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Águas do Mel (parte 3 – final)

04 de setembro de 2015 0

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Nos dois últimos dias, abordamos o passado de Iraí, a importante estância hidromineral conhecida pela qualidade terapêutica de suas águas. Para encerrar essa série, vamos lembrar, hoje, que o tradicional balneário do norte gaúcho, depois de viver o glamour dos anos 1920 e experimentar o desenvolvimento nos anos 1930, chegou ao apogeu no início dos anos 1940, quando inaugurou o Cassino Guarani, em 20 de fevereiro de 1941.

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Esse prédio, construído em apenas cinco meses, e o do Cine Cruzeiro, da mesma época, foram belos exemplares da arquitetura art déco, infelizmente não preservados. Proprietário do cassino, o casal Eurico e Eulália Nunes da Silva chegou à cidade para tratamento de saúde e acabou se estabelecendo com um empreendimento que marcou a vida do município.

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Ainda hoje, desfrutar da paz na “cidade saúde” construída ao lado de fontes das quais jorram água mineral termal, alcalina, radioativa, clorosulfatada, com temperatura de 36ºC, como no balneário Osvaldo Cruz, continua sendo uma ótima opção para quem deseja aproveitar os poderes medicinais para o tratamento de doenças de pele, fígado, rins, sistema nervoso, reumatismo, entre outros.

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Imagine quando isso esteve associado a diversão, jogo, dança e shows ao som da Orquestra Jazz Guanabara. Visitem, através das fotos antigas, as dependências do cassino: copa, salão de jogos, restaurante, pista de dança, sala para fumar, bar etc. Em abril de 1946, um decreto do presidente Dutra criminalizou os jogos de azar em todo o país.

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A decisão causou forte impacto na vida de Iraí. É natural que quem teve um passado glorioso orgulhe-se dele e busque sempre reencontrá-lo. Entre os dias 9 e 12 de outubro, Iraí aguarda antigos moradores e velhos visitantes para a VI Festa do Reencontro. Como dizia o escritor Eduardo Galeano: “a memória não perde o que merece ser salvo.”

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Águas do Mel (parte 2)

03 de setembro de 2015 0

Ontem, recordamos o esforço dos primos Rosito para chegar, em 1936, à estância hidromineral de Iraí e a suas águas milagrosas. O município foi conhecido em seus primórdios como Águas do Mel. Nas décadas de 1920, 1930 e 1940, o balneário, cada vez mais, consolidou sua fama de lugar aprazível e ideal para se desfrutarem temporadas. Se você entrar no site da prefeitura de Iraí (www.irai.rs.gov.br), acessar “história do município” e, depois, “fotos da colonização”, encontrará uma linda (e exemplar) galeria de imagens, daquelas que nos dão saudade de um tempo em que não vivemos.

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É fantástico constatar que, no passado, no interior do nosso Estado, existiu um lugar tão glamouroso, com uma arquitetura em casas de madeira tão delicada e bonita. A foto acima, da Pensão Descanço, com seus hóspedes bem-vestidos, fotografados diante do prédio no dia 6 de fevereiro de 1929, é um bom exemplo de a que me refiro. Até a pele de onça (politicamente incorreta) sobre o para-brisa e o capô de um dos carros estacionados nos remete a uma época em que a inconsciência ecológica convivia com a riqueza de uma fauna que parecia interminável.

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A foto do balneário, em forma de “castelinho”, e a do Hotel das Thermas, com um caminhãozinho jardineira parado diante dele, são igualmente muito bacanas. A localidade, que teve também o nome de Cruzeiro do Sul, em novembro de 1920, passou a se chamar Irahy. Em 1933, Irahy foi desmembrada de Palmeira das Missões, constituindo-se em município. Por volta de 1937, seguindo os preceitos da nova ortografia, surgiu a grafia “Iraí”, que permaneceu definitiva.

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Águas do Mel (Parte I)

02 de setembro de 2015 0

Nos anos 1930, os primos Ângelo e José Rosito (tios do nosso leitor Giuseppe Marcello Rosito, que gentilmente enviou-nos as fotos) aventuravam-se a rodar quase 500 quilômetros até a cidade de Iraí, no RS, a fim de se recuperarem do intenso trabalho que desenvolviam nos seus açougues em Porto Alegre. Os hotéis, junto às águas termais, sempre foram um refúgio para as pessoas descansarem e revigorarem suas energias, desfrutando dos benefícios que elas proporcionam.3

Hoje, Iraí está ligada à Capital por 435 quilômetros de rodovia asfaltada, mas como, na época, os caminhos para lá eram precários, sempre ocorriam contratempos a serem solucionados na própria estrada. A história de Iraí teve início em 1893, quando, perseguidos, partidários da Revolução Federalista deixaram Cruz Alta rumo às barrancas do Rio Uruguai. Esses refugiados enfrentaram dificuldades por estarem isolados de qualquer núcleo populacional.
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Em uma de suas incursões em busca de alimentos, numa região onde a caça e a pesca eram abundantes, encontraram um pântano, às margens do Rio do Mel, com várias fontes de água (quente e fria) que brotavam da terra com grande força e um cheiro característico, atraindo grande quantidade de animais. Estavam descobertas as famosas fontes milagrosas de Iraí. Em 1911, chegaram colonizadores dos municípios de Caxias do Sul e Guaporé.

