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Eterna Juventude

30 de junho de 2016 0
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O primeiro time, de 1913

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A a equipe de 1920

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Michielin com a taça da Copa do Brasil de 1999

2LIVRO Ontem à noite, em Caxias do Sul, no tradicional jantar de aniversário em que o Esporte Clube Juventude comemorava seus 103 anos de fundação, a agremiação ganhou um significativo presente. Com autoria de Francisco Michielin, o livro Juventude, paixão e glória – 100 anos de orgulho na Serra Gaúcha teve lançamento festivo. Para o médico e escritor, a escalação perfeita em 100 anos de história do clube teria de ter 12 jogadores. O motivo e os nomes dos escolhidos pelo historiador são apenas algumas das delícias cuidadosamente selecionadas e servidas aos torcedores e aos amantes do futebol em geral. Nas 210 páginas da obra (Editora Requinte e coordenação editorial de Adriana Silva Comunicação), estão reunidos alguns dos melhores, mais curiosos e pouco conhecidos episódios do primeiro século alviverde.

São fotos inéditas, crônicas, tabelas, estatísticas e, satisfazendo uma das grandes preferências de fãs de futebol em todo o mundo, listas das mais diferentes categorias – de artilheiros históricos a apelidos esquisitos. Em um de seus recortes mais emblemáticos, o livro recupera imagens e episódios de Alfredo Jaconi, que empresta seu nome ao estádio, como atleta, funcionário, treinador e dirigente. “No Brasil, temos o costume de tratar muito mal nossa própria memória.

O Juventude é mais do que um clube. É uma parte da história e da identidade de Caxias do Sul, da serra gaúcha, do Rio Grande do Sul e do Brasil, também. Afinal, foi quem calou o Maracanã na última vez em que o estádio (que era o maior do mundo) recebeu mais de 100 mil pessoas”, comenta Michielin. O álbum conta ainda com crônicas de autores convidados, como José Clemente Pozenato, repercussão dos grandes momentos na imprensa, fotos das primeiras coberturas de rádio – com o próprio autor do livro como repórter, para as transmissões ao lado de Nestor Gollo e Jimmy Rodrigues – e imagens dos então atletas Valmir Louruz, Edson Gaúcho e Celso Roth com a camisa do Juventude.

Também traz registros de ídolos que se tornaram lendas, como Mario Martini, Lory Tonietto, Plein, Kita, Cuca e Everaldo, o imortal tricampeão mundial na Copa do México, em 1970. Naturalmente, também está contemplada a chamada Geração Parmalat, de Flávio, Mário Maguila e Lauro, que mereceu um texto especial. Tem, ainda, depoimentos de todos os presidentes que estavam vivos durante a produção do livro: “Amigos, como Toninho Ferro (Antônio) e Chinês (Abelardo Cavalcanti), que faleceram faz pouco. Willy Sanvito, para quem ainda não sabe, revela como e por que implodiu a fusão com o nosso rival”, arremata Michielin.

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