuldade, conseguiu fazê-lo entender que ele não tinha ganho a prova ainda, inclusive indicando o caminho. Com alguns empurrões, Abel chegou na linha de chegada e venceu, e depois cumprimentou Iván.

O fato ocorreu mês passado, mas só fiquei sabendo hoje, graças a um post no facebook do amigo Andreas Muller. Fica aqui minha homenagem.

Confiram outras histórias como estas no Almanaque:

SETEMBRO NEGRO: 40 anos do massacre nos Jogos Olímpicos de Munique

05 de setembro de 2012 3

Há 40 anos, o dia 05 de setembro de 1972 entrou para a história das Olimpíadas e do esporte mundial. Infelizmente pelo motivo mais sombrio: a morte de onze atletas israelenses em um ação terrorista que, pela primeira vez, capitalizou a mídia como agente de exposição de uma operação

Foi nesta data que oito terroristas palestinos razoavelmente treinados e muito dedicados invadiram a Vila Olímpica de Munique e sequestraram nove atletas israelenses, matando outros dois deles no início do incidente. Na desastrada tentativa de resgate do atletas, todos os sequestrados morreram assim como cinco criminosos e um policial alemão-ocidental.

A vigésima Olimpíada da Era Moderna, conhecida até então pelo slogan “Jogos Felizes” e que marcaria época pelas sete medalhas de ouro de Mark Spitz na natação, se tornava um doloroso drama de 21 horas com um trágico desfecho.

Para entender tudo isto, o Almanaque Esportivo faz uma recuperação de todos os fatos envolvidos neste atentado terrorista que marcou os Jogos Olímpicos de Munique em 1972 na então Alemanha Ocidental. Sem dúvida, a maior tragédia olímpica já ocorrida na Era Moderna.

Munique

Antes, Durante e Depois.

PRÓLOGO

Em setembro de 1970 ocorreu uma frustrada tentativa de golpe de estado na Jordânia contra o Rei Hussein II, comandada pela então terrorista OLP (Organização da Libertação Palestina). Na ocasião, o rei jordaniano iniciou uma campanha contra militantes políticos palestinos no país. Aliás, Hussein II foi o único líder árabe a condenar veementemente a ação terrorista nos Jogos de Munique.

Em resposta à repressão de estado jordaniana, foi criada a organização paramilitar “Setembro Negro“, comandada por membros da Fatah (organização comandada por Yasser Arafat), contando com o apoio de membros da As-Sa’iqa e OLP. O terrorista Mohammed Daoud Oudeh foi o mentor intelectual das ações da organização. De acordo com o Departamento de Estado dos Estados Unidos, o “Setembro Negro” era um braço extremista da Fatah, que estava ciente de suas atividades.

Entre seu estabelecimento, em meados de 1971, até o “Massacre de Munique“, como ficou conhecido o incidente nas Olimpíadas, o “Setembro Negro“capitaneou ações como cartas-bomba para autoridades diplomáticas israelenses, sequestro de aviões, tentativas de assassinatos contra oficiais jordanianos e ainda o assassinato do primeiro-ministro jordaniano Wasfi Tel em 1971. Depois do atentado em Munique, outras ações continuaram a ocorrer até seu desmantelamento no final de 1974.

O INCIDENTE

Às 4 horas da madrugada do dia 05 de setembro de 1972, oito terroristas do Setembro Negro entraram na Vila Olímpica vestindo abrigos esportivos e mochilas. Inadvertidamente, dois membros da delegação norte-americana ajudaram os mesmos a escalar os muros da Vila, que não tinha praticamente nenhuma segurança naquele local. Eles pensavam que, assim como eles, eram atletas voltando das festas após o horário previsto de fechamento da Vila Olímpica.

Ao invadirem o apartamento 1 do prédio destinado à delegação de Israel, foram vistos pelo juiz de luta-livre Yossef Gutfreund, que percebeu os atacantes com máscaras e gritou para alertar seus colegas. Além disto, ele usou seu corpanzil de 130kgs para detê-los à porta, o que permitiu a fuga do seu colega Tuvia Sokolovsky.

Subjulgado, Gutfreund foi ferido pelos atacantes, enquanto o também treinador Moshe Weinberg levou um tiro no rosto. Este levou os invasores para o apartamento 3 repleto de lutadores e halterofilistas, pulando o apartamento 2 (o qual também tinha atletas israelenses de atletismo, tiro ao alvo e esgrima), pois provavelmente achou que os primeiros poderiam fisicamente ser mais capazes de deter os terroristas.

Na luta após invadir o apartamento 3, no qual todos os seis atletas dormiam, o halterofilista Yossef Romano foi assassinado ao tentar render um dos atacantes. Weinberg tentou novamente atacar os invasores mas foi metralhado e também morreu. Na confusão, o igualmente halterofilista Gad Tsobari conseguiu fugir pelo estacionamento.

Os nove reféns restantes, incluindo o técnico de esgrima André Spitzer (que tinha acabado de chegar à Vila Olímpica), foram detidos pelos terroristas. Eles exigiam a libertação de 234 prisioneiros da OLP detidos pelo governo israelense além de dois radicais alemães, Andreas Baader e Ulrike Meinhof (do extremista grupo alemão Baader-Meinhof).Não negociamos com terroristas“, foi o retorno da Primeira-Ministra israelense Golda Meir.

A foto abaixo, do fotógrafo Kurt Stumpf, imortalizou o incidente.

Massacre de Munique - 5/09/1972 - KURT STRUMPF/AP reprodução www.thetimes.com

O chefe da delegação egípicia A.D. Touny e membros da Liga Árabe negociaram com os terroristas palestinos, prometendo “muito dinheiro” em troca da libertação dos reféns, algo rejeitado por eles. Em um impasse diplomático, os alemães-ocidentais organizaram uma pífia tentativa de resgate na tarde do dia 05 de setembro.

Quando os policiais, vestidos de abrigo esportivo, estavam quase entrando no prédio, os terroristas avisaram que estavam vendo tudo pela televisão e que qualquer tentativa de invasão resultaria na eliminação imediata dos reféns.

Um novo plano, enfim, foi definido pelos alemães-ocidentais, após as exigências dos palestinos de irem para o Cairo, capital do Egito.  As especializadas forças armadas alemães não podiam intervir, pois a Constituição Federal pós-guerra impedia o uso do Exército contra civis. Sobrou para a Polícia de Munique e o Governo da Baviera resolverem o incidente terrorista.

Era melhor que não tivessem feito, pois foi uma sucessão de equívocos trágicos. Nem de propósito, as autoridades alemãs-ocidentais cometeriam tantos erros graves de planejamento, estratégia e operacionais.

O primeiro passon foi posicionar um Boeing 727 na pista militar de Fürstenfeldbruck. Bizarramente, as autoridades alemãs-ocidentais prepararam uma tentativa de resgate com apenas cinco atiradores mal-treinados e pessimamente equipados, sem rádio e comunicação centralizada, tampouco tropas de assalto. Aliás, nem atiradores de elite os policiais eram: apenas oficiais que estavam em um torneio de tiro naquele final de semana.

Apenas no transporte da vila Olímpica de ônibus para dois helicópteros, se percebeu que, além dos nove reféns haviam mais terroristas do que o inicialmente observado: oito ao invés de cinco. Para piorar, os helicópteros ao descerem em Fürstenfeldbruck ficaram mal posicionados e, sem ângulo de tiro, dois atiradores ficaram impossibilitados de agir.

No Boeing deveriam estar 16 policiais alemães, que iriam atacar os terroristas assim que eles subissem na aeronave. Porém este agentes desistiram da ação sem comunicar o comando central da crise, ao concluírem que a ação não estava bem planejada. O comando central (composto por 2 políticos e 1 chefe de polícia), por sua vez, ‘esqueceu’ de pedir apoio terrestre blindado e, quando o fez, o mesmo ficou preso no tráfego, chegando somente à meia-noite, depois de ter começado o tiroteio.

três terroristas subiram na aeronave, totalmente vazia, e viram que tinham sido enganados. Um tiroteio começou e dois palestinos foram mortos. Logo depois, outro saiu correndo na direção de um dos atiradores e também foi morto, o único tiro disparado por este “sniper” em todo o incidente. No meio do caos, os oficiais israelenses do MOSSAD (serviço de inteligência de israel) tentaram negociar mas levaram tiros em sua direção.

Com a chegada dos blindados, os terroristas se apavoraram e um deles metralhou o helicóptero com quatro reféns, também jogando uma granada que explodiu a aeronave. Morriam Berger, Friedman, Halfin e Springer. Depois, outro terrorista metralhou os reféns do outro helicóptero, matando Gutfreund, Shapira, Shorr, Slavin e Spitzer.

Um dos atiradores alemães e um dos pilotos ficaram feridos por ‘fogo amigo’, já que não conseguiam se comunicar com seus companheiros. O policial alemão Anton Fliegerbauer morreu de bala perdida (ele estava na torre de controle aéreo) e um total de cinco terroristas foram mortos. Um deles tentou fugir e outros três foram presos. O fugitivo acabou morto 40 minutos depois em um combate com as forças de segurança alemãs-ocidentais.

AS VÍTIMAS:

Kehat Shorr, atirador

Yossef Romano, halterofilista

David Berger, halterofilista

Ze’ev Friedman, halterofilista

Jacov Springer, juiz de halterofilismo

Mark Slavin, lutador

Eliezer Halfin, lutador

Moshe Weinberg, técnico de luta

Yossef Gutfreund, juiz de luta

Andre Spitzer, técnico de esgrima

Amitzur Shapira, técnico de atletismo

Anton Fliegerbauer, policial alemão

EPÍLOGO

  • Os jogos só foram interrompidos 12 horas após o início da crise. E continuaram no dia seguinte ao massacre. Um Memorial foi realizado no estádio Olímpico de Munique no dia 7 de setembro, envolvendo três mil atletas e 80 mil espectadores. As bandeiras dos países envolvidos nos Jogos de Munique ficaram a meio-mastro, porém dez nações árabes exigiram que ficassem no topo, o que acabou sendo realizado.
  • Em solidariedade, o restante a delegação israelense deixou Munique, assim como a Argélia, Filipinas e Egito, este sob medo de represálias. Dezenas de atletas de outros países também deixaram a competição, com medo ou em solidariedade aos mortos. Wilma van Gool, corredora holandesa, deixou claro ao abandonar Munique: “Vou embora devido à obscena decisão de continuar com os Jogos”.
  • Pouco mais de um mês após o incidente em Munique, outro avião foi sequestrado pelo “Setembro Negro“, que exigiu a libertação dos três terroristas detidos. Isto acabou sendo feito, para fúria do governo israelense.
  • Em contra-partida, a Primeira-Ministra Golda Meir autorizou secretamente a criação de uma força-tarefa que recebeu a missão de identificar e matar todos os terroristas capazes de atos como estes.
  • A controvertida missão recebeu o nome de “Operação Ira de Deus” e teve muitos dos seus aspectos mostrados no filme “Munique“, de 2006 do diretor Steven Spielberg.
  • Uma sub-missão, chamada de “Operação Primavera da Juventude“, concebeu um assalto e posterior explosão de dois prédios que continham dezenas de terroristas e civis em Beirute. O líder da OLP, Yasser Arafat, e o próprio Hassan Salameh estavam próximos dos prédios bombardeados.
  • Na “Operação Ira de Deus” dezenas de terroristas foram assassinados pelo MOSSAD, assim como contatos comerciais e militantes políticos.
  • Um inocente garçom marroquino confundido com o líder máximo do Setembro Negro, Ahmed Bouchikhi, foi assassinado por tropas do MOSSAD em Lillehammer, na Noruega no ano de 1973. Os agentes envolvidos foram presos pela polícia norueguesa e condenados por homícidio, posteriormente deportados para Israel. Bouchiki era irmão de Chico Bouchikhi, um dos integrantes originais da banda Gipsy Kings.
  • Este epílogo foi um desastre para o MOSSAD na Europa, pois os membros presos colocaram em exposição toda a estrutura da entidade no continente: nomes de agentes, casas seguras de ações, documentos secretos. O Serviço Secreto Israelense demorou muitos anos para se recuperar na Europa.
  • Aliás, o líder Hassan Salameh sofreria mais quatro tentativas de assassinato até ter seu carro explodido em 1979, no Líbano.
  • Imediatamente após a tragédia, causada muito pela incompetência da polícia alemã-ocidental em tratar de ações terroristas,  o criticadíssimo governo alemão do chanceler Willy Brandt organizou a criação do Grenzschutzgruppe 9, conhecido mundialmente com a sigla GSG 9. A tropa de elite foi treinada para ações de contra-terrorismo, e hoje é exemplo mundial de competência.

A cobertura completa pode ser facilmente encontrada no You Tube. Porém selecionei estas imagens, do dia seguinte à tragédia em Munique. Mostram um lado diferente da habitual cobertura do noticiário tradicional:

E que isto nunca mais se repita…

"The Dream Team'92" - A inigualável equipe de basquete norte-americana

13 de agosto de 2012 0

Dream Team” só teve um: 1992. Ponto. Há 20 anos o mundo do basquete vivenciou seu maior momento. A construção de um dos maiores times da história do esporte mundial (na minha humilde opinião o maior), mudou o patamar do basquete nos Jogos Olímpicos, ampliou horizontes da NBA, tornando-se a competição mais badalada dos Jogos Olímpicos de Barcelona. Mas, sobretudo, o Pavelló Olímpic de Badalona viu vários dos maiores atletas de todos os tempos. Juntos, no mesmo time. Para encantar gerações por muitos e muitos anos.

