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Jovem Guarda-roupa

18 de junho de 2012 1

Não lembro de os jovens de antigamente terem essa fissura de agora por marcas e grifes. É verdade que conseguir uma calça jeans Lee, autêntica, americana, importada, era objetivo de muita gente, e não era muito fácil de ser atingido.

Foto: TV Sul, reprodução

Com o surgimento do movimento chamado Jovem Guarda, liderado por Roberto Carlos, Erasmo e Wanderléa, houve uma primitiva investida no marketing e uma tentativa de faturar uniformizando a moçada. Aproveitando o sucesso da música O Calhambeque (“Meu calhambeque... bi, bi”), foi lançada, lá pela metade dos anos 1960, a Coleção Calhambeque de roupas, cintos, chapéus e botinhas.

Foto: reprodução

Se tudo era de gosto discutível mesmo na época, eu não me arrisco a imaginar o que diriam os críticos fashion, que hoje existem em grande quantidade. Nunca usei (isso vale como habeas corpus preventivo), mas lembro que algumas peças eram de um tecido tipo brim, mas meio mole – e, pasmem, a parte da frente tinha uma cor diferente da parte traseira. Uau!

Veja um bilhete de Roberto Carlos para os leitores de Zero Hora, feito em 1967:

Foto: reprodução

Você lembra das roupas da coleção Calhambeque? Deixe seu comentário.

Comentários (1)

  • Jorge diz: 18 de junho de 2012

    A moda Calhambeque foi o primeiro marketing de roupas dirigido à juventude. Na esteira do sucesso das roupas Calhambeque, vieram a moda Tremendão (Erasmo Carlos) e Ternurinha (Wanderléa).

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