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Posts com a tag "Copa do Brasil"

As grandes façanhas da história do futebol do interior: Brasil, Caxias e Juventude

28 de junho de 2008 0

Ao longo do último mês, aqui no Almanaque Esportivo, pudemos reviver as três principais conquistas do futebol do interior do Rio Grande do Sul

AS MAIORES FAÇANHAS DO FUTEBOL DO INTERIOR:

Postado por Perin, parabenizando estas torcidas pelas glórias

Juventude, o dono da Copa do Brasil de 1999 - II

28 de junho de 2008 0

Hoje vimos a trajetória do Juventude na Copa do Brasil de 1999 até chegar à finalíssima da competição. E a decisão? Seria contra o Botafogo, que também fazia ótima campanha e havia eliminado Paysandú, Criciúma, São Paulo, Atlético-PR e ainda o Palmeiras, que seria campeão da Libertadores naquela temporada.

No primeiro jogo, em uma gélida tarde de Caxias do Sul e de uma polêmica arbitragem de Márcio Rezende de Freitas (que novidade…). O Juventude começou arrasador e fez 2×0 com gols de Fernando e Márcio Mixirica, aos 14 e 21 minutos do primeiro tempo. O zagueiro botafoguense Sandro e o meia alviverde Wallace brigaram e foram expulsos. No finalzinho do primeiro tempo, um erro do lateral-esquerdo Dênis deixou o craque Bebeto livre para descontar, 2×1.

No segundo tempo, o Juventude foi para acima e acertou a trave do goleiro Wágner duas vezes. Logo depois, o zagueiro Capone foi expulso por impedir chance clara de gol. O Botafogo só passou a pressionar bastante quando Rodrigo marcou duas vezes, mas o árbitro Márcio Rezende de Freitas anulou ambos os gols. O primeiro por falta de ataque, discutível, e o segundo por um impedimento inexistente. Desanimado, o Botafogo voltou a levar pressão e quase levou o terceiro nos instantes finais, com o goleiro Wágner salvando o time.

No segundo jogo no Maracanã, mais de 100 mil torcedores empurraram o Botafogo para cima do time de Caxias. Já pelo lado gaúcho, 1.500 torcedores do Juventude viajaram até o Rio de Janeiro em busca do inédito título. Um só 1×0 bastaria ao time carioca, mas o Juventude tinha a seu favor o retrospecto de ter eliminado quatro dos cinco times até a decisão jogando a segunda partida fora de casa.

O jogo começou morno e assim seria durante praticamente toda a partida. Afobado, o Botafogo praticamente não criou chances, enquanto o Juventude se defendia com firmeza e organização. Lauro, que estava suspenso no primeiro jogo, era o líder do meio-campo caxiense, enquanto o reserva Picolli não deixava a defesa sentir a ausência do zagueiro Capone, artilheiro do time na competição com cinco gols.


Com o passar dos minutos, o Botafogo foi desanimando, enquanto o Juventude cada vez mais próximo de sua maior conquista, lutava com todas as suas forças. E assim aconteceu: o Brasil se rendeu e a Papada comemorou:

JUVENTUDE CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 1999

FINAIS DA COPA DO BRASIL 1999

20/06/1999 Juventude 2×1 Botafogo
Local: estádio Alfredo Jaconi, Caxias do Sul-RS
Árbitro: Márcio Rezende de Freitas (MG)
Público: 20.489 pagantes
Gols: Fernando (14′) e Márcio Mixirica (21′) e Bebeto (41′), todos do 1° tempo.

