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Posts com a tag "Milan"

Ronaldinho e mais seis: confira lista de campeões da Copa Libertadores e também da Liga dos Campeões da Europa!

25 de julho de 2013 0

Ronaldinho entrou para a história do futebol mundial nesta semana. Ele se tornou o sétimo jogador da história do futebol a ter conquistado títulos continentais em dois continentes: Europa e América do Sul. O título desta temporada da Copa Libertadores pelo Atlético Mineiro se aliou à conquista da Liga dos Campeões em 2006 pelo Barcelona.

Outros três brasileiros também conquistaram esta glória incomum: Roque Júnior, Cafú e Dida. O zagueiro e volante Roque Júnior foi campeão sul-americano pelo Palmeiras em 1999 e pelo Milan em 2003. Já Cafú em 1991 e 1992 pelo São Paulo, 2007 pelo Milan impressionantes 16 anos depois de sua primeira conquista. Finalmente Dida, campeão sul-americano pelo Cruzeiro em 1997 e pelo Milan em 2003 e 2007.

Além destes, outros três argentinos conquistaram esta glória: Juan Pablo Sorín, Carlos Tévez e Walter Samuel. O caso curioso é o de Sorín: foi campeão da Libertadores em 1996 pelo River Plate, curiosamente após jogar pela Juventus na Liga dos Campeões daquele mesmo ano. Na real, Sorín estava presente nas duas finais, mas seu nome está registrado.

Tévez é mais simples: campeão no Boca Juniors em 2003, e no Manchester United em 2008. Finalizando, Walter Samuel foi campeão no Boca Juniors em 2000 e na Internazionale em 2010.

Dois casos ficaram “sob júdice”, mas o Comitê Executivo deste blog (leia-se: eu) vetou a inscrição: Edmílson (que teria vencido a Libertadores em 1993 pelo São Paulo e depois em 2006 pelo Barcelona), e Santiago Solari (em 1996 pelo River Plate e em 2002 pelo Real Madrid). O brasileiro não jogou e não estava inscrito naquela Libertadores, o mesmo ocorrendo com Solari no título argentino. Por isto ficaram de fora da listagem.

A dica deste post é do amigo Ricardo Gullo(@gullofilho)

Especial Liga dos Campeões 1999 a 2009 no Almanaque Esportivo

25 de maio de 2013 1

Como aquecimento para a grande final entre os alemães Bayern de Munique e Borussia Dortmund, que chegaram na final da Liga dos Campeões 2012/13 em Wembley. Com campanhas empolgantes e semifinais devastadora, o futebol alemão comprovou sua força na atualidade e tem agradado até os mais fervorosos críticos.

Borussia Dortmund é o azarão - Foto: JOHN MACDOUGALL - AFP

Nada melhor que recuperar as melhores histórias do Almanaque Esportivo ao longo destes anos envolvendo a final da Liga dos Campeões da Europa. Vamos então repetir as histórias de 1999 a 2009? Recontamos a história de dois títulos do Real Madrid, dois do Barcelona, dois do Manchester United, um do Bayern de Munique, outro do Milan, um do Liverpool e finalizando um do Porto. Fico na dívida com 2010 (Internazionale campeã), 2011 (Barcelona campeão) e 2012 (Chelsea campeão), mas prometo que farei um especial sobre elas no início da próxima temporada.

Bayern de Munique é o favorito na final da Liga dos Campeões - Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP

Especial Finais de 1999 a 2007
  • As finais de 1999, 2000 e 2001 – A virada nos acréscimos do Manchester United, o passeio do Real Madrid e o sofrido título do Bayern de Munique
  • As finais de 2002, 2003 e 2004 – O gol antológico de Zidane, a modorrenta vitória nos pênaltis do Milan e o inesperado título do Porto de Mourinho
  • As finais de 2005, 2006 e 2007 – A histórica “remontada” do Liverpool em Istambul, o herói Belletti dá o título ao Barcelona e a “vendetta” do Milan

