Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Travessia democrática

16 de fevereiro de 2013 2

Os porto-alegrenses se acostumaram a chamar o cruzamento da Avenida Borges de Medeiros com a Rua da Praia de Esquina Democrática, por ser um dos espaços públicos mais conhecidos da cidade e um ponto onde comícios e manifestações costumavam ser frequentes. Também é uma das passagens com maior concentração de pedestres no Centro.

Foto: Carlos Rodrigues, BD, 23/4/1976

Mas, como ilustra a foto acima, nem sempre a pista da Andradas foi um calçadão exclusivo para quem vai a pé. A imagem, feita nos anos 1970, mostra o fluxo de ônibus e carros, nos dois sentidos da avenida, obrigando os passantes da Rua da Praia a esperar sua vez de cruzar a pista.

Tempos depois, ainda durante a gestão do prefeito Guilherme Villela, o calçadão da Rua da Praia restringiu o trânsito de veículos na esquina, até hoje proibido em horário comercial e nas manhãs de sábado.

Comentários (2)

  • Vera Lúcia Pretzel diz: 16 de fevereiro de 2013

    Peguei a fase retratada na foto. Muitas vezes esperei o sinal abrir para a travessia dos pedrestes. A gente tinha que ir depressa. E os motoristas buzinavam. A Borges é larga, demorava para atravessar. Também tive a oportunidade de ver políticos influentes da época, elegantemente vestidos, nas caminhadas que aconteciam pela Rua da Praia em direção a Esquina Democrática. Na parte superior da foto, à esquerda, era a CRT , – tô enganada? Gosto da subida da Borges e me colocolo lá embaixo no Largo a imaginá-la com belos e floridos canteiros centrais, à noite bem iluminada e árvores espaçadamente plantadas, cada uma florindo em diferentes épocas do ano. Acho que assim deixaria de ser sisuda.
    O assunto do blog era a travessia democrática que no meu texto virou canteiro da Borges. Não custa nada sonhar

  • Eduardo menezes diz: 16 de fevereiro de 2013

    Tenho como lembrança que nesta esquina ou na de baixo havia um semaforo, tipo guarita e dentro havia um brigadiano que cordenava o transito, toda vez que a mae
    me levava ao centro me chamava a atençâo aquele semafaro.

Envie seu Comentário