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Frase do dia: Schopenhauer

21 de setembro de 2012 1

Foto: reprodução

Existe um mundo dos fenômenos, perceptível aos sentidos humanos, e um outro mundo, intangível e transcendente, do qual só vemos a representação, mas do qual eventualmente podemos nos aproximar por meio da arte. Essa é, a grosso modo, uma síntese possível do pensamento do alemão Arthur Schopenhauer (1788 -1860), filósofo cuja morte completa hoje 152 anos – e cujas ideias se refletiram nas obras de inúmeros outros luminares da cultura ocidental, de Wagner a Freud, de Tolstoi a Jung, de Wittgenstein a Nietzsche (este, já abordado aqui no Almanaque Gaúcho).

Schopenhauer é considerado um grande pessimista – para ele, a humanidade está condenada à insatisfação eterna, por ser escrava de seus desejos individuais, vivendo em um mundo de injustiça e violência. A arte, em especial a música, ofereceria uma possibilidade de transcender os conflitos da existência. Inspirado no budismo, o filósofo também acreditava que os indivíduos estão separados apenas na aparência – ou seja, que tudo e todos são um.

A grande obra de Schopenhauer é o livro O Mundo como Vontade e como Representação, publicado em 1818 e reeditado em 1844, com ainda uma nova versão editada por Thomas Mann em 1948. Nesse livro está a frase reproduzida no Almanaque Gaúcho desta sexta-feira: “Toda criança é, de certo modo, um gênio. E todo gênio é, de certo modo, uma criança”.

Foto: reprodução

Comentários (1)

  • Lorena Cristiina R.Dias diz: 30 de setembro de 2012

    Excelente este escitor adoro abraços .

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