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Frase do dia: Graciliano Ramos

20 de março de 2013 0

Foto: reprodução

Um dos maiores nomes da literatura brasileira foi descoberto graças ao trabalho na política. O alagoano Graciliano Ramos (1892-1953) foi prefeito da cidade de Palmeira dos Índios, e um de seus relatórios de prestação de contas do município atraiu a atenção de um editor, que o incentivou a apresentar mais textos para publicação – e ele já tinha concluído seu primeiro romance, Caetés, publicado em 1933.

A obra mais famosa, no entanto, veio a público cinco anos depois: o romance Vidas Secas, sobre a trajetória de uma família de retirantes nordestinos, aclamado como um dos livros mais representativos das letras brasileiras e adaptado para o cinema por Nelson Pereira dos Santos em 1963.

Foto: reprodução

São Bernardo (1934) e Angústia (1936) são outros de seus livros mais importantes. Graciliano foi também jornalista e memorialista, e chegou a ser preso durante a ditadura de Getúlio Vargas por suas relações com o comunismo – o livro Memórias do Cárcere, publicado postumamente em 1953, narra episódios desse período.

”A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso. A palavra foi feita para dizer” é a frase reproduzida no Almanaque Gaúcho desta quarta-feira em que a morte de Graciliano, em decorrência de um câncer de pulmão, completa 60 anos.

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