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Posts com a tag "torcedores"

Torcida do Chicago Fire homenageia "Super Mário Bros."

28 de setembro de 2010 1

Super Mário - O símbolo da Nintendo e o futebol em Chicago

A torcida do Chicago Fire, um dos mais tradicionais times da Major League Soccer, a divisão profissional dos Estados Unidos, fez uma inusitada homenagem no jogo que marcou a abertura da temporada norte-americana.

Em comemoração aos 25 anos do personagem Super Mário, da empresa de games Nintendo, a já conhecida torcida organizada “Section 8” fez uma montagem envolvendo o personagem. Ficou horrivelmente tosca, mas foi divertida:

A “Section 8” é em homenagem ao setor que estes torcedores ficavam no hoje remodelado Soldier Field. O clube atualmente utiliza o Toyota Park, menor e mais adequado para o tamanho do público do futebol nos EUA: 20 mil torcedores.

Mais curioso que isto é o nome escolhido deste clube, que completa 13 anos mês que vem. O Chicago Fire foi fundado em 8 de outubro de 1997, mesma data do Grande Incêndio de Chicago, ocorrido em 1871 e que destruiu grande parte da capital (valeu, Luciano!)maior cidade do estado de Illinois.

O incêndio foi especialmente devastador porque a cidade era a capital mundial da madeira, com a maioria das construções feitas neste material abundante na região. O resultado da catástrofe foram 300 mortos e milhares de desabrigados.

Grande Incêndio de Chicago - 1871 - Reprodução J. L. R Le Beau

Depois disto, a cidade passou por um enorme replanejamento urbano e adotou uma política ousada de arquitetura. No século XX, Chicago se tornou a “Meca” da arquitetura moderna, com suas casas pouco ortodoxas e seus arranha-céus espetaculares à beira do Lago Michigan:

Chicago nos dias atuais e sua espetacular arquitetura

OPINIÃO - Torcidas da dupla Gre-Nal NÃO TEM O DIREITO de desrespeitar o Hino Nacional

20 de setembro de 2010 114

Me causou profundo desgosto no dia de ontem os dois incidentes envolvendo o Hino Nacional Brasileiro no estádio Beira-Rio e no estádio da Ressacada. Reinicidentes, a torcida Popular do Inter e a torcida Geral do Grêmio simplesmente desrespeitaram a execução de um símbolo nacional, como o Hino Nacional está citado na Constituição Federal de 1988.

E para que fique claro: acho a lei de obrigatoriedade da execução dos hinos nacionais em eventos esportivos ridícula, demagógica e desnecessária. Isto tem que ser cantado nos Colégios, como a lei 12031prevê.

Já ocorreu uma falta de respeito na semifinal entre Internacional e São Paulo, quando o Hino do RS foi cantado 2x e na segunda repetição atravessou a execução do Hino Nacional. O Hino Brasileiro estava muito baixo, mas se eu ouvi, todo mundo pode ter ouvido. Ontem foi pior: a Popular cantou uma canção qualquer na hora do Hino Brasileiro e depois cantou a plenos pulmões o Hino Rio-Grandense.

Beira a hipocrisia criticar o Adolfo Bautista pelo desrespeito ao Hino Brasileiro na final da Libertadores se a própria torcida colorada fez o mesmo no último domingo.

Pior fez parte da torcida do Grêmio na Ressacada. Na hora do Hino Brasileiro passou a cantar o Hino Rio-Grandense, recebendo a merecida vaia da torcida catarinense. Isto já havia acontecido várias vezes neste ano, uma delas até fortemente criticada pelo repórter da Rádio Gaúcha José Alberto Andrade.

O líder da Popular, Hierro Martins, já pediu colaboração expressa da diretoria do Inter por intermédio do Assessor de Imprensa Aleco Mendes. Acho que está aí a solução, mas já passou da hora de um basta ocorrer.

P.S. Para quem não sabe, sou gaúcho de Santa Maria e admiro toda a cultura gaúcha, respeito as tradições, etc. Mas exijo que o mesmo respeito seja feito com um símbolo nacional.

