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Frase do dia: Fernanda Montenegro

16 de outubro de 2012 0

Foto: Jefferson Botega, BD, 3/7/2012

Poucas mulheres merecem tanto o epíteto Grande Dama do Teatro Brasileiro quanto Fernanda Montenegro. Há mais de 60 anos, ela vem construindo uma das mais sólidas trajetórias das artes cênicas no país, trabalhando em rádio, teatro, televisão e cinema. O mundo a conheceu melhor em 1999, quando ela foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz pela atuação comovente no filme Central do Brasil (1998), de Walter Salles. Mas, aqui, ela já acumulava anos de fama e reconhecimento.

Veja um trecho de Central do Brasil.

Nascida Arlette Pinheiro Esteves da Silva em 16 de outubro de 1929, no Rio, ela mudou sua assinatura para Arlette Pinheiro Monteiro Torres em 1953, ao casar com o também ator Fernando Torres (1927 – 2008). O nome artístico foi escolhido ainda na adolescência – Fernanda, segundo ela, trouxe uma sonoridade que remete aos personagens dos romances de Balzac ou Proust, e Montenegro foi homenagem a um médico homeopata amigo de sua família.

Suas atuações em peças de teatro, telenovelas e filmes se contam às dezenas. Na TV, interpretou personagens marcantes em novelas, da hilária Charlô de Guerra dos Sexos (1983), ao lado de Paulo Autran, à vilã Bia Falcão de Belíssima (2005). Sobre a excelência de seu trabalho, a atriz é modesta: “O que faço, na maioria das vezes, é artesanato. Só às vezes isso vira arte”, explicou Fernanda em entrevista recente, em frase reproduzida no Almanaque Gaúcho desta terça-feira.

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