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Em 1914, o local onde se tomavam banhos, no então 8º Distrito de Palmeira das Missões, não passava de um rancho de palha, mas logo a fama das águas milagrosas se espalhou por todo o Estado. Inicialmente, o local das fontes foi denominado de Barreiro do Mel, pois as margens de um arroio eram cercadas de colmeias. No dia 8 de março de 1916, foi oficialmente fundada a Vila Águas do Mel. Em 1920, a localidade, hoje Iraí, era chamada de Cruzeiro do Sul. Porém, no fim desse ano, passou a se chamar Irahy, na língua indígena, ira=mel e hy=água. Tradução literal: Águas do Mel.

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Encontro mundial

28 de agosto de 2015 0

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Com a participação de cem brasileiros da família Dall’Agnol, de diversos Estados, será realizado, entre hoje e segunda-feira, na Itália, o Primeiro Encontro Mundial das Famílias Emigradas de Fastro, região do Vêneto. Desde 1995, quando foi criada, a Associação Família Dall’Agnol realiza encontros no Brasil. Até hoje, foram 12, tendo o último sido realizado em 2014, em Lagoa Vermelha.

Em 2012, em Porto Alegre, foi decidido que, em 2015, seria feito um encontro mundial na Itália. A razão da escolha deste ano é que, no local de onde os antepassados da família Dall’Agnol partiram para o Brasil, Fastro, a cada cinco anos é realizado um grande evento religioso em homenagem ao padroeiro da igreja local, Santo Antônio de Pádova. Nesse dia, é realizada uma missa seguida de uma procissão que percorre a Via Nazionale, na qual são preparadas, pelos habitantes locais, estações com representação ao vivo dos milagres de Santo Antônio.

O evento atrai muitas pessoas das redondezas e, neste ano, o número será acrescido pelos descendentes dos emigrantes de Fastro, de todo o mundo. Especialmente os cem Dall’Agnol do Brasil que estarão lá. Do RS, irão, entre outros: Gizely Dall’Agnol, de Marau, Egídio Dall’Agnol, de Canoas, e Valentin Dall’Agnol, de Veranópolis. Estarão também representantes de outros grupos familiares que de lá emigraram, como os Grando, os Brandalise, os Bassani, os Dalle Mulle e os De Bortoli.

A delegação brasileira levará, para ser doada à igreja de Fastro, uma imagem da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, e um quadro de Santo Antônio feito no Brasil, no fim do século 19, por uma das famílias Dall’Agnol. Esse quadro participa de todos encontros das famílias Dall’Agnol e retornará ao Brasil.

  Repórte Esso, 74 anos

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Hoje, há 74 anos, entrava no ar, pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro, a primeira edição do  Repórter Esso, noticioso que revolucionou primeiro o rádio e, depois, a televisão. Representa, até hoje, um capítulo fundamental do jornalismo brasileiro. O livro O Repórter Esso – A Síntese Radiofônica Mundial que fez História, de Luciano Klöckner, editado pela Edipucrs, é uma boa notícia para quem tem saudade daquele tempo. Resultado de 10 anos de pesquisas, apresenta uma análise crítica das notícias e depoimentos de historiadores, radialistas e jornalistas, mostrando que o noticioso não ficou livre dos interesses políticos, sociais e econômicos que compuseram o cenário global dos anos 1940, 1950 e 1960. Além da pesquisa, a edição dispõe de um CD com documentário e áudios originais.

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Cavalaria 1965/CPORPA

27 de agosto de 2015 0

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O Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de Porto Alegre (CPORPA), fundado em 1928, que tem como patrono o tenente-coronel Luis Araújo Correia Lima, formou, em 28 de agosto de 1965, a Turma Riachuelo – Aspirantes/65 da Arma de Cavalaria.
Em comemoração aos 50 anos de formatura do curso, a turma estará reunida, amanhã à noite, para um jantar no restaurante Vila Olímpica, localizado no Parque Esportivo da PUCRS, na Avenida Ipiranga, 6.690, prédio 80. Haverá chamada da turma, silêncio (in memoriam) e apresentação de placa alusiva à data. Mais informações pelo telefone (51) 9941-4855.

Itas e Aras

Ontem, fizemos uma nota sobre a bela maquete do navio Itapuca, que Antony Rover Baptista mantém em seu escritório, em Rio Grande. Não é demais lembrar que o Brasil entrou na II Guerra depois que navios da Marinha Mercante foram torpedeados, em agosto de 1942. Entre eles, estavam o Itagiba e o Araracoara. Os navios da Cia Nacional de Navegação Costeira e do Lloyd Nacional S/A foram atacados na costa brasileira por submarinos alemães.

