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A breve passagem dos trólebus

07 de setembro de 2011 38

Nos anos 1960, Porto Alegre teve em suas ruas um tipo de transporte coletivo alternativo aos bondes e aos ônibus – os tróleibus, espécie de combinação dos dois modelos anteriores. Dos bondes, tinham a alimentação por rede elétrica aérea – e dos ônibus, a flexibilidade de não usar trilhos e o uso de pneus.

A exemplo de outras cidades brasileiras, como Rio, Belo Horizonte e Fortaleza, a experiência da capital gaúcha com os trólebus (também chamados de trolleys) foi um tanto breve. Em 1969, os carros saíram de circulação – conforme a Carris, o sistema não funcionou a pleno devido a problemas de adaptação da voltagem na rede e também porque os veículos tinham defeitos nos freios. Em cinco anos de funcionamento, houve apenas duas linhas de trólebus: Gasômetro e Menino Deus, transportando em média, recpectivamente, 900 e 400 passageiros por dia, segundo dados da companhia.

Diferentemente de Porto Alegre, São Paulo ainda tem transporte coletivo via trólebus, com 11 linhas em atividade. Também há trólebus em movimento nas ruas de outras cidades ao redor do mundo, como Nova York, Londres e Coimbra (foto abaixo).

Comentários (38)

  • Jeferson diz: 7 de setembro de 2011

    Moro em Bologna na Italia e as principais linhas de “Onibus” aqui são ligadas na rede elétrica como os antigos Trolleys de Porto Alegre. O consumo é muito baixo e não há emissão de gases tóxicos. Uma pena terem sido removidos de Porto Alegre pro problemas técnicos tão simples. Deveriam voltar.

  • João Antonio diz: 7 de setembro de 2011

    Tempos que ficaram na nossa memória. Belíssimas fotos , o de Porto Alegre estaria no momento circulando pela Av. Getulio Vargas, no Menino Deus?
    Parabéns pela reportagem.
    Um grande abraço.

  • Antonio Luiz Cisco Faccin diz: 7 de setembro de 2011

    Quando ainda criança, cheguei presenciar uma linha de trolley’s que circulava na Av. dos Industriários/IAPI, até chegar na Av. Brasiliano de Moraes, ocasião em que nela fazia curva até a volta do guerino, hoje também chamado o local por Obiricí. Este trajeto, também era percorrido por uma linha de pequenos ônibus, marca mercedez, cor vermelha, com motor à frente com uma única porta de acesso, chamado por Empresa de ônibus Rodrigues.
    Portanto, parece-me estranho a afirmação, de que houve apenas duas linhas de trólebus: Gasômetro e Menino Deus.

  • Helen Caroline da Silva Bandeira diz: 7 de setembro de 2011

    Esse tipo de transporte é mantido como meio de transporte ou apenas para lazer, nos dias de hoje?

  • JEFERSON L CAMINHA FOGAÇA diz: 7 de setembro de 2011

    Que saudade! Eu era criança e passeava com meu pai, nós iamos no Menino Deus, primeiro de bonde e na volta de trólebuss, para visitar a exposição.

  • julio ferreira diz: 7 de setembro de 2011

    Também morei no IAPI, meu pai trabalhou na Rodrigues e na Bianchi, mas não lembro de trólebus no IAPI, muito menos na avenida dos Industriários, eu morava na Tupanciretã ao lado do postinho do INPS , hoje 9ª delegacia.
    Nasci em 1960 andei no trólebus do Menino Deus. Tinha bonde, o fim da linha hoje seria embaixo do viaduto Obirici.

  • Carlos Renato Echeveste da Rosa diz: 7 de setembro de 2011

    Linda foto. Infelizmente eu não era nascido nessa época, mas me emocionei ao imaginar como seriam belos os dias nos idos de 1960. Me fizestes lembrar de pessoas que amei muito e que não estão mais aqui conosco. Obrigado e abraços.

  • Márcio Padilha diz: 7 de setembro de 2011

    Há menos de um mês, estive na Cidade do México onde este sistema ainda é bastante comum. ;-)

  • Cesar Augusto pelliccioli diz: 7 de setembro de 2011

    Sou Gaúcho e moro em São Paulo, aqui este tipo de transporte ainda é utilizado. Em Porto Alegre seria fácil de implantar novamente por causa dos corredores de ônibus. Este tipo de transporte não há emissão de gases tóxicos. É só os governantes terem boa vontade.

  • Fabio diz: 7 de setembro de 2011

    Bom dia.
    Estive em Vancouver, Canada e quase 100% dos onibus sao nesse formato.
    Se Porto Alegre foi visionario na época, perdeu tempo depois. Em Vancouver, não há poluição, os onibus não fazem barulho. Além do que o metro é aéreo, reduzindo muito um custo de fazer pelo solo. Acho q nossos políticos perdem oportunidade de fazer um benchmarking com os países que realmente tem soluções mais baratas e sustentaveis. Mas isso náo deve intere$$ar!!

