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Almanaque Bicentenário de Pelotas traz raridades da cena da cidade

26 de maio de 2014 0
A Estação Ferroviária de Pelotas vista desde a Praça Rio Branco, na década de 1920. Acervo: Fototeca UFPel

A Estação Ferroviária de Pelotas vista desde a Praça Rio Branco, na década de 1920. Acervo: Fototeca UFPel

A cidade de Pelotas, no início da noite desta segunda-feira, dá mais uma demonstração do quanto preza o seu passado e a sua cultura, motivo de justo orgulho. Tradição e civilidade se expressam na arquitetura, na gastronomia e também no comportamento dos cidadãos que têm em seus antepassados referência de consideração. Para celebrar os 200 anos da “Princesa do Sul”, 18 pesquisadores reuniram mais de mil imagens e agora lançam o segundo volume do Almanaque do Bicentenário de Pelotas. A solenidade será na Bibliotheca Pública Pelotense, às 19h.

Cordão Carnavalesco Chove Não Molha, posando em frente à sua antiga sede no Carnaval de 1924. Foto: Acervo Biblioteca Riograndense

Cordão Carnavalesco Chove Não Molha, posando em frente à sua antiga sede no Carnaval de 1924. Foto: Acervo Biblioteca Riograndense

No final de 2012, foi lançado o primeiro volume, que incluiu os oito fascículos da Revista do Centenário, trabalho raro realizado por João Simões Lopes Neto em 1911 e 1912. O terceiro e último volume tem seu lançamento previsto ainda para este ano, no mês de dezembro. O projeto, coordenado por Duda Keiber, é uma realização da Gaia Cultura e Arte, financiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura RS). Os livros não são comercializados, têm distribuição gratuita e dirigida para bibliotecas, instituições de ensino, entidades públicas e imprensa.

Moças e homem em frente a um vagão de trem, na Estação Ferroviária de Pelotas, em 1927. Chegada de um grupo de veranistas, vindos do balneário Cassino, da cidade de Rio Grande. Foto: Acervo Eduardo Arriada.

Moças e homem em frente a um vagão de trem, na Estação Ferroviária de Pelotas, em 1927. Chegada de um grupo de veranistas, vindos do balneário Cassino, em Rio Grande. Foto: Acervo Eduardo Arriada.

“Nas 576 páginas é feito o resgate, a partir de 1912, da cena da Arte e Cultura, abordando o teatro, a música, cinema, literatura, os doces e o Carnaval, elementos muito fortes da identidade local”, resume Keiber. Um dos trabalhos mais difíceis enfrentados pelos pesquisadores Luís Rubira e Guilherme Pinto de Almeida foi escolher, entre as mais de 10 mil imagens obtidas por empréstimos ou doações, as que fariam parte da obra. As fotos retratam raridades históricas de uma outra Pelotas que, junto aos textos, nos permite conhecer melhor essa importante cidade do sul do país.

Homem utilizando um bebedouro público nas proximidades do Mercado Público Central na década de 1920. Foto: Acervo Guilherme P. de Almeida.

Homem utilizando um bebedouro público nas proximidades do Mercado Público Central na década de 1920. Foto: Acervo Guilherme P. de Almeida.

Atual Praça Cel. Pedro Osório, logo depois de sua profunda remodelação paisagística (1913-1916).  Foto: Acervo Eduardo Arriada.

Atual Praça Cel. Pedro Osório, logo depois de sua profunda remodelação paisagística (1913-1916). Foto: Acervo Eduardo Arriada.

Foto tirada na década de 1930, do alto do Clube Caixeiral, mostra o bonde na atual  Praça Cel. Pedro Osório (linha do Parque Souza Soares) e um trecho da Rua Mal. Floriano. Foto: Acervo Eduardo Arriada

Foto tirada na década de 1930, do alto do Clube Caixeiral, mostra o bonde na atual Praça Cel. Pedro Osório (linha do Parque Souza Soares) e um trecho da Rua Mal. Floriano. Foto: Acervo Eduardo Arriada

 

 

 

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