The Dream Team'92 - Foto oficial divulgação USA Basketball http://www.usabasketball.com/

Você já imaginou atuando em um mesmo time: Pelé, Maradona, Garrincha, Zinedine Zidane, Franz Beckenbauer, Johann Crujff, Lionel Messi? E, em uma corrida em Spa-Francorchamps, pudéssemos assistir Ayrton Senna, Alain Prost, Gilles Villeneuve, Juan Manuel Fangio, Michael Schumacher, Nélson Piquet, Jim Clark, Stirling Moss e Fernando Alonso largarem no mesmo grid? Ou então um Torneio de Wimbledon com Roger Federer, Rafael Nadal, Bjorn Borg, Ivan Lendl, Pete Sampras, Andre Agassi? Pois foi exatamente isto que vimos no time de basquete masculino dos Estados Unidos em 1992.

Sempre representados por colegiais e universitários, os EUA foram batidos nas semifinais pela União Soviética nos Jogos Olímpicos de Seul, logo após terem sido derrotados pelo Brasil em casa no Pan-Americano de 1987 em Indianápolis. Em 1989, a FIBA e o COI autorizaram jogadores profissionais dos Estados Unidos, atletas da NBA, a disputarem as Olimpíadas. Algo um tanto anacrônico, afinal qualquer jogador na europa ou mesmo no Brasil já eram profissionais, mas OK. A Federação Norte-Americana de Basquete pediu à NBA que liberasse seus atletas, algo visto com bastante reticência no primeiro momento, mas concedido.

O time comandado por Chuck Daly e Lenny Wilkins tinha três dos 5 maiores jogadores de basquete de todos os tempos: Larry Bird (Boston Celtics), Magic Johnson (Los Angeles Lakers) e o legendário, único, absoluto, Michael Jordan (Chicago Bulls). Outros jogadores espetaculares eram: Scottie Pippen (Chicago Bulls), Patrick Ewing (New York Knicks), John Stockton e Karl Malone (Utah Jazz), Chris Mullin (Golden State Warriors), David Robinson (San Antonio Spurs), Clyde Drexler (Portland TrailBlazers), Charles Barkley (Philadelphia 76′ers) e o universitário Christian Laettner. Parece que Laettner foi convocado apenas para dizer: “ok, eles não eram perfeitos e são terrestres“. Jordan, Ewing e Mullin já haviam sido campeões olímpicos quando eram universitários, em Los Angeles, 1984.

O que fez este time ainda mais especial é que a maioria dos atletas estavam em momentos espetaculares na carreira, à exceção de Bird que sofria com crônicos problemas nas costas. Pelo legado da carreira, recebeu a homenagem com a convocação. Ao final de suas carreiras, 11 dos 12 atletas entraram no “Hall da Fama” do Basquete, exceto Laettner. Os jogos sempre recebiam lotação máxima e eram cercados por grande cobertura de mídia. Dentro de quadra, os norte-americanos resolveram dar espetaculo.

O jogo era menos competitivo, mais espetacular. Quase um “Harlem GlobeTrotters” em jogos profissionais. O maior massacre foi na estréia, contra os angolanos, vencendo por 68 pontos de diferença. O jogo contra os brasileiros, no qual Pippen fez uma marcação implacável na estrela brasileira Oscar, que ainda assim marcou 24 pontos. O Brasil terminaria como o segundo time a marcar mais pontos nos EUA até então.

Com suprema facilidade, o Dream Team venceu todos os adversários e conquistou a medalha de ouro. Na final, a Croácia, comandada por Toni Kukoc e a lenda Drazen Petrovic deu uma complicadinha no primeiro tempo, mas no final acabou impiedosamente derrotada. Ao menos o consolo de ter feito mais pontos nos EUA: 85 (na final), e o de ter sofrido menos: 103 (na primeira fase).

PRIMEIRA FASE
Estados Unidos 116 x 48 Angola
Estados Unidos 103 x 70 Croácia
Estados Unidos 111 x 68 Alemanha
Estados Unidos 127 x 83 Brasil
Estados Unidos 122 x 81 Espanha

QUARTAS-DE-FINAL
Estados Unidos 115 x 77 Porto Rico
SEMIFINAL
Estados Unidos 127 x 76 Lituânia
FINAL
Estados Unidos 117 x 85 Croácia

ALGUMAS CURIOSIDADES EM NÚMEROS

  • Média de pontos: 117,3 pontos por jogo
  • Cestinhas: Barkley, 18 pontos por jogo. Jordan fez 14.9, Malone 13 e Mullin 12.9
  • Média de pontos de vantagem por vitória: 43,8 pontos de diferença.
  • Melhor aproveitamento em arremessos de três pontos: Jordan, 0.875
  • Melhor aproveitamento em arremessos de dois pontos: Jordan e Barkley 0.711
  • Melhor aproveitamento em lances livres: Laettner, 0.9
  • Média de aproveitamento em arremessos de dois pontos pelos adversários: 0.375
  • Números de tempos pedidos pelo técnico Chuck Daly no torneio: 0 (isto mesmo, pessoal: ZERO).

Jogos Olímpicos - Saudosas medalhas no 4x100m do atletismo em Atlanta e Sydney

10 de agosto de 2012 0

Em baixa nas últimas edições dos Jogos Olímpicos, o atletismo masculino já trouxe inúmeras medalhas para o Brasil. São quatro medalhas de ouro: Adhemar Ferreira da Silva, bicampeão no salto triplo em 1952 e 1956, Joaquim Cruz, campeão olímpico em 1984 nos 800m rasos, e Mauren Maggi, campeã olímpica em salto à distância em 2008.

Os brasileiros conquistaram ainda três pratas e sete bronzes no total de modalidades do atletismo, totalizando 14 no total.  Este esporte só perde para o judô, vela e voleibol na lista de esportes com mais conquistas até hoje na história dos Jogos Olímpicos. Mas a tradição brasileira esmoreceu nos últimos anos.

À parte do ouro de Mauren em Beijing, o atletismo brasileiro tem tido resultados inexpressivos, especialmente no masculino. É bem verdade que Vanderlei Cordeiro de Lima estava perto do ouro na mítica Maratona de Atenas em 2004 quando aquele padreco(ex) insano o acertou, mas os demais resultados foram bem ruins. Só chegamos à duas finais até o momento, e temos mínimas chances nos revezamentos 4×100 masculino e feminino, além da sempre imprevisível maratona.

Nesta semana que começam as disputas no atletismo, vale recordar os dois momentos brilhantes do revezamento 4×100 rasos nos Jogos de Atlanta (bronze) e Jogos de Sydney (prata). Esta prova é especial porque além da velocidade em si, depende muito do entrosamento.

Em Atlanta, o Brasil tinha chances remotas, pois além dos favoritos Estados Unidos e Canadá, a Grã-Bretanha, Jamaica, Nigéria estavam mais cotadas. O time brasileiro de Arnaldo de Oliveira, André Domingos, Édson Luciano e Róbson Caetano fizeram um bom tempo na primeira fase, atrás somente da Ucrânia em sua raia. Logo na 1º fase, a zebraça: os ingleses derrubaram o bastão e foram eliminados.

Nas semifinais, mais zebras: enquanto o Brasil passava tranquilo em 2º lugar na primeira eliminatória, atrás dos canadenses, na segunda eliminatória um verdadeiro caos: jamaicanos, australianos baamianos e nigerianos se atrapalharam e foram eliminados.

Sendo assim, o Brasil só precisava bater, na prática, um eventual erro na troca dos bastões e os ucranianos para ganharem o bronze. Foi exatamente isto que ocorreu, com direito ao show canadense capitaneado por Donovan Bailey e uma bela recuperação do brazuca André Domingos. Vejam:

Quatro ano depois em Sydney, o prognóstico brasileiro era bem melhor. Claudinei Quirino substituía o veterano Róbson Caetano, de novo ao lado dos medalhistas de bronze em Atlanta André Domingos,  Édson Luciano e Cláudio Roberto, e com o novato Vicente Lenílson entrando no time.

Logo na primeira fase, novamente os ingleses se atrapalharam todos e foram eliminados, repetindo o mico de quatro anos antes. O Brasil, mesmo poupando seu melhor velocista (Claudinei), fez o segundo tempo, logo abaixo dos norte-americanos. Com um time muito fraco, já sem o campeão olímpico Donovan Bailey, o Canadá sofria a pressão. Cuba e Jamaica eram os outros adversários brasileiros, com os eternos favoritos Estados Unidos buscando recuperar a hegemonia.

Nas semifinais, e já com Claudinei Quirino, o Brasil passou com problemas na última transição, mas ainda assim com o terceiro tempo, ao lado dos jamaicanos (empatados, aliás), 1 décimo atrás do surpreendente time cubano e longe dos americanos, que tinham Maurice Greene como principal velocista.

Na decisão, o drama com Vicente Lenílson, que correu com dores na virilha. Ele fez um bom início e passou para Édson Luciano. Em ritmo crescente, André Domingos pegou o bastão e ficou em ótima posição. Na última transição, o Brasil estava em terceiro, atrás dos cubanos e dos norte-americanos. Em uma arrancada sensacional, Claudinei Quirino obteve a prata no melhor momento do atletismo masculino brasileiro daquela Olimpíada, à frente de Cuba (bronze) e dos EUA (ouro):

Futebol olímpico - Histórias de Los Angeles, Seul, Atlanta e Sydney!

10 de agosto de 2012 0

No próximo sábado, a Seleção Brasileira entrará em campo no lendário estádio de Wembley contra o México em busco do topo.  O time treinado por Mano Menezes tentará a inédita medalha de ouro olímpica no futebol. O Brasil, pentacampeão mundial, só obteve duas medalhas de prata e outras duas de bronze.

Apesar do futebol irregular, a campanha brasileira é perfeita: 3×2 contra o Egito, 3×1 contra Belarus, 3×0 na Nova Zelândia (todos na primeira fase), 3×2 em Honduras  (quartas-de-final) e 3×0 na Coréia do Sul, garantindo vaga nas semifinais e a medalha de prata. Leandro Damião é o artilheiro da competição com seis gols.

Em 2008, o Almanaque Esportivo contou quatro histórias do futebol olímpico brasileiro. As boas campanhas dos anos 80 em Los Angeles e Seul, e as dramáticas derrotas para os africanos em 96 e 2000. O Brasil ainda obteve a medalha de bronze em 2008, na última edição dos jogos. Confiram estas histórias:

ENTREVISTA - Paulão avalia os 20 anos da conquista do ouro em Barcelona!

09 de agosto de 2012 0

Há exatos 20 anos o Brasil conquistou sua primeira medalha de ouro em um esporte coletivo. Foi no voleibol masculino, vitória de 3×0 sobre a Holanda no dia 09 de agosto de 1992. O time brazuca, treinado por Zé Roberto Guimarães, tinha Maurício, Marcelo Negrão, Paulão, Carlão, Tande e Giovane como titulares, e mais Amauri, Talmo, Pampa, Jorge Édson, Janélson e Douglas no grupo campeão.
Ali iniciou-se a pavimentação de um caminho que ainda nos daria três campeonatos mundiais (2002, 2006 e 2010), o bicampeonato olímpico em Atenas (2004) e mais uma medalha de prata (Beijing, 2008), além de nove títulos de Liga Mundial. Na campanha vitoriosa em Barcelona foram sete vitórias, e apenas três sets perdidos, lutando contra o favoritismo de nações mais tradicionais no esporte.
Algozes de 1984 e 1988, na chamada “Geração de Prata”, os Estados Unidos eram os favoritos ao lado da Itália, então tricampeã da recém-criada Liga Mundial de Vôlei. Quarto lugar em Seul, o Brasil buscava superar a prata de Los Angeles e buscar o ouro. Era um time jovem, com três atletas que haviam disputado a Olimpíada anterior ( Paulão, Pampa e Maurício) e Amauri, que também esteve em Seul e foi ainda medalhista de prata em Los Angeles.

Para marcar este momento histórico do esporte nacional, o Almanaque Esportivo entrevista um dos atletas mais importantes daquela conquista. Paulo André Jukoski da Silva, ou simplesmente Paulão. Este gaúcho de Gravataí é um dos mais bem sucedidos atletas da história do volêi brasileiro. Campeão Olímpico nos Jogos de Barcelona em 1992,  atualmente comanda a APAV/Canoas, campeão da Superliga-B em 2011 e que irá disputar a Superliga Nacional de Volêi Masculino em 2012.
Casado com Cláudia, pai de Pedro e Pietra (também jogadores de vôlei), Paulão concedeu esta entrevista para o Almanaque Esportivo a respeito dos 20 anos da história conquista no Palau Sant Jordi, em Barcelona.

ALMANAQUE ESPORTIVO: Olá, Paulão, seja bem-vindo ao Almanaque Esportivo e, mais uma vez, parabéns pelos 20 anos da conquista de ouro em Barcelona. Qual é a análise que você tem do impacto daquela que foi a 1º medalha de ouro em esportes coletivos do Brasil em Olimpíadas?
PAULÃO: Prazer estar com vocês! Mudou a visão, o espírito! Começamos a acreditar que podíamos ganhar dos outros países! Mas, com certeza, em nós mesmos!

Paulão, com a medalha de ouro - Foto: Arquivo Pessoal

ALMANAQUE ESPORTIVO: A base da equipe vinha de um sofrido Mundial em 1990, disputado no Brasil. A derrota dramática contra os italianos por 3×2 nas semifinais, abateu o time que perdeu também a disputa do 3° lugar para a União Soviética. Além disto, você, Maurício, Amauri e Pampa também tinham sofrido revés idêntico em Seul, perdendo na semifinal para os EUA e na disputa do bronze para a Argentina. Como estava o emocional daquele jovem time, de média de idade de 24 anos, para os jogos em Barcelona?
PAULÃO: Ninguém acreditava em nós! Mas foi bom … Começamos uma história de superação e criamos e escrevemos a nossa história.
ALMANAQUE ESPORTIVO: Qual foi o jogo mais difícil? A semifinal contra os Estados Unidos, depois de toda a carga emocional das Olimpíadas de Los Angeles e Seul?
PAULÃO: Os americanos adoram olimpíadas! Treinam para ela! E entraram dispostos a vencer de qualquer maneira! Mas estávamos muito leves e focados! Sem duvida o jogo mais difícil.

