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Posts com a tag "Atlético-MG"

BID DA CBF: Inter tem 144 jogadores, Grêmio tem 121 atletas

13 de agosto de 2013 7

O Inter é um dos tmes brasileiros com mais jogadores entre os times da Série A do Brasileirão no BID da CBF, que reúne os jogadores aptos para atuar em competições nacionais, sejam profissionais ou amadores. São 164 144 atletas (houve uma confusão no site da CBF que misturava o BID do Inter com o do Inter-SM, corrigda pela T.I. da CBF)  ao todo pela equipe de Porto Alegre. Estes números são inflacionados pelo fato do colorado ainda ter o time B.  O Grêmio é o sexto colocado, com 121.

BID da CBF – Reprodução http://www.cbf.com.br

Os dados foram compilados pelo jornalista paranaense Cauhê Miranda e estão atualizados até o dia 24 de julho deste ano. Me surpreendeu que o Corinthians seja o segundo e a redução drástica nos números do Atlético-PR, que já chegou a ter mais de 200 jogadores no BID e agora tem apenas 91.  Dica de post do amigo Franco Cruz.

CONFIRA O RANKING COMPLETO (dados de 24/07)

1. Corinthians – 149
2.Internacional – 144 (agora a correção)
3. Bahia – 135
4. São Paulo – 135
5. Atlético-MG – 122
6. Grêmio – 121
7. Fluminense – 112
8. Cruzeiro – 101
9. Coritiba – 98
10. Vasco – 96
11. Vitória – 95
12. Santos – 94
13. Flamengo – 92
14. Atlético-PR – 91
15. Botafogo – 91
16. Goiás – 69
17. Ponte Preta – 67
18. Náutico – 66
19. Criciúma – 60
20. Portuguesa – 53

Ronaldinho e mais seis: confira lista de campeões da Copa Libertadores e também da Liga dos Campeões da Europa!

25 de julho de 2013 0

Ronaldinho entrou para a história do futebol mundial nesta semana. Ele se tornou o sétimo jogador da história do futebol a ter conquistado títulos continentais em dois continentes: Europa e América do Sul. O título desta temporada da Copa Libertadores pelo Atlético Mineiro se aliou à conquista da Liga dos Campeões em 2006 pelo Barcelona.

Outros três brasileiros também conquistaram esta glória incomum: Roque Júnior, Cafú e Dida. O zagueiro e volante Roque Júnior foi campeão sul-americano pelo Palmeiras em 1999 e pelo Milan em 2003. Já Cafú em 1991 e 1992 pelo São Paulo, 2007 pelo Milan impressionantes 16 anos depois de sua primeira conquista. Finalmente Dida, campeão sul-americano pelo Cruzeiro em 1997 e pelo Milan em 2003 e 2007.

Além destes, outros três argentinos conquistaram esta glória: Juan Pablo Sorín, Carlos Tévez e Walter Samuel. O caso curioso é o de Sorín: foi campeão da Libertadores em 1996 pelo River Plate, curiosamente após jogar pela Juventus na Liga dos Campeões daquele mesmo ano. Na real, Sorín estava presente nas duas finais, mas seu nome está registrado.

Tévez é mais simples: campeão no Boca Juniors em 2003, e no Manchester United em 2008. Finalizando, Walter Samuel foi campeão no Boca Juniors em 2000 e na Internazionale em 2010.

Dois casos ficaram “sob júdice”, mas o Comitê Executivo deste blog (leia-se: eu) vetou a inscrição: Edmílson (que teria vencido a Libertadores em 1993 pelo São Paulo e depois em 2006 pelo Barcelona), e Santiago Solari (em 1996 pelo River Plate e em 2002 pelo Real Madrid). O brasileiro não jogou e não estava inscrito naquela Libertadores, o mesmo ocorrendo com Solari no título argentino. Por isto ficaram de fora da listagem.

A dica deste post é do amigo Ricardo Gullo(@gullofilho)

Inter não vencia 3 partidas seguidas há 76 rodadas no Campeonato Brasileiro

22 de julho de 2013 5

A dramática vitória de 1×0 sobre o Flamengo foi o terceiro triunfo consecutivo do Internacional nesta Série A. Ela ocorreu após triunfos de 5×3 sobre o Vasco da Gama e 3×2 no Fluminense, fora de casa. Há exatos 76 jogos o Colorado não obtinha uma série tão positiva na competição. Foram 30 jogos em 2011, os 38 de 2012 e mais os 8 primeiros na atual edição.

06 de julho de 2011, 8º rodada do Campeonato Brasileiro. Com uma suada vitória de 1×0 sobre o Atlético-PR, gol de Oscar o Internacional vencia o terceiro jogo consecutivo naquele Brasileirão. Treinado por Paulo Roberto Falcão, o Inter vinha de vitórias sobre o Figueirense por 4×1 e 4×0 sobre o Atlético-MG (fora de casa), e entrava no G4. Na sequência, perderia 3 jogos e Falcão seria demitido. Reveja o gol daquela vitória:

Em competições nacionais e internacionais, descontando jogos do Estadual, o Inter não ganhava três seguidas desde este mesmo jogo, mas o jejum havia sido superado no último sábado, quando bateu o Fluiminense por 3×2, contando ainda com o 3×1 no América-MG pela Copa do Brasil.

Disputas de pênaltis ao longo da história - Internacional (com vídeos!)

09 de maio de 2013 4

O Internacional se sagrou campeão gaúcho no último domingo ao bater, nos pênaltis, o Juventude por 4×3, levantando o tricampeonato estadual. Repetindo 2011, quando conquistou o Gauchão na disputa de pênaltis contra o Grêmio, o título veio nas mãos de um goleiro: Muriel, que repetiu Renan e defendeu a cobrança decisiva.

Muriel pega o pênalti decisivo do tricampeonato - Foto: Ricardo Duarte/Zero Hora

Ao longo da história, foram 28 disputas, contabilizando-se apenas jogos oficiais e divididos assim: Campeonato Gaúcho (13), Copa do Brasil (4), Brasileirão (9 ), Copa Sul-Americana (1) e Copa Libertadores (1).

O Internacional venceu em 19 oportunidades: Campeonato Gaúcho (10), Copa do Brasil (2), Brasileirão (5) e Copa Sul-Americana (1). As derrotas: Campeonato Gaúcho (3), Copa do Brasil (2), Brasileirão (4) e Copa Libertadores (1).

VITÓRIAS COLORADAS NOS PÊNALTIS (19)


DERROTAS COLORADAS NOS PÊNALTIS


ALGUMAS CURIOSIDADES

  • No Brasileiro de 1988 e no Gauchão de 1989, jogos terminados em empate eram decididos em disputas de pênaltis. Por isto tantas repetições nestas duas competições.
  • O Inter se sagrou campeão nos pênaltis em 2011 no Gauchão e 2013, também no Gauchão.
  • Em compensação, perdeu o título na derrota de 1989 no Campeonato Gaúcho.
  • Nesta competição, o Colorado venceu seis disputas. Só não podia perder a que perdeu, na última rodada do hexagonal final contra o Grêmio.
  • A derrota mais significativa foi de 1989, quando o Internacional perdeu nos pênaltis a semifinal da Libertadores contra o paraguaio Olímpia, depois de já perder no tempo normal por 3×2, com direito a pênalti desperdiçado pelo artilheiro colorado Nílson com o marcador em 2×2.

VEJA TAMBÉM

Revolução Alemã, Parte V (final): O futuro do futebol alemão e lições a serem aprendidas pelo Brasil

19 de abril de 2013 8

Ao longo desta semana, o Almanaque Esportivo fez uma profunda análise de tudo que ocorreu na Alemanha nos últimos quinze anos. De como o futebol alemão chegou ao fundo do poço (para os rigorosos padrões germânicos). E a maneira pela qual conseguiu se reerguer do atoleiro: planejamento, organização, investimentos corretos e disciplina financeira.

Muitas dos problemas e das soluções apresentadas ao longo desta semana são perfeitamente factíveis de serem implementadas no Brasil, salvo as habituais diferenças culturais e econômicas entre os dois países. Podemos avaliar em três grandes grupos: formação de atletas, alterações estruturais no plano de jogo e modelo financeiro dos clubes.

  • CATEGORIAS DE BASE

Esta talvez seja a parte mais fácil de ser implementada no futebol brasileiro, mas a que requer mais seriedade e organização. A CBF, federação mais rica e rentável do planeta, tem totais condições financeiras de bancar centros de treinamentos espalhados em todo o Brasil. A questão é a falta de interesse da entidade em reduzir os lucros em prol do desenvolvimento do esporte. Sem contar a falta de transparência da gestão anterior de Ricardo Teixeira e da atual, do ainda mais contestado José Maria Marín.

Ao contrário da entidade máxima do futebol brasileiro, preocupada apenas em faturar com a Seleção, os clubes estão muito mais avançados na formação de atletas. Muitos times fazem investimentos pesados em categorias de base, com despesas e estruturas de gigantes europeus. É o caso da dupla Gre-Nal, Cruzeiro, Atlético-MG, São Paulo, Santos e o Fluminense.

O problema é no aspecto técnico dos treinamentos. O foco nas categorias de base é na obtenção de títulos e a parte física é beneficiada por esta avaliação. Jogadores fisicamente privilegiados se destacam contra adversários ainda em formação física. Esquema táticos focados na vitória e não na construção correta do perfil técnico do atleta são priorizados.

O resultado é bastante insatisfatório porque, excetuando-se os jogadores diferenciados de praxe, os atletas chegam ao profissional com deficiências severas em fundamentos básicos, como passe, cruzamento, conclusões ou cabeceio. Uma reformulação no modelo técnico das categorias de base deve ser estudado, adaptado à realidade brasileira, e executado individualmente pelo menos entre os grandes clubes do país.

O curioso é que esta interessante fonte de renda para clubes com torcidas tradicionais em mercados consumidores mais restritos, como times de capitais nordestinas ou de estados como Pará e Goiás, investem muito pouco em algo que poderia ser a salvação financeira dos mesmos. O comparativo é válido com clubes portugueses como Porto, Benfica, e holandeses como Ajax e PSV, de mercados bem menores na Europa mas que conseguem equilibrar confrontos muitas vezes com um trabalho de excelência na formação de jogadores e prospecção de talentos.

  • REVISÃO DE CONCEITOS TÁTICOS DO FUTEBOL NACIONAL

A discussão neste ponto é mais ampla. Há muito tempo não vemos um time brasileiro com uma solução tática original, jogando de um jeito diferente. Existe uma uniformidade de esquemas táticos, e os resultados se baseiam apenas na diferenças individuais dos elencos e no moral (estado anímico) de cada equipe.

Os clubes brasileiros não possuem uma “filosofia de futebol” alinhada com o histórico de cada equipe, implementado desde as categorias de base. Falta um trabalho de longo prazo, que transcenderia o mandato dos presidentes eleitos das equipes brasileiras e estaria no DNA de cada time.

A média geral dos treinadores nos grandes times brasileiros ganha muito e está totalmente parada no tempo, repetindo trabalhos insatisfatórios e pulando de um clube para outros. Novos nomes no cenário nacional demoram demais para se afirmar. Com salários dos maiores do mundo, a Série A do Brasileirão hoje expõe treinadores limitados, com soluções táticas ultrapassadas e que habitualmente sofrem em confrontos contra adversários de outros países da América do Sul, com poder econômico bastante inferior ao do Brasil.

A sistemática de treinos nos grandes clubes brasileiros é uma repetição de movimentações sem maior profundidade, focados em individualidades contra um trabalho em conjunto. A eterna insistência em “definição dos onze titulares”, do “treino alemão” (uma ironia hoje em dia) resulta em um desgaste físico do grupo principal, além da ausência de alternativas táticas.

Mario Gotze, da nova geração alemã, passa pelo brasileiro Júlio César em amistoso de 2012 – Foto: Michael Probst AP

Quando pressionados, os principais treinadores “escapam pela direita”, como o multicampeão Muricy Ramalho. Depois de escalar, pela primeira vez no ano, um esquema com três zagueiros justamente contra o Barcelona na final do Mundial, e ser impiedosamente surrado, Muricy ainda teve a audácia de dizer em 2013: “No Barcelona eles não levam muito a sério a parte tática”Oi?

  • REFORMULAÇÃO DA MATRIZ DE RECEITAS DOS CLUBES BRASILEIROS

Hoje os times brasileiros sobrevivem das cotas de televisionamento. Mesmo que alguns, como Internacional e Grêmio, consigam receitas expressivas em seus quadros sociais, os estádios são fontes de despesas, não de receitas. O futebol brasileiro ainda não está pronto para uma presença de torcedores independentemente da fase do time, como vemos sistematicamente no Newcastle, Sunderland, Southampton e outros times médios. Afinal, o brasileiro só vai ao campo quando seu time está ganhando ou quase sendo rebaixado.

Sem esta fidelidade ainda impregnada no futebol brasileiro, o preço do espetáculo deve ser proporcional ao interesse do torcedor. Ao nível da competição. Ao poder aquisitivo do mercado envolvido. Para definições como estas, existem dois modelos financeiros: o inglês, com ingressos elitizados e que possuem demanda nos grandes clubes. E o alemão, intensamente discutido na última quarta-feira, focado na ocupação plena dos estádios.

Em decisões incompreensíveis de dirigentes de clubes e federações, ou atendendo à interesses das redes de TV, os preços mínimos dos jogos dos campeonatos inclusive competições menores como os Estaduais, estão muito acima de qualquer bom senso. É mais barato você assistir Borussia Dortmund x Bayern de Munique pelo Campeonato Alemão que ver Internacional x Esportivo pelo Gauchão. Isto simplesmente é inaceitável!

Com dezenas de milhões de pessoas entrando na emergente classe média brasileira, os times de futebol do país deveriam estar focando seus esforços neste público-alvo. Fidelizando um número maior de pessoas nos estádios, com uma taxa de ocupação bem superior à atual, aumenta a exibição dos patrocinadores aumenta neste mercado,pois a exposição de mídia da marca em um jogo com casa cheia é infinitamente maior que a de um estádio vazio.

O consumo no estádio aumenta, o número de famílias presentes aumenta. Um ciclo virtuoso de receitas.

A torcida é a razão de existir de todo e qualquer clube. Mais do que títulos, ídolos, estádios, dinheiro. Sem ela, o clube perde sua alma.

O futebol brasileiro precisa recuperar-se. Existem caminhos. E

O difícil é reconhecer os problemas e passar a trilhar, com paciência, planejamento e determinação.

Boa sorte, Brasil.

E parabéns, Alemanha.

Entrada criminosa em Ronaldinho lembra lances de Dinho e Bolívar

27 de fevereiro de 2013 10

Nesta terça-feira, no massacre de 5×2 do Atlético-MG contra o Arsenal de Sarandí, tivemos um legítimo Tributo ao Carrinho(alô Richard Ducker!). Diego Braghieri acertou uma entrada inaceitável sobre Ronaldinho, com o placar já em 5×2, aos 43 do 2º tempo. O juiz marcou pênalti mas não deu o mais que merecido cartão vermelho. E R10 ainda errou a cobrança… Vejam o lance:

Em 1995, o volante Dinho desferiu uma entrada criminosa no meia Negretti, do Bragantino, na derrota de 2×0 pelo Campeonato Brasileiro.  Depois de levar uma bola no meio das pernas, já perdendo o jogo, Dinho acertou no atleta do time paulista.

Dinho foi expulso, e o jogador adversário ficou fora do Campeonato Brasileiro por ter sofrido uma lesão nos ligamentos do joelho. Alguns meses depois, até como gratidão, Negretti seria contratado pelo Grêmio e fez gol na estréia, vitória contra o São Luiz de Ijuí pelo Gauchão.

Dinho x Negretti em 1995 - Arquivo Zero Hora

Em 2012, o zagueiro colorado Bolívar fez algo muito semelhante no Beira-Rio, vitória de 1×0 contra o Bahia. Ele deu um carrinho no joelho do jovem Dodô, que teve rompimento dos ligamentos do joelho. Bolívar, ao contrário de Dinho e assim como Bragheri, não foi expulso:

POR TODA A VIDA: quem são os jogadores brasileiros que só defenderam um time!

18 de fevereiro de 2013 8

TREZE. Este é o número de jogadores brasileiros que atuaram em um só clube por dez ou mais temporadas. Ou seja, atletas que começaram a jogar profissionalmente e encerraram suas carreiras defendendo uma única agremiação de maneira oficial (e, em alguns casos, a Seleção Brasileira). Não vale jogadores que ficaram muito tempo e depois voltaram ao mesmo clube.

O recordista é o lendário goleiro Kafunga, do Atlético-MG, que defendeu por assombrosos 20 anos o gol do time de Belo Horizonte, de 1935 até 1955. Com um ano a menos, o goleiro palmeirense Marcos, campeão mundial pela Seleção Brasileira em 2002, com 19 temporadas. Com 16 anos, temos o zagueiro Altair, lenda do Fluminense e que também ganhou uma Copa do Mundo, em 1962, ao lado do bicampeão mundial Nilton Santos, talvez um dos maiores laterais-esquerdos da história do futebol e ídolo eterno do Botafogo.

Kafunga - Goleiro do Atlético-MG por assombrosos 20 anos

O atacante Pepe, com 15 anos pelo Santos de Pelé vem a seguir, assim como o zagueiro Junqueira (Palmeiras, 14 anos). Os atacantes Carlitos (Internacional) e Jarbas Batista (Flamengo), defenderam estes clubes por 13 anos. Com 12 anos como profissionais por um só time, dois laterais-direito do Flamengo: Biguá (dos anos 40) e Leandro (dos anos 70 e 80), e o atacante Preguinho (Fluminense). Nesta longa lista, o único meia: Carlinhos, que desfilou seu futebol clássico por 11 anos no Flamengo. Por último, um volante, Zé do Monte, que atuou por 10 anos no Atlético-MG

Nenhum deles está em atividade, boa parte já faleceu e o mais jovem da lista encerrou a carreira em 2011. São 2 goleiros, 2 zagueiros, 3 laterais, 1 volante, 1 meia e 4 atacantes. O que jogou há mais tempo foi Preguinho, que iniciou a carreira em 1928. E o mais recente, o goleiro Marcos, que encerrou em 2011.

O Almanaque Esportivo está aberto a novas inclusões, sobretudo de jogadores de futebol do interior, inclusive jogadores que ainda estão em atividade! Aguardo indicações (a primeira veio com Rafael Kfoury, de Belo Horizonte, que lembrou de Zé do Monte), seguindo as regras:

  • Jogou profissionalmente em um, e apenas um, time.
  • Jogou pelo menos 10 ou mais anos por este time.

AMANHÃ: jogadores famosos que defenderam apenas um clube ainda em atividade


Grêmio atropela no centésimo jogo do Bahia pela Copa do Brasil: confira os recordistas

18 de maio de 2012 0

100. Este é o número de jogos da história do Bahia pela Copa do Brasil. Mas o Grêmio não quis saber e deu um verdadeiro “presente de grego” contra o tricolor baiano, vencendo por 2×1 em pleno Pituaçu e praticamente se garantindo nas semifinais da competição.

Fernando comemora o gol de empate do Grêmio contra o Bahia - Diego Vara/RBS

O Grêmio, apesar de dividir com o Cruzeiro o recorde de títulos na Copa do Brasil (4 conquistas), tem um número bem maior de jogos. É o recordista com 139 partidas, superando o Vasco da Gama na noite de ontem (o time carioca está fora da Copa do Brasil). Logo na sequência, Flamengo, Atlético-MG e Vitória completam o G5. Antes que me perguntem, o Internacional tem 99 jogos.

TIMES COM MAIS JOGOS NA HISTÓRIA DA COPA DO BRASIL

  1. GRÊMIO – 139 jogos
  2. VASCO DA GAMA – 138 jogos
  3. FLAMENGO – 132 jogos
  4. ATLÉTICO-MG – 128 jogos
  5. VITÓRIA – 126 jogos
  6. CORINTHIANS – 114 jogos
  7. PALMEIRAS – 108 jogos
  8. FLUMINENSE – 107 jogos
  9. CRUZEIRO – 106 jogos
  10. BOTAFOGO – 103 jogos
  11. GOIÁS – 101 jogos
  12. BAHIA – 100 jogos

Fonte: Arquivo Pessoal do pesquisador Edison Klein

Campeonato Brasileiro: Recordes e maiores goleadas desde 1971

17 de maio de 2012 5

Em 41 anos de história (não vou considerar a unificação dos títulos), o Campeonato Brasileiro teve muitos campeões: 17 equipes. A principal competição nacional também já teve um número quase insano de fórmulas, bizarras em sua maioria (uma delas tinha como critério de classificação a média de público, em 1974!) até a estabilização com os pontos corridos desde 2003. Mas e as goleadas? E os recordes? Todas as infos estatísticas foram obtidas com o sempre atento colaborador Edison Klein.

No Campeonato Brasileiro foram 2011 goleadas em 15.250 jogos desde 1971, totalizando 13,18%. Na “era pontos corridos” (isto é de 2003 em diante), a frequência de goleadas aumenta: 14,45% de goleadas, 556 em 3846 jogos. Sempre considerando goleada por 3 gols ou mais.

O time que mais goleou neste período é o Santos. A equipe paulista sapecou 113 goleadas até o momento, superando por muito pouco o São Paulo, que tem 112. Na sequência, o Cruzeiro com 107 goleadas, o Internacional com 103 e três times empatados com 95: Flamengo, Vasco da Gama e Atlético-MG. Em casa, o recordista de surras também é o Santos com 85, à frente de Cruzeiro e São Paulo com 81. Já como visitante, o São Paulo tem 31 goleadas, o Santos tem 28 e o Palmeiras 27.

No quesito negativo, o inglório líder das estatísticas é o Vitória com 67 goleadas sofridas, à frente de Goiás (61), Flamengo (57), Botafogo (54) e Cruzeiro (52). Em casa o time mais goleado da história é o Corinthians, com 20 derrotas. Depois, o Vitória com 19 e, empatados, Cruzeiro e Goiás com 14 derrotas por goleada. Já fora de seus domínios, o ‘líder’ é o Vitória com 48, à frente de Goiás com 47, Flamengo e Paysandú com 45.

As maiores goleadas de todos os tempos no Brasileirão:

  1. 09/02/1983 – Corinthians 10×1 Tiradentes/PI
  2. 14/02/1984 – Vasco da Gama 9×0 Tuna Luso/PA
  3. 02/10/1986 – Guarani 8×2 Piauí/PI
  4. 05/12/1993 – Guarani 8×2 Remo/PA
  5. 16/09/1976 – Flamengo 8×1 Sampaio Corrêa-MA
  6. 23/03/1980 – Vitória/BA 8×1 América/RN
  7. 07/02/1982 – Guarani 8×1 Ceará
  8. 04/02/1982 – Guarani 8×0 River/PI
  9. 04/02/1981 – Flamengo 8×0 Fortaleza
  10. 08/11/1997 – Internacional 7×0 Bragantino (OBS: valeu, Otávio!)

Copa do Brasil: Recordes e maiores goleadas desde 1989

13 de abril de 2012 2

Ontem tivemos mais três jogos da Copa do Brasil 2012. Curiosamente três goleadas pela mesma diferença: Atlético-PR 5×1 no Criciúma, mais os 4×0 da Portuguesa no Juventude e do Fortaleza sobre o Náutico, todos pela segunda fase da competição. Considerando-se “goleada” no critério por 3 ou mais gols de diferença. A maioria das informações deste post são do grande colaborador Edison Klein.

Até hoje foram 447 goleadas em 2245 jogos, percentual de 19,91% na competição. Para efeito de comparação, no Campeonato Brasileiro foram 2011 goleadas em 15.250 jogos desde 1971, totalizando 13,18%. Se formos considerar apenas desde 1989, foram 13,19% de goleadas, 1022 em 7746 jogos. Idêntico! Mesmo nos pontos corridos (isto é de 2003 em diante), este panorama não se inverte, pelo contrário: 14,45% de goleadas, 556 em 3846 jogos. Confesso que fiquei bastante surpreso com estes dados.

O Atlético-MG é o time que mais goleou na história desta competição nacional: 25 vezes, a última de 5×0 no Peñarol-AM fora de casa. Ele superou o Flamengo, que tem 24 goleadas, o São Paulo e o Vasco da Gama com 21 goleadas. Na sequência, Vitória, Palmeiras, Corinthians e Cruzeiro com 20. Em casa, o Atlético-MG e o Vitória tem 17 goleadas, contra 16 do Palmeiras. Já como visitante, o recordista é o Corinthians com 9, seguido por Atlético-MG e Flamengo com 8.

O outro lado da moeda: os times mais goleados da competição. O ‘recorde’ é dividido por quatro times: CSA-AL, Rio Branco-AC, Remo e América-RN, todos goleados 9 vezes. Em casa, o América-RN, o CSA-AL, o Flamengo-PI, o Náutico e, pasmem, o Vasco da Gama tem 3 goleadas sofridas. Já como visitante, o Remo ‘lidera’ com 8, seguido por Rio Branco-AC e Atlético-MG.
Como referência, as maiores goleadas da competição em todos os tempos:

  1. 28/02/1991 – Atlético/MG 11 x 0 Caiçara/PI – Belo Horizonte/MG
  2. 28/03/2001 – São Paulo/SP 10 x 0 Botafogo/PB – São Paulo/SP
  3. 10/03/2010 – Santos/SP 10 x 0 Naviraiense/MS – Santos/SP
  4. 06/04/1993 – Internacional/RS 9 x 1 Ji-Paraná/RO – Porto Alegre/RS
  5. 28/02/1996 – Sergipe/SE 0 x 8 Palmeiras/SP – Aracajú/SE
  6. 10/02/1998 – Vasco da Gama/RJ 8 x 0 Picos/PI – Rio de Janeiro/RJ
  7. 04/03/1997 – Portuguesa/SP 8 x 0 Kaburé/TO – São Paulo/SP
  8. 26/04/1995 – Flamengo/RJ 8 x 0 Kaburé/TO - Rio de Janeiro/RJ
  9. 15/03/2000 – Interporto/TO 0 x 8 Bahia/BA – Porto Nacional/TO