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Frase do dia: Chico Buarque

19 de junho de 2012 0

Alguns artistas da música brasileira tornaram-se ídolos – ou, mais que isso, lendas. Desses, poucos são tão admirados e respeitados quanto Chico Buarque de Hollanda, o compositor que neste dia 19 chega aos 68 anos.

Foto: Daryan Dornelles, divulgação

No mínimo, ele já garantiu seu lugar na galeria dos grandes criadores da canção brasileira, credenciado por um talento único na combinação de palavra e música – Construção, Cálice (com Gilberto Gil), Corrente, Cotidiano, O que Será, Vai Levando (com Caetano Veloso) e Vai Passar (com Francis Hime) são só alguns exemplos.

Quem hoje vê o Chico alucinado por futebol – a ponto de agendar os compromissos de seu time de futebol, o Polytheama, com quase tanto interesse quanto suas turnês – não pode esquecer que ele foi um dos artistas mais politizados do país. Teve inúmeros enfrentamentos com a ditadura militar, a ponto de exilar-se na Itália em 1969 e de criar um personagem fictício, Julinho de Adelaide, nos anos 1970, para driblar os censores. Filho de outro ícone cultural brasileiro, o historiador Sérgio Buarque de Holanda, Chico é também romancista e dramaturgo, e dificilmente deixará de ser ídolo – por sua obra ou pelo furor que desperta entre as fãs mulheres.

A frase reproduzida no Almanaque Gaúcho desta quinta-feira (“Minha vida e meu trabalho se confundem. Nem eu mesmo sei direito quando estou trabalhando ou não”) é parte de uma entrevista concedida por Chico à revista Rolling Stone e publicada em outubro passado.

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