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Óvnis que assustaram Venâncio Aires

27 de janeiro de 2016 0
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Pedro Moraes, o segundo agricultor, não sabia da “visita” ao seu vizinho Olmiro da Costa, quando foi surpreendido pelos estranhos seres

 

Os moradores mais antigos ainda se lembram do episódio que provocou surpresa e pânico em dois agricultores, em locais diferentes, em 9 de dezembro de 1954, na Linha Bela Vista, no município de Venâncio Aires. Ambos revelaram ter visto um estranho aparelho, de formato arredondado, pairar, fazendo um ruído semelhante ao de uma máquina de costura, pouco acima do solo de suas lavouras. Mais curiosos ficaram quando da abertura da nave surgiram duas figuras de aparência humana, mas de “palidez cadavérica e cabelos longos”. Segundo relatos à imprensa da época, os estranhos levaram da primeira plantação um pé de milho e outro de feijão; da segunda, arrancaram um pé de fumo.

O repórter Licurgo Cardoso, da revista O Cruzeiro, esteve depois no local, entrevistou e fotografou os dois agricultores, Olmiro da Costa e Pedro Moraes, homens simples e rústicos da roça. Segundo o relato deles, a nave media em torno de 15 metros de diâmetro e três de altura, e expelia uma espécie de fumaça transparente, deixando um cheiro de locomotiva movida a carvão.
Olmiro contou ainda que, ao ver os dois seres, quis gritar, mas não conseguiu e deixou cair a enxada, e um dos visitantes, antes de colher as plantas, fez um gesto que pareceu de cumprimento. Olmiro tentou retribuir, oferecendo uma ovelha do rebanho que se aproximou, mas o outro deu a entender que recusava o presente. O encontro teria durado cerca de cinco minutos.

O outro agricultor, que se encontrava a um quilômetro de distância, teve a mesma visita pouco depois. Também falou em ruído de máquina de costura e que os dois vultos não permitiram sua aproximação da nave. Descreveu os seres como do tamanho de uma criança de 10 anos, acrescentando: “de gente só tinham a forma da cabeça e do corpo, não vi olhos nem boca e nem orelhas”.

Coincidentemente, meses antes, moradores de Santa Cruz do Sul e da região haviam se surpreendidos ao avistarem uma formação de quatro ou cinco naves estranhas, cruzando o espaço, em baixa altura e em perfeita sincronização, numa época em que tínhamos aviões de caça por aqui.

* Texto produzido pelo colunista interino, Antônio Goulart, pois Ricardo Chaves está em férias

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