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Naquele tempo do Julinho

17 de dezembro de 2011 8

Fundado em 1900, o Colégio Estadual Júlio de Castilhos tinha originalmente outro prédio e outro endereço – era ao lado da Faculdade de Direito da UFRGS, na João Pessoa, onde hoje está a Faculdade de Ciências Econômicas. Há 60 anos, em 1951, o prédio antigo (foto abaixo) foi destruído por um incêndio.

Foto: banco de dados

A sede atual da escola (abaixo), na Avenida Piratini, foi inaugurada em 1958.

O Julinho atual. Foto: Ronaldo Bernardi, BD, 21/11/2011

Abaixo, aparece um grupo de alunos do colégio em 1950. A turma inclui os jornalistas Flávio Tavares e Lauro Hagemann e o político Airton Vargas.

Foto: arquivo pessoal

Abaixo, uma turma de estudantes da 3ª série em 1943.

Foto: arquivo pessoal

Você conheceu o antigo prédio do Julinho? Comente.

Comentários (8)

  • Mauro Moreira Galant diz: 17 de dezembro de 2011

    Fiquei emocionado ao ver as fotos do meu colégio e da minha turma , apenas uma retificação: o incêndio aconteceu em dezembro de 1951, portanto há 60 anos . Naquela época cursava a 3ª série ginasial, as provas de fim-de-ano se realizaram na Faculdade de Direito, prédio ao lado do Julinho. No ano seguinte,o colégio funcionou no Arquivo Público até a mudança para o prédio atual. Um abraço Mauro Galant.

    Mauro,

    Estás certo. O incêndio ocorreu em 1961. Já corrigimos o post. Muito obrigado e mi perdões!

  • PROTÁSIO BUENO FILHO diz: 17 de dezembro de 2011

    Estudei no Julinho de 1960 a 1967. Foi o melhor Colégio em que estive em toda a minha vida. Saíamos dali prontos para passar em qualquer concurso. Os professores eram maravilhos. Todos com grande conhecimento na suas áreas. Lembro do Prof. Mello de Matemática, da Professora Potoff de Português, do prof. Plácido Stefen de Matemática, do Prof. Ilo de Histótia, do Prof. Setineri de Química, da Profa Nancy de Física, da Profa Olga Paraguassu de Desenho, da Pr4ofa Maria José de Latim, da Profa. Iracema de Português e de Francês, do Prof. Airton Vargas de Português, do Prof. Túli de Geografia, do Prof. Magadan de Desenho, do Prof. Willy que foi Diretor, do Prof. Ceroni de Biologia e de outros mais. Quando fiz vestibular para ENG da UFRGS, à exceção de mim, os outros 5 alunos da minha fila ficaram entre os 5 primeiros lugares. O que dizer de um colégio em que o aluno saia praticamente formado ?

  • Cadinho Andrade diz: 17 de dezembro de 2011

    Na madrugada de 16 de novembro de 1951 , num incêndio criminoso, nunca esclarecido o prédio do ginásio foi totalmente destruído, restando apenas os grifos-leões e o busto de Júlio da Castilhos, que hoje se encontram no saguão do prédio atual. Após o incêndio o Ginásio passou a funcionar provisoriamente por 6 anos no prédio do Arquivo Público do Estado, na rua Riachuelo
    http://www.colegiojulinho.com/

  • joão Carlos Campão diz: 17 de dezembro de 2011

    Meu caro Luis Bissigio, moro aqui nos USA, no Estado da Virgínia. Sua coluna é ótima e me transporta para a Porto Alegre de muitos e muitos anos atrás. Mas eu gostaria de fazer um reparo: estudei no Julinho em 60 e61 e já funcionava ali na Praça Piratini.No novo e recém inaugurado prédio.No ano de 1959, fiz exame de seleção para o Julio, no antigo Arquivo Público, ali na Riachuelo, onde o Julinho funcionou desde o incêndio até a mudança para o prédio atual. Assim sendo, me parece, a época do incêndio não foi exatamente em 1961, mas bem antes disso.
    Foi pela metade dos anos 50, não tenho certeza do ano. Aliás, nem cheguei a conhecer o antigo prédio, mas soube, ainda criança, desse incêndio.

    João Carlos,
    Estás certo. Já corrigimos a data. Mil perdões!

  • Hugo diz: 17 de dezembro de 2011

    Acho que eu tava fazendo confusão…sempre achei que o antigo Julinho ficava no que hoje é o prédio da atual Engenharia Mecânica da UFRGS – do outro lado do quarteirão onde se situa a Faculdade de Direito e Economia. Acho que era o antigo Colégio Parobé que era ali no prédio da Engenharia, não?

  • Jorge diz: 20 de dezembro de 2011

    Estudei no Julinho de 1962 a 1969, na época, conhecido como Colégio Padrão do Estado. Era uma das melhores escolas do Estado, competindo com as escolas particulares. Seus professores e seu ensino era tão bom ou melhor que as escolas privadas. Os alunos e alunas usavam uniforme e tínhamos aulas de Inglês e Francês durante todo o ginásio, além das matérias tradicionais. As aulas de educação física (ginástica) eram realizadas no estádio Ramiro Souto, na Redenção. Ah, e o colégio tinha uma famosa banda marcial, a Banda Marcial Juliana, que agora, foi reativada por um grupo de excomponentes. Este era o Julinho. Ah, o prédio da praça Piratini foi inaugurado em 1958, portanto, o incêndio ocorreu bem antes, no início dos anos 50.

  • Paulo Afonso Cecconello diz: 2 de fevereiro de 2016

    Entrei para o Julinho em 68 na primeira série do ginásio através do exame de admissão, fiz todo o ginásio e científico lá, as turmas eram compostas por apenas homens, as mulheres era aglomeradas em turmas do clássico. No científico, 72, tivemos a companhia das mulheres na mesma turma, só não consigo lembrar se era o primeiro ano com turmas mistas, mas sei que foi o meu primeiro, maravilha. Foi um período difícil estávamos no auge da ditadura militar, contudo sobrevivemos. Estudo muito cobrado, avaliado por nota, 0 a 10, com média 7 para “passar por média”, 6 avaliações atingindo a soma de 42, se não usava-se uma fórmula mirabolante para saber a nota que precisava tirar no exame, se não conseguisse havia mais uma chance chamada “segunda época”, se nada disso desse certo “rodava”. Hoje vivo em Florianópolis mas quando vou a Porto Alegre faço questão de passar pela João Pessoa, olho para o colégio Julio de Castilhos e vejo grades na frente, percebo que os tempos são outros. Será que ainda chamam os alunos do colégio militar de “baleiros”?

  • José Nilton Matos diz: 28 de agosto de 2016

    Entrei para o Julinho em 1958,na Praça Piratini.Eram tantos o pretendentes que,houve uma prova de seleção.O Colégio novinho em folha.Quanto à qualidade do ensino ,não é preciso ressaltar.Os professores eram simplesmente mestres na arte de ensinar.Tinha cantina bem organizada.As aulas de Educação Física eram feitas no Parque da Redenção.Os alunos do Julinho eram sempre os primeiros lugares em quase todas as Faculdades de Porto Alegre.As salas eram amplas e as carteiras distantes de forma que,havia comodidade para os alunos.Por nossa sorte o RU- Restaurante Universitário era bem em frente.Servia excelente comida por preço simbólico.Os bondes, ainda, circulavam e estudantes ,retiravam bilhetes para a condução.Os livros eram subsidiados pelo Colégio de forma que não estudava quem não queria.O Diretor da época chamava-se professor Lovatto,muito querido e estimado pelos alunos.Lembro de cada aula ,de cada mestre.Tenho formação superior pela Universidade Federal do Paraná,na faculdade de Medicina.Devo muito ao Julinho e aos mestres gaúchos.

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