Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Fluminense"

BID DA CBF: Inter tem 144 jogadores, Grêmio tem 121 atletas

13 de agosto de 2013 7

O Inter é um dos tmes brasileiros com mais jogadores entre os times da Série A do Brasileirão no BID da CBF, que reúne os jogadores aptos para atuar em competições nacionais, sejam profissionais ou amadores. São 164 144 atletas (houve uma confusão no site da CBF que misturava o BID do Inter com o do Inter-SM, corrigda pela T.I. da CBF)  ao todo pela equipe de Porto Alegre. Estes números são inflacionados pelo fato do colorado ainda ter o time B.  O Grêmio é o sexto colocado, com 121.

BID da CBF – Reprodução http://www.cbf.com.br

Os dados foram compilados pelo jornalista paranaense Cauhê Miranda e estão atualizados até o dia 24 de julho deste ano. Me surpreendeu que o Corinthians seja o segundo e a redução drástica nos números do Atlético-PR, que já chegou a ter mais de 200 jogadores no BID e agora tem apenas 91.  Dica de post do amigo Franco Cruz.

CONFIRA O RANKING COMPLETO (dados de 24/07)

1. Corinthians – 149
2.Internacional – 144 (agora a correção)
3. Bahia – 135
4. São Paulo – 135
5. Atlético-MG – 122
6. Grêmio – 121
7. Fluminense – 112
8. Cruzeiro – 101
9. Coritiba – 98
10. Vasco – 96
11. Vitória – 95
12. Santos – 94
13. Flamengo – 92
14. Atlético-PR – 91
15. Botafogo – 91
16. Goiás – 69
17. Ponte Preta – 67
18. Náutico – 66
19. Criciúma – 60
20. Portuguesa – 53

Inter não vencia 3 partidas seguidas há 76 rodadas no Campeonato Brasileiro

22 de julho de 2013 5

A dramática vitória de 1×0 sobre o Flamengo foi o terceiro triunfo consecutivo do Internacional nesta Série A. Ela ocorreu após triunfos de 5×3 sobre o Vasco da Gama e 3×2 no Fluminense, fora de casa. Há exatos 76 jogos o Colorado não obtinha uma série tão positiva na competição. Foram 30 jogos em 2011, os 38 de 2012 e mais os 8 primeiros na atual edição.

06 de julho de 2011, 8º rodada do Campeonato Brasileiro. Com uma suada vitória de 1×0 sobre o Atlético-PR, gol de Oscar o Internacional vencia o terceiro jogo consecutivo naquele Brasileirão. Treinado por Paulo Roberto Falcão, o Inter vinha de vitórias sobre o Figueirense por 4×1 e 4×0 sobre o Atlético-MG (fora de casa), e entrava no G4. Na sequência, perderia 3 jogos e Falcão seria demitido. Reveja o gol daquela vitória:

Em competições nacionais e internacionais, descontando jogos do Estadual, o Inter não ganhava três seguidas desde este mesmo jogo, mas o jejum havia sido superado no último sábado, quando bateu o Fluiminense por 3×2, contando ainda com o 3×1 no América-MG pela Copa do Brasil.

Disputas de pênaltis ao longo da história - Internacional (com vídeos!)

09 de maio de 2013 4

O Internacional se sagrou campeão gaúcho no último domingo ao bater, nos pênaltis, o Juventude por 4×3, levantando o tricampeonato estadual. Repetindo 2011, quando conquistou o Gauchão na disputa de pênaltis contra o Grêmio, o título veio nas mãos de um goleiro: Muriel, que repetiu Renan e defendeu a cobrança decisiva.

Muriel pega o pênalti decisivo do tricampeonato - Foto: Ricardo Duarte/Zero Hora

Ao longo da história, foram 28 disputas, contabilizando-se apenas jogos oficiais e divididos assim: Campeonato Gaúcho (13), Copa do Brasil (4), Brasileirão (9 ), Copa Sul-Americana (1) e Copa Libertadores (1).

O Internacional venceu em 19 oportunidades: Campeonato Gaúcho (10), Copa do Brasil (2), Brasileirão (5) e Copa Sul-Americana (1). As derrotas: Campeonato Gaúcho (3), Copa do Brasil (2), Brasileirão (4) e Copa Libertadores (1).

VITÓRIAS COLORADAS NOS PÊNALTIS (19)


DERROTAS COLORADAS NOS PÊNALTIS


ALGUMAS CURIOSIDADES

  • No Brasileiro de 1988 e no Gauchão de 1989, jogos terminados em empate eram decididos em disputas de pênaltis. Por isto tantas repetições nestas duas competições.
  • O Inter se sagrou campeão nos pênaltis em 2011 no Gauchão e 2013, também no Gauchão.
  • Em compensação, perdeu o título na derrota de 1989 no Campeonato Gaúcho.
  • Nesta competição, o Colorado venceu seis disputas. Só não podia perder a que perdeu, na última rodada do hexagonal final contra o Grêmio.
  • A derrota mais significativa foi de 1989, quando o Internacional perdeu nos pênaltis a semifinal da Libertadores contra o paraguaio Olímpia, depois de já perder no tempo normal por 3×2, com direito a pênalti desperdiçado pelo artilheiro colorado Nílson com o marcador em 2×2.

VEJA TAMBÉM

Revolução Alemã, Parte V (final): O futuro do futebol alemão e lições a serem aprendidas pelo Brasil

19 de abril de 2013 8

Ao longo desta semana, o Almanaque Esportivo fez uma profunda análise de tudo que ocorreu na Alemanha nos últimos quinze anos. De como o futebol alemão chegou ao fundo do poço (para os rigorosos padrões germânicos). E a maneira pela qual conseguiu se reerguer do atoleiro: planejamento, organização, investimentos corretos e disciplina financeira.

Muitas dos problemas e das soluções apresentadas ao longo desta semana são perfeitamente factíveis de serem implementadas no Brasil, salvo as habituais diferenças culturais e econômicas entre os dois países. Podemos avaliar em três grandes grupos: formação de atletas, alterações estruturais no plano de jogo e modelo financeiro dos clubes.

  • CATEGORIAS DE BASE

Esta talvez seja a parte mais fácil de ser implementada no futebol brasileiro, mas a que requer mais seriedade e organização. A CBF, federação mais rica e rentável do planeta, tem totais condições financeiras de bancar centros de treinamentos espalhados em todo o Brasil. A questão é a falta de interesse da entidade em reduzir os lucros em prol do desenvolvimento do esporte. Sem contar a falta de transparência da gestão anterior de Ricardo Teixeira e da atual, do ainda mais contestado José Maria Marín.

Ao contrário da entidade máxima do futebol brasileiro, preocupada apenas em faturar com a Seleção, os clubes estão muito mais avançados na formação de atletas. Muitos times fazem investimentos pesados em categorias de base, com despesas e estruturas de gigantes europeus. É o caso da dupla Gre-Nal, Cruzeiro, Atlético-MG, São Paulo, Santos e o Fluminense.

O problema é no aspecto técnico dos treinamentos. O foco nas categorias de base é na obtenção de títulos e a parte física é beneficiada por esta avaliação. Jogadores fisicamente privilegiados se destacam contra adversários ainda em formação física. Esquema táticos focados na vitória e não na construção correta do perfil técnico do atleta são priorizados.

O resultado é bastante insatisfatório porque, excetuando-se os jogadores diferenciados de praxe, os atletas chegam ao profissional com deficiências severas em fundamentos básicos, como passe, cruzamento, conclusões ou cabeceio. Uma reformulação no modelo técnico das categorias de base deve ser estudado, adaptado à realidade brasileira, e executado individualmente pelo menos entre os grandes clubes do país.

O curioso é que esta interessante fonte de renda para clubes com torcidas tradicionais em mercados consumidores mais restritos, como times de capitais nordestinas ou de estados como Pará e Goiás, investem muito pouco em algo que poderia ser a salvação financeira dos mesmos. O comparativo é válido com clubes portugueses como Porto, Benfica, e holandeses como Ajax e PSV, de mercados bem menores na Europa mas que conseguem equilibrar confrontos muitas vezes com um trabalho de excelência na formação de jogadores e prospecção de talentos.

  • REVISÃO DE CONCEITOS TÁTICOS DO FUTEBOL NACIONAL

A discussão neste ponto é mais ampla. Há muito tempo não vemos um time brasileiro com uma solução tática original, jogando de um jeito diferente. Existe uma uniformidade de esquemas táticos, e os resultados se baseiam apenas na diferenças individuais dos elencos e no moral (estado anímico) de cada equipe.

Os clubes brasileiros não possuem uma “filosofia de futebol” alinhada com o histórico de cada equipe, implementado desde as categorias de base. Falta um trabalho de longo prazo, que transcenderia o mandato dos presidentes eleitos das equipes brasileiras e estaria no DNA de cada time.

A média geral dos treinadores nos grandes times brasileiros ganha muito e está totalmente parada no tempo, repetindo trabalhos insatisfatórios e pulando de um clube para outros. Novos nomes no cenário nacional demoram demais para se afirmar. Com salários dos maiores do mundo, a Série A do Brasileirão hoje expõe treinadores limitados, com soluções táticas ultrapassadas e que habitualmente sofrem em confrontos contra adversários de outros países da América do Sul, com poder econômico bastante inferior ao do Brasil.

A sistemática de treinos nos grandes clubes brasileiros é uma repetição de movimentações sem maior profundidade, focados em individualidades contra um trabalho em conjunto. A eterna insistência em “definição dos onze titulares”, do “treino alemão” (uma ironia hoje em dia) resulta em um desgaste físico do grupo principal, além da ausência de alternativas táticas.

Mario Gotze, da nova geração alemã, passa pelo brasileiro Júlio César em amistoso de 2012 – Foto: Michael Probst AP

Quando pressionados, os principais treinadores “escapam pela direita”, como o multicampeão Muricy Ramalho. Depois de escalar, pela primeira vez no ano, um esquema com três zagueiros justamente contra o Barcelona na final do Mundial, e ser impiedosamente surrado, Muricy ainda teve a audácia de dizer em 2013: “No Barcelona eles não levam muito a sério a parte tática”Oi?

  • REFORMULAÇÃO DA MATRIZ DE RECEITAS DOS CLUBES BRASILEIROS

Hoje os times brasileiros sobrevivem das cotas de televisionamento. Mesmo que alguns, como Internacional e Grêmio, consigam receitas expressivas em seus quadros sociais, os estádios são fontes de despesas, não de receitas. O futebol brasileiro ainda não está pronto para uma presença de torcedores independentemente da fase do time, como vemos sistematicamente no Newcastle, Sunderland, Southampton e outros times médios. Afinal, o brasileiro só vai ao campo quando seu time está ganhando ou quase sendo rebaixado.

Sem esta fidelidade ainda impregnada no futebol brasileiro, o preço do espetáculo deve ser proporcional ao interesse do torcedor. Ao nível da competição. Ao poder aquisitivo do mercado envolvido. Para definições como estas, existem dois modelos financeiros: o inglês, com ingressos elitizados e que possuem demanda nos grandes clubes. E o alemão, intensamente discutido na última quarta-feira, focado na ocupação plena dos estádios.

Em decisões incompreensíveis de dirigentes de clubes e federações, ou atendendo à interesses das redes de TV, os preços mínimos dos jogos dos campeonatos inclusive competições menores como os Estaduais, estão muito acima de qualquer bom senso. É mais barato você assistir Borussia Dortmund x Bayern de Munique pelo Campeonato Alemão que ver Internacional x Esportivo pelo Gauchão. Isto simplesmente é inaceitável!

Com dezenas de milhões de pessoas entrando na emergente classe média brasileira, os times de futebol do país deveriam estar focando seus esforços neste público-alvo. Fidelizando um número maior de pessoas nos estádios, com uma taxa de ocupação bem superior à atual, aumenta a exibição dos patrocinadores aumenta neste mercado,pois a exposição de mídia da marca em um jogo com casa cheia é infinitamente maior que a de um estádio vazio.

O consumo no estádio aumenta, o número de famílias presentes aumenta. Um ciclo virtuoso de receitas.

A torcida é a razão de existir de todo e qualquer clube. Mais do que títulos, ídolos, estádios, dinheiro. Sem ela, o clube perde sua alma.

O futebol brasileiro precisa recuperar-se. Existem caminhos. E

O difícil é reconhecer os problemas e passar a trilhar, com paciência, planejamento e determinação.

Boa sorte, Brasil.

E parabéns, Alemanha.

POR TODA A VIDA: quem são os jogadores brasileiros que só defenderam um time!

18 de fevereiro de 2013 8

TREZE. Este é o número de jogadores brasileiros que atuaram em um só clube por dez ou mais temporadas. Ou seja, atletas que começaram a jogar profissionalmente e encerraram suas carreiras defendendo uma única agremiação de maneira oficial (e, em alguns casos, a Seleção Brasileira). Não vale jogadores que ficaram muito tempo e depois voltaram ao mesmo clube.

O recordista é o lendário goleiro Kafunga, do Atlético-MG, que defendeu por assombrosos 20 anos o gol do time de Belo Horizonte, de 1935 até 1955. Com um ano a menos, o goleiro palmeirense Marcos, campeão mundial pela Seleção Brasileira em 2002, com 19 temporadas. Com 16 anos, temos o zagueiro Altair, lenda do Fluminense e que também ganhou uma Copa do Mundo, em 1962, ao lado do bicampeão mundial Nilton Santos, talvez um dos maiores laterais-esquerdos da história do futebol e ídolo eterno do Botafogo.

Kafunga - Goleiro do Atlético-MG por assombrosos 20 anos

O atacante Pepe, com 15 anos pelo Santos de Pelé vem a seguir, assim como o zagueiro Junqueira (Palmeiras, 14 anos). Os atacantes Carlitos (Internacional) e Jarbas Batista (Flamengo), defenderam estes clubes por 13 anos. Com 12 anos como profissionais por um só time, dois laterais-direito do Flamengo: Biguá (dos anos 40) e Leandro (dos anos 70 e 80), e o atacante Preguinho (Fluminense). Nesta longa lista, o único meia: Carlinhos, que desfilou seu futebol clássico por 11 anos no Flamengo. Por último, um volante, Zé do Monte, que atuou por 10 anos no Atlético-MG

Nenhum deles está em atividade, boa parte já faleceu e o mais jovem da lista encerrou a carreira em 2011. São 2 goleiros, 2 zagueiros, 3 laterais, 1 volante, 1 meia e 4 atacantes. O que jogou há mais tempo foi Preguinho, que iniciou a carreira em 1928. E o mais recente, o goleiro Marcos, que encerrou em 2011.

O Almanaque Esportivo está aberto a novas inclusões, sobretudo de jogadores de futebol do interior, inclusive jogadores que ainda estão em atividade! Aguardo indicações (a primeira veio com Rafael Kfoury, de Belo Horizonte, que lembrou de Zé do Monte), seguindo as regras:

  • Jogou profissionalmente em um, e apenas um, time.
  • Jogou pelo menos 10 ou mais anos por este time.

AMANHÃ: jogadores famosos que defenderam apenas um clube ainda em atividade


Gaúchos se destacam em maior torneio de vôlei do país: 1 título e 5 pódios

04 de novembro de 2012 7

A Taça Paraná, principal competição de vôlei do Brasil em categorias de base, se encerrou neste sábado no Ginásio Tarumã em Curitiba com as finais da seis modalidades envolvidas. Foram mais de 400 jogos na capital paranaense envolvendo equipes de todo o país nas categorias mirim, infantil e infanto-juvenil, masculino e feminino.

Os troféus dos campeões da 12º Taça Paraná - Foto: Divulgação Federação Paranaense de Vôlei

Os troféus dos campeões da 12º Taça Paraná - Foto: Divulgação Federação Paranaense de Vôlei

O vôlei gaúcho, um dos mais fortes do país, conquistou um título e subiu ao pódio em quase todas as outras categorias, nesta que foi a 12º edição do torneio. O único time gaúcho campeão foi na categoria infantil masculino, vitória da SOGIPA sobre o Círculo Militar/Dom Bosco-DF por 3×2. Depois da vitória, o time treinado pelo sempre competente Marcão, imitou os ídolos do profissional e fez o já conhecido “peixinho da vitória“, seguido pelo hino do Rio Grande do Sul. Curtam a festa da gurizada:


O maior vencedor deste ano foi novamente o Fluminense, repetindo o feito de 2010: o time carioca venceu 3 finais e ficou em segundo lugar em mais uma decisão, perdendo para o Tijucas/RJ a final do Infanto-Juvenil masculino. A SOGIPA e o União, ambos de Porto Alegre, perderam suas respectivas finais (veja quadro abaixo) justamente para o Fluminense.

A Sociedade Ginástica de Novo Hamburgo e a APAAVOLEI/Marcopolo de Caxias do Sul também subiram ao pódio. Outros dois times gaúchos que disputaram a competição foram o Colégio Sinodal, de São Leopoldo, e o Colégio Martin Luther, de Estrela.

TODOS OS CAMPEÕES

  • Mirim masculino: não tivemos gaúchos no pódio.
  • Mirim feminino – 3º lugar SOGIPA (Porto Alegre)
  • Infantil masculino – 1º lugar SOGIPA (Porto Alegre)
  • Infantil feminino – 2º lugar Grêmio Náutico União (Porto Alegre)
  • Infantil masculino – 3º lugar: Sociedade Ginástica (Novo Hamburgo)
  • Infanto-Juvenil masculino: 3º lugar APAAVOLEI/Marcopolo (Caxias do Sul)
  • Infanto-Juvenil feminino: 2º lugar SOGIPA (Porto Alegre)
PREMIAÇÕES INDIVIDUAIS
  • Melhor atacante Infantil masculino: Bruno (SOGIPA)
  • Melhor levantadora Infantil Feminino: Julia (Grêmio Náutico União)
  • Melhor levantador Infantil: Pietro (SOGIPA)
  • Melhor jogadora Infanto: Caroline (SOGIPA)
  • Melhor jogadora Infantil: Paloma ( Grêmio Náutico União)

PESQUISA: Todos os estrangeiros campeões ou vice da Libertadores jogando no Brasil

12 de julho de 2012 2

Depois do post falando sobre  Brasileiros no exterior: quais venceram a Libertadores e Liga dos Campeões!, resolvi inverter. Pesquisei quais jogadores estrangeiros foram campeões da Copa Libertadores da América jogando por clubes brasileiros. A lista, ao contrário do que eu pensava, não é muito extensa. O último a entrar foi o reserva, e quase nunca acionado, Luís Ramirez, peruano e campeão pelo Corinthians na semana passada.

O primeiro  estrangeiro campeão foi uma surpresa para mim. Achava que tinha sido o argentino Perfumo pelo Cruzeiro em 1976, mas depois vi que o defensor tinha sido adversário do Cruzeiro na final, jogando pelo River Plate.

Sendo assim, a primazia coube ao capitão gremista Hugo de León, campeão da América em 1983. Apenas dez anos depois, o também uruguaio Matosas (reserva), foi campeão. Depois tivemos dois títulos de Arce e Rivarola, os únicos estrangeiros bicampeões por clubes brasileiros (no Grêmio em 1995 e Palmeiras em 1999).

O recorde eu imaginava: o Inter de 2010 com 5 estrangeiros campeões da América, dois deles titulares e outros dois que começaram titulares, mas terminaram no banco. Curiosidade: o Santos jamais foi campeão ou vice-campeão da Libertadores com um atleta estrangeiro no grupo.

ESTRANGEIROS CAMPEÕES DA LIBERTADORES POR TIMES BRASILEIROS

  • 1983 – De León (URU) – Grêmio
  • 1993 – Matosas (URU) – São Paulo
  • 1995 – Arce (PAR), Rivarola (PAR) – Grêmio
  • 1999 – Arce (PAR), Rivarola (PAR) – Palmeiras
  • 2005 – Lugano (URU) – São Paulo
  • 2006 – Rentería (COL) – Internacional
  • 2010 – Bruno Silva (URU), Sorondo (URU), Pato Abbondanzieri (ARG), Guiñazu (ARG), D’Alessandro (ARG) – Internacional
  • 2012 – Luís Ramirez (PER) – Corinthians
  • Total: 12 jogadores campeões. Arce e Rivarola foram campeões 2 vezes.

Os vice-campeões são praticamente o mesmo número. Os primeiros foram os uruguaios Pedro Rocha e Forlán, vice-campeões em 1974 pelo São Paulo. Como curiosidade, Matosas que foi campeão em 1993 e vice-campeão em 1994, assim como Arce e Asprilla em 1999 e 2000; e Lugano em 2005 e 2006
ESTRANGEIROS VICE-CAMPEÕES DA LIBERTADORES POR TIMES BRASILEIROS

  • 1974 – Pedro Rocha (URU), Forlán (URU) – São Paulo
  • 1980 – Benítez (PAR) – Internacional
  • 1984 – De León (URU) – Grêmio
  • 1994 – Matosas (URU) – São Paulo
  • 2000 – Arce (PAR), Asprilla (COL) – Palmeiras
  • 2006 – Lugano (URU) – São Paulo
  • 2007 – Saja (ARG), Schiavi (ARG), Gavilán (PAR) – Grêmio
  • 2008 – Darío Conca (ARG) – Fluminense
  • 2009 – Sorín (ARG) – Cruzeiro
  • TOTAL: 13 jogadores vice-campeões

LEITURA COMPLEMENTAR

Grêmio atropela no centésimo jogo do Bahia pela Copa do Brasil: confira os recordistas

18 de maio de 2012 0

100. Este é o número de jogos da história do Bahia pela Copa do Brasil. Mas o Grêmio não quis saber e deu um verdadeiro “presente de grego” contra o tricolor baiano, vencendo por 2×1 em pleno Pituaçu e praticamente se garantindo nas semifinais da competição.

Fernando comemora o gol de empate do Grêmio contra o Bahia - Diego Vara/RBS

O Grêmio, apesar de dividir com o Cruzeiro o recorde de títulos na Copa do Brasil (4 conquistas), tem um número bem maior de jogos. É o recordista com 139 partidas, superando o Vasco da Gama na noite de ontem (o time carioca está fora da Copa do Brasil). Logo na sequência, Flamengo, Atlético-MG e Vitória completam o G5. Antes que me perguntem, o Internacional tem 99 jogos.

TIMES COM MAIS JOGOS NA HISTÓRIA DA COPA DO BRASIL

  1. GRÊMIO – 139 jogos
  2. VASCO DA GAMA – 138 jogos
  3. FLAMENGO – 132 jogos
  4. ATLÉTICO-MG – 128 jogos
  5. VITÓRIA – 126 jogos
  6. CORINTHIANS – 114 jogos
  7. PALMEIRAS – 108 jogos
  8. FLUMINENSE – 107 jogos
  9. CRUZEIRO – 106 jogos
  10. BOTAFOGO – 103 jogos
  11. GOIÁS – 101 jogos
  12. BAHIA – 100 jogos

Fonte: Arquivo Pessoal do pesquisador Edison Klein

Jogos do Passado, 09/05: duelos entre gaúchos e cariocas na C. Brasil

09 de maio de 2012 0

Inaugurando a série “Jogos do Passado”, vamos falar sobre alguns jogos ocorridos na data de hoje, 09 de maio, desde 1971 em Campeonatos Brasileiros e Copas do Brasil. Os dados são repassados pelo amigo Edison Klein. Este espaço será interativo: os leitores poderão incluir comentários sobre os jogos.

09/05 na História - Foto: arquivo Edison Klein

OBS: Cliquem na foto para obter a imagem em tamanho ampliado

COPA DO BRASIL

  • 09/05/1996 - Internacional 3×2 Flamengo – Um jogo épico no Beira-Rio, com duas viradas e uma atuação espetacular do obscuro reserva Márcio Tigrão, que anulou Romário naquela noite. Válido pelas quartas-de-final daquela Copa do Brasil
  • 09/05/2001 – Juventude 2×1 Flamengo – Time de Caxias do Sul devolve placar de ida, mas perde nos pênaltis para o time carioca.
  • 09/05/2001 – Fluminense 0×0 Grêmio – Em um jogo muito travado, o Grêmio segurou a vantagem de 1×0 e se classificou para as quartas-de-final da Copa do Brasil, na qual se sagraria campeão meses depois.

CAMPEONATO BRASILEIRO

  • 09/05/2010 - Avaí 6×1 Grêmio Prudente-SP – Time catarinense estréia em alto estilo no Brasileirão, depois de uma magnífica campanha no ano anterior. Porém a maionese ‘desandaria’ ao longo da competição e o time catarinense só escaparia do rebaixamento na penúltima rodada.
  • 09/05/2010 – Internacional 1×2 Cruzeiro – Atuação horrorosa do colorado de Jorge Fossati, com muitos reservas. Kléber, hoje no Grêmio, marcou um belo gol ainda no primeiro tempo.

Copa do Brasil - Grêmio não empata há sete anos na competição: 22 jogos

04 de abril de 2012 0

Contra o Ipatinga nesta quarta-feira, o Grêmio irá se defrontar com uma curiosa marca: desde 2005 o Grêmio não sabe o que é um empate na Copa do Brasil.  No dia 9 de março de 2005, o Tricolor então treinado por Hugo de León empatou em 1×1 com o Vila Nova-GO no Serra Dourada. As informações foram enviadas pelo sempre atento colaborador Edison Klein.

Na ocasião, o Vila saiu na frente com um gol de Leonardo Manzi (ex-Inter) aos seis minutos, e o lateral-esquerdo Gustavo empatou aos 22 do 2º tempo.  O time que o Grêmio escalou naquela noite é de aterrorizar qualquer filme de terror: Márcio, Luiz Felipe, Tiago Prado, Alessandro Lopes e Gustavo (Samuel); Nunes, Marcus Vinícius, Anderson e Ênio (Marcinho); Somália e Marcelinho (Bruno Neves).

Aquele jogo foi marcado por uma grande atuação do jovem atacante Pedro Júnior, que seria contratado pelo Grêmio no mesmo ano e foi autor do gol do título estadual em 2006. Anderson, então com 16 anos, também brilhou pelo Grêmio em um jogo bastante movimentado. Também no Vila Nova jogava o goleiro Michel Alves, de ótima passagem no Juventude mas que foi mal no Beira-Rio.

Desde então são 22 jogos sem empates pelas competições de 2005, 2006, 2008, 2010 e 2012. São 16 vitórias e 6 derrotas, marcou 48 e sofreu 26 gols. A melhor campanha foi em 2010, quando chegou às semifinais e sendo batido pelo futuro campeão Santos. Já 2005, 2006 e 2008 foram belos fiascos, sendo eliminado nas três vezes em casa e duas delas por times de divisões inferiores (15 de Novembro-RS e Atlético-GO).

Outra curiosidade: este jogo ficou marcado pela polêmica do gol 10.000 na história do Grêmio na competição, que teria sido o assinalado por Gustavo. Esta tese é defendida pelo pesquisador Paulo Fortunato, e rechaçada por outros, como Laert Lopes, que não considerava gols por aspirantes, juniores e juvenis.

Confiram a sequência sem empates do Tricolor:

  1. 06/04/2005  Grêmio 3×1 Vila Nova-GO – 1º fase
  2. 20/04/2005  Fluminense 3×0 Grêmio – 2º fase
  3. 04/05/2005  Grêmio 0×1 Fluminense – 2º fase – Eliminado
  4. 22/02/2006  Piauí 1×2 Grêmio – 1º fase
  5. 08/03/2006  Grêmio 4×0 Piauí – 1º fase
  6. 15/03/2006  15 de Novembro-RS 1×0 Grêmio – 2º fase
  7. 23/03/2006  Grêmio 1×0 15 de Novembro-RS – 2º fase – Eliminado nos pênaltis
  8. 13/02/2008  Jaciara-MT 0×1 Grêmio – 1º fase
  9. 27/02/2008  Grêmio 6×0 Jaciara-MT – 1º fase
  10. 02/04/2008  Atlético-GO 2×1 Grêmio – 2º fase
  11. 09/04/2008  Grêmio 2×1 Atlético-GO – 2º fase – Eliminado nos pênaltis
  12. 10/02/2010  Araguaia-MT 1×3 Grêmio – 1º fase
  13. 17/03/2010  Votoraty-SP 0×1 Grêmio – 2º fase
  14. 01/04/2010  Grêmio 3×0 Votoraty-SP – 2º fase
  15. 14/04/2010  Grêmio 3×1 Avaí – Oitavas-de-final
  16. 21/04/2010  Avaí 3×2 Grêmio – Oitavas-de-final
  17. 29/04/2010  Fluminense 2×3 Grêmio – Quartas-de-final
  18. 05/05/2010  Grêmio 2×0 Fluminense – Quartas-de-final
  19. 12/05/2010  Grêmio 4×3 Santos – Semifinal
  20. 19/05/2010  Santos 3×1 Grêmio – Semifinal – Eliminado
  21. 07/03/2012  Ríver Plate-SE 2×3 Grêmio – 1º fase
  22. 21/03/2012  Grêmio 3×1 Ríver Plate-SE – 1º fase

VEJA TAMBÉM

Tricolor empata com Vila Nova pela Copa do Brasil – Notícia da época