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A Vila dos Industriários

20 de junho de 2012 22

As imagens deste post mostram os primórdios do Conjunto Habitacional Passo d’Areia, também conhecido como Vila dos Industriários – mas hoje informalmente chamado de IAPI, em alusão ao antigo Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários.

Foto: Acervo Foto Nick

Nas imagens aéreas do IAPI, um dos destaques é o Parque Alim Pedro, à esquerda. Foto: Leo Guerreiro, Revista do Globo, reprodução

Construído entre 1946 e 1952, o conjunto era destinado aos trabalhadores da indústria, e foi um dos projetos mais modernos da época.

Fotos: Acervo Foto Nick

A obra – coordenada pelo engenheiro Edmundo Gardolinski, que deu nome a uma escola da região – resultou em mais de 2,5 mil apartamentos.

Edmundo Gardolinski (ao centro)

Getúlio Vargas desfila pela Vila dos Industriários em 1952

(colaborou Guilherme Ely)

Você lembra da época da inauguração da Vila do IAPI? Deixe seu comentário.

Comentários (22)

  • Vitoldo Haber diz: 20 de junho de 2012

    Lembro-me bem da Vila IAPI, morava na Cel. Feijó, 1159. Conheci o eng.Edmundo Gardolinski, na soc. Polonia, onde eu era socio também. Meu avô, Czeslaw Tomaszewski, ajudou a construir essa Vila, depois, ele (vô), fazia entregas de mercadorias nas merceárias da região, nas suas ruazinhas estreitas na qual eu ia junto (eu era pequeno na época), SAUDADES. Depois adolencente, jogavamos bola no campo da praça ou no colégiop Dom Bosco. Tinha um “richa” entre os times, da Vila IAPI com a turma da Cel. Feijó. Tempos que não voltam mais, sómente com fotos, como essas e na memória.

  • Helena Minuzzo diz: 22 de junho de 2012

    Amo este lugar, onde passeava nas tardes de domingos, morava do outro lado da Assis Brasil, mas era ali que eu e minhas amigas, final dos anos 50 inicio dos anos 60, sempre gostavamos de andar, assistíamos aos torneios de futebol no Alim Pedro,não sinto saudades do lugar porque práticamente vivo ali, minha filha e meus netos moram no IAPI,e sempre levamos as crianças ali no estádio onde existe uma praça linda, com brinquedos, cheia de frondosas arvores, o que deixa o passeio muito lindo.

  • salomao jacob golandski diz: 22 de junho de 2012

    falando em colegio Dom Bosco , existiu o cinema dom Bosco no saão dop colegio
    muitos filmes eu assisti

  • Vitoldo Haber diz: 22 de junho de 2012

    Obrigado, Sr. Salomão, nem me lembrava mais do cinema, na qual assisti muitas “matinés”, programa de fim-de-semana. Saudades daquela época.

  • Ayrton Luiz Balsemão diz: 22 de junho de 2012

    Fiquei emocionado de ver, na última foto, onde aparece o automóvel do presidente Getúlio Vargas, pilotando o possante ‘motociclo’ da esquerda, meu saudoso tio Eliseu Bueno de Andrade, que era casado com uma irmã de minha mãe. Ele trabalhou boa parte de sua vida na Guarda Civil de Porto Alegre, onde se aposentou. Inclusive ele foi um dos batedores que escoltou o presidente Getúlio na inauguração do trecho da BR-116 entre Porto Alegre e Caxias do Sul. Provavelmente isso aconteceu na mesma época da inauguração do IAPI. Ele me relatava esse fato sempre com muito orgulho.

  • Antonio Carlos Pacheco diz: 3 de agosto de 2012

    Respondendo a sua pergunta, eu não lembro da inauguração da Vila porque nasci um ano depois, em 1953, mas morei lá de 1953 até 1979 e curti muito aquele lugar, lá fiz amigos e vivi momentos que guardo com muito carinho no coração. Rever estas imagens me traz uma saudade imensa de um tempo que não volta mais. Brinquei nessas ruas e praças, joguei bola no Alim Pedro, desci de “regata” (trenó) pela grama desde a figueira em frente ao prédio onde morava a Elis Regina, até a borda do campo do Alim Pedro, soltei pandorga em cima do pedestal em frente ao campo, onde inicialmente tinha a estátua de um discóbolo, tomei muito banho no laguinho, joguei muita pelada no campo onde hoje é o Postão, namorei várias meninas da Vila, das quais tenho carinhosas lembranças, enfim, vivi o que posso chamar a época de ouro do IAPI, quando existia o conjunto LIverpool, os bailes na AMOVI e no Zequinha, os carnavais na avenida dos Industriários em frente as “tendinhas”, ouvindo: “Carnaval é aqui, carnaval é na Vila do IAPI”. As memórias são muitas e muito felizes. Obrigado e parabéns pelo trabalho.

  • lucimary rodriges alves almeida diz: 30 de outubro de 2012

    Por muitos anos frequentei o IAPI, pois tinha uma prima que morava lá e que infelzmente faleceu este ano com 97 anos.Gosto muito desse bairro, que na verdade não é considerado bairro,mas enfim, é lugar arborizado e muito lindo. Pra quem disse que o IAPI é pobre e perigoso não conhece o IAPI.Perigo existe em todos os lugares.

  • Ubiraci Adorne diz: 7 de novembro de 2012

    Lendo todas estas manifestações de boas lembranças da minha vila, digo que também sou filho desta. Nasci e me criei aqui, já fui e voltei e daqui não mais quero sair, agora com minha esposa e filho desfruto de tudo que este bairro nos proporciona, é muito bom morar aqui e só sabe disso quem é filho do IAPI.

  • Sandro Adami brayer diz: 11 de janeiro de 2013

    Também sou filho do IAPI, meu Avô Angelo Adami morava na Dom Pedrito 118 e meu outro Avô Manoel Claudio Brayer na Veranópolis 263, ou seja sou filho de nativos do IAPI, vivi até meu 16 anos na vila, estudei no Gardolinski, Auxiliadora, Dom Bosco,tive muitos amigos, namoradas, e apesar de quando adulto ter me mudado, sempre estava na vila visitando avós e amigos,tenho muitas lembranças e saudades, sobre o conjunto Liverpool comentado acima pelo Antonio Carlos este era do meu dindo, Niltom Adami. a 4 meses realisei um sonho, comprei um apartamento no IAPI na José carlos ferreira, ou seja, eu voltei a morar onde acredito ser o melhor lugar pra se viver em POA, daqui não saio mais, ao menos até Deus me chamar.

  • ZULEICA RIVALIMA diz: 19 de janeiro de 2013

    SOU FILHA DO IAPI, MEU AVÔ MORAVA E TINHA UM ARMAZÉM ONDE É O CARREFOUR,MEUS PAIS SE CONHECERAM ALI. QUANDO MEU VÔ COMEÇOU A CONSTRUIR ONDE MORO HOJE, NA PLINIO, TODOS DIZIAM, O QUE ELE QUERIA CONSTRUIDO NAQUELE FIM DE MUNDO. AMO O IAPI, NÃO QUERO SAIR DAQUI NUNCA. LEMBRO DO CARNAVAL DE RUA NA INDUSTRIÁRIOS, DESFILES DE 7 DE SETEMBRO, CINE REI…

  • Vilson Chagas diz: 13 de abril de 2013

    Morei vários anos neste bairro , estudando no Gardolinsky e também no Dom Bosco . Local ótimo para morar . Deixei muitos amigos e também saudades .

  • Gerso Luiz Huber diz: 28 de abril de 2013

    Nasci e me criei na vila do Iapi me formei msico tocando nas Bandas do bairro . meus amigos do Liverpool Saund machine Talento, nos reuniamos no famoso laguinho do Iapi . tenho muitas saudades daqueles tempos , infelismente perdi contato com meus amigos , dos bailes que tocavamos e das centenas ou milhares de amanhecer nas esquinas do bairro, amigos como Gilson Anderson, pety, miguel Heitor , Sidnei Baterista da banda onde iniciei a tocar. Hoge Tenho uma band em Osorio junto com minha Mulher que e cantora . Um dia volto para visitar o meu passado , meu Iapi querido Abraços aqueles que lembrao de mim . o som das nossas guitarras ainda estao no ar.

  • Letícia Barbosa diz: 20 de junho de 2013

    Nascida e criada no IAPI o amor q tenho pelo local me fez Mestre em Geografia/UFRGS com o trabalho que retrata a afetividade das pessoas por esse lugar. “As realações topofilicas na Vila do IAPI em Porto Alegre”.

  • JOSE MILTON ASSIS SALVADOR diz: 25 de agosto de 2013

    Mudei-me para o IAPI no dia 14/02/1950, fui morar da Av,Brasiliano de Moraes284 ap.C , tinha 7 anos e so sai da vila casado, mas até hoje faço parte da Bocha e carteado dos ¨velhos” no Alim Pedro.Jogamos futebol,dançavamos e curtia a vida numa maneira sadia, sempre tive muitos amigos na vila onde coleciono historias deste bairro que me orgulho muito.

  • Carlos Henrique da Silva diz: 5 de novembro de 2013

    Morei na Av. Plínio Brasil Milano, 2179/417 – Coorigha. Minha infância foi no campo do IAPI. Nasci em São Leopooldo, mas com 8 anos já estudava no Gonçalves Dias, depois fui para o Dom João Becker. Tentei (rsrsrs) jogar muitas vezes no campo da vila e na na AMOVI. Alguns bailes também curti nesta Associação. Tinhamos nosso salãozinho no prédio da Coorigha que também dava o que falar. Grandes amigos, que graças a Deus, ainda hoje nos comunicamos. Grande IAPI!!! Ah se ele falasse……

  • Levi Orlando diz: 11 de dezembro de 2013

    É sempre um prazer visitar as páginas do Almanaque e, através delas, viajar pela história da nossa cidade.
    Nasci e me criei na Vila do IAPI, na Rua Nova Prata (a mesma do D. João Becker). Li todos os comentários, que me trazem saborosas recordações. Quando estudei no D. Bosco fiz parte dos Pequenos Cantores da escola e o antigo cinema, não mais aberto ao público, era nosso auditório, onde ensaiávamos e nos apresentávamos em eventos promovidos tanto pela escola quanto pela paróquia. Nos apresentamos, por exemplo, na inauguração de uma sala do Tribunal de Justiça, no Colégio São João (que tinha lá também o seu grupo, os Canarinhos), e num programa vespertino de variedades chamado De Portas Abertas, na antiga TV Piratini, Canal 5 (ao vivo, não havia vídeo-tape ainda, na época). O colégio era uma verdadeira escola de futebol, tinha um campeonato por turmas. Estudei depois também no Becker, onde participei do Grêmio, cujo movimento estudantil era uma verdadeira escola de cidadania.
    Vivi muitas das brincadeiras e atividades citadas nos demais comentários, considero que fui uma criança e um jovem feliz por ter desfrutado tudo que a Vila do IAPI pôde nos proporcionar. Torço muito pra que os atuais moradores estejam conscientes do caráter histórico do bairro, e da necessidade de preservá-lo, portanto; com o carinho que esse lugar tão especial merece.

  • Danilo Scheida diz: 19 de abril de 2015

    Cheguei ao IAPI aos 2 anos (1952), me criei conhecendo este lugar excepcional, onde ajudou à minha formação, estudei no Edmundo Gardolinski até 4º ano onde sai, e fui fazer o “ADMISSÃO” lembram ? para poder entrar no ginásio e daí para Colégio Luiz Dourado.Morei na Caxias do Sul,35/A onde mora até hoje minha mãe “Dª Angela pois meu pai seu Alzemiro Scheida, faleceu a 5 anos (2000), esta rua fica na frente do Alim Pedro, ela toda arborizada,esquina com a industriários,Veranópolis,Cacequi.
    Sou amigo do Marco Antonio (Foguete)cantor do Liverpool,Bicho da Seda. Joguei muita bola,tínhamos torneio no Alim Pedro nas férias escolares, no tempo que Victor Hugo jogou no grêmio, brinquei de arquinho,bicicleta,não existia video game, nossa vida após as aulas(tarde/manhã)eram brincadeiras sadias. Mas o que me levou chegar até esta página, foi a morte dum amigo de infância” hoje”(19/04/15 às 18 hrs.) O FININHO/MIRO-Valdemiro Santos da Silveira,morou na mesma rua, ele sempre estava disposto à brincar e além disto uma pessoa sensacional. Mais uma excelente lembrança do meu IAPI que ficou,da Elis Regina,assim como daqueles que ajudaram a crescer este iluminado lugar.
    Meu nome é Danilo Scheida, daniloscheida@terra.com.br – 51-8451 2365
    Abração à todos que moraram e que
    ainda desfrutam do IAPI>
    Nós nos conhecíamos só por apelidos os meus; pancinha e pato. Dos outros eram”banha,barata,sapo,pancada,barna…eles irão me identificar nesta página, que saudades deles !

  • Francisco José Borges diz: 5 de junho de 2015

    Que saudades,nasci na Av. dos Industriários n. 26 apart. E em 1950. Eu e meu irmão éramos o terror do bairro, aprontamos tudo que tinhamos direito. No dia de São João faziamos uma fogueira entre dois edificios, a última tinha 26 pneus e o vento chegou bem na hora de acender a fogueira.O turno da noite do colégio Gonçalves Dias não retornaram as aulas após o “recreio”Minha mãe jogava água do 4º andar enquanto os bombeiros eram chamados.Estudei no Gonçalves, primário,admissão e ginásio e da janela da cozinha minha mãe me cuidava para ver se eu de fato iria para a aula.Meu apelido éra pé de ferro e meu irmão pé de aço pelo fato que não sabiámos jogar bola mas coitado de quem estivesse pela frente.Descia a grama do Alim Pedro de regata e empinava pandorga.Os onibus Bianchi e Rodrigues serviam o bairro e muito tombo levei pegando “carona”dos bondes.Nos domingos trocavamos revistas no cine Rey na matiné. Me lembro ainda de alguns nomes como Antonio,Rivadávia,Carlinho, Luiz,Jara,Iara,Lizete,se alguém vivenciou essa época me contate Franciscojborges@ibest.com.br

  • Sonia Maria Bohrer Kern diz: 12 de outubro de 2015

    Vim com um ano de idade morar com meu pai, Raul Bohrer, minha mãe e irmão em uma das casinhas de madeira, no meio da Vila, feitas para os que trabalhavam na construção. Meu pai era o desenhista, fazia as plantas das casas e apartamentos. Quando as 10 primeiras casas ficaram prontas, na rua L (atual Santiago) nos mudamos e continuo na mesma até hoje. Devo ser a mais antiga moradora, portanto…
    Estudei no Gonçalves quando esteve provisório em uma das casas da Mal.José Inácio da Silva. Lembro do barracão, um salão de shows que construíram na rua O? -Vicente Pallotti, dos filmes do SESI na rua (atenção moradores da V.do IAPI: não percam uma linda sessão programada do SESI, gritavam os alto-falantes). O Bar 44 c seu sanduíche-aberto, o cinema às quartas no andar de cima, sede do PTB, onde tinham cadeiras c assentos de palha, a Feira na Brasiliano, a tragédia na Estação de Tratamento d’água, no Bar 44, numa casa perto do laguinho, o Bonde, os bailes de carnaval infantil na Amovi, a Revisteria que meu pai teve na Industriários qdo no balanço de fim de ano ganhávamos doces da Padaria ao lado por ajudá-lo… Saudade…

  • Rita Chagas Avelin diz: 12 de outubro de 2015

    Saudades do IAPI morei lá por 28 anos, rua Dom Pedrito 367. Estudei no Gardolinski, fui com as irmãs palotinas e com colegas no seu enterro representando a escola. Assisti muitos carnavais na avenida dos Industriários, desfilei no 7 de setembro na mesma avenida. Bom lembrar?

  • Clélia Maria Reichel Ströher diz: 15 de outubro de 2015

    Cheguei na Vila do IAPI, em 1955, tinha 5 anos e sai quando casei em 1976!
    Menus país continuaram a morar, até falecerem. Minha irmã ainda reside na “nossa casa”, na Rua Rio Pardo, próximo da Rua Triunfo! Somos 4 irmãs!
    Estudei no Gardolinski, no Theodoro Amistad, no Gonçalves Dias e no Dom João Becker(antigo), inclusive fui Rainha do Don João Becker.
    Temos uma turma que se reúne até hoje, chamada “Turma da Zona da Cativa”, da cativa, porque na esquina da Rio Pardo com Dom Pedrito, havia uma grande pedra de meio fio, que os guris colocaram ali e ficavam sentados, principalmente, à noite, pra bater papo todos os dias e, verem o movimento de todos…
    Época inesquecível! Éramos todos muito amigos! Fazíamos reuniões dançantes com discos emprestados do Beatles e etc… Os vizinhos se davam super bem, principalmente naquela quadra só de casas… Era um mundo à parte…
    A Elis era da mesma rua… Algumas vezes fui ao cinema levada por ela e, quando ela passava em frente à minha casa para ir a cabeleireira Lisete, me chamava para ir junto… Íamos assisti-la no Clube do Guri, com o Ari Rego, no Lindóia TC…
    A turma ia no Cine Rei, trocávamos gibis é sempre uma farra! Também no Cine Rosário, no Colombo, no Orfeu, no Real, e etc… Melhor que, na maioria das vezes à pé…
    Outro encontro dominical, era missa das 10h, na Igreja Nossa Senhora de Fátima e nos sábados à tarde sempre havia uma atividade, ali para os jovens.
    Tem muito mais lembranças más, acho que daria um livro.,, rsrsrsrs
    Muitas vezes sonho que estou lá…. Quem sabe volto pro IAPI?
    Vou convidar todos os amigos da turma, para voltar… Grande sonho!!!
    Agradeço a reportagem e li todos os depoimentos, com muito carinho!
    Abraço a todos

  • NARA IOLANDA DA SILVEIRA MESQUITA diz: 24 de abril de 2016

    Feliz!! Por ser moradora deste bairro.
    Orgulho de ser do IAPI onde me transporto a cada caminhada no meu bairro. Lembranças do q se foram e dos q ainda estão por aqui, mas que por circunstâncias da vida não os vejo mais como antigamente. Há meu bairro!! Tem de tudo, até o cemitério São João para que continuemos por aqui.

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