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No naufrágio do Araraquara, morreram 131 pessoas.No do Itagiba, 36. O pesquisador Nelson Carrera, de Santos, que há anos cultiva a história da navegação em nosso país, revela com carinho: “Nossa Marinha Mercante, em país de imigrantes, é assim… Gastaram muito filme nos transatlânticos europeus e viraram as costas para as nossas joias, tão pequenininhas, nossas joinhas… E que história fizeram!”. Ele busca imagens dos ARAS ARARY, ARATAÚ, ARAGUÁ, ARAPUÁ e outro ARA qualquer.

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“Houve até um tal de ARAIM, que era na origem um yacht, construído em 1909, aí no famoso e extinto Estaleiro Emilio Mabilde. Ora, veja: um navio surgido de um yacht, construído em território brasileiro, lá no início do século 20, quando a indústria de aço era coisa de visionário! Tem coisas sobre a nossa história que causam constrangimento. Mas é verdade”, afirma o pesquisador. Se você tem fotos como essas, entre em contato com a gente.

Fonte: U-507: O Submarino que Afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial, de Marcelo Monteiro

 

Ita, Itapuca

26 de agosto de 2015 0

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É fantástico quando alguém percebe que um pedaço importante da memória de nós todos está em suas mãos e trata de preservá-lo. Foi exatamente o que fez, cerca de 25 anos atrás, Antony (Tony) Rover Baptista. Tony, 60 anos, no início da década de 1990, adquiriu, do neto do último gerente da Cia Nacional de Navegação Costeira, em Rio Grande, onde mora, a maquete do navio Itapuca. Ela tem 107 anos e, como a embarcação, foi construída na Escócia, vindo para o Brasil a bordo do próprio ITAPUCA, em sua viagem inaugural, que partiu de Glasgow com destino ao Rio de Janeiro, no dia 13 de junho de 1908. A travessia oceânica até a Baía de Guanabara levou 22 dias.

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Segundo Nelson Carrera, de Santos, um dos maiores pesquisadores da história da Costeira, esta é a única maquete existente no Brasil de um navio da antiga Costeira e seu valor é incalculável. O paquete ITAPUCA integrou o primeiro programa do século 20 de renovação da frota da companhia marítima que tinha a seu encargo as ligações das cidades de norte a sul do Brasil. Naquela época, não havia estradas de rodagem, as linhas férreas tinham abrangência regional, e era a grande cabotagem que assegurava a distribuição de gêneros alimentícios, matérias-primas, manufaturados e cargas para o comércio interno.

Além, é claro, de transportar passageiros. Não por acaso, aquela música de Dorival Caymmi diz: “Peguei um Ita no norte / e vim pro Rio morar / Adeus, meu pai, minha mãe / Adeus, Belém do Pará” (1940). Tony, que é, desde 1989, cônsul honorário da Noruega e trabalha para a Cranston Consultoria em Seguro Marítimo Ltda., entregou a restauração da maquete ao senhor Pillman (in memoriam), famoso por confeccionar as réplicas dos aviões da Varig e que trabalhou nela durante dois anos.

Há cerca de um ano, ao receber Paulo Schmidt (primo de sua mãe) em seu escritório, onde exibe, orgulhoso, sua relíquia, Tony ficou sabendo (o documento da Cia Costeira comprova) que o pai de Paulo, Theophrastes Siegfried Schmidt (1894-1977), um gaúcho rio-grandino, foi primeiro-maquinista do Itapuca em 1922 e 1927!

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O mundo faz mais sentido para quem olha, também, para trás. Outros Itas: Itaberá, Itagiba, Itaimbé, Itaité, Itanagé, Itapagé, Itapé, Itapuca, Itapuí, Itapurá, Itaquatiá, Itaquicé, Itassucê, Itatinga. Após a II Guerra Mundial, o ITAPUCA fez poucas viagens. Degradado frente aos novos navios recentemente adquiridos, o velho paquete ainda navegou entre os anos
de 1952 e 1955, quando foi finalmente excluído da frota ativa. Em outubro de 1957, foi vendido para corte e desmantelado,
na Baía de Guanabara.

Janotas de antanho

24 de agosto de 2015 0

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Iniciando com a publicação da curiosa foto desse grupo de “mauricinhos” do começo do século passado, o Almanaque Gaúcho faz, hoje e amanhã, uma homenagem aos pioneiros da fotografia no Rio Grande do Sul. O dia 19 deste mês foi instituído como o Dia Mundial da Fotografia porque a invenção de Daguerre foi apresentada oficialmente ao mundo nessa data, em 1839.

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Cerca de 30 anos depois disso, o italiano Luís Terragno já estava estabelecido, aqui na Capital, na esquina entre as atuais ruas Vigário José Inácio e General Vitorino. Em 24 de setembro de 1883, os Irmãos Ferrari fundaram seu atelier. Carlos, Jacinto e Rafael Ferrari abriram até uma filial em Cuiabá, em 1902.

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Eles teriam sido também os introdutores dos retratos esmaltados, para joias e túmulos. Outro pioneiro foi o alemão Otto Schönwald, que trabalhou, a partir de 1887, primeiro em São Leopoldo e depois em Porto Alegre. Otto sensibilizava com emulsão chapas e papéis que eram fornecidos aos colegas, que, assim, independiam dos produtos importados. