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Posts na categoria "Tênis"

Momentos engraçados do tênis mundial

29 de junho de 2008 1

Alguns momentos divertidos de um esporte famoso por sua sobriedade nas quadras do planeta:

Saretta dispara: `OUT` é o cacete!

Djokovic sacaneando a Sharapova

 

John McEnroe: isto sim é `boca-suja`

27 de junho de 2008 0

Um dos maiores tenistas da história do esporte foi o norte-americano John McEnroe. Tricampeão em Wimbledon, foi ainda quatro vezes vencedor do US Open e um dos maiores duplistas de todos os tempos (em especial jogando ao lado de Peter Fleming).

Foram 155 troféus, sendo 84 de simples, um de duplas mistas e o resto de duplas.Mac” (como era conhecido) e nutriu uma rivalidade imensa com o sueco Bjorn Borg, incluindo duas finais antológicas em Wimbledon e no US Open de 1980, ambas decididas no 5° set . Outros rivais nas quadras foram o tchecoeslovaco Ivan Lendl (que uma vez nocauteou McEnroe involuntariamente com uma bolada) e seu compatriota Jimmy Connors, este já em final de carreira.

Porém ele tinha um pequenino problema… O gênio! Foi suspenso por xingar juízes, assistentes e bandeirinhas diversas vezes. Foi suspenso por dois meses em 1986 depois de uns xingamentos ocasionais no US Open. A pior foi em 1990, no Australian Open, quando foi sumariamente desclassificado da competição por xingar um juiz pela terceira vez na mesma partida.


McEnroe não tinha nenhum tato e proferia palavrões a torto e direito. Ou ainda jogava a raquete na primeira coisa que via, poderia ser o solo da quadra, umas bananas, o copo de suco ou a parede. Classe, finesse? Bem capaz! McEnroe ultrapassava o limte da falta de educação e era antipatizado pela maioria dos torcedores, especialmente no calmo mundo do tênis (ainda mais na época).

Seu temperamento explosivo não impediu de conquistar recordes 13 títulos em uma só temporada (1984), com apenas 3 derrotas em 85 partidas (Federer chegou perto, com 81-3 em 2005). Mesmo assim, neste mesmo ano Mac estourou com a arbitragem após um `erro` (na sua visão) no Torneio de Estocolmo:


O pior de tudo isto é que recentemente foram utilizados recursos computacionais para verificar se, nos lances que McEnroe causou uma enorme confusão, ele tinha razão ou não. Em todos os cinco principais momentos analisados por uma equipe norte-americana, o resultado foi: cinco vezes McEnroe estava errado!

Este era John McEnroe. 170 semanas líder do ranking da ATP. Quatro vezes líder do ranking ao final da temporada. Pentacampeão mundial da Copa Davis. Um dos cinco maiores tenistas dos Estados Unidos em todos os tempos.

E um louco desbocado em quadra.

Postado por Perin, escondendo as crianças destes vídeos…

Saretta dispara: `OUT` é o cacete!

09 de junho de 2008 0

Procurando os vídeos sobre o Guga, achei alguns curiosos de tênis. Um deles é de uma escandalosa reclamação do brasileiro Flávio Saretta contra o juiz de linha em jogo contra Tommy Robredo no US Open de 2004. Depois de duas decisões que considerou erradas, Saretta desferiu um sonoro “OUT É O CACETE“:

Outro momento bacana, menos engraçado mas mais emocionante, é do francês Richard Gasquet. No US Open de 2005, ele conseguiu salvar um match point com uma cãimbra fenomenal contra o antipático australiano Leyton Hewitt. Depois de cinco sets, perdendo por 5×3, Gasquet mal consegue correr em quadra, mas ainda assim consegue uma jogada monumental e ganha o ponto.

Postado por Perin, gritando `Uh! Sharapova!

Djokovic, a nova Sharapova? :-p

01 de junho de 2008 0

O sérvio Novak Djokovic é bom. O gigante de 1.87m e 21 anos é o mais jovem tenista a chegar nas semifinais de todos os Grand Slam (US Open, Australian Open, Roland Garros e Wimbledon) e já conquistou um título deste porte (na Austrália este ano). Em terceiro lugar no ranking da ATP, ele é uma ameaça real para o espanhol Rafael Nadal e o quase imbatível suíço Roger Federer.

Mas Djokovic também é um… PALHAÇO! A maioria já deve ter visto as suas imitações da Maria Sharapova, a DEUSA russa e muito amiga sua. Ele também tem imitações de Nadal (outro amigo seu), do Vollandri, Agassi e de Federer e de quem mais vocês quiserem.



E todos que o conhecem nos bastidores dizem que ele gosta mesmo das imitações hilárias, faz mesmo fora das câmeras, sem imprensa por perto. Pesquisei na net e achei este vídeo amador, nos vestiários do US Open (foi vice-campeão, perdeu para Federer):



Se não fosse um tenista, dos bons, Djokovic poderia ser comediante. Faria sucesso absoluto.

Postado por Perin, saudando o humor no Tênis

ESPECIAL GUGA: O início do fim

29 de maio de 2008 1

Uma pena que, desde o final de 2001, Gustavo Kuerten não conseguiu mais jogar direito. Aos 26 anos, ele já tinha problemas sérios no quadril, justo no ano que ganhou em Roland Garros pela terceira, e última, vez ao bater Alex Corretja na final. Lesões consecutivas no quadril, recuperações lentas e resultados muito ruins em quadra, a maioria por falta de treinos, jogos e motivação.Guga, sendo homenageado em Roland Garros 2008 na sua despedida oficial

Porém Guga ainda teria um momento especial. Foi, para variar um pouquinho, na mítica quadra Philippe Chatrier em Roland Garros.

No torneio de 2004, pegava o líder do ranking Roger Federer. Enquanto todos esperavam uma vitória simples do suíço, ícone máximo da nova geração sobre o ídolo do passado recente, Guga se superou.

Ganhou por categóricos 3 a 0, um triplo 6-4!!! Para vocês terem idéia do impacto do jogo, foi a única derrota de Federer em Grand Slam na temporada. Ele está há inacreditáveis 226 semanas na liderança do ranking da ATP.

Depois, mais lesões, trocas de treinador (saiu Larri Passos, veio o argentino Héctor Gumy, voltou Larri). Guga não era o mesmo, e o final estava próximo. Em uma precoce aposentadoria, sempre com problemas no quadril, Guga anunciou sua temporada de despedida. Primeiro foi a saída no Brasil Open, com direito a um emocionado discurso:

Depois, a saída final. Na mesma quadra Philippe Chatrier, completamente lotada, Guga perdeu para o francês Paul-Henri Mathieu e se despediu das quadras. Com direito a uma homenagem especial da torcida antes do derradeiro game. Que aliás que teve uma passada fenomenal de esquerda de Guga sobre Mathieu.

Procurei, em vão, o meu autógrafo de Guga que recebi no Parcão aqui em Porto Alegre em 1998 (um lendário duelo entre Brasil e Espanha pela Copa Davis). Mas fica na minha memória e na de todos, o exemplo de profissional, esportista e, acima de tudo, ser humano.

Que aprendeu com as adversidades da vida e se tornou um personagem popular até no competitivo e fechado mundo do tênis, admirado pelos mais jovens e respeitado pela simpatia e talento pelos contemporâneos, incluindo mitos como Pete Sampras e André Agassi.

Um ídolo tipicamente brasileiro: batalhador, incansável, talentoso e carismático. E bota carismático nisto…

OBRIGADO, GUSTAVO KUERTEN!

Postado por Perin, fechando o especial Guga

  • ESPECIAL GUGA: Um mito brasileiro no tênis
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  • ESPECIAL GUGA: Líder do ranking da ATP!
  • ESPECIAL GUGA: O início do fim
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    28 de maio de 2008 1

    No final do ano de 2000, Gustavo Kuerten precisava ganhar a Masters Cup (torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada) em Lisboa para terminar a temporada em alta. Mais do que isto, vencendo o torneio sairia líder dos dois rankings, de entradas e de semanas da ATP. Seria a coroação final de um ano especial, no qual Guga conquistou o bicampeonato de Roland Garros.

    Porém Guga perdeu feio na primeira rodada da fase de grupos para André Agassi (outro tenista carismático, e certamente ainda mais talentoso que o brasileiro), mas reagiu batendo Magnus Norman e Yevgeny Kafelnikov (algoz de Guga nas quartas-de-final dos Jogos Olímpicos de Sydney naquele mesmo ano).

    Por ter perdido na estréia, Kuerten precisaria vencer a Masters Cup para ser, pela primeira vez na carreira, o líder do ranking da ATP. Mas para isto teria que bater no sábado Pete Sampras e no domingo André Agassi. Sabe quantas vezes alguém fez isso em um mesmo torneio? Pois é, como devem imaginar, jamais ninguém conseguiu esta façanha antes!

    Na semifinal Guga superou pela primeira vez o lendário Pete Sampras (dando o troco do roubo em Miami). Na finalíssima, Guga bateu Agassi e conquistou o título. Foi a primeira vez que um brasileiro terminou o ranking de entradas como número 1 do mundo. O mundo estava a seus pés.

    Guga ficaria 43 semanas em primeiro lugar no ranking (8 semanas entre dezembro e janeiro, mais cinco entre fevereiro e março e depois 30 semanas consecutivas entre abril e novembro), período no qual conquistaria o Tricampeonato em Roland Garros e mais os títulos de Buenos Aires, Acapulco, Monte Carlo, Stuttgart e Cincinnati.

    Roland Garros 2001 foi dramático. Depois de surpreendentes vitórias fáceis sobre a legião argentina com Guilhermo Coria e Agustín Calieri, Guga penou contra o norte-americano Michael Russel, 136 do ranking. Chegou a salvar um match point quando o jogo estava 0×2, virando a partida. Depois nas quartas-de-final, adivinhem: pela terceira vez, na mesma fase, o russo Kafelnikov. E Guga ganhou apertado, depois vencendo fácil nas semis o espanhol Juan Carlos Ferrero. Na decisão, Guga saiu perdendo mas depois virou e venceu o também espanhol Alex Corretja, velho rival no saibro, por 3 a 1. Era o tricampeonato na lendária quadra Philippe Chatrier.

    Postado por Perin, lembrando daquela noite em Lisboa

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    27 de maio de 2008 0

    Ontem falei de 1997 e da ascensão de Gustavo Kuerten ao topo do mundo. Pois bem, chegamos a 1998. Em Roland Garros uma surpreendente queda perante o então novato Marat Safin (depois grande rival de Guga no saibro), deixou Guga como espectador de Fernando Meligeni, que deu um show e só caiu nas oitavas-de-final perante o austríaco Thomas Munster, campeão de 1995 e o “Rei do Saibro” nos anos 90.

    Porém Guga precisava lutar contra o rótulo de “wonder one”, de brilho de um torneio só. Passou por fases instáveis e derrotas inexplicáveis, mas ganhando em Stuttgart e Mallorca, em um ano de mais frustrações que vitórias importantes. Mas seguia entre os primeiros do ranking da ATP.

    No ano seguinte, Kuerten mostrou que aguentava a pressão psicológica de ser um tenista top, com exigências extremas sem perder a personalidade extremamente carismática e aberta.

    Se tivesse batido o ucraniano Andrei Medvedev teria chegado a uma semifinal brasileira contra Meligeni (que também perdeu para o ucraniano). E passou a obter resultados constantemente superiores em quadras rápidas, incluindo uma fantástica quartas-de-final em Wimbledon.

    Em 2000, no auge de seu tênis, ganhou em Santiago, foi vice em Roma e depois venceu em Hamburgo, chegando a Roland Garros em ótima fase e grande rivalidade com o sueco Magnus Norman. Além disto, passou a ganhar muitos jogos em pistas rápidas.

    Deu um show em dois Masters Series nos EUA mas foi escandalosamente prejudicado pela arbitragem em favor do mítico Pete Sampras na final de Miami, uma roubalheira lembrada até hoje. De tão revoltado Guga ainda citava este jogo no torneio de Wimbledon do ano seguinte. Vejam a irritação de Guga após o ponto final em Key Biscayne. Reparem ainda que, depois de cumprimentar Sampras, Guga aponta irritado para os fiscais de linha.

    O título de Roland Garros em 2000 foi o mais “fácil” para Gustavo Kuerten. Ele passou bem por todos até as quartas-de-final, quando pegou de novo Kafelnikov. Venceu em um dramático 3 a 2, superou Juan Carlos Ferrero de maneira ainda mais difícil até enfrentar Magnus Norman na decisão. Vencendo por 3 a 1, Guga escrevia seu nome na história. Ele era bicampeão de Roland Garros.

    Em um ano brilhante, ele ainda levou o caneco em Indianápolis antes de ir para a Master Cup de Lisboa. Seu objetivo: terminar o ano como líder do ranking da ATP e de Entradas.

    Mas isto é papo para amanhã…

    Postado por Perin, com saudades do genial manézinho

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    26 de maio de 2008 1

    Confesso que me emocionei quando desci para o almoço dominical e vi o momento final da carreira de Gustavo Kuerten nas quadras de tênis. Eu e meu pai vimos o game final e ambos deixaram lágrimas descerem antes do cappelletti dominical.

    Os 20 títulos de simples, incluindo um tricampeonato em Roland Garros e uma Masters Cup em Lisboa, e oito de duplas dizem o que ele foi dentro das quadras. Nada que eu possa falar da carreira de Guga será melhor que o especial feito pelo ClicEsportes de SC em sua homenagem.

    Então prefiro citar minhas impressões pessoais. Queria deixar isto para 8 de junho de 2008, quando se completariam 11 anos do primeiro título, mas hoje foi forte… Comparo muito Guga com Émerson Fittipaldi pois eles foram pioneiros. Do nada, saiu do Tênis um ídolo eterno do esporte brasileiro. Em mais um esporte sem nenhum apoio governamental (e nada mudou pois há pouco tempo atrás a Argentina chegou a ter 10 no top 100 e nós só tínhamos dois, Guga e Fernando Meligeni).

    Eu já gostava de tênis quando era criança (cresci vendo lendas como Stefan Edberg, Mats Wilander e Ivan Lendl). Mas a impressão que o manezinho da Ilha me fez em 1997 foi fundamental para mudar esta relação. Aquela sequência de vitórias incríveis de um azarão (2º pior ranking, 66º lugar, a ganhar um Grand Slam) mandou os brasileiros esquecerem um medíocre “Torneio de Paris” com o time de Zagallo para vibrar, em transmissões da extinta Rede Manchete, das quadras de Paris. Uma vitória absurda sobre o mestre do saibro, o austríaco Thomas Muster, deixou claro seu cartaz, com direito a quatro dropshots:

    Cheguei a matar aula para acompanhar no scoreboard do site oficial de Roland Garros, o duelo contra o russo Kafelnikov pelas quartas-de-final (que durou dois dias, pois choveu e adiou). A final contra o espanhol Sergi Brugera foi, digamos, fácil, um 3×0 com muita vibração minha em casa.

    Incrível: um tenista com uma roupa bizarra, um sorriso aberto e um golpe de esquerda fenomenal assombrava o mundo no templo do saibro. Pela primeira vez, um brasileiro ganhava em Roland Garros. Ao final do jogo, uma humilde reverência ao lendário Bjorn Borg, ídolo de Guga. Já o argentino Guilhermo Villas, outro mito do tênis, soprou ao ouvido do brazuca: “Aproveita, porque vai chover mulher agora”…

    Amanhã: o bicampeonato em Roland Garros

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  • Postado por Alexandre Perin

    Wimbledon é TÊNIS e não FUTEBOL

    30 de outubro de 2007 3

    Começou o FEBEAPÁ causado pela Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

    %22A Fonte Nova não será aproveitada como sede da Copa do Mundo. Ou se constrói um novo estádio na cidade, ou implode a Fonte Nova, assim como foi feito com WIMBLEDON, na Inglaterra%22 – Jacques Wagner, governador da Bahia, sobre o antigo estádio de WEMBLEY, demolido para a construção de um novo e mais moderno estádio em Londres.

    WIMBLEDON, também em Londres, é a sede do centenário torneio de tênis e não de futebol…

    Postado por Alexandre Perin, achando que fala de Zurique