Juventude: Émerson, Marcos Teixeira, Capone, Picoli e Dênis; Roberto, Flávio, Mabília (Patrício) e Wallace; Fernando (Alcir) e Márcio (Mário Tilico). Técnico: Walmir Louruz

Botafogo: Wágner, Fábio Augusto (Rodrigo), Sandro, Jorge Luís e César Prates; Redner, Válber (Leandro), Caio (Bandoch) e Sérgio Manoel; Bebeto e Zé Carlos. Técnico: Gílson Nunes

27/06/1999 Botafogo 0×0 Juventude
Local: estádio Maracanã, Rio de Janeiro-RJ
Árbitro: Antônio Pereira da Silva (GO)
Público: 90.217 pagantes

Botafogo: Wagner, Fábio Augusto, Jorge Luiz, Bandoch e César Prates (Leandro); Júnior, Reidner, Caio (Rodrigo) e Sérgio Manoel; Zé Carlos e Bebeto (Felipe). Técnico: Gílson Nunes

Juventude: Émerson, Marcos Teixeira, Picolli, Índio e Dênis; Lauro (Kiko), Roberto, Flávio e Mabília (Gil Baiano); Maurílio, Márcio Mixirica (Alcir). Técnico: Valmir Louruz

RESUMO DA CAMPANHA:
10 jogos, 6 vitórias, 3 empates, 1 derrota. 25 gols a favor, 9 gols contra. Saldo de 16 gols positivos
Artilheiros: Capone (5 gols), Flávio e Márcio Mixirica (4 gols), Fernando, Mabília (3 gols), Mário Tilico(2 gols); Maurílio, Wallace, Dênis e Marcos Teixeira (1 gol).

CURIOSIDADES:

- O goleiro Émerson foi formado no Grêmio, assim como o meia Mabília. Maurílio jogou pelo Grêmio, assim como o meia Lauro e o zagueiro Capone.

– Gil Baiano, Dênis, Mabília, Wallace e o técnico Walmir Louruz tiveram passagens ruins pelo Internacional. Louruz naquele mesmo ano.

– Lauro, que disputou mais de 500 jogos pelo Juventude, é o único jogador presente em todas as grandes conquistas do clube: Série B de 1994, Gauchão de 1998 e Copa do Brasil de 1999.

– Os dois finalistas acabaram rebaixados no Campeonato Brasileiro de 1999. Por uma decisão ridícula do STJD, o Botafogo ganhou os pontos de um jogo contra o São Paulo, que inscreveu irregularmente Sandro Hiroshi. Com isto, o Gama-DF acabou rebaixado. O time candango entrou na Justiça Comum e acabou revertendo o rebaixamento. Para arrumar espaço para outros dois grandes que estavam na Série B (Fluminense e Bahia), resolver o “imbróglio” judicial e cumprir as determinações legais, os clubes criaram a “Copa João Havelange” em 2000, competição que teve o Vasco da Gama como campeão. Porém o Botafogo seria rebaixado novamente em 2002, enquanto o Juventude sofreria o mesmo destino em 2007.

– Até hoje, o 4×0 repercute no Beira-Rio. É considerada a mais vexatória derrota em jogo decisivo de todos os tempos em quase 100 anos do Internacional

-Mário Tilico era o único jogador do Juventude que já havia sido campeão brasileiro. Foi em 1991, jogando então pelo mítico São Paulo, do mestre Telê Santana.

– Flávio, capitão do time e reconhecidamente o melhor jogador daquela equipe, se aposentou pelo Juventude. Foi vice-campeão gaúcho treinando o 15 de Campo Bom em 2003, e ainda treinou o Ju em outras três oportunidades, a última no ano passado.

– Lauro é o único jogador que ainda joga no Juventude.

AS MAIORES FAÇANHAS DO FUTEBOL GAÚCHO

Juventude, o dono da Copa do Brasil de 1999 - I

28 de junho de 2008 2

JUVENTUDE, Campeão da Copa do Brasil de 1999.

Ontem, no dia 27 de junho, completaram-se nove anos da maior façanha de um clube do Interior do RS. E assim se encerra a série sobre as grandes façanhas do futebol gaúcho, que começou em 1985 com o Brasil de Pelotas ficando em Terceiro Lugar no Brasileirão, e que teve ainda o título gaúcho de 2000 do Caxias.