LEI N. 5.700 – DE 1° DE SETEMBRO DE 1971


Art. 30o. Nas cerimônias de hasteamento ou arriamento, nas ocasiões em que a Bandeira se apresentar em marcha ou cortejo, assim como durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio, os civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações. Parágrafo único. É vedada qualquer outra forma de saudação.

Art. 35o. A violação de qualquer disposição da presente lei, excluídos os casos previstos no artigo 44 do Decreto-Lei n. 808, de 29 de setembro de 1969, sujeita o infrator à multa de 1 (uma) a 4 (quatro) vezes o maior salário mínimo em vigor, elevada ao dobro nos casos de reincidência.

Art. 36o. A autoridade policial que tomar conhecimento da infração de que trata o artigo anterior, notificará o autor para apresentar defesa no prazo de 72 (setenta e duas) horas, findo o qual proferirá a sua decisão, impondo ou não a multa. Parágrafo Primeiro – A autoridade policial, antes de proferida a decisão, poderá determinar a realização, dentro do prazo de 10 (dez) dias, de diligências esclarecedoras, se julgar necessário ou se a parte o requerer. Parágrafo Segundo – Imposta a multa, e uma vez homologada a sua imposição pelo juiz, que poderá proceder a uma instrução sumária, no prazo de 10 (dez) dias, far-se-á a respectiva cobrança, ou a conversão em pena de detenção, na forma da lei penal.

Imagens da euforia uruguaia no jogo contra Gana - em Johannesburgo, POA e Montreal

05 de julho de 2010 1

Ainda repercutindo o histórico triunfo do Uruguai sobre Gana, nas quartas-de-final da Copa do Mundo de 2010, achei três vídeos monstrando a torcida uruguaia durante o jogo.

O melhor de todos é o já célebre vídeo amador do astro uruguaio Diego Forlán no hotel em Johannesburgo logo após o jogo histórico:

Outro deles mostra um enorme contingente de uruguaios em Porto Alegre, em um famoso restaurante típico da capital.

Reparem no desespero da torcida no instante de tempo 0min11s:

O último mostra a torcida em Montreal, em um bar da belíssima cidade canadense. Vejam:

As maiores médias de público do planeta: Brasileirão é a oitava

13 de abril de 2010 3

Hoje vamos falar dos campeonatos nacionais de futebol do planeta com maior número de torcedores nos estádios. Que o campeonato de futebol com estádios mais lotados (percentual de ocupação) do mundo é a Premier League (91,9%), vocês já sabiam com certeza. Basta ligar a TV nos finais de semana.

Que o campeonato com maior média de público é a alemã Bundesliga, muitos também já sabiam. Isto foi fortemente influenciado pelos novos, e grandes, estádios construídos para o Mundial de 2006, que se mantiveram lotados desde então. São mais de 42 mil torcedores de média de público.

Que a média do Campeonato Italiano despencou nos últimos anos devido às cenas de violência e decréscimo na qualidade da competição vocês também já devem ter deduzido. Outrora líder, a Serie A italiana hoje ocupa apenas o 4º posto, mas tem mostrado reação nos últimos 2 anos. A média, que foi de 34 mil em 1993 e 31 mil em 1999, chegou a cair para ridículos 17 mil em 2007. Hoje já subiu para 24 mil e deve aumentar na reta final da competição.

Porém vocês sabiam que a Segunda Divisão inglesa tem média de público maior que a do Campeonato Brasileiro? Impulsionada pelos mais de 50 mil torcedores de média do tradicional Newcastle United, já promovido à Premier League, a Championship League tem média de 18 mil, superior aos 17.800 do último Brasileirão, em 2009.

Outro fato impressionante é a média do Campeonato Argentino (11.984 torcedores por jogo). Ela é muito pouco superior às inexpressivas competições da Bélgica (Jupiler Pro League) e Suíça (Axpo Super League) e muito abaixo d aPremier League da Escócia. Aliás, Belgas, suíços e escoceses tem um percentual excelente de ocupação nos estádios, a despeito da fragilidade de seus times e seleções nacionais em disputas internacionais.