  • Dirceu diz: 7 de setembro de 2011

    Não houve apenas duas, não, tinha uma que fazia a linha do IAPI e outra que não lembro.
    Saia da frente onde hoje e o Carrefour

  • Rogério Mainieri diz: 7 de setembro de 2011

    Parabéns pelo resgate dessa época que ainda peguei com uns 7 anos, pois nasci em 1962 e morava na rua Barbedo, perto da Av. Getúlio Vargas e ia, ou de bonde, ou trólebus para o Centro. Acho também que poderiam os governantes atuais, investirem nesse sistema alternativo de transporte.

  • Vilson Chagas diz: 7 de setembro de 2011

    Também morei no IAPI e não lembro de trólebus na av. dos industriários . Realmente era a Bianchi que fazia de ônibus este itinerário . Bonita reportagem e belas fotos . Tempo que não volta mais , vale a lembrança .

  • Júlio Luiz Morosini Filho diz: 7 de setembro de 2011

    Morando longe de Porto Alegre, minha querida cidade, assuntos como esse só me renovam a saudade. E que saudade ! Excelente matéria ! Continue.

  • Pedro Fernandes diz: 7 de setembro de 2011

    Milagre! Este deve ser o único post na internet sem comentários ofensivos, desrespeito e agressões de parte a parte. Parabéns a todos! PS: Será que educação é do tempo do bonde?

  • Ademir Freitas diz: 7 de setembro de 2011

    Saudade,bons tempos que não voltam mais.
    Parabéns pela reportagem,brilhante.Saudade de minha querida Porto Alegre.
    Àureos tempos.
    Abç
    Ademir Freitas

  • Rubens C. Fernandes diz: 7 de setembro de 2011

    Tive o prazer de andar neste ônibus movido a energia elétrica , lembro-me
    até do cheiro gerado pelo contato das hastes , do veículo , com os cabos de alimentação elétrica.
    Porto Alegre foi , é e sempre será demais.

  • Leandra diz: 7 de setembro de 2011

    Não sou de Porto Alegre nem desse tempo e mesmo assim achei o tema encantador. Muito interessante esse resgate, gostaria de conhecer mais lembranças sobre Porto alegre.

  • Luis Silva diz: 7 de setembro de 2011

    Morei no interior, e quando vinha à POA, gostava muito de andar de bondes e trolebus para passear com minha avó. Também parabenizo as pessoas que aqui postaram e postam, pelo bom nível social e educacional que demonstram. É raro nesses tipos de espaços. Realmete, parece que equilibrio no pensar e agir existia mais nos tempos de bondes e trolebus. Hoje, estamos em grande falta deles. É pena.

  • Eduzinho diz: 7 de setembro de 2011

    A cidade de Santos, em SP, também usa os tróleis, com bom desempenho.

  • Pedro Martim Kokuszka diz: 7 de setembro de 2011

    A utilização dos trolebus é muito mais ampla que possamos imaginar. Há dois anos visitei a Polônia e tanto em Varsóvia como Lublin (capitais) são utlizados com muito sucesso os trolebus elétricos muitos deles novinhos em folha. Significa que com sucesso. Esperamos que Porto Alegre reimplante esse sistema menos dependente de petróleo e quase zero de poluição. A quem pode intere$$ar?

  • julio ferreira diz: 7 de setembro de 2011

    Tem gente confundindo trólebus com bonde, aonde hoje é o carrefour, antigamente era a fábrica de latas Feberantti e depois Supermercado Febernatti. A linha do bonde tinha duas partes, uma ia até a entrada do IAPI, na altura da rua Gen Lucio Esteves, e alguns bondes iam até este local aonde hoje é o viaduto Obirici, onde tinha uma plataforma de enbarque com uma casinha azul. A linha da Rodrigues é a linha 620 de hoje, ela partia deste mesmo local pela INdio brasiliano de Moares, adentrava na Industriários e seguian pela Plínio Brasil Milano , posteriormente deixou de entrar na industriários e depois essa empresa foi adquirida pela Bianchi. Não houve trólebus no IAPI, isso eu garanto porque as minha memórias estão bem vivas, morei de 1960 até 1974 ali e ainda tenho parentes que visito neste bairro.

  • Norberto Pollak diz: 7 de setembro de 2011

    O trolebus em questão é um Massari de fabricação nacional que rodou em diversas cidades brasileiras inclusive à relativamente pouco tempo em Araraquara e São Paulo, sem problemas de freio e voltagem. Os motivos da desativação dos trolebus são os mesmos da desativação dos bondes e trolebus de outras cidade, ou seja, a pressão das fabricantes de onibus a diesel/gasolina multinacionais.
    Na Europa os trolebus e bondes estão no auge pois não emitem CO2 e portanto contribuem para evitar a degradação do meio ambiente, são veículos limpos confortáveis para os passageiros e com uma política correta de tarifação da energia elétrica tem uma relação custo benefício muito boa. Os planejadores de transporte de nossos munucípios deveriam levar em conta a reintrodução destes meios de transporte em nossas cidades.