O título do Juventude, pode-se dizer, começou em 1993. Naquele ano, a multinacional italiana Parmalat passou a investir no time de Caxias do Sul, clube mais antigo do Brasil de origem italiana. Dois anos depois, o Juventude já estava na Primeira Divisão do Brasileiro. Com o passar dos anos, a empresa passou a investir cada vez menos no clube (e também no Palmeiras, principal clube da multinacional).

Porém o Juventude aproveitou estes anos para crescer sua estrutura como clube, manter-se na Série A e aumentar o patrimônio: fez um Centro de Treinamento, reformou o estádio Alfredo Jaconi, formou jogadores e aumentou o número de sócios. No período entre 1995 e 2007, quando o alviverde permaneceu na Primeira Divisão, o Juventude ficou entre os 10 primeiros em: 1997 (5°), 2002 (7°) e 2004 (7°).

Em 1998, o “Papo” foi o primeiro campeão gaúcho do interior em mais de 50 anos. Na decisão, o Juventude superou o atual campeão Internacional, erguendo a taça em pleno Beira-Rio. Naquele ano já existia uma rivalidade com o Colorado. Dois anos antes, o Inter havia sido eliminado do Gauchão pelo time de Caxias, e no ano seguinte, acabou com 14 jogos de invencibilidade colorada ao vencer no Beira-Rio por 1×0, pelo Brasileiro. Mas nada parecido com o que veríamos em 1999.

Assim, como um clube estruturado dentro e fora de campo, o Juventude começou bem a Copa do Brasil de 1999, enfiando 5×1 no Guará-DF fora de casa, encerrando a disputa. O treinador? Walmir Louruz, que havia levado o Brasil de Pelotas ao 3° lugar em 1985. Sinal de bons fluídos?

Pode ser, pois na segunda fase, levou 3×1 do Fluminense (então na Série C do Brasileiro) no Maracanã. Mas no jogo de volta, precisando vencer por dois gols de diferença, enfiou históricos 6×0. Três gols do volante e capitão Flávio, dois de Mabília e outro de Capone arrasaram o time carioca, classificando para as oitavas-de-final.

Então um jogo dificílimo, contra o atual campeão brasileiro Corinthians (que seria bicampeão no final daquela temporada). A vitória veio com gols do zagueiro Capone e de Márcio Mixirica. No jogo de volta, o Juventude já era a sensação da Copa do Brasil ao bater o Corinthians no Pacaembu por 1×0, gol de Márcio Mixirica. Então, o rival das quartas-de-final foi o Bahia. O time nordestino vinha com sentimento de vingança, afinal foi em um empate de 0×0 em 1997 que o Bahia havia sido rebaixado naquele Brasileirão, em plena Fonte Nova.

Foi o único jogo que o Juventude não conseguiu bom resultado no Alfredo Jaconi. Levou 1×0, gol de Uéslei, empatou e virou com gols de Mabília e do veterano Mário Tilico. Mas o meia-atacante Uéslei empatou de novo, deixando o placar final em 2×2.

Em uma Fonte Nova entupida de gente, o Ju fez o inverso da primeira partida: saiu na frente com um gol de Capone, levou a virada com gols de Uéslei e Vinícius, e arrancou um empate no segundo tempo através de Mário Tilico, o reserva mais importante do time naquela competição, 2×2. Nos pênaltis, o goleiro alviverde Émerson acaba com o sonho baiano. O Juventude era semifinalista da Copa do Brasil!

E quem seria o adversário? Um Internacional motivado pelos sonhos delirantes do presidente Paulo Amoretty, que havia contratado o capitão do tetracampeonato mundial Dunga por um valor absurdo, mais Gonçalves e Elivélton, além de manter as estrelas Christian, Fabiano e André. Em uma noite chuvosa e muito fria, contra um adversário esfacelado pelos desfalques (quatro titulares não jogaram), o Juventude não aproveitou as chances. Ficou no 0×0 em Caxias e teve sorte nos minutos finais, quando Marcelo e Fabiano perderam gols feitos.