Especial Final de 2008:

Especial Final de 2009:

David Beckham anuncia aposentadoria: confira grandes lances do astro inglês

16 de maio de 2013 0

O meia inglês David Beckham, um dos ícones do futebol mundial nas últimas duas décadas, anunciou hoje sua aposentadoria ao final da temporada. Jogador do Paris Saint-Germain, aos 38 anos o ex-astro do Manchester United, Real Madrid, Milan, Los Angeles Galaxy termina sua participação no Campeonato Francês e vai curtir as benesses de um ex-jogador milionário, símbolo sexual e que marcou uma mudança na visão dos jogadores perante o mercado publicitário.

David Beckham, em seu último time, o PSG. E agora oficialmente aposentado - Franck Fife/AFP

Talvez o jogador mais bem pago do futebol mundial em todos os tempos ao longo de sua carreira, Beckham também foi um grande jogador. Começou sua carreira como um clássico winger inglês, pela direita. Detentor de um chute e um cruzamento fora do normal, com uma ótima velocidade, Beckham é um especialista em bolas paradas.

Depois de ser multicampeão no Manchester United, foi para o Real Madrid no projeto “Galácticos” do presidente Florentino Pérez. Em Madrid, se tornou um meio-campista central aonde se destacou pela precisão nos passes, apesar de ter tido sua faixa preferencial ocupada por outro “galáctico“, o português Luís Figo, mas só obteve conquistas nacionais, não obtendo sucesso na Liga dos Campeões.

Fora dos gramados, se tornou garoto propaganda de diversas multinacionais, desde ternos de luxo, passando por carro, refrigerantes, lâminas de barbear, etc. Sua receita com publicidade superava e muito os já espetaculares salários, e ‘Becks’ sempre foi um dos 3 jogadores com camisas mais vendidas, em quaisquer dos times que defendeu.

Fora de campo, casado com a ex-Spice Girl Victoria Adams, era figurinha carimbada nas notas sociais, grandes eventos, envolvido em diversas polêmicas de “affairs” extra-conjugais, mas nada comprovado e nunca em um escândalo digamos, mais “pesado”. Até por sua fortíssima imagem de marketing era necessário uma exibição quase sempre positiva. Não à toa, sua chegada ao futebol norte-americano aumentou consideravelmente o público e o interesse dos EUA na Major League Soccer, a Liga Norte-Americana de futebol.

Beckham virou garoto-propaganda da MLS, a Liga norte-americana - Foto: Saul-Loeb-AFP

Ficamos aqui com alguns tributos a um dos mais técnicos jogadores que eu vi atuar. Gols antológicos ou decisivos.

PRINCIPAIS TÍTULOS

Manchester United

  • Supercopa Inglesa (4)
  • Campeonato Inglês (6)
  • Copa da Inglaterra (2)
  • Liga dos Campeões (1)
  • Copa Intercontinental (1)

Real Madrid

  • Campeonato Espanhol (1)
  • Supercopa Espanhola (1)

Los Angeles Galaxy

  • Campeonato Norte-Americano (MLS Cup) (2)

Paris Saint-Germain

  • Campeonato Francês (1)

Revolução Alemã, Parte IV: aonde patinam as Ligas da Inglaterra, Espanha e Itália

18 de abril de 2013 2

A Liga Alemã já foi o “patinho feio” dos grandes países europeus. Com gramados ruins, estádios piores e poucos craques, a Bundesliga estava muito longe de seus pares ingleses, alemães e espanhóis. Hoje é a segunda liga mais badalada da Europa, com regras atrativas de divisão de cotas de TV e premiações esportivas. O equilíbrio técnico é muito maior que nos gramados espanhóis, a situação técnica e financeira é bem superior à italiana. Por fim, a transparência da origem dos recursos é melhor que a inglesa.

