Houve um tempo em que as iniciativas promovidas por Osvaldo Cruz foram malvistas pela população do Rio de Janeiro, onde ele foi diretor de Saúde Pública. No entanto, o que o médico sanitarista sempre quis foi combater doenças - peste bubônica, febre amarela e varíola, entre elas. A respeito da varíola, por exemplo, Cruz teve algum trabalho para garantir que a vacina contra a doença se tornasse obrigatória.
Cruz estudou no Instituto Pasteur, em Paris, foi membro da Academia Brasileira de Letras, ajudou a fundar a Academia Brasileira de Ciências e foi premiado no Congresso Internacional de Higiene e Demografia, em Berlim, em 1907. Tornou-se um dos maiores nomes da história da saúde pública brasileira. A frase reproduzida no Almanaque Gaúcho em homenagem aos 140 anos de seu nascimento ("Não há vantagem alguma de amargurar com lágrimas prolongadas os tão curtos dias de nossa existência"), que se completam neste domingo, faz parte do testamento do médico.



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