No segundo jogo, embalado por 30 mil sócios e 80 mil vozes no Beira-Rio, ninguém imaginava outro resultado a não ser a vitória do Internacional. No primeiro tempo, o capitão Flávio sentiu lesão e teve que sair antes de 10 minutos. um gol incrível perdido pelo colorado Almir selaria os destinos daquele jogo. Aos 47 minutos do primeiro tempo, o lateral-direito Marcos Teixeira desferiu um chutaço, 1×0 Juventude. Incrédulos, os Colorados viam um time que se defendia com talento e organização suportar tranquilamente a afobada pressão colorada.

O segundo tempo mal começou e o time de Caxias deu o golpe de misericórdia quando Márcio Mixirica aproveitou escanteio e ampliou, 2×0. Desesperado e precisando fazer três gols, o Internacional se tornou presa fácil e levou mais dois gols de Mabília e Capone. Mabília ainda perdeu uma penalidade, mas o destino daquele confronto estava selado: Juventude classificado para a decisão com um antológico 4×0 em pleno Beira-Rio.

Justiça com o melhor ataque da competição, e que havia eliminado dois dos principais favoritos do torneio, o Corinthians e o Internacional.

E, daquele dia em diante, a sina de sempre complicar contra o Colorado era, de uma vez por todas, uma “touca“. Revoltados, os torcedores promoveram vários tumultos durante e depois do jogo, e diversas partes do Beira-Rio foram depredadas.

Mas isto em nada tinha a ver com o Juventude. Pela primeira vez na história, o time estava na final de uma competição nacional… Mas isto é assunto para mais tarde…

AS MAIORES FAÇANHAS DO FUTEBOL GAÚCHO

Copa do Brasil 1996: a noite do `assalto`

19 de junho de 2008 8

Desde criança, meu pai sempre lembra de jogos do Palmeiras contra o Grêmio, pelo Robertão nos anos 60 (65 e 67), quando o Tricolor foi muito roubado pelas arbitragens. Sei, pela história escrita, do escandaloso prejuízo de arbitragem do Internacional (protagonizado pelo hoje global Arnaldo Cézar Coelho), nas semifinais de 1973 contra o Palmeiras.

Então chegamos ao ponto deste post. Em 1996, nas semifinais (EDITADO: obrigado pela lembrança, Isa) da Copa do Brasil, Grêmio e Palmeiras protagonizaram um dos jogos mais polêmicos de todos os tempos. Já calejados de muita rivalidade no ano anteiror, quando o Grêmio eliminou o Palmeiras na Copa do Brasil e na Libertadores (os históricos 5×0 e 5×1 das quartas-de-final, da briga entre Dinho, Válber e Danrlei), gremistas e palmeirenses se odiavam.

Os times eram quase os mesmos do ano anterior, e a rivalidade se mantinha. O clima era tão tenso que, na primeira partida vencida pelo Palmeiras por 3×1, o então presidente gremista Fábio Koff, normalmente cordato, fez declarações iradas sobre jogadores do Palmeiras.

Na imprensa, Felipão e Wanderley Luxemburgo trocavam farpas que deixariam Alex Ferguson e Arséne Wenger encabulados. O clima de guerra era tamanho que ocorreu uma inversão de prioridades: míseros 16 mil gremistas compareceram na terça-feira na semifinal da Libertadores contra o América de Cali (uma vitória magra de 1×0 foi o reflexo disto).

Na sexta-feira, contra o Palmeiras, quase 50 mil tricolores entupiram o Olímpico. E o jogo? Ah, o jogo… O Palmeiras, de 100 gols no primeiro semestre e atual campeão paulista, era um timaço de Rivaldo, Muller, César Sampaio, Djalminha, Cafu, Luizão, Flávio Conceição. E o Grêmio? Era o atual Campeão da América, com Danrlei, Jardel, Paulo Nunes, Carlos Miguel, Arce, Adílson.