Se dentro de campo, os grandes craques ainda estão na Inglaterra na milionária Premier League, a distância para a Bundesliga reduziu-se drasticamente. Os mercados consumidores dos países em desenvolvimento já assistem mais o futebol alemão. Vamos avaliar hoje as causas desta mudança radical e a comparação com os demais, sempre traçando um paralelo entre o modelo econômico (já discutido na parte III) e aspectos técnicos/táticos (avaliados na parte II deste estudo).

  • ESPANHA

O futebol espanhol e sua “La Liga” vivem um momento perigoso. Barcelona e Real Madrid hoje possuem 50% da receita de TV , existindo um profundo abismo entre eles e os demais. O economista espanhol José María Gay de Liébana comentou recentemente que o modelo está fracassado, citando o fato de que em 2011 os times espanhóis gastaram 200 milhões de euros a mais do que arrecadaram. Algo ainda mais dramático avaliando-se a profunda crise econômica do país, que afeta a média de público, a situação financeira dos clubes, patrocinadores e o valor dos direitos de televisionamento.

Crise econômica na Espanha afeta o futebol – Foto: Andres Kudacki / AP

Na Espanha os horários de televisão são esdrúxulos (lembra algum lugar?) e os preços mínimos são abusivos: o ingresso mais barato na Espanha é de 25 euros. E isto que o modelo espanhol tem três preços: “normal”, “clássicos locais” e “contra Barcelona e Real Madrid”. Os estádios espanhóis, em sua maioria, são péssimos e incompatíveis com os valores apresentados. E o valor ínfimo do pay-per-view de 15 euros (lembra algum lugar, parte II?) acomoda os torcedores em casa, na TV.

Barcelona e Real Madrid chegam a receber 10x mais de TV que os times menores, e 5x mais que todos os demais, com quase 50% da audiência. Já fiz um estudo sobre isto em 2012, intitulado “Futebol espanhol: ‘Nossa liga não é só a maior porcaria da Europa, mas do mundo’ “. Vale conferir também o documentário abaixo, em inglês:

Em compensação a situação das categorias de base da Espanha é melhor que no resto do mundo. Há 20 anos um processo longo de formação de jogadores deixou clara esta evolução, com títulos nas divisões de base e depois com o sucesso total em duas Eurocopas e na última Copa do Mundo, que a “Fúria” é um dos países de elite no esporte. Resta saber se o naufrágio econômico recente e a incompreensível divisão dos direitos de televisionamento possam ter um impacto futuro nesta política de sucesso na formação de jogadores.

  • INGLATERRA

No país que criou o futebol, o problema é o desequilíbrio financeiro causado por grandes investidores na Premier League, e uma incapacidade de formar novos jogadores. Estamos acostumados a ver magnatas despejando centenas de milhões de euros (em alguns casos, ‘lavando’), buscando a glória rápida, sem planejamento.

Isto nem sempre promove o sucesso, caso recente do Queens Park Rangers, virtualmente rebaixado com um elenco milionário na atual temporada inglesa. O Portsmouth sofreu um castigo ainda maior: depois de ter sido sucessivamente comprado e vendido por diversos controladores, descumpriu pagamentos, atrasou salários, perdeu pontos. Quase faliu e hoje está próximo da quarta divisão, em uma derrocada fulminante.

Eventualmente os resultados são positivos, como no Manchester City (campeão inglês) e no Chelsea (campeão europeu), mas a dependência de uma fonte externa de recursos é imensa. O que será do Chelsea no dia que Roman Abramovich resolver parar de “brincar de futebol”? Não temos esta resposta.

Roman Abramovich gastou 2.2 bilhões no Chelsea até chegar ao título europeu – Foto: CARL COURT / AFP

Porém o problema também existe nos gramados. O trabalho nas categorias de base, seguindo um modelo implementado em 1997 pelo ex-treinador Howard Wilkinson é terrível. Oss grandes times, quase todos comandados por bilionários, almejam resultados rápidos e investem em grandes estrelas, enfraquecendo o desenvolvimento local.