Pois então saiba agora as maiores médias de público na atual temporada 2009/10, jogos contabilizados até dezembro (fonte o magnífico Futebol Finance e levantamentos particulares de minha parte))

  1. 1.Bundesliga – Alemanha – 42.833
  2. Premier League – Inglaterra – 34.082
  3. La Liga – Espanha – 28.528
  4. Serie A – Itália – 23.877
  5. Ligue 1 – França – 19.983
  6. Eredivise – Holanda – 19.251
  7. Championship (2º Divisão) – Inglaterra – 18.114
  8. Série A – Brasil – 17.807
  9. 2.Bundesliga (2º Divisão) – Alemanha – 15.129
  10. Premier League – Escócia – 15.000

VEJA TAMBÉM:

Confira as maiores médias de público no mundo

Amanhã publicarei números sobre a ocupação em todos os esportes conhecidos!

Aguardem!

Caos em jogo na Alemanha relembra barbárie no Couto Pereira em 2009

14 de março de 2010 5

Virtualmente rebaixado no Campeonato Alemão, o Hertha Berlim vive um dos piores momentos das últimas decadas. Ontem a torcida protagonizou cenas de violência e vandalismo no histórico estádio Olímpico após levar 2×1 de virada do rival na luta contra o rebaixamento, o tradicional Nürnberg. Aproximadamente uma centena de torcedores invadiram o gramado e protagonizaram momentos de pura selvageria.

Neste sábado, os revoltados torcedores do Hertha Berlim invadiram o campo e depredaram equipamentos dentro do campo, além de entrarem em conflito com policiais e seguranças do clube. Os bancos de reservas ficaram destruídos, porém nenhum atleta ou profissional de imprensa saiu ferido dentro de campo. Cerca de 30 pessoas foram detidas e 4 policiais ficaram feridos. Vejam as imagens:

As imagens foram muito parecidas com as de violência ocorridas no ano passado no estádio Couto Pereira, no jogo que o Coritiba empatou em 1×1 com o Fluminense e foi novamente rebaixado no Campeonato Brasileiro da Série A. Naquela ocasião, a destruição foi maior e muitos feridos, mais de 100 foram atendidos nos hospitais e ambulatórios. Imagens:

Ao final do último julgamento, o Coritiba recebeu uma pena de 10 jogos sem mando de campo que, somados aos 5 já cumpridos, somariam 15 partidas. O clube tomou a decisão de processar a torcida organizada Império Alviverde pedindo uma indenização de até 20 milhões de reais.

Com a derrota (a 17° em 26 jogos), o Hertha Berlim segue na lanterna isolada com míseros 15 pontos.

"Cavaleiros Vermelhos" e a torcida do Manchester United contra família Glazer

11 de março de 2010 2

Líder do Campeonato Inglês (competição na qual busca o tetracampeonato), humilhando o outrora poderoso Milan nas oitavas-de-final da Liga dos Campeões vencendo os dois jogos, o último por estrondosos 4×0, tudo certo no Manchester United?  Não é bem assim…

Uma guerra institucional está ocorrendo em um dos maiores clubes do planeta. Grande parte da torcida inglesa do Manchester United tem uma guerra declarada  contra a família do bilionário norte-americano Malcolm Glazer, atual dono do clube. Eles sempre foram contrários às dívidas geradas por um empréstimo na compra do clube (dívidas que são superiores a 700 milhões de euros).
Ontem vimos palavras de ordem de grande parte da torcida do United no finalzinho do jogo. O grupo usa a sigla LUHG, que significa: “Love United Hate Glazer”(em português: “Ame United, Odeie Glazer”).
O “Manchester United Supporters Trust”, maior grupo de torcedores com mais de 40 mil sócios, está vendendo  cachecóis verde e dourado, as cores originais do clube fundado há mais de 100 anos e todos que usam o mesmo representam a contrariedade com a atual diretoria. Beckham que usou um cachecol (sem saber) do grupo que quer Glazer fora do Manchester United - Crédito: Matrin Rickett, AP

Até David Beckham, recebido com muitos aplausos ontem no jogo, inadvertidamente colocou o cachecol do protesto após a derrota do seu Milan. Hoje disse que não sabia a representatividade do cachecol (em se tratando de Becks, nenhuma novidade) e que tinha posto por amor a seu ex-clube, no qual iniciou a carreira.