No primeiro tempo, nervoso, o Grêmio não jogou bem. Bem estruturado na defesa, o Palmeiras saía em contra-ataques e, em um deles, Luizão fez 1×0. No segundo tempo, o Grêmio começou a alçar bolas na área para tentar os certeiros cabeceios de Jardel. Depois dos 30 minutos da etapa complementar, precisando fazer três gols, o Grêmio enfim conseguiu reagir.

Primeiro o então jovem Rodrigo Mendes deu passe primoroso para Jardel (que voltara do Glasgow Rangers sem poder jogar) empatar, 1×1. Menos de dez minutos depois, Zé Alcino empata de cabeça: 2×1! Faltava só um gol e, quase no final da partida, Jardel vem de trás, apara cruzamento da direita e faz explodir a torcida, marcando o 3×1 na goleira da Cascatinha. Pandemônio no Olímpico até que…

O bandeirinha carioca Paulo Jorge Alves anula o gol, marcando um impedimento totalmente inexistente. Jardel está bem atrás da linha da defesa. Muita confusão, briga dos jogadores gremistas com o árbitro cearense Francisco Dacildo Mourão, e da torcida. Após alguns minutos, o jogo recomeça mas o Grêmio não tem mais forças para buscar o empate e levar para os pênaltis. Final, Grêmio 2×1 Palmeiras. E uma profunda sensação de derrota em campo. E impotência. 

A arbitragem ganhava novamente.  Confiram os lances dos dois jogos:

E o Inter também...: Copa do Brasil 1992

29 de agosto de 2007 3

Por uma coincidência de tabela, hoje o Internacional também enfrenta um clube contra o qual decidiu (e venceu) um título de Copa do Brasil. Foi contra o Fluminense que, em 1992, o Colorado conquistou seu triunfo único na competição ao bater por 1×0 no Beira-Rio, após levar 2×1 nas Laranjeiras.

A então promessa Caíco (que nunca vingou), foi autora do decisivo gol como visitante no Rio de Janeiro. Coube ao capitão Célio Silva o gol do título em Porto Alegre, pênalti aos 42 minutos da etapa complementar, garantindo o quarto título nacional do Internacional.

Marquinhos, o ídolo Maurício, o goleiro paraguaio Fernández e o falecido centroavante Gérson eram os grandes jogadores daquele time treinado por Antônio Lopes. O restante do time era bastante limitado, mas fez resultados excepcionais, como um 4×0 sobre o Corinthians no Pacaembu, 2×0 sobre o Palmeiras em pleno Palestra Itália e eliminar o arquirrival Grêmio nos pênaltis nas quartas-de-final por 3×0, depois de dois empates em 1×1.

Veja abaixo um resumo da campanha colorada:

Postado por Alexandre Perin

Há 18 anos...Grêmio campeão da Copa do Brasil!

29 de agosto de 2007 3

Nesta quarta-feira o Grêmio enfrenta o Sport em Recife pelo Brasileirão. Alguns ainda se lembram que foi justamente contra o time pernambucano, em 1989, que o tricolor obteve o primeiro de quatro títulos da Copa do Brasil.

Na época o torneio era bastante desprestigiado pela CBF e sobretudo pela imprensa, mas valia vaga na Libertadores e o Grêmio aproveitou. O ponto forte da campanha foi um histórico 6×1 sobre o Flamengo nas quartas-de-final. Assis (o irmão de Ronaldinho), era o grande destaque técnico do time, mas Cuca, o então veterano zagueiro Edinho e Paulo Egídio eram outros jogadores afirmados na equipe.

Após um modorrento 0×0 em Recife, o tricolor saiu na frente com um gol de Assis no Olímpico. Então o veterano goleiro Mazaropi leva um frangaço, gol contra em escanteio e empatando o jogo em 1×1. No segundo tempo, Cuca (sim, o treinador do Botafogo), desempata e garante a conquista.

As imagens estão péssimas (quem tiver melhor, mande o link!), mas esta é a reportagem do Globo Esporte do dia seguinte:

Postado por Alexandre Perin