  • Cassiano diz: 7 de setembro de 2011

    Ótima a reportagem!

    Mais uma vez, a pressão da indústria do petróleo acabando com algo bom. Assim como o nosso aeromóvel que só agora vai sair…

    Poderíamos ter estes trolleys no corredores da perimetral, bento, protasio, sertorio…

  • Antonio Luiz Cisco Faccin diz: 7 de setembro de 2011

    O Senhor Julio Ferreira está equivocado.
    Nasci na rua 24 de junho, rua do laguinho assim também chamada, no ano de 1956, e lá vivi e vive até hoje membros de minha familia.
    Posso garantir que não há confusão alguma quando se afirma que na Av. dos Industriários e parte da Av. Indio Brasiliano de Moraes, em direção à volta do Guerino, trafegava sim uma linha de trolley’s bem como, também era trajeto da empresa de ônibus Rodrigues, empresa esta composta por pequenos ônibus mercedez, com motores à frente do veículo, de cor vermelha.
    Porém, está correto a suas afirmações com relação a empresa de ônibus Bianchi, cor verde e amarela, cujos veículos de prefixos 10, 11 e 12, eram FNM, e bem maiores que os demais, como também está correto os dados relativos às duas linhas de bondes, a linha IAPI e a ASSIS BRASIL, cuja casinha azul em seu fim de linha, era uma banca de revistas e jornais da época. (Última Hora, Correio e Folha da Tarde ) Muitas figurinhas lá comprei quando criança.
    Saudades, muitas saudades mesmo.
    Ass: Antonio Faccin

  • Alberto Baseggio diz: 8 de setembro de 2011

    A Vila do IAPI com suas 2.500 moradias não foi construída NENHUMA GARAGEM PARTICULAR. Sua ideologia é para o transporte coletivo.E muito mais: SANDU, PARQUE, MERCADO PÚBLICO, DELEGACIA DE POLÍCIA, LIVRE CIRCULAÇÃO DE PEDESTRES ENTRE OS PRÉDIOS, etc. Um pensamento de vanguarda voltado para o social.

  • José M. S. Junior diz: 8 de setembro de 2011

    Ótimos comentários. Não sou de Porto Alegre, sou do Recife – PE e tivemos trólebus de 1960 até 2001 e na frota, além da maioria estrangeira constituída pelos americanos Marmon-Herrinton tivemos os Massari e não deram problemas nenhum, foram desativados em 1980, portanto, quase 20 anos de uso. Os Marmon-Herrinton permaneceram até o fim do sistema. Uma correção: não há mais trólebus em Nova York e Londres, mas muitas, muitas cidades europeias possuem sistema trólebus, países como a Suíça, Itália, França, países do leste europeu e ex-repúblicas soviéticas possuem sistemas enormes, sendo Moscou, capital da Rússia, a possuir o maior sistema do mundo com certa de 100 linhas operando por toda cidade e seu sistema brevemente completará 80 anos, junto com Xangai, na China, são os sistemas mais longevos.

  • Roberto Kardel diz: 8 de setembro de 2011

    Eu me lembro dos trolleybuses daqui, e me lembro até que de vez em quando as hastes que ligavam o ônibus aos cabos aéreos se soltavam e davam curto entre eles, daí o motorista (ou motorneiro como se chamavam os operadores) descia e recolocava as hastes nos fios e tocava pra frente. Na minha opinião, duas situações devem ter favorecido a sua extinção, a primeira a de que veículos movidos a diesel seriam mais versáteis no trânsito portanto mais modernos!!! (coisa de provinciano) e a segunda teria cunho ideológico, já que eramos comandados por dirigentes influenciados por práticas vindas dos Estados Unidos, que já estava implantando sua politica econômica baseada no petróleo e promovendo mais adeptos pelo mundo afora, e concluindo: a desculpa oferecida pela Carris é tão bôba que não merece ser considerada.
    Parabéns ao redator desta matéria, e esperamos mais outras de nossa história, pois este tipo de informação conecta nossos jovens à nossas raízes e mostra a todos o que já fomos capazes de fazer de bom e coerente.

  • JULIO FERREIRA diz: 8 de setembro de 2011

    Sr. Antônio Faccin!
    A Cia Carris informa que só houveram duas linhas de Trólebus, Gazômetro e Menino Deus, você tem 4 anos a mais que eu, sei qual rua vc está falando pois passava por ali para ir a casa de parentes na Brigadeiro Oliveira Nery, mas se você afirma que existiram tais veículos o sr. teria fotos dos mesmos? Porque para mim andar de trólebus, minha tia me levava até o centro para irmos na casa de uma prima dela que morava no Menino Deus, se tinha um na esquina porque não íamos nesse? Minha mãe também não lembra destes trólebus na nossa esquina, sempre foi Binachi Linha 8 hoje 608 e Rodrigues linha 20, e além do mais, sou busólogo, daqueles que gostam de colecionar fotos e desenhos, tenho fotos daquela época que nossos pais tiravam e em nenhuma delas consta esses veículos.
    Como os trólebus acabaram em 1969, eu tinha 9 anos e vc 13, se vc tiver fotos me mande. Se tiver eu divulgo meu email pois gostaria muito de ter essas fotos,eu tenho muitas fotos de empresas que já se foram.
    att
    Julio

  • Jorge diz: 8 de setembro de 2011

    Concordo com o leitor que diz que a administração municipal deveria pensar em reintroduzir os troleibus, pois em tempos ecologicamente corretos, eles não fazem barulho e não poluem… Morei na rua João Alfredo, e muito andei no troleibus linha Menino Deus. Lembro que o único barulho que se ouvia , era um som que saia quando a alavanca passava pelas emendas dos fios aéreos.
    Abs. Jorge

  • Pêssego diz: 8 de setembro de 2011

    Parabéns pela reportagem. Realmente um resgate histórico muito interessante. Penso que nesse caso se voltassemos atrás não estaríamos retrocedendo e sim evoluindo pensando num futuro com menos poluição, até porque em outros Estados e Países eles estão funcionando a pleno. Gostei muito da matéria.

  • João Antonio Pinto de Carvalho diz: 9 de setembro de 2011

    Fui motorista da Carris na época em que foram substituídos gradativamente os troleys e bondes por onibus. Eu era o motorista nº 327,na época eramos mais conhecidos pelo nº ou apelido que pelo nome. Só havia duas linhas de troley,Menino Deus e Gazometro.
    Tanto que a garagem deles não era na sede da João Pessoa,mas no final da rua 17 de junho, onde já a muitos anos tem um setor da SMT. Acredito que a “falência” dos troleys em POA ,deveu-se principalmente a sua manutenção. Era triste ver um digno operário trocador de assoalho de bonde, realizando reparos nos freios, suspensão, sistema de direção etc… de um troley. Não havia mão de obra qualificada para mante-los em boas condições e segurança. Os carros daqui, foram vendidos para Araraquara,SP, por uma bagatela na época e rodaram por muitos anos ainda.
    Um grande abraço à todos.
    João Antonio

  • joao jose jardim rocha diz: 2 de outubro de 2012

    fui usuario dos bonde nas linhas IAPI ASSIS BRASIL a linha de troleibus no IAPI foi por pouco tempo e e correto o traçado unico na Brasiliano de Morais.dos bondes .

  • Vicente diz: 29 de novembro de 2012

    Bela reportagem sobre esse interessante transporte. Andei neles em São Paulo, na linha que passa pela Mooca.

    Bem que hoje Porto Alegre poderia ter aqueles bondes modernos de alta capacidade, principalmente nos corredores.

    Houvi uma “fofoca” que uma grande empresa que construía chassis ou motores a diesel sabotou ou pagou simular falhas nos trólebus ou bondes de Porto Alegre na época.

    Alguém conhece essa história? Talvez o João Antonio Pinto de Carvalho? Que empresa seria?

    Obrigado!

  • Marcus Anversa diz: 31 de maio de 2014

    Eu também cheguei andar nos trólebus de Porto Alegre. Uns dos problemas apresentados eram as frequentes quedas de energia elétrica na época, além de como desviarem dos buracos feitos para as obras nas vias por onde trafegavam. Eis o itinerário dos trólebus da linha Menino Deus. Ida: Saída da Estação Ildefonso Pinto, Avenida Borges de Medeiros, Rua João Alfredo, Avenida Getúlio Vargas, Avenida José Alencar, Rua Silvério, Rua Miguel Couto, parada final Rua Miguel Couto esquina com a Avenida Padre Cacique. Volta: Rua Miguel Couto, Avenida Padre Cacique, Avenida José de Alencar, Avenida Getúlio Vargas, Rua João Alfredo, Avenida Borges de Medeiros, parada final Estação Ildefonso Pinto. Testemunhos deixados por esta linha é um poste de concreto feito pela companhia Cavan, localizado na esquina da Rua Silvério com a Avenida Padre Cacique, colocado para dar a sustentação da rede elétrica do trólebus. O referido poste chegou posteriormente a ser utilizado pela rede telegráfica (tronco em direção ao sul do Estado). Hoje está abandonado, sem uso na referida esquina.

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