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Posts com a tag "Seleção Brasileira"

Brasil x França será o 15º jogo da Seleção em Porto Alegre: confira a lista completa

03 de junho de 2013 0

Brasil x França, no próximo domingo na Arena do Grêmio, será o décimo quinto jogo da Seleção Brasileira em Porto Alegre. Foram dez jogos no Beira-Rio e quatro no Olímpico, e o Brasil só perdeu uma única vez, em 1972 contra a Argentina. São onze vitórias e apenas dois empates, curiosamente ambos contra a Seleção Gaúcha, um deles (curiosamente também em 1972), o maior público da história de Porto Alegre, mais de 100 mil torcedores.

Até hoje foram três jogos oficiais e 11 amistosos, e a última vez que o selecionado nacional jogou na capital dos gaúchos foi em 2009. Na ocasião treinada por Dunga, o Brasil venceu fácil o Peru por 3×0 no estádio Beira-Rio. Luís Fabiano, duas vezes, e Felipe Melo marcaram os gols do Brasil, que saiu do Rio Grande do Sul vice-líder das Eliminatórias Sul-Americanas para o Mundial de 2010. Felipão também retorna à Porto Alegre, foi o treinador do Brasil na vitória dificílima de 2×0 sobre o Paraguai, em um momento terrível do Brasil, realmente ameaçado de ficar fora da Copa do Mundo de 2002 (que acabou saindo campeão).

Brasil venceu o Peru em 2009, dois gols de Luís Fabiano - Foto: Fernando Gomes, ZH

Será também a quarta partida contra um selecionado europeu, antes jogos contra a Bulgária, Alemanha e Iugoslávia, todos terminados em vitórias da Seleção Brasileira.

VEJAM TODOS OS JOGOS
01°) 07/04/1969 – Amistoso – Beira-Rio – Brasil 2×1 Peru – Jairzinho, Gérson (Brasil); Gallardo (Peru)
02°) 04/03/1970 – Amistoso – Beira-Rio – Brasil 0×2 Argentina – Más, Conigliaro (Argentina)
03°) 26/04/1972 – Amistoso – Beira-Rio – Brasil 3×2 Paraguai – Carlos Alberto Torres, Tostão, Dirceu Lopes (Brasil), Escobar, Jiménez (Paraguai)
04°) 17/06/1972 – Amistoso – Beira-Rio – Brasil 3×3 Seleção Gaúcha – Jairzinho, Paulo César Caju, Rivellino (Brasil), Tovar, Carbone, Claudiomiro (Sel. Gaúcha)
OBS: Maior público da história de Porto Alegre, mais de 100.000 torcedores.
05°) 25/05/1978 – Amistoso – Beira-Rio – Brasil 2×2 Seleção Gaúcha – Toninho, Nelinho (Brasil); Lúcio, Éder (Sel. Gaúcha)
06°) 28/10/1981 – Amistoso – Olímpico – Brasil 3×0 Bulgária – Roberto Dinamite, Zico, Leandro
OBS: Primeiro jogo no Olímpico.
07°) 08/06/1985 – Amistoso – Beira-Rio – Brasil 3×1 Chile – Zico (2), Leandro (Brasil); Nuñez (Chile)
08°) 24/06/1987 – Amistoso – Olímpico – Brasil 1×0 Paraguai – Valdo
09°) 16/12/1992 – Amistoso – Beira-Rio – Brasil 3×1 Alemanha – Luís Henrique, Jorginho, Bebeto (Brasil); Sammer (Alemanha)
10°) 23/12/1994 – Amistoso – Olímpico – Brasil 2×0 Iugoslávia – Viola, Branco
11°) 07/09/1999 – Amistoso – Beira-Rio – Brasil 4×2 Argentina – Rivaldo (3), Ronaldo (Brasil); Ayala, Ortega (Argentina)
12°) 15/08/2001 – Eliminatórias – Olímpico – Brasil 2×0 Paraguai – Marcelinho Paraíba, Rivaldo
13°) 05/06/2005 – Eliminatórias – Beira-Rio – Brasil 4×1 Paraguai – Ronaldinho (2), Zé Roberto, Robinho (Brasil); Roque Santacruz (Paraguai)
14º) 01/04/2009 – Eliminatórias – Beira-Rio – Brasil 3×0 Peru – Luís Fabiano (2), Felipe Melo

Destes jogos todos, eu vi o de 1994 e 1999 no estádio e trabalhei no de 2005. Experiência única e inesquecível!
Total: 11V, 2E, 1D – 35GP, 15GC

OBSERVAÇÕES:

Em 19/12/1976, uma “Seleção do Brasileirão” enfrentou o então bicampeão brasileiro Internacional, vencendo por 4×1 no Beira-Rio. Algo semelhante ocorreu em 1983, quando um combinado de jogadores Eleitos pela imprensa enfrentou a Seleção Gaúcha no Beira-Rio, divulgado como sendo “Seleção Brasileira” mas sem nenhum escudo nem representatividade oficial, vencendo o jogo por 4×1. Este jogo já foi tema aqui no Almanaque Esportivo em 2011: http://wp.clicrbs.com.br/almanaqueesportivo/2011/03/12/tunel-do-tempo-selecao-brasileira-goleia-selecao-gaucha-em-1983/?topo=13,1,1,,10,13

Postado por Perin, com dados do I.P.E.

DIA DO GOLEIRO: Parabéns para meus ídolos Taffarel, Schmeichel e Van der Sar

26 de abril de 2013 6

Hoje, 26 de abril é o “Dia do Goleiro” aqui no futebol brasileiro. A data foi escolhida para comemorar o aniversário do histórico goleiro Manga, nascido em 26 de abril de 1937. E o Almanaque Esportivo fará uma homenagem aos seus três ídolos de infância: Taffarel, o dinamarquês Peter Schmeichel e o holandês Edwin van der Sar.

Dia do Goleiro em homenagem à "Manguita Fenômeno" - Foto: Genaro Joner / Agencia RBS

  • TAFFAREL – BRASIL – INTERNACIONAL, PARMA, REGGIANA, ATLÉTICO-MG, GALATASARAY

Difícil falar sobre o jogador mais importante em minha vida como torcedor de futebol. Taffarel é especial para mim. Um goleiro que nunca foi muito alto, mas sempre se posicionou de maneira espetacular, com uma inteligência e firmeza indiscutível.

Depois de se tornar o primeiro goleiro brasileiro com status de estrela no futebol mundial, virou ídolo em quase todos os times que passou. Na Seleção Brasileira é uma lenda. Então, fica minha homenagem com dois vídeos, cenas raras de defesas pouco lembradas:

E as mais clássicas:

  • PETER SCHMEICHEL – DINAMARCA – GLADSAXE-HERO, HVIDOVRE – MANCHESTER UNITED – SPORTING LISBOA – ASTON VILLA – MANCHESTER CITY

Peter Schmeichel me chamou a atenção no inverno de 1992. Com atuações assombrosas pela Dinamarca, me fez procurar saber que time ele atuava e mais detalhes sobre o atleta. Dali iniciou-se uma relação de 20 anos com o Manchester United, mas hoje o assunto é Schmeichel. Gigantesco, o dinamarquês era um líder dentro e fora de campo, mas sua suprema técnica e a explosão muscular eram imbatíveis. Com uma firmeza impressionante, se tornou um dos maiores goleiros da história do futebol mundial. Vejam grandes momentos de Peter, The Dane.

EDWIN VAN DER SAR – AJAX – JUVENTUS – FULHAM – MANCHESTER UNITED

O goleiro Edwin van der Sar é um misto das duas lendas anteriores. Gigante como Schmeichel, ágil como Taffarel. Um goleiro que aos 40 anos estava em plena forma, com atuações espetaculares por um dos maiores times do mundo. Ícone do Ajax, se tornou quase ao final de carreira um dos mais brilhantes jogadores recentes do Manchester United.

Grandes defesas de Van der Sar até chegar ao Manchester United:

E sua fase gloriosa em Old Trafford:

Sub-20: Brasil e Argentina decretam vexame histórico e caem na 1º fase

19 de janeiro de 2013 2

Brasil e Argentina protagonizaram o maior fiasco da história dos Sul-Americanos Sub-20. O Brasil, atual tricampeão continental e campeão mundial, foi eliminado ontem ao levar 2×0 do Peru, com apenas uma vitória em 4 jogos. Já a Argentina deu um vexame ainda maior: sede do torneio, foi eliminada por antecipação e com apenas uma vitória em 4 jogos. Um fiasco do tamanho do continente, já que classificavam-se 3 dos 5 times de cada grupo.

A Seleção Brasileira, treinada por Émerson Ávila, mostrou o caos que temos nas categorias de base do futebol nacional. Do modelo com sucesso adotado por Mano Menezes, com Ney Franco de técnico do Sub-20 e coordenador do Sub-23, muito se perdeu com as mudanças na CBF.

Além da geração ser mediana, sem os talentos de Neymar, Oscar, Lucas Moura, entre outros, o técnico se mostrou perdido: insistiu em esquemas totalmente díspares entre si (ofensivo demais no 1º jogo, retranqueiro nos demais). A não-titularidade de Rafa Alcântara (depois de tanta briga para que ele jogasse pelo país) e Bruno Mendes (de final de temporada espetacular pelo Botafogo) foram outros dos problemas.

No caso da Argentina, campeã pela última vez em 2003 mas campeã mundial em 2007, o vexame é ainda maior. É o terceiro insucesso consecutivo em Sul-Americanos, pois em 2009 conseguiu a proeza de ser a 5º em 6 times no hexagonal final e ficar fora do Mundial, enquanto em 2011 ficou em 3º, foi pro Mundial (classificavam-se 4 times) mas fora das Olimpíadas de Londres.

Um vexame que faria qualquer país sério reestudar o que está ocorrendo em suas categorias de base e buscar alternativas.

Mas na CBF, comandada pelo ancião José Maria Marín, e na AFA, pelo eterno Julio Grondona? Esqueçam.

Brasil perdendo para o Uruguai - Foto: ALEJANDRO PAGNI / AFP

VÔLEI: Vivendo um Sul Americano no Peru como espectadora 'in loco'

28 de dezembro de 2012 6

O próximo post não é de minha autoria. Há cerca de dois meses, minha esposa Mariane Batista foi para o Peru acompanhar o Campeonato Sul-Americano de Vôlei Feminino Infanto-Juvenil. De lá, saiu impressionada com a relação entre o Peru e o Vôlei, especialmente o feminino, já que o país sul-americano foi medalhista olímpico nos anos 80. E é esta história que ela irá nos contar:

Mariane Batista torcendo pelo Brasil no Sul-Americano de Vôlei - Arquivo Pessoal

Em meados de agosto por meio de uma brincadeira surgiu a oportunidade de irmos, eu e minha irmã Márcia, até Lima (Peru) assistir ao Campeonato Sul Americano de Voleibol Infanto Juvenil Feminino. Teríamos a oportunidade de ver de perto minha sobrinha-afilhada atleta, Lyara, jogar pela Seleção Brasileira. Pesquisamos, conversamos, entramos em contato com um ótimo site de vôlei, o Vive Voley e através dele confirmamos as datas e posteriormente as tabelas de jogos.

Mari e a sobrinha Lyara Batista Medeiros, atleta da Seleção - Arquivo Pessoal

No tempo entre a decisão de ir e o campeonato, aconteceu o Campeonato Sul Americano Juvenil Feminino. Acompanhava o desempenho do Brasil através das redes sociais e consegui assistir à final entre Brasil e Peru pela internet… Após esse jogo tive certeza que não seria nada fácil estar lá, pois percebi que os peruanos gostam bastante de Vôlei, gostam não, são fanáticos e pelas categorias de base, uma vez que hoje eles não tem força na categoria adulta. A torcida de quase 6000 pessoas no ginásio no dia da grande final (uma segunda feira, 18h…) que vibrava a cada ponto conquistado por sua seleção, calou-se quando o time juvenil Brasileiro sagrou-se Campeão. Mas o canal de TV peruano que transmitiu on line o jogo, mostrava sempre a sua bela torcida, suas atletas guerreiras e seu povo…
Organizamos nossas datas de forma a estar lá para assistir ao 3º jogo da fase classificatória e fase final, incluindo a semi e a final. Com a certeza que a final seria entre os times mais fortes, o favorito Brasil e o dono da casa Peru, precisava muito ter os ingressos garantidos para o espetáculo. Contatando o site, fiz um novo amigo, Nano Gonzales que foi muito paciente na interminável troca de e-mail’s e em esclarecer todas as dúvidas que eu tinha. Sempre se mostrou solícito e muito educado e no meu desespero nos e-mail’s a dois dias da ida para o Peru, ofereceu-se para comprar os ingressos para nós.
Chegando o grande dia de assistir o primeiro jogo, um sábado a tarde, nos deslocamos até o Coliseo Miguel Grau em Callao e lá já na entorno do complexo esportivo percebi que não seria fácil…   Entrando no ginásio, sentamos no meio da torcida peruana e assistimos a um jogo que acontecia antes do “nosso”… E mesmo sem ser a Seleção da casa jogando a torcida vibrava bastante. O jogo que assistimos era Brasil X Argentina e a torcida peruana torcia SEMPRE contra nós, mesmo que fosse seu próximo adversário, eles até vibravam com os belos lances, mas nunca assumiam torcer para o “favorito”.
Eu me questionava: Quem é esse pessoal que está aqui assistindo a esses jogos? Será que moram aqui perto? (Callao é um município da Grande Lima) Será que suas familiares estarão em quadra pela Seleção Peruana? Que nada, são pessoas que gostam de vôlei, são novos, crianças, adultos, idosos… gente de todo tipo e classe social.
Após a vitória das nossas meninas sobre as “hermanas” Argentinas, assistimos ao jogo entre Peru X Chile, agora já sentadas mais afastadas da torcida mais eufórica. Nesse momento observei a grande torcida peruana que levaram seus tambores e cornetas para torcer com seus rostos pintados de vermelho e branco. O Brasil passeou sobre o Chile na semi final e após aconteceu o jogo entre Peru e Argentina, ganhando os donos da casa no tie break em um jogo muito emocionante.
No dia da grande final, senti um arrepio ao entrar no Miguel Grau, ginásio dito amaldiçoado pelos peruanos, uma vez que havia alguns Campeonatos que o Peru estava disputando títulos e não ganhava.  Eles tiveram três eliminações em torneios internacionais desde 2008 nesse ginásio. Acredito que dizem ter fantasma porque o Complexo Miguel Grau fica em frente a dois enormes Cemitérios.
A grande final foi um lindo e emocionante jogo. Acredito que além das 12 atletas e comissão técnica, estavam lá torcendo pela Seleção Brasileira, Rafael Petry, técnico da Seleção Colombiana que além de brasileiro é Gaúcho, o técnico Antonio Rizolla que é Diretor de Seleções da CBV, uma moça da imprensa brasileira e nós, eu a minha irmã Marcia.

