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Frase do dia: Ravel

28 de dezembro de 2012 1

Ravel em 1912. Foto: reprodução

Existem muitas peças musicais criadas no meio erudito que se tornaram extremamente populares, com melodias reconhecíveis (e reconhecidas) por diferentes públicos. Os concertos As Quatro Estações, de Vivaldi, e a bagatela para piano Für Elise, de Beethoven, são dois exemplos. Mas talvez o mais famoso seja mesmo o Bolero, do francês Maurice Ravel (1875 – 1937).

Apresentado pela primeira vez em 1928 e escrito originalmente como um balé, o Bolero foi concebido por Ravel como uma espécie de estudo de orquestração. O próprio autor definia a peça como um “tecido orquestral sem música”. O fato é que a contribuição musical de Ravel vai bem além de seu tema mais famoso.

Associado ao impressionismo, ele é considerado um dos compositores mais influentes do início do século passado, e aparece com frequência nos programas de concertos ao redor do mundo. Outras de suas obras conhecidas são o balé Daphnis et Chloé e o tema de piano Pavane pour une Infante Défunte (“Pavana para uma princesa defunta”), também adaptada para orquestra pelo próprio Ravel.

A morte do compositor, em decorrência de problemas neurológicos, completa 75 anos nesta sexta-feira. Sem registros de relações românticas mais profundas ao longo da vida, Ravel teria declarado inclusive que seu único caso de amor teria sido com a música. “Um artista nunca percebe sua capacidade de tornar miserável a vida de sua companheira”, escreveu o músico em uma carta. A frase está reproduzida no Almanaque Gaúcho de hoje.

Comentários (1)

  • Mauricio Reis diz: 28 de dezembro de 2012

    Acho que houve um equívoco de conta; a morte de Ravel está fazendo 75 anos (espero não estar também equivocado).

    Mauricio,

    Estás certo. São 75 anos. Já corrigimos o texto.

    Obrigado pelo alerta!

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