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As duas casas de Bento Gonçalves

07 de agosto de 2013 0

Nas imagens dos festejos do centenário farroupilha, cujas comemorações foram realizadas no local até então conhecido como Várzea ou Campo da Redenção, aparece, em frente ao pórtico monumental, uma imponente estátua de um homem sobre um cavalo. Hoje, esse monumento já está tão misturado à paisagem urbana, que não parece mais tão grande quanto aquele inaugurado em 15 de janeiro de 1936, no último dia do evento que relembrava a revolução gaúcha, aberto em 20 de setembro do ano anterior.

A estátua durante os festejos do centenário farroupilha. Foto: Reprodução

A estátua equestre de Bento Gonçalves permaneceu em local de destaque no Parque Farroupilha – como foi denominado o local depois da exposição – até 1941, quando foi transferido para a Praça Piratini, onde, mais tarde, também foi construído o novo edifício do Colégio Júlio de Castilhos, inaugurado em 1958. Na nova morada, a escultura recebeu um pedestal mais alto, com a frase “Compatriotas! O nome da Pátria nunca soou em vão aos meus ouvidos!”, do manifesto de 25 de setembro de 1835, no qual o comandante farroupilha fala sobre as causas do levante.

Em 1941, obra foi transferida para a Praça Piratini, onde está atualmente. Foto: Reprodução

Modelada e fundida em bronze na Alemanha, a estátua é do escultor pelotense Antônio Caringi, também autor de obras como o Laçador e o Monumento ao Expedicionário, de Porto Alegre, o Monumento ao Imigrante, de Caxias do Sul, e o Monumento a Anita Garibaldi, em Laguna (SC).

Em foto de 2008, o monumento no local atual, com o Colégio Júlio de Castilhos  ao fundo. Foto: Arivaldo Chaves, banco de dados, 16/09/2008

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