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Sempre o Natal

24 de dezembro de 2011 0

No presépio, todas as atenções se voltam para uma criança. A mãe, o pai, os Reis Magos que chegam, o pastor, e também os animais: o burro, a vaca. Todos estão voltados para a manjedoura onde o recém-nascido está deitado. É um menino, Deus.

Foto: Jean Pimentel, BD, 16/12/2010

É dos adultos a obrigação de entender a mensagem de esperança, mas o Natal é dos pequenos. É melhor que eles não compreendam, em detalhes, o que está acontecendo. Basta o clima, a atmosfera de fantasia, a cor das bolinhas na árvore, as luzinhas piscando.

Fotos: Ricardo Chaves


As figuras sob o pinheirinho, o laguinho feito com espelho, o algodão neve sobre os galhos. Os pacotes com presentes. O Natal tem que ter perfume de forno aceso, ter cheiro de struffoli (bolinhas de massa frita, com mel), ter gosto de panetone. Ter som de algazarra e silêncio ao tilintar o sininho. Ter escuro de expectativa e luz de lanterna.

Se o pinheiro não é mais daqueles naturais que eram vendidos nas esquinas, não importa. É até mais adequado para a preservação do ambiente.

Foto: Luiz Ávila, BD, 18/12/76

Foto: Hipólito Pereira, BD, 20/12/1974

Foto: Olívio Lamas, BD, 23/12/1977

Foto: Marcos Fernandes, BD, 18/12/1986

O que importa são as crianças. Porque, um dia, pelo buraco da fechadura, elas vão ver o tio se vestindo de Papai Noel – e aí nada mais será como antes.

Foto: Ricardo Chaves

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