Eu tenho uma opinião formada: os clubes só poderiam ser comprados por donos em sólida situação financeira, o que não ocorreu nesta aquisição. Estou com o MUST.
As imagens de ontem contra o Milan foram idênticas a estas abaixo, do jogo contra o Portsmouth no mês passado. As reclamações são diversas, e alguns ingressos já aumentaram 60% em cinco anos, algo impensável na rígida economia inglesa. Vejam:

Além disto, um grupo de empresários está organizando uma proposta para recomprar o clube, e estão sendo chamados pela imprensa inglesa de “Red Knights”, os “Cavaleiros Vermelhos”. O grupo liderado por Jim O’Neill, ex-diretor do clube e economista-chefe do global Goldman & Sachs, um dos principais bancos de investimento do planeta, contratou o banco de investimentos japonês Nomura para auxiliar a elaborar a proposta de compra.

Eles também estão utilizando os serviços de Keith Harris, especialista em aquisições de clubes de futebol e que já prestou serviços para Roman Abramovich na compra do Chelsea e Eggert Magnusson no West Ham United. A idéia é comprar o United por até 1.5 bilhões de libras, quase o dobro que Glazer pagou na compra (810 milhões de libras). O clube tem sido avaliado em 1.2 bilhões de libras pela família Glazer.

O plano funcionaria assim: 500 milhões de libras seriam angariados por 50 ‘cavaleiros’, cada um com 10 milhões de libras, enquanto 250 milhões de libras seriam angariados pelo Manchester United Supporters Trust. O empréstimo atual ficaria intacto, mas o valor usado pelos Glazer na compra seria quitado.

O clube, que estava com ações na Bolsa de Valores, tinha vários donos, incluindo o lendário banco norte-americano J.P. Morgan. Glazer comprou a totalidade das ações, inclusive dos acionistas minoritários, mas para isto contraiu um empréstimo milionário, o que sempre deixou a torcida descontente. Vejam protestos em frente à Megastore em outubro de 2005:

Imagens dos protestos:

Reportagem da ESPN Brasil sobre a luta contra os donos do clube: http://www.youtube.com/watch?v=4sicP3dBUIc

Outro vídeo com imagens da campanha Love United Hate Glazer:

Torcida sueca canta música do filme "Tropa de Elite": Parapapapa Djurgården

03 de março de 2010 8

O Djurgårdens, um dos mais tradicionais times da Suécia, tem um cântico nas arquibancadas baseada na música “Rap das Armas”, que se tornou símbolo do filme “Tropa de Elite”, um dos maiores sucessos da história do cinema brasileiro.

O rap criado pela dupla MC Cidinho & Doca, virou uma febre no futebol sueco, mas não consegui identificar a origem da adaptação. Já em maio de 2009, no clássico contra o AIK, a música era entoada no Stockholms Stadion:


Reparem na canção, evidentemente em sueco, e no ritmo da melodia cantada pela torcida no mesmo jogo:

E a original, Rap das Armas by MC Cidinho & Doca com imagens do Tropa de Elite, que terá uma ansiosa continuação para agosto:

Mais do mesmo: versão brasileira de "Glory, Glory United"

04 de dezembro de 2009 1

Pô, que timing… Demorei desde maio para falar aqui da música do ManUtd.br para o público brasileiro. E justo esta semana os caras fizeram um som ainda melhor: a legendária “Glory, Glory Man Utd” em versão guitarra.

A performance sensacional é do Alisson Jázer, e teve trabalho do grande parceiro Daniel Martins. Confiram a sonzeira:

Agora a versão original, com letra:

Protesto da Popular foi pacífico e ordeiro. Qual o problema?

17 de novembro de 2009 19

Após os discursos do vice-presidente Fernando Carvalho, confesso que fiquei surpreso com a reação dele na coletiva após Internacional 3×1 Santos. Ele criticou, como havia feito anteriormente em outros momentos, a torcida por não ter “apoiado incondicionalmente o time”.

Já não é a primeira vez que Carvalho, o maior dirigente de todos os tempos do Internacional, esquece de um direito básico dos torcedores que é expressar sua opinião. Aliás, os protestos que começaram contra o Botafogo demoraram muito para ocorrer. Em tempos nem tão distantes assim, o lendário Portão 8 (local de festa e protestos) já teria sido utilizado bem mais cedo.

Mas vamos analisar. E o que parte da Popular fez domingo:

  • Quebrou o estádio?
  • Xingou dirigentes?
  • Xingou atletas?
  • Agrediu fisicamente alguém?
  • Vaiou intensamente o time?

Não! Por quinze minutos eles ficaram em silêncio. E qual o problema? Desde quando o torcedor tem obrigação de ficar pulando e gritando? Ele paga para ASSISTIR o jogo no estádio.

Nunca vi dirigente algum de time algum do planeta criticando torcedores por não ficarem 100% do tempo pulando e gritando desesperadamente.

Quem, como eu, habitualmente vai a estádio de futebol já cansou de ver gente reclamando que o pessoal tá em pé, que está cantando, que está pulando. E nunca vi um dirigente criticando estes torcedores por não ficarem que nem gralhas berrando 100% do tempo.

Há menos de dois meses, discuti com um torcedor que queria ver, sentado, um atleta do TIME ADVERSÁRIO sendo atendido pelos médicos, com o jogo totalmente parado e carro maca. Brincadeira!

Após o jogo, Carvalho disse que “não era a mesma torcida que apoiou o time em 2006 na conquista da Libertadores”. Pois é verdade, a torcida realmente mudou de postura. Mas a diretoria também mudou, afinal antes vendia um craque e fazia a reposição com outros jogadores deste porte. E agora?

A torcida fez um protesto civilizado, pacífico e ordeiro.  Ao contrário dos dirigentes do Inter, ela não tem acesso à informações especiais. Ela só vê o time em campo e lê o que sai na imprensa.

E esta torcida está descontente com um time de folha salarial milionária que não fez a reposição adequada à saída de jogadores, apostou em um ataque que naufragou no segundo semestre e que ficou devendo no ano do Centenário.

Não sou da Popular, não conheço pessoalmente nenhum de seus líderes nem troquei idéias via internet.

Ela apenas exerceu um direito universal de toda a torcida.
De todo e qualquer torcedor.
E de todo e qualquer ser humano.

De maneira silenciosa e ordeira, ela expressou sua opinião.

Fãs brasileiros criam música para o Manchester United

15 de novembro de 2009 8

O ManUtd.br, maior fã-clube do Manchester United na língua portuguesa, fez este ano uma música em homenagem ao seu clube do coração. Os “Red Devils” do Brasil, comprovando a força de times multinacionais que hoje tem torcedores praticamente no mundo inteiro, em todas as línguas. E faturando muito com isto.

A música, em inglês com a tradução logo após, mostra o nível de envolvimento e a penetração do assunto aqui no Brasil. Como torcedor do United, saliento as quase 15 mil visualizações do vídeoclipe da música, assim como as 170 mil visualizações em um site especializado em cânticos de torcedores (o Fan Chants).

Confiram o ótimo trabalho do Daniel Martins, letra de Akira H. e música de Alisson Jázer

LETRA – Original em Inglês:

Tell me, isnt football magic?
Tell me, isnt football red?
When the match starts and lights are shining bright

We are far away from Stretford
But our hearts are full of happiness
Cause United is about to play once more

Red faith across the ocean
Red souls in endless joy
Red faith across the ocean sing brazilians full of pride

LETRA – Traduzida em Português:

Diga, o futebol não é mágico?
Diga, o futebol não é vermelho?
Quando a partida começa e as luzes brilham reluzentes

Nós estamos muito longe de Stretford
Mas nossos corações estão cheios de alegria
Porque o United vai entrar em campo mais uma vez

Fé vermelha cruzando o oceano
Almas vermelhas em deleite sem fim
Fé vermelha através do oceano cantam os brasileiros cheios de orgulho

- Créditos:
Projeto: Daniel Martins Lobo
Letra: Akira H.
Música: Alisson Jázer

Manchester United Brasil
Clube de Fãs do Manchester United no Brasil
Website: www.manutdbr.com
E-mail: contato@manutdbr.com
Twitter: www.twitter.com/manutdbr