Os outros 6000 presentes eram torcedores peruanos que viram seu Peru ser Campeão Sul Americano após 32 anos sem nenhuma vitória, 3×2 na decisão! Para eles foi ganhar a Copa do Mundo… o país parou, todos sabiam do jogo, todos assistiram ao jogo e inclusive a sua reprise 24 horas após… 80% dos jornais tinham o Peru Campeão em sua capa, enfim, eles respiram o Vôlei!

Todos os jornais peruanos no dia seguinte à vitória - Arquivo Pessoal

Foi uma experiência única e inesquecível, claro que a idéia era trazer o Ouro para casa, mas não foi possível por diversos fatores. É capaz de eu ser  “mal entendida” pelo que vou escrever, porém mesmo que o “preço” tenha sido ver nossas meninas tristes, eu posso dizer que estive num evento desportivo que entrou para a história do Peru.  Fiquei triste também, é claro, mas no esporte é assim, um vence e o outro perde, e naquele 26 de novembro foi o dia do Peru vencer e fazer o país parar e comemorar seu título!
TODAS as mídias no momento seguinte, e nos dias seguintes ao término do jogo tinham esse assunto, rádios, canais de TV, inclusive com transmissão ao vivo da frente do hotel de las Campeonas…

Dia seguinte, e a final ainda era o assunto do país - Foto Arquivo Pessoal

Foi bonito, foi mágico, foi emocionante!

ESPECIAL: Estádio Olímpico e suas estatísticas finais de 58 anos de história!

03 de dezembro de 2012 13

Ontem encerrou-se o capítulo oficial da história do estádio Olímpico Monumental. Palco de 58 anos dos jogos do Grêmio Foot-Ball Portoalegrense, a velha casa Tricolor deixará de existir em 2013.

Se despediu com um 0×0 tumultuado, contra seu arquirrival Internacional em um jogo decisivo do Campeonato Brasileiro, depois de ter iniciado a sua trajetória em um 2×0 sobre o Nacional de Montevidéu, Torneio de Inauguração do estádio em 1954

O Almanaque Esportivo compilou as mais significativas (ou não) estatísticas da história do Grêmio.  Foram  1764 jogos, 1156 vitórias, 382 empates e e sofreu 226 derrotas. Marcou 3498 gols e sofreu 1303 (dados do @tribunagremista, o grande Bruno Coelho).

Em Gre-Nais foram 123 jogos, 41 vitórias, 48 empates e 34 derrotas, 152 gols marcados e 132 gols sofridos.


Primeiro jogo: Grêmio 2×0 Nacional-URU, torneio de inauguração do estádio em 19/09/1954
Primeira vitória: Grêmio 2×0 Nacional-URU, torneio de inauguração do estádio em 19/09/1954
Primeiro gol: Vítor (Grêmio), em Grêmio 2×0 Nacional-URU, torneio de inauguração do estádio em 19/09/1954
Primeiro gol gremista: Vítor (Grêmio), em Grêmio 2×0 Nacional-URU, torneio de inauguração do estádio em 19/09/1954
Primeira derrota: Grêmio 2×6 Internacional, torneio de inauguração do estádio em 26/09/1954
Primeiro gol sofrido: Jerônimo (Inter), em Grêmio 2×6 Internacional, torneio de inauguração do estádio em 26/09/1954
Primeira vitória em Gre-Nais: Grêmio 2×1 Internacional, Campeonato Citadino 1955 em 24/07/1955
Primeira derrota em Gre-Nais: Grêmio 2×6 Internacional, torneio de inauguração do estádio em 26/09/1954
Primeiro gol marcado em Gre-Nais: Sarará (Grêmio),em Grêmio 2×6 Internacional, torneio de inauguração do estádio em 26/09/1954
Primeiro gol gremista em Gre-Nais: Sarará (Grêmio),em Grêmio 2×6 Internacional, torneio de inauguração do estádio em 26/09/1954
Primeiro gol colorado em Gre-Nais: Jerônimo (Inter), em Grêmio 2×6 Internacional, torneio de inauguração do estádio em 26/09/1954
Maior público oficial: Grêmio 0×1 Ponte Preta, Brasileiro de 1981 – 98.421 (85.751 pagantes) em 26/04/1981- OBS: sobre este jogo existe uma polêmica, já que nas sociais era necessário 4 ingressos dos ditos “normais” e todos foram contabilizados como torcedores individuais. A prova da confusão é que o segundo maior público do Olímpico é de simplesmente 24 mil torcedores a menos, 74,238 torcedores em Grêmio 0×0 Flamengo pela final do Brasileiro de 1982. Quem quiser contribuir, informe. O Renato Rangel Torres fez um ótimo comentário, olhem mais abaixo.
Primeiro título no estádio: Internacional, campeão do torneio de inauguração do estádio em 26/09/1954
Primeiro título do Grêmio na “Era Olímpico”: Campeonato Gaúcho de 1956, batendo o Pelotas fora de casa na final
Primeira finalíssima do Grêmio em seu próprio estádio: Grêmio 3×0 Guarany-Bagé, Campeonato Gaúcho 1958 em 11/03/1959
Primeiro jogo internacional oficial: Grêmio 0×0 São Paulo, Copa Libertadores 1982 em 03/09/1982
Primeiro jogo de Copa Libertadores: Grêmio 0×0 São Paulo, Copa Libertadores 1982 em 03/09/1982
Primeiro jogo da Seleção Brasileira: Brasil 3×0 Bulgária, amistoso em 28/10/1981
Último jogo: Grêmio 0×0 Internacional, Campeonato Brasileiro em 02/12/2012
Última vitória: Grêmio 2×1 São Paulo, Campeonato Brasileiro 20120 em 12/11/2012
Último gol: Marcelo Moreno (Grêmio), Grêmio 2×1 São Paulo, Campeonato Brasileiro 2012 em 12/11/2012
Último gol gremista: Marcelo Moreno (Grêmio), Grêmio 2×1 São Paulo, Campeonato Brasileiro 2012 em 12/11/2012
Última derrota: Grêmio 1×2 Portuguesa, Campeonato Brasileiro 2012 em 13/08/2012
Último gol sofrido: Rogério Ceni (São Paulo), Grêmio 2×1 São Paulo, Campeonato Brasileiro 2012 em 12/11/2012
Último gol marcado em Gre-Nais: Bolívar (Inter), Grêmio 2×2 Internacional, Campeonato Gaúcho 2012 em 05/02/2012
Último gol gremista marcado em Gre-Nais: Marcelo Moreno, Grêmio 2×2 Internacional, Campeonato Gaúcho 2012 em 05/02/2012
Último título no estádio: Internacional, Campeonato Gaúcho 2011 em 15/05/2010
Último título gremista da “Era Olímpico”: Grêmio, Campeonato Gaúcho 2010 em 02/05/2010
Último título gremista no estádio: Grêmio, Campeonato Gaúcho 2010 em 02/05/2010
Último gol colorado em Gre-Nais: Bolívar (Inter), Grêmio 2×2 Internacional, Campeonato Gaúcho 2012 em 05/02/2012
Menor público do Olímpico: 55 pagantes em Juventude 2×1 Portuguesa, Campeonato Brasileiro 1997 em 03/12/1997 - OBS: O menor público do Grêmio foi de 271 pagantes no jogo Grêmio 2×0 Esportivo, Campeonato Gaúcho em 07/07/1994
Último jogo internacional oficial: Grêmio 1×0 Millionários-COL, Copa Sul-Americana 2012 em 30/10/2012
Último jogo de Copa Libertadores: Grêmio 1×2 Universidad Católica-CHI, Copa Libertadores 2011 em 26/04/2011
Último jogo da Seleção Brasileira: Brasil 2×0 Paraguai, Eliminatórias para o Mundial 2002 em 15/08/2001
Observações finais: em caso de erros ou omissões, mandem e-mail ou deixem  comentários!

Adeus, velho Olímpico! - Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS

Futebol olímpico - Histórias de Los Angeles, Seul, Atlanta e Sydney!

10 de agosto de 2012 0

No próximo sábado, a Seleção Brasileira entrará em campo no lendário estádio de Wembley contra o México em busco do topo.  O time treinado por Mano Menezes tentará a inédita medalha de ouro olímpica no futebol. O Brasil, pentacampeão mundial, só obteve duas medalhas de prata e outras duas de bronze.

Apesar do futebol irregular, a campanha brasileira é perfeita: 3×2 contra o Egito, 3×1 contra Belarus, 3×0 na Nova Zelândia (todos na primeira fase), 3×2 em Honduras  (quartas-de-final) e 3×0 na Coréia do Sul, garantindo vaga nas semifinais e a medalha de prata. Leandro Damião é o artilheiro da competição com seis gols.

Em 2008, o Almanaque Esportivo contou quatro histórias do futebol olímpico brasileiro. As boas campanhas dos anos 80 em Los Angeles e Seul, e as dramáticas derrotas para os africanos em 96 e 2000. O Brasil ainda obteve a medalha de bronze em 2008, na última edição dos jogos. Confiram estas histórias:

Seleção Olímpica 2012 - Meu palpite dos 18 convocados de Mano Menezes

04 de julho de 2012 1

Analisando as últimas convocações, não acredito que a lista final do técnico Mano Menezes de 18 jogadores para os Jogos Olímpicos de 2012 seja muito diferente da que eu vou apresentar abaixo. Será mais uma tentativa de buscar a medalha de ouro olímpica, inédito no futebol brasileiro. Até hoje, o máximo que o Brasil obteve foram duas medalhas de prata, em 1984 (Los Angeles) e 1988 (Seul). Em 1996 (Atlanta) e 2008 (Beijing), o Brasil ficou com a medalha de bronze.

Para mim, os três jogadores acima de 23 anos estão praticamente garantidos: o lateral-esquerdo Marcelo e os zagueiros Thiago Silva e David Luiz. Por ser um grupo muito restrito, de apenas 18 jogadores, o treinador tem que levar atletas o mais polivalente possíveis. O técnico Mano Menezes vai divulgar a lista final de jogadores amanhã, dia 5 de julho, às 15h (de Brasília), em evento no Hotel Sheraton, Rio de Janeiro.

Mano Menezes, sob pressão para as Olimpíadas - Foto: Rafael Ribeiro / CBF

GOLEIROS

  • Rafael (Santos) – As boas atuações na ronda de amistosos tiraram as chances de Jefferson ir para Londres.
  • Neto (Fiorentina) – É reserva em Florença, mas tem algumas convocações.

LATERAIS

  • Danilo (Porto) – Titular de Mano nos últimos amistosos, não fez bons jogos. Corre risco de perder para Rafael, do Manchester United.
  • Marcelo (Real Madrid) – Um dos jogadores acima de 23 anos. Joga muito, mas tem temperamento explosivo.

ZAGUEIROS

  • Thiago Silva (Milan) – Simplesmente o melhor do mundo, será o esteio de qualidade e capitão do time.
  • David Luiz (Chelsea) – Apesar da irregularidade, é melhor que o convalescente Dedé. Em forma, o vascaíno provavelmente seria convocado.
  • Juan (Internazionale) – Palpite que ganhará a vaga de Bruno Uvini porque pode também jogar na lateral-esquerda.

VOLANTES

  • Sandro (Tottenham Hotspur) – Titular nos últimos jogos, dificilmente perderá a vaga.
  • Rômulo (Spartak Moscou) – O ex-vascaíno se afirmou na ronda de amistosos na América do Norte e parece ter assegurado a vaga olímpica.
  • Casemiro (São Paulo) / Fernando (Grêmio) – O são-paulino era favorito, mas a má-fase em 2012 pode pesar contra si. Já o gremista mostra justamente o oposto: vive ótima fase e pode roubar a vaga.

MEIAS

  • Giuliano (Dnipro) – O ex-colorado é polivalente, pode jogar em 3 das 4 funções do meio-campo e é um ótimo definidor. Nome certo.
  • Oscar (Internacional) – O colorado foi um dos melhores, senão o melhor jogador na última sequência de jogos da Seleção. Será titular.
  • Paulo Henrique Ganso (Santos) – Eterna promessa, o santista vive uma fase tenebrosa, longe do potencial apresentado em 2010. Mas será convocado.
  • Lucas (São Paulo) – Em boa fase no Tricolor, Lucas é mais um que preza pela polivalência, podendo facilmente jogar no meio ou no ataque, substituindo Neymar.

ATACANTES

  • Neymar (Santos) – Grande jogador brasileiro da atualidade, único com status de superestrela internacional atuando no futebol nacional, é a referência técnica do time. Candidato à estrela dos Jogos Olímpicos.
  • Leandro Damião (Internacional) – Mesmo após uma péssima série de amistosos, com nenhum gol marcado em quatro jogos, segue marcando gols regularmente no clube.
  • Alexandre Pato (Milan) – Sem lesões, o milanista tem grandes chances de assumir a titularidade, até porque consegue jogar nas duas funções do ataque.
  • Wellington Nem (Fluminense) – Por ser um jogador baseado na velocidade, tem ótimas chances de ser um dos convocados, como opção de contra-ataque.

VEJA TAMBÉM

Messi se iguala a Paolo Rossi: 3 gols no Brasil em um mesmo jogo! Confira a lista completa

12 de junho de 2012 7

A atuação exuberante de Lionel Messi no último sábado, no amistoso em que a Argentina bateu o Brasil por 4×3, deixou uma impressão incrível.  Foi a primeira vez que o Brasil levou 3 gols de um mesmo jogador desde o distante ano de 1982. Na ocasião, o atacante Paolo Rossi marcou 3 vezes em Valdir Peres e selou a dramática eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982, derrota de 3×2 para a Itália.

Ninguém consegue parar Messi - Foto: Emmanuel Dunand / AFP

É bem verdade que os três gols do ‘carrasco‘ italiano foram infinitamente mais importantes, em uma Copa do Mundo, que os do argentino, um amistoso em Nova Jérsei contra a base do time olímpico brasileiro. Porém o fato é significativo por si só. Vejam os gols de Messi e também de Rossi:

LIONEL MESSI – ARGENTINA 4X3 BRASIL – AMISTOSO INTERNACIONAL – 2012

PAOLO ROSSI – ITÁLIA 3X2 BRASIL – COPA DO MUNDO – 1982

Messi completou 82 gols em 2011/12, com 73 em jogos oficiais pelo Barcelona e mais 9 pela Seleção Argentina. Em 72/73, o alemão Gerd Muller fez 67 gols pelo Bayern de Munique e Alemanha Ocidental. Já em 1958, o gênio Pelé marcou 77 vezes (9 gols pela Seleção Brasileira e 68 gols pelo Santos).

Vale ressaltar ainda que outros nove jogadores marcaram três gols no Brasil. Foram 4 argentinos (5 com Messi), um polonês, um iugoslavo, um paraguaio, um belga e um tchecoslovaco. Alguns foram em amistosos, outros em torneio oficiais e três deles em Campeonatos Sul-Americanos, a competição precursora da atual Copa América. Confiram a lista completa abaixo:

  • 1925 – Seoane - Brasil 1×4 Argentina – Campeonato Sul-Americano
  • 1934 – Marjanovic - Brasil 4×8 Iugoslávia - Amistoso Internacional
  • 1938 – Willimowski - Brasil 6×5 Polônia – Copa do Mundo (correção feita por Marcos Coimbra, obrigado)
  • 1945 – Mendez - Brasil 1×3 Argentina – Campeonato Sul-Americano
  • 1955 – González - Brasil 3×3 Paraguai - Taça Oswaldo Cruz
  • 1959 – Sanfilippo – Brasil 1×4 Argentina - Campeonato Sul-Americano
  • 1960 – Peucelle - Brasil 1×6 Argentina - Copa Roca
  • 1963 – Stockman – Brasil 1×5 Bélgica - Amistoso Internacional
  • 1968 – Adamec - Brasil 2×3 Tchecoslováquia - Amistoso Internacional
  • 1982 – Paolo Rossi - Brasil 2×3 Itália - Copa do Mundo
  • 2012 – Messi - Brasil 3×4 Argentina - Amistoso Internacional

Diretor de Seleções da CBF, Andrés Sánchez diz que "Barcelona é uma balela" - Uma reflexão

09 de abril de 2012 2

Pelo visto o futebol brasileiro ainda continuará muitos anos patinando se depender da maneira de pensar de seus dirigentes. Andrés Sánchez, o todo-poderoso diretor de seleções da CBF, disparou lamentáveis declarações neste domingo. Em entrevista à TV Gazeta, o ex-presidente do Corinthians declarou que o “Barcelona é uma balela” e ainda cometeu um vergonhoso equívoco de informação ao bradar: “Onde estava o Barcelona há cinco, seis anos?”

Nem vamos considerar o fato que nesta época, o Barcelona era bicampeão espanhol e campeão europeu, com o melhor jogador do mundo (Ronaldinho) eleito em 2004 e 2005. Fica até chato tripudiar sobre alguém que certa vez afirmou: “A verdade é que enquanto uma pessoa tem duas Mercedes Benz para andar, outras precisam pegar ônibus“. Isto ocorreu há sete anos, quando era vice-de-futebol do idôneo Kia Joorabichan no Corinthians da MSI…

Mas é aterrador ler isto do responsável por cobrar bons resultados do treinador da Seleção Brasileira, aliás seu ex-comandado Mano Menezes e que faz um trabalho pífio. É desesperador.

Vou repetir toda a entrevista: “Isso daí de que o Barcelona tem uma escola de futebol, que todo mundo joga igual, é tudo balela. É fase. O que eles ganhavam cinco, seis anos atrás? Nada. E o que vão ganhar daqui cinco, seis anos? Nada, porque Xavi (32), Iniesta (27), Messi (24) e tudo mais vão parar de jogar. Eu já fui pra lá e não vi o time jogar igual ao profissional, ainda perderam de 2 a 0 (Nota do Almanaque: foi 2×1) para o sub-17 do. Corinthians. A única coisa que eu vi de diferente é que os garotos não têm a obrigação de ganhar”.


VAMOS AOS FATOS?
  1. O Barcelona joga assim há mais de 30 anos, desde que Johan Crujff trouxe sua filosofia do Ajax. Não é um time ocasional.
  2. Todos jogam assim, desde o time sub-fraldinha do Barça até o profissional. O Inter pegou o time reserva do Barcelona e sofreu demais para arrancar um empate, porque os reservas jogam igualzinhos aos titulares.
  3. O trabalho de base do Barcelona é tão bom que, se tirarmos os jogadores contratados, o Barça fica com oito, nove das categorias de base. O time que chega mais perto disto, de muito longe, é o Ajax.
  4. O Andrés Sánchez não deve estar vendo os jogos do Barcelona, pois a idade da maioria dos reservas e alguns titulares (tipo o Messi!) é muito baixa, prontos para jogar anos em alto nível.
  5. O trabalho de base do Corinthians foi destruído nos últimos anos justamente pela gestão Andrés Sánchez. Até o tenebroso Alberto Dualib formou mais atletas na base do Parque São Jorge. Para vocês verem, nesta competição citada o Timão quase levou a equipe Sub-18 ao invés de Sub-17. Emblemático.
  6. Se o Barcelona tem alguma “sorte” é de ter gente pensando no futuro, a longo prazo, no comando do clube.
  7. Daqui há seis anos (o tempo indicado por Sánchez), quantos jogadores do Corinthians Sub-17 estarão na Seleção Brasileira? Ravi; Abner, Lucão, Paulo Cesar, PC; Ayrton, Rivinha, Lucas Kevin, Giovanni; Juninho (Matheus), Washington (Léo/Leandro)
  8. Agora façam o mesmo exercício para este time:  Bañuz, Edu (Pol Calvet), Bakoyoc (Miguel Ángel), Bagnack, Ayala, Samper, Babunki (Adama), Patri, Dongou, Quintillà and Grimaldo.
  9. Realmente os jogadores do Barcelona não tem obrigação de ganhar. Isto é consequência. Eles tem obrigação de se formarem como atletas. De saberem os fundamentos, domínio, passe, posicionamento, marcação e cabeceio.

O mais absurdo é que isto esconde uma lição demonstrada na Copa do Mundo de 2010 e na final do Mundial de Clubes em 2011, ambos vencidos pelo futebol espanhol. Lá, assim como na Alemanha, está sendo priorizado o trabalho de categorias de base, prospecção de talentos, qualificação dos técnicos. Isto aliado a um futebol ofensivo, coletivo, bem ao gosto dos torcedores, encanta novos adeptos.

Guardiola vs. Andrés Sánchez - Quem tá certo? - Montagem TI RBS sobre fotos de Franck Fife/AFP e CBF_Divulgação

Enquanto isto, o futebol brasileiro segue na filosofia do “Muricybol“, do treinador Muricy Ramalho tetracampeão brasileiro e maior exemplo desta maneira de jogar. Ligação direta, bolas paradas, jogo defensivo. Que primeiro pensa em anular o adversário e só depois jogar. Desperdiçando o talento coletivo para girar em torno de uma ou duas “superestrelas”.
No dia que este é bem marcado ou joga mal, acabam-se as opções. E o fracasso ocorre.

Como sugestão de leitura para o Andrés Sánchez (famoso justamente por não ler coisa alguma), indico “A bola não entra por acaso“, do ex-dirigente do Barcelona Ferran Soriano.

Talvez aprenda as lições que o futebol brasileiro tanto necessita.

Ou não…

Seleção Brasileira: quem já jogou em Grêmio e Internacional?

18 de agosto de 2011 10

Quem já foi convocado para a Seleção Brasileira e defendeu os maiores times do RS? Resolvi fazer uma lista de jogadores, todos ainda em atividade, que já passaram por Grêmio e Internacional e, em ao menos uma convocação, defenderam a Seleção Brasileira. Separei em quatro grupos: Grêmio e Inter; pratas-da-casa ou não.

Os recordistas em jogos são Lúcio, ex-Inter com 98 jogos, e Gilberto Silva, atualmente no Grêmio com 93 partidas. Ronaldinho Gaúcho, formado no Tricolor, tem 88 jogos mas foi convocado hoje e pode aumentar esta marca. Curiosamente, os três foram campeões mundiais em 2002 pelo Brasil.

Muitos jogadores foram chamados pouquíssimas vezes… Vale ressaltar ainda que Michel Bastos jogou também pelo Pelotas, enquanto Fernando Menegazzo, Naldo, Thiago Silva e Éderson jogaram pelo Juventude. Thiago Silva e Éderson também jogaram profissionalmente pelo RS Futebol Clube, hoje extinto.

  • Contratados pelo Grêmio com passagens pela Seleção Brasileira antes ou depois de jogar no Tricolor:
  • Victor, Jonas, Douglas, Gilberto Silva(*), Gabriel, Diego Souza, Felipe Melo(*), Michel Bastos(*), Gilberto(*), Fernando Menegazzo(*), Réver, Marcelinho Paraíba, Grafite, Roger Flores, Fábio Rochemback
  • Formados no Grêmio com passagens pela Seleção Brasileira:
  • Carlos Eduardo, Tinga, Anderson(*), Lucas Leiva, Cássio, Léo, Ronaldinho Gaúcho(*), Anderson Polga(*), Eduardo Costa
  • Contratados pelo Internacional com passagens pela Seleção Brasileira antes ou depois de jogar no Colorado:
  • Kléber(*), Alex, Jô, Ilsinho, Éderson, Tinga, Adriano Gabiru, Ilan, Magrão, Gil, Fabiano Eller
  • Formados no Internacional com passagens pela Seleção Brasileira:
  • Lúcio(*), Daniel Carvalho, Sandro, Nilmar(*), Alexandre Pato(*), Leandro Damião, Fábio Rochemback, Rafael Sóbis, César Prates

OBS: jogadores com (*) ganharam um título importante pela Seleção Brasileira

OBS2: jogadores em negrito jogaram mais de 10 partidas pela Seleção Brasileira