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Serpro, 50 anos

29 de dezembro de 2015 1

Em dezembro de 1964, nasceu o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), hoje uma das maiores organizações públicas de tecnologia da informação do mundo. Com sede em Brasília, a empresa implantou unidades nos Estados do Amazonas, Pernambuco, Pará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Ceará e Rio Grande do Sul. Vinculada ao Ministério da Fazenda, aqui em Porto Alegre, 50 anos atrás, começou instalando-se na parte térrea (porão) do prédio da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional (hoje prédio do Margs), com seus primeiros 17 funcionários, que usavam enormes computadores da IBM.

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Inicialmente, eles processavam apenas as folhas de pagamento das repartições federais, e depois começaram também a prestar serviços a outros órgãos, que não pertenciam ao Ministério da Fazenda, como a Caixa Econômica Federal, a Empresa dos Correios e Telégrafos e o Tribunal Regional Eleitoral. Logo, com o avanço cada vez maior da informática, o Serpro cresceu e mudou-se para um andar do prédio do INSS, na Rua Mário Cinco Paus. Mais tarde, foi transferido para a Avenida São Pedro, ocupando a parte superior do edifício da Caixa Econômica Federal.

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A essa altura, já era evidente a necessidade de construção da sua sede própria. Foi então que seu primeiro diretor superintendente, arquiteto Enio Contursi de Freitas (1964-1987), solicitou ao prefeito de Porto Alegre à época, doutor Telmo Thompson Flores, a doação de um terreno no aterro do Guaíba, recém-concluído e ainda quase completamente desocupado. Logo, no início da década de 1970, o Serpro seria um dos primeiros prédios construídos naquele local. Hoje, a instituição conta com um memorial, que registra a sua história e mostra a evolução por que passou a atividade do processamento
de dados.

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Colaborou Jessi Ferreira de Freitas

Comentários (1)

  • Luis Hugo diz: 29 de dezembro de 2015

    Essa empresa tem história, um legado enorme, tive o prazer em conhecer pessoas que vestiram e vestem essa camisa, Dr. Enio (Enio contursi de Freitas) como era chamado na época, Jorge Barnasque, Marcio Brigidi, Irineu Moura, Volpatto, André de Cesero, Marco Sobrosa, e muitos outros dirigentes, a lista é extensa, passamos por momentos difíceis, como toda empresa pública, graças ao esforço de muitos trabalhadores e trabalhadoras, superamos, crescemos, fizemos sistemas que nenhuma empresa privada fez e faz, com a devida responsabilidade, sigilo, presteza e zelo que cidadão brasileiro merece, infelizmente carecemos de um maior reconhecimento dos governantes, adiciono que o primeiro processamento eletrônico das urnas foi feito aqui, nessa importante organização, hoje estamos passando outro momento dificil, com ameaças de fechamento de algumas regionais, mas com esforço, determinação e união, superaremos mais essa ameaça que o governo federal está querendo nos impor, porque o cidadão brasileiro não pode abrir mão dos nossos serviços.

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