ALMANAQUE ESPORTIVO: A quele time era muito jovem, jogadores de destaque como Maurício, Tande, Giovane e Marcelo Negrão eram muito jovens. Como era lidar com aquela garotada?

PAULÃO: Foi muito fácil! Não existia vaidades! Fica fácil de conversar , cobrar e pedir algo! Queridos amigos!
ALMANAQUE ESPORTIVO: Depois do título, o que mudou em tua vida? Os salários melhoraram? O apoio das empresas e da mídia ao vôlei mudou? Ou já naquela época o esporte era bastante estruturado?
PAULÃO: A vida sem dúvida mudou! Uma loucura … Melhoraram os salários! Uma pena que não temos aposentadoria remunerada!!! Mas o esporte no Brasil ainda necessita de muito investimento, principalmente na base educacional.
ALMANAQUE ESPORTIVO: E como vê o atual momento? O time está desgastado depois dos 10 anos com Bernardinho ou o tricampeonato olímpico ainda é possível? Você considera que o ciclo “Bernardinho” está próximo de terminar?
PAULÃO: Os dois técnicos são exelentes e mostram isto a cada campeonato! E quando se trabalha com pessoas é assim mesmo, repleto de altos e baixos! O diferente Sao as outras equipes que querem ganhar de qualquer maneira.
ALMANAQUE ESPORTIVO: Finalize com a expectativa, os reforços e quais são os objetivos da APAV/Canoas na Superliga Nacional de Volêi? Até onde o time pode chegar?
PAULÃO: É um projeto novo e com alguns valores maravilhosos! E nosso objetivo é classificar entre os oito finalistas !!! Mas deve vir reforços ainda ! Mas ainda é segredo…

Paulão, comandante da APAV/Canoas - Foto:Felipe Lause_Divulgação PMCA

Vamos aguardar… Enquanto isto, comemorem o título de 1992 mais uma vez:

Superação Olímpica - As melhores histórias do esporte em Jogos Olímpicos

27 de julho de 2012 0

Agora um especial com posts com histórias muito especiais sobre os Jogos Olímpicos, de verão e de inverno. Vale a pena ler sobre histórias familiares. De vida. De morte. De superação pessoal. E até mesmo de muita sorte.

CURTAM OS JOGOS OLÍMPICOS DE LONDRES!!!

Confiram:

O bizarro nas Olimpíadas: "Jamaica abaixo de Zero", "Mr. Magoo" e o "Homem-Enguia"

27 de julho de 2012 1

Italiano comemora antes da hora e perde corrida: confira outras histórias semelhantes!

12 de julho de 2012 0

O motociclista italiano Ricardo Russo se superou neste último final de semana e jogou fora uma vitória provável no Campeonato Italiano de Velocidade. No GP de Mugello, categoria Superbikes até 600cc, Russo vencia no início da última volta de forma apertada. Achando que era a bandeirada final, diminuiu a velocidade e passou a comemorar efusivamente a “conquista”.

Porém a corrida não havia se encerrado! Ele demorou quase toda a volta para perceber, voltar a acelerar. Russo acabou na deprimente 14º colocação. Vejam o vídeo:

  • Outros casos históricos me vieram na cabeça. O primeiro foi do piloto sueco Bjorn Wirdheim, que em 2008 perdeu a 2º bateria da GP2 em Mônaco por comemorar antes da linha de chegada, vencida pelo dinamarquês Nicolas Kiesa. Leiam o que escrevi em 2008: Oie, eu sou muito burro e perdi a corrida!!!
  • Temos ainda a célebre última vitória de Nélson Piquet na Fórmula-1, GP do Canadá de 1991 em Montreal. O inglês Nigel Mansell comemorava, acenava para a torcida e isto aconteceu: GP do Canadá: a última vitória de Nélson Piquet
  • Khalid Askri, goleiro do FAR Rabat, foi eliminado da Copa do Marrocos por comemorar um pênalti antes da hora. Também comentei isto aqui no Almanaque: Pênalti inacreditável: goleirão achou que tinha defendido, mas…
  • Bem semelhante à anterior, em um campeonato amador de futebol da Itália, o goleiro Angeli saiu comemorando uma defesa. Mas a bola não tinha parado ainda… MONDO BIZARRO: Pênaltis inacreditáveis na Itália e na Islândia!
  • Outra história que eu lembrei ocorreu nos Jogos Olímpicos de Inverno em 2006, na cidade italiana de Turim. A norte-americana Lindsey Jacobellis vencia com folga a competição de snowboarder. No último salto, foi fazer pose e acabou se desequilibrando e caindo. A suíça Tanja Frieden, que estava muito longe, acabou levando o ouro, e Jacobellis ficou com a prata. Vejam o vídeo ao vivo do erro patético da snowboarder:
  • A mais estúpida de todos foi a derrota do colombiano Alex Kuyavian no Campeonato Mundial de Patinação, prova dos 10 km de velocidade. Ele vencia com larga vantagem quando passou a comemorar com uma reta de antecipação. Se desconcentrou e desacelerou de tal maneira que acabou ultrapassado pelo sul-coreano Lee Sang Cheol. Vejam o vídeo:

Seleção Olímpica 2012 - Meu palpite dos 18 convocados de Mano Menezes

04 de julho de 2012 1

Analisando as últimas convocações, não acredito que a lista final do técnico Mano Menezes de 18 jogadores para os Jogos Olímpicos de 2012 seja muito diferente da que eu vou apresentar abaixo. Será mais uma tentativa de buscar a medalha de ouro olímpica, inédito no futebol brasileiro. Até hoje, o máximo que o Brasil obteve foram duas medalhas de prata, em 1984 (Los Angeles) e 1988 (Seul). Em 1996 (Atlanta) e 2008 (Beijing), o Brasil ficou com a medalha de bronze.

Para mim, os três jogadores acima de 23 anos estão praticamente garantidos: o lateral-esquerdo Marcelo e os zagueiros Thiago Silva e David Luiz. Por ser um grupo muito restrito, de apenas 18 jogadores, o treinador tem que levar atletas o mais polivalente possíveis. O técnico Mano Menezes vai divulgar a lista final de jogadores amanhã, dia 5 de julho, às 15h (de Brasília), em evento no Hotel Sheraton, Rio de Janeiro.

Mano Menezes, sob pressão para as Olimpíadas - Foto: Rafael Ribeiro / CBF

GOLEIROS

  • Rafael (Santos) – As boas atuações na ronda de amistosos tiraram as chances de Jefferson ir para Londres.
  • Neto (Fiorentina) – É reserva em Florença, mas tem algumas convocações.

LATERAIS

  • Danilo (Porto) – Titular de Mano nos últimos amistosos, não fez bons jogos. Corre risco de perder para Rafael, do Manchester United.
  • Marcelo (Real Madrid) – Um dos jogadores acima de 23 anos. Joga muito, mas tem temperamento explosivo.

ZAGUEIROS

  • Thiago Silva (Milan) – Simplesmente o melhor do mundo, será o esteio de qualidade e capitão do time.
  • David Luiz (Chelsea) – Apesar da irregularidade, é melhor que o convalescente Dedé. Em forma, o vascaíno provavelmente seria convocado.
  • Juan (Internazionale) – Palpite que ganhará a vaga de Bruno Uvini porque pode também jogar na lateral-esquerda.

VOLANTES

  • Sandro (Tottenham Hotspur) – Titular nos últimos jogos, dificilmente perderá a vaga.
  • Rômulo (Spartak Moscou) – O ex-vascaíno se afirmou na ronda de amistosos na América do Norte e parece ter assegurado a vaga olímpica.
  • Casemiro (São Paulo) / Fernando (Grêmio) – O são-paulino era favorito, mas a má-fase em 2012 pode pesar contra si. Já o gremista mostra justamente o oposto: vive ótima fase e pode roubar a vaga.

MEIAS

  • Giuliano (Dnipro) – O ex-colorado é polivalente, pode jogar em 3 das 4 funções do meio-campo e é um ótimo definidor. Nome certo.
  • Oscar (Internacional) – O colorado foi um dos melhores, senão o melhor jogador na última sequência de jogos da Seleção. Será titular.
  • Paulo Henrique Ganso (Santos) – Eterna promessa, o santista vive uma fase tenebrosa, longe do potencial apresentado em 2010. Mas será convocado.
  • Lucas (São Paulo) – Em boa fase no Tricolor, Lucas é mais um que preza pela polivalência, podendo facilmente jogar no meio ou no ataque, substituindo Neymar.

ATACANTES

  • Neymar (Santos) – Grande jogador brasileiro da atualidade, único com status de superestrela internacional atuando no futebol nacional, é a referência técnica do time. Candidato à estrela dos Jogos Olímpicos.
  • Leandro Damião (Internacional) – Mesmo após uma péssima série de amistosos, com nenhum gol marcado em quatro jogos, segue marcando gols regularmente no clube.
  • Alexandre Pato (Milan) – Sem lesões, o milanista tem grandes chances de assumir a titularidade, até porque consegue jogar nas duas funções do ataque.
  • Wellington Nem (Fluminense) – Por ser um jogador baseado na velocidade, tem ótimas chances de ser um dos convocados, como opção de contra-ataque.

VEJA TAMBÉM