Jogadores formados em times como Arsenal e Liverpool acabam rodando em times menores, por falta de oportunidades, e contratados posteriormente pelos mesmos times nos quais iniciaram a carreira. E não é falta de locais de treinamento: existem centros de excelência nas categorias de base, um acesso rápido ao site da Federação Inglesa deixa claro que não é a estrutura e sim o resultado deste trabalho o “xis da questão”

Decisões radicais como exigir que cinco, seis ingleses devem sempre serem escalados pelas equipes promoveriam uma gradual qualificação do futebol nacional, mas teriam resultados de mídia e financeiros impopulares, com a fuga das grandes estrelas dos principais times. Então, nem a Premier League tampouco os clubes de elite adotam medidas deste porte. Com clubes dependentes de investimentos externos, regras financeiras bastante flexíveis, os débitos se avolumam.

Os times ingleses ainda estão entre os principais da Europa, mas suas finanças não estão sadias. Um calendário sem parada de inverno deixa os times bastante desgastados, com dificuldades na reta final da temporada. A constatação final fica evidenciada nos resultados ruins do “English Team” nos últimos 15 anos, sempre longe dos favoritos desde o ótimo time de 1998 e com jogadores que ainda não jogam em outros centros, o habitual “anglocentrismo“. Até fora de uma Eurocopa, como em 2008, a Inglaterra já conseguiu. São questões não tão visíveis perante ao charme da Premier League. Mas os problemas existem, e são graves.

  • ITÁLIA

Se na Espanha os resultados dos gigantes e da Seleção são brilhantes, e na Inglaterra a liga é ainda a melhor do mundo, o “Calcio” sofre problemas generalizados que afetam a saúde de sua histórica “Serie A“. Primeiro, uma situação econômica ruim. Depois, violência desenfreada entre os “ultras” sem uma resposta qualificada das autoridades. Também com estádios decrépitos e uma Liga em franca decadência, minada por escândalos consecutivos de corrupção. Outro problema são ingressos caríssimos nos grandes centros, afastando os jovens dos estádios.

Terminaram os problemas? Que nada: muitos times em situação financeira delicada, alguns em estado de falência ou falidos. Um modelo de futebol ultrapassado, no qual os presidentes dos clubes mandam demais e planejam de menos. A situação do futebol italiano só não é pior porque encerrou-se em 2006 um ciclo de grandes craques com um titulo mundial. Problemas. Problemas. Problemas.

Mas os clubes não sabem o caminho do sucesso. Por quase uma década, um contrato de TV que deu dinheiro demais para alguns times deixou a situação parecida com a da Espanha. Em 2011 o contrato foi renegociado em termos muito melhores, diminuindo a discrepância de valores entre os maiores e os menores, mas o resultado ainda não ocorreu de fato nos gramados. Recentemente, a Fiorentina, o Perugia, Piacenza, Ancona e outros tantos clubes menores pediram falência e foram declarados extintos.

Itália, campeã mundial em 2006, vive momento conturbado fora de campo – AFP PHOTO / GIUSEPPE CACACE

Nas categorias de base, a preocupação é grande. Repetindo o ocorrido com o futebol alemão na década retrasada, os italianos chegaram ao esgotamento de uma geração talentosa de Alessandro Del Piero, Francesco Totti, Alessandro Nesta, Fabio Cannavaro, Paolo Maldini sem reposição. Poucos times, como a Fiorentina e o Genoa, possuem um trabalho primoroso nas equipes “Primavera“. Recentemente passos foram dados na direção correta, formando novos atletas e organizando as categorias de base. Ainda em um patamar inferior ao do passado, das glórias dos anos 80 e 90. Falta um longo caminho.

Mas, talvez, o grande problema seja fora dos gramados: a sempre presente corrupção, envolvendo suborno de árbitros e atletas. Três grandes escândalos estouraram na Itália nos últimos 30 anos, 2 deles só na década passada. O problema endêmica em todas as esferas da sociedade italiana, é particularmente profunda no futebol: gigantes como Milan e Juventus já foram rebaixados, e muitos outros foram punidos. Porém viradas de mesa e redução de penas são comuns, o que afeta a credibilidade do esporte nacional.

Não foi à toa que recentemente os times italianos perderam a quarta vaga na Liga dos Campeões, dada apenas aos três primeiros do ranking da UEFA. Líderes do mesmo há cerca de dez anos, os times da Série A foram ultrapassados primeiro pelos espanhóis, depois pelos ingleses. E agora, adivinhem… Pelos alemães!

E o Brasil nesta análise? Este será o tema da última parte da análise, a ser publicado amanhã…

POR TODA A VIDA: jogadores ainda em atividade que só jogaram em um time!

19 de fevereiro de 2013 8

Ontem contei a história dos doze jogadores brasileiros que atuaram por um só time ao longo de toda a carreira e por mais de dez anos. Hoje vamos citar os principais jogadores (das maiores ligas sul-americanas e européias) que atuaram por um só time por dez ou mais anos e que ainda estão em atividade.

Esta história é repleta de craques, muitos deles conhecidos de todos nós, e outros jogadores surpreendentes. Mas, repetindo: só valem atletas que jamais defenderam dois times como profissionais, valendo empréstimos, times no início ou final de carreira.

Interessante ressaltar que o jogador que ficou mais tempo em um só clube e por toda a sua carreira é o supremo defensor italiano Paolo Maldini, que jogou por assombrosos 25 anos pelo Milan. Ainda em atividade, o galês Ryan Giggs é o recordista. Ele está há 23 temporadas no Manchester United.

Ryan Giggs, recordista com 23 anos no Manchester United - Foto: Andrew Yates / AFP

Apenas um time tem quatro atletas na lista: o Barcelona, que novidade né? Xavi, Iniesta, Puyol e Victor Valdés (que sairá desta lista pois vai trocar de clube em 2014). Com três atletas o Manchester United (Darren Fletcher, Ryan Giggs e Paul Scholes), o japonês Kashima Antlers (Masashi Motoyama, Hitoshi Sogahata e Takeshi Aoki).

Com dois jogadores: o escocês Kilmarnock (Garry Hay e James Fowler), o inglês Liverpool (Jamie Carragher e Steven Gerrard), a italiana Roma (Francesco Totti e Daniele de Rossi) e o russo Zenit (Vyacheslav Malafeev e Igor Denisov).

Ainda vou ressaltar alguns nomes e seus respectivos times: Gianpaolo Bellini (Atalanta-ITA), Gastón Turus (Belgrano-ARG), Carlos Gurpegi (Athletic Bilbao-ESP), Bastian Schweinsteiger (Bayern de Munique-ALE), Marc Planus (Bordeaux-FRA), Oka Nikolov (Eintracht Frankfurt-ALE), Héctor Reynoso (Chivas Guadalajara-MÉX), Tony Hibbert (Everton-ING), Steven Cherundolo (Hannover 96-ALE), Sabri Sarioglu (Galatasaray-TUR) e Iker Casillas (Real Madrid-ESP)

RACISMO: Revoltado com insultos, Boateng sai de campo em amistoso do Milan

03 de janeiro de 2013 1

Uma nova página vergonhosa foi escrita no futebol italiano. O atacante ganês Kevin-Prince Boateng, do Milan, saiu de campo após ser repetidamente ofendido em um amistoso de inter-temporada contra o Pro Pátria, da Segunda Divisão italiana. Ao receber a bola e tentar um drible, Boateng foi ofendido.

Kevin Prince Boateng revoltado com o incidente de racismo - Foto de Alberto Lingria/AFP

Irritado, o jogador chutou a bola em direção aos torcedores e, após argumentar com o juiz, saiu de campo. Em solidariedade, os jogadores do Milan também abandonaram o amistoso. Grande parte do estádio aplaudiu a iniciativa do jogador e vaiou os ofensores. Vejam as imagens:

As maiores reviravoltas da história do futebol europeu: grandes viradas

08 de março de 2012 0

Ao longo de mais de 50 anos, a Liga dos Campeões da Europa (outrora chamada de Copa dos Campeões da Europa) já vivenciou diversas viradas de expectativa. Isto quase ocorreu na última semana, quando o Arsenal fez 3×0 no Milan depois de ter levado 4×0 no jogo de ida em Milão. A quase reviravolta depois de levar quatro gols já ocorreu antes, e várias vezes.

Vamos à listinha? Valendo Liga dos Campeões, Liga Europa e as extintas Recopa Européia, Copa da UEFA e Copa dos Campeões. Das histórias, a mais sensacional é a do Metz em 1985, que reverteu um 4×2 em casa para 4×1 em pleno Camp Nou contra o todo-poderoso Barcelona.

AS MAIORES VIRADAS DA HISTÓRIA

  • Schalke 04-ALE OCI 3×0 KB-DIN (2×5 no jogo de ida e 3×1 para os alemães-ocidentais na partida desempate) - Copa dos Campeões 1958/59
  • Leixões-POR 5×0 La Chaux-de-Fonds-SUI (2×6 no jogo de ida) – Recopa Européia 1961/62
  • Real Madrid-ESP 5×1 Derby County-ING (1×4 no jogo de ida) - Copa dos Campeões 1975/76
  • Partizan Belgrado-IUG 4×0 Queens Park Rangers-ING (2×6 no jogo de ida) – Copa da UEFA 1984/85 *
  • Barcelona-ESP 1×4 Metz-FRA (4×2 no jogo de ida) - Recopa Européia 1984-85
  • Real Madrid-ESP 4×0 Borussia Moechengladbach-ALE OCI (1×5 no jogo de ida) – Copa da UEFA 1985/86 *
  • Barcelona-ESP 3×0 IFK Gotenborg-SUE (0×3 no jogo de ida) - Copa dos Campeões 1985/86
  • Werder Bremen-ALE 5×0 Dínamo Berlim-ALE ORI (0×3 no jogo de ida) - Copa dos Campeões 1987/88
  • Bayer Leverkusen-ALE 3×0 Espanyol-ESP (0×3 no jogo de ida)- Copa da UEFA 1987/88 **
  • Deportivo La Coruña-ESP 4×0 Milan-ITA (1×4 no jogo de ida) - Liga dos Campeões 2003/04
  • Fulham-ING 4×1 Juventus-ITA (1×3 no jogo de ida) – Liga Europa 2009/10
    OBS: * = Classificado no critério de gols fora
    OBS: ** = Classificado nos pênaltis

Suicídio de treinador abala futebol europeu: veja outros casos

27 de novembro de 2011 1

Gary Speed, ídolo do Leeds United e Newcastle United e atualmente treinador de País de Gales, se suicidou neste domingo. Um dos recordistas de jogos da história da Primeira Divisão Inglesa, Speed se enforcou em casa em um incidente que chocou o futebol europeu neste final de semana. Não existem ainda informações sobre um período depressivo do treinador, que vinha fazendo um ótimo trabalho recentemente pela seleção de seu país. De 42 anos, Speed deixa mulher e dois filhos.

Vejam o emocionante ‘minuto de silêncio’ no jogo Swansea City x Aston Villa, curiosamente um jogo em solo galês, no qual os torcedores, ao invés do magnífico silêncio sepulcral, cantaram “There is only one Gary Speed“: http://news.bbc.co.uk/sport2/hi/football/15910765.stm

Este lamentável fato nos faz lembrar outros casos famosos, todos muito ligados à depressão clínica. No futebol brasileiro, o mais famoso é do goleiro Carlos Castilho, lenda do Fluminense e que se matou em 1987. A Alemanha ficou chocada com o suicídio do goleiro Robert Enke, da Seleção Alemã e do Hannover, que se atirou na frente de um trem em 2009.

O futebol latino-americano lamentos as perdas de Raimundo Tupper (Seleção do Chile, Universidad Catolica), Lester Morgan (Seleção da Costa Rica) e de Ramiro Castillo (Seleção da Bolívia, Bolívar). Também vale ressaltar o espanhol Joan Gamper, o catalão jogou e que fundou três times: os suíços Basel e Zurich, e o gigantesco espanhol Barcelona.

A própria Inglaterra lembra-se dolorosamente do suicídio do atacante nigeriano Justin Fashanu (Norwich City, Notts County e Nottingham Forest), o primeiro jogador gay publicamente assumido enquanto atleta, que se suicidou após ser acusado (sem provas concretas) de ter cometido estupro em um menor, além de Dave Clement (Seleção da Inglaterra e Queens Park Rangers). Os escoceses Hughie Gallacher (Seleção da Escócia, Airdrie, Newcastle United ) e Erich Schaedler (Seleção da Escócia, Hibernians); e o italiano Agostino di Bartolomei (Roma e Milan) são outras trágicas lembranças.

Um tributo ao ótimo Gary Speed:

As 10 maiores transferências da história do futebol gaúcho - Jan/2011

28 de janeiro de 2011 20

Com as vendas de Giuliano e Sandro, o Internacional agora domina completamente o ranking das maiores negociações da história do futebol gaúcho. São sete das 10 maiores vendas, incluindo as cinco maiores. As transferências de Douglas Costa (Shakthar Donetsk por 15 milhões de reais) e Taison (13,8 milhões de reais), possíveis candidatas a entrarem na lista, ficaram abaixo do último colocado no ranking, o gremista Anderson em 2005.


A ida de Sandro para Londres se tornou a sétima mais rentável, enquanto a partida de Giuliano para o futebol ucraniano entrou no oitavo lugar. Sendo assim, Anderson, Carlos Eduardo e Sídnei deixaram a lista nesta atualização.

Ressalva importante: Carlos Eduardo recentemente rendeu mais 2 milhões de euros para o Grêmio, que tinha 20% do lucro do Hoffenheim-ALE em uma venda futura. Ele foi negociado por estonteantes 20 milhões de euros para o Rubin Kazan-RUS). Mas meu critério é simples: receitas flutuantes e flexíveis (ou seja, que não necessariamente podem ser atingidas), não entram na minha contabilização.

Vamos aos dados? Cliquem na imagem para ampliar:

As Maiores Transferências da História do RS - Arquivo Pessoal

As Maiores Transferências da História do RS – Arquivo Pessoal

VEJA TAMBÉM

Ibrahimovic marca gol incrível da intermediária, Galliani faz careta bizarra

17 de janeiro de 2011 1

O sueco Zlatan Ibrahimovic marcou um golaço impressionante no empate de 1×1 do seu Milan contra o Lecce pelo Campeonato Italiano 2010/11 neste domingo. No início do segundo tempo, Ibra recebeu um bicão da zaga, saiu em disparada e meteu de quase 40 metros de distância, espantando a todos pela precisão e dificuldade no arremate

O vice-presidente Adriano Galliani, muito visto nas negociações envolvendo Ronaldinho, fez uma cara do tipo “O que foi isto??? Caraca!“.  Vejam o lance:

Apesar de espetacular, este não foi o gol mais bonito da carreira do atacante sueco, famoso ter uma habilidade ímpar para um jogador tão alto. Também marcado por jogar muito bem nos campenoatos nacionais e decepcionar profundamente (leia-se: AMARELAR) na Liga dos Campeões e competições de Seleções, como a Copa do Mundo e a Eurocopa.

O mais bonito sem dúvida foi o memorável marcado na goleada de 6×2 sobre o NAC Breda pelo Campeonato Holandês, quando ainda jogava pelo Ajax. Ele simplesmente dá NOVE dribles antes de marcar o gol de sua vida: