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O Batalhão de Suez

30 de janeiro de 2012 29

Há 55 anos, o Exército do Brasil, ao lado de outros nove países, constituiu a primeira força de paz da ONU enviada ao Oriente Médio.
Embarque de soldados gaúchos do Batalhão de Suez em 1963. Foto: Banco de dados, 4/7/1963

Morador de Santo Cristo, no Noroeste, o alagoano José Ênid Ribeiro, 75 anos, fez parte do grupo de 6,3 mil homens que formaram o Batalhão de Suez.

José Ênid Ribeiro. Foto: arquivo pessoal

A intervenção diplomática e militar na Fronteira Árabe-Israelense, durante o conflito entre Israel e Egito e nos anos posteriores, teve início em 1957 e durou 10 anos. A finalidade era separar forças egípcias e israelenses. Os boinas azuis, como eram chamados, atuaram no processo de paz instaurado no deserto do Sinai, na Faixa de Gaza e em Jerusalém.


Ribeiro (de camisa listrada, ao centro) e outros militares em Jerusalém. Foto: arquivo pessoal

Em 1961, aos 25 anos, Ribeiro saiu do Rio de Janeiro para uma viagem de navio por 25 dias até o Egito. Ao aportar, organizava eventos para divulgação da cultura brasileira. Apresentações musicais e exposições fotográficas compunham o trabalho. Lembranças que ficaram registradas em 5 mil slides.

Do Egito, o então sargento viajou de trem ao longo do Canal de Suez até chegar à Palestina. Até 1963, sua função era chefiar a concessão de licenças para militares brasileiros saírem da Faixa de Gaza. Além disso, participava da patrulha às fronteiras da linha de demarcação entre árabes e israelenses. Dessa experiência, ficou a fluência em árabe, inglês, italiano e francês. Além disso, as recordações dolorosas de um ambiente de guerra.

- Numa ocasião, tive que recorrer a um hospital civil e me deparei com pessoas mutiladas, desfiguradas. Tudo aquilo que a gente acha que só existe no cinema pude ver na prática – relata Ribeiro.

Em 2009, o coronel da reserva José Ênid Ribeiro casou-se com uma gaúcha e mudou-se para Santo Cristo, onde atualmente tem um empreendimento imobiliário e um jornal.

(reportagem de Juliana Gomes)

Você também tem parentes ou amigos que integraram o Batalhão de Suez? Deixe seu comentário.

Comentários (29)

  • Marcelo Xavier diz: 30 de janeiro de 2012

    O Haroldo, um colega nosso aqui do IBGE e motorista – o que leva os agentes de mapeamento e pesquisa pela cidade integrou o Batalhão da Suez, ele lê a ZH e deve estar lendo o Almanaque nesse momento :))

  • Francisco macedo diz: 30 de janeiro de 2012

    Boa tarde.
    Srs.
    Meu sogro esteve nesse contigente de Suez seu nome: Sargento enfermeiro EB João Baptisa Mottinha e ficou em um acampamento. Gostaria de ter alguma foto dele , será que o Cel.Ênid Ribeiro teria registrado alguma foto com o meu sogro? . Se for possível gostaria de ter contato com um companheiro que tenha um acervo daquqela ocasião.
    Grato pela atenção,
    Francisco Macedo
    Natal RN

  • Francisco Bendl diz: 30 de janeiro de 2012

    Parabenizo esta postagem por trazer à lembrança feitos heróicos do nosso Exército!
    Não entendo que nossos jovens desfraldem bandeiras com o rosto de Chê Guevara e nada saibam sobre a FEB ou os nossos Batalhões que estiveram em Suez como tropas de paz.
    Eu servi o Exército na década de sessenta, na extinta 6ª Cia de Polícia do Exército, quartel que já foi alvo de uma postagem, pois ficava na descida da avenida João Pessoa com a Riachuelo.
    Orgulho-me disso, a ponto que meus três filhos igualmente foram militares e deram baixa como oficiais, eu fui um simples Cabo.
    Mas, meu cunhado, irmão da minha esposa, esteve em Suez, em 67, quando houve a Guerra dos Seis Dias.
    Atualmente estamos colaborando com a ONU no Haiti.
    Antes, estávamos em Timor leste.
    Ainda bem que, volta e meia, resgatamos a história do nosso Exército, que não pode ficar esquecida ou substituída por falsos heróis, assassinos e genocidas, mas servir de exemplo como tropa de grande valentia, destemor, coragem, e que jamais deixou de assumir as suas responsabilidades quando requisitada às suas funções.
    Sugiro, humildemente que, os feitos de nossas Forças Armadas sejam publicadas mais vezes, de modo que possamos aprender mais sobre a nossa história, genuína, própria, e não adotando a trajetória de outras nações ou personagens que não condizem com o nosso passado e jamais irão se misturar com as nossas epopéias no futuro!

  • Ayrton Luiz Balsemão diz: 5 de fevereiro de 2012

    Suez tem um sabor especial para mim. Não que eu tenha ido até lá; pelo contrário. Servi na 1a. Cia. de Guardas em 1965, onde saí Cabo Atendente (enfermeiro). De 1963 a 1966, o Brasil não enviou nenhum contingente para as forças de paz da ONU. Mas, em 1967, com a Guerra dos 6 Dias, entre Israel e os países árabes vizinhos, houve uma chamada para voluntários que tivessem servido à Pátria nos anos anteriores. Um Batalhão (20º) formado eminentemente por reservistas gaúchos. Como era meu sonho ir para o Canal de Suez, palco do conflito, me apresentei ao Capitão Comandante Ivo Pachaly, na 1a. Cia de Guardas, para me inscrever. Recebi como resposta do Cap Pachaly o seguinte: “Balsemão, tu não podes ir porque a única vaga de Cabo Atendente já foi preenchida pelo Cabo que te sucedeu em 1966.” Ainda argumentei, perguntando se não poderia ir como fuzileiro, mas não podia porque a minha QM (qualificação militar) era enfermagem e assim não seria possível. Pois esse rapaz que se inscreveu antes de mim – o Cabo Carlos Adalberto ILHA de Macedo – viajou para Suez e foi baleado e morto pelas forças de Israel, num ataque intempestivo ao acampamento brasileiro. Por isso, o Batalhão de Suez é tão marcante na minha vida. Maiores detalhes sobre a participação do Brasil na manutenção da paz no Canal de Suez podem ser fartamente encontrados na internet. Quem desejar manter contato comigo sobre o assunto e sobre a 1a. Cia de Guardas 1965, pode escrever para ayrtongaucho@hotmail.com.

  • Ernani Barbosa diz: 16 de julho de 2012

    Ola,meu pai Genesio Barbosa,foi muito amigo de um cara nota dez que era conhecido como chico das comadres,ele foi camioneiro nos anos 60 com meu pai no bairro navegantes e transportavam madeiras p/ porto de porto alegre.Chico largou o caminhao e foi servir no batalhao de suez.Sera que consigo alguma noticia sobre ele,eu era criança e achava ele muito legal,saudade daqueles tempos.Um abraço.

  • Irany diz: 17 de janeiro de 2013

    Olá, tenho um amigo Ernani Huguenin, morador em Nova Friburgo – RJ, que esteve na faixa de gaza, no ano de 1965 e está procurando por colegas da época, inclusive, o Sr. José Welington Barroso, que mora em Petrópolis – RJ.
    Pesquisando no google encontrei esse blog. Se por acaso alguém souber algo ou outros companheiros, tenham certeza que ele ficará muito feliz.

  • José Reinaldo Neto diz: 25 de fevereiro de 2013

    Meu pai, soldado José Reinaldo Filho, foi no terceiro contingente, ficou um ano e alguns meses Rapha Camp. Se não me falha a memória o ano foi 1958.

  • raul guilherme aurelio de souza diz: 2 de março de 2013

    fui soldado do 90 contigente 61 62 da7 compania motorista da pipadagua rancho sinema telefone 48 99979209 florianopolis fui camioneiro 54 anos agora sou taxisista um abrasso para todos companheiros me telefone estou esperando

  • Raul Guilherme Aurelio de Souza diz: 13 de março de 2013

    servi no primeiro batalhao policia do Exercito primeiro BPE Rio de Janeiro Ano 1960 de 1961 1962 Batalhao suez na setima compania com onumero 4319 soldado como motorista da pipa de agua mangaria cinema saudades dos companheiros eamigos um abrasso a todos meu Telefone 48 99979209 Florianopolis sc

  • Thales Neumann diz: 20 de abril de 2013

    Meu avô Jorge Henrique Dias Neumann foi do 13º contingente e serviu em Suez em 1963

  • Avani Tesainer Benites diz: 30 de abril de 2013

    Meu marido Luiz Telmo Benites foi integrante do 5 Contingente do Batalhão de Suez
    saindo de Porto Alegre em Abril de 1959 com retorno em Agosto de 1960 foi como
    soldado tinha muito orgulho de ter participado desta Missão da ONU.Mas só conheci
    sua historia atraves de relato dele por fotos e reportagens pois nos conhecemos em
    2005 e casamos em 2008.Hoje já falecido a um ano por problemas de diabetes aos
    72 anos eu procuro sempre ex colega de missão ficar informata das noticias.
    Moro no centro de Porto Alegre.

  • Benizio da Silva Menezes Junior diz: 18 de maio de 2013

    Meu pai > Benizio da Silva Menezes, (In memoriam) conhecido como Dr. Benizio cansado de guerra, serviu as forças de paz no canal do Suez, sendo ele do 9° contingente do Rio de Janeiro em 1961. descanse em paz que farei sua história perpetuar!

  • lidia maria eninhg diz: 24 de junho de 2013

    olá
    eu encontrei esta semana pelo facee o sergio da luz fernandes,que esteve em suez em 1967-ele estuda no mesmo colégio que eu,eu enviava cartas para ele, ele enviava para mim,agora ele está em pontal paraná—-gostaria d esaber se existe alguma foto dele da época da guerra-obrigada–abraços

  • Elecy Castro diz: 19 de novembro de 2013

    Meu marido MOYSÉS PEREIRA DE CASTRO.

    ESSES HOMENS NÃO PODEM SER ESQUECIDOS

  • Antonio Alves Barbosa diz: 3 de fevereiro de 2014

    Eu também quase participei do Contingente de Suez em 1964, em plena revolução, aqui no Brasil. Servi ao Exército no antigo 14º RI ( Regimento de Infantaria) sediado em Jaboatão PE. Tinha qualificação militar infante combatente.Fui desligado de última hora por motivos superiores. Hoje sinto muitas saudades daqueles tempos. Da rigidez da Disciplina, dos ensinamentos de Cidadania, etc.

  • samuel de oliveira ferrari diz: 17 de março de 2014

    Eu sou de BH servi no 12 RI em 1964 Eu fui convidado para ir para suez com uma turma que iria naquela época Mas como eu namorava firme com a mulher que hoje é minha esposa preferi não ir Então no exercito minha qm era 001 enfermeiro na minha QM na companhia cc1 eramos 3 soldados Como eu não queria ir passei para o meu colega SOL RAMOS Que quase chorou de alegria por eu ter cedido o lugar Nunca mais tive contato Mudei para o parana Já estou aqui quase 40 anos Vou a BH só a passeio Se tomar conhecimento deste imail ou alguém que o conhece Me comunique por favor

  • Doris regina p. m. de Lima diz: 28 de março de 2014

    Meu marido Milton Martins de Lima, serviu em Suez no 9 RI em 1961, gostaria muito de ter alguma referencia sobre o 9 RI no periodo de 13/07/61 a 06/10/62, como integrante do Batalhão de Suez

  • Salim Dornellas Ouverney diz: 4 de abril de 2014

    Bom ter notícias do Faraó Huguenin. Friburguense tambem.
    envie notícias
    Salim
    Já que o Almanaque é do Sul Localize o Boina Azul Danilo Silva do 17º contingente( o
    gaúcho Danilo)

  • Luiz Bruno Azevedo Henz diz: 4 de junho de 2014

    Nos anos 1971 e 1972 trabalhei com Assis Pompermayer na Prodasa. Ele estava em Suez e se quiser entrar em contato pode e-mail me.

  • Vladmir reginaldo silva diz: 8 de outubro de 2014

    Estou procurando por um amigão do meu pai conhecido por Barbosa ,achei uma carta que seu Barbosa escreveu pro meu pai de 31 de julho de 1981 ele morava em Mesquita Rio janeiro,se alguem conhece por favor me contate ,,051 97790773 Vivo Haaaa O nome do meu pai Jaime da silva integrante do 20 contingente.na epoca eu acho que ele morava em São Luis Gonzaga,onde mora seus irmãos ,Me ajudem Obrigado Um abraço a todos os Boinas Azuis..

  • Vladmir reginaldo silva diz: 8 de outubro de 2014

    Procurando por Barbosa..

  • marcos garcez de menezes diz: 9 de fevereiro de 2015

    Fui do 15º contingente (1964) e gostaria de ter noticias dos companheiros que ainda estão por aqui!
    GARCEZ

  • eloi verissimo campos diz: 14 de fevereiro de 2015

    Eu tirei meu tempo militar no 1o BPE -RJ (BATALHÃO MARECHAL ZENÓBIO DA COSTA) entre os anos 66/67, mesmo sendo paranaense da cidade de Ponta Grossa -Pr fiz parte dos “LENDÁRIOS CATARINAS DA PE”, nesta época o EB convocava jovens dos estados de Santa Catarina e Paraná para comporem a tropa do 1o BPE -RJ, a exigência era ter altura acima de 1,75, dentição perfeita, sem nenhuma cicatriz no corpo, etc..etc…com isto deixava-mos de ter o convíveo das familias, a comida da mamãe, o conforto dos nossos lares em todo o tempo em que service-mos , pois morava-mos dentro do batalhão, éra-mos chamados de laranjeiras, dormia-mos, comiamos tomava-mos café, acordáva-mos juntos durante o tempo em que servia-mos o EB e com isto, fizemos uma amizade muito afetiva, pois por estar-mos servindo em uma OM POLICIA DO EXÉRCITO e ser no auge da ditadura, nossas missões eram muito perigosas e com isto aumentava ainda mais as nossas amizades com nossos companheiros , pois combinava-mos de um cuidar do outro…hoje eu ja com meus 68 anos de idade, nos encontramos a cada dois anos em um grande encontro de VETERANOS do 1o BPE onde participam + ou – umas 500 pessoas, temos uma associação AVEAPE sediada em Ponta Grossa -Pr, locada no 25o Pel PE dentro do 13 BIB, o meu sonho era ir para SUEZ, mas…em 67 quando eu ainda estava servindo, acabou iniciando a guerra no oriente médio e as tropas brasileiras tiveram de sair de SUEZ as pressas e aí meu sonho acabou.
    Se porventura algum Veterano da PE em especial do 1o BPE ler esta mensagem e desejar entrar em contato conosco, estou a disposição, sou o atual presidente da associação e será um enorme prazer em contatar com os amigos do tempo da caserna.

  • Salim D. Ouverney diz: 19 de fevereiro de 2015

    Aos Boinas Azuis da Missão Suez ,que procuram notícias de companheiros do Nordeste,
    acessem o site >:www.batalhaosuez.ning.com
    (obs. não tem BR)
    Tenho a lista de 72 paraibanos e 22 piauienses etc.
    saudações a todos e longa vida com tranquilidade.
    Salim

  • Kelly Patrinhani Okuma diz: 6 de novembro de 2015

    Muito bom ter notícias dos verdadeiros heróis deste país…
    Meu tio NELSON PATRINHANI (do 4o Regimento de Infantaria, em Quintaúna, Osasco -São Paulo) foi pela força de paz da ONU defender o canal de Suez em 1962, onde ficou por exatos dois anos. Não sei em qual contingente ele foi, mas sei que esteve lá juntamente com o famoso capitão Lamarca.
    Infelizmente, ele era muito novo e não aguentou a pressão a qual esteve exposto e retornou ao Brasil já viciado em alcool, adquirido durante o período em que esteve em Suez.
    Na época eu era bem nova, mas me recordo dele dizendo que teve uma filha na Faixa de Gaza com uma palestina.
    Como ele havia deixado uma noiva aqui, esse assunto era proibido.
    Ele se casou, mas por conta do vício logo se divorciou, não teve filhos no Brasil, apenas essa criança da qual nunca tivemos notícias…
    Em seguida ele faleceu vítima de cirrose hepática e sequer foi aposentado ou teve qualquer tipo de reconhecimento por parte do país pelo serviços prestados….
    Nossa família gostaria muito de ter alguma informação sobre essa filha dele, ou de onde poderemos procurar.
    Caso tenha alguém que tenha servido com ele, por favor entre em contato.
    Temos mais de trezentos slides destes dois anos em que ele esteve em Suez, com toda a sua turma. Ainda hoje nos reunimos para relembrarmos as aventuras dele. Infelizmente não temos os nomes dos colegas que lá estão junto com ele…
    Boa sorte a todos.
    Abs,

  • Caremlita de Amorim Simão de Araújo diz: 14 de janeiro de 2016

    Meu pai Pedro Anastacio Simão foi combatente do Batalhão de Suez, pertenceu
    ao 7°batalhão.
    Guardo fotos desse período que poderiam enriquecer o arquivo dos ex combatentes.
    Acho muito importante a memória desse período ser resgatada.
    Att.
    Carmelita

  • Marcus Winter Bastos diz: 18 de janeiro de 2016

    Olá, boa noite!!!

    Meu pai integrou neste Batalhão, Cabo Dalson Luiz da Fonseca Bastos no Sétimo Contingente. Se conheceu ou tiver foto ou artigo agradeço se me enviar cópia.

    Abraço,

  • Jorge diz: 17 de abril de 2016

    Meu avô, Pedro Guedes Rodrigues, frequentou o sétimo contingente.

  • Valdecir Chamurro diz: 18 de julho de 2016

    Sou ex-integrante do 20º Contingente do Batalhão Suez (1967), o ultimo grupamento da Força de Paz que esteve na Faixa de Gaza, somos remanescentes da “Guerra dos Seis Dias” que teve inicio a 05 de junho de 1967, estamos organizados em associação aqui no RS, cujo a sigla é ABIBS-Associação Brasileira dos Integrantes do Batalhão Suez, com sede em Porto Alegre.
    Sugiro aos ex-colegas e familiares que procuram por noticias de alguém de Suez, tentarem localizar as associações em seus estados, muitos estão assim organizados, ok?!
    Em mês de março deste ano, fomos homenageados na nossa capital gaúcha, com uma praça denominada “Praça Batalhão Suez” e um monumento com o histórico do batalhão e a nominata de todos que compuseram os três contingentes que partiram aqui do Rio Grande do Sul, o 5º, 13º e o 20º.
    Fica uma mensagem do lema da nossa entidade: “Um boina azul não morre, ele dorme para sonhar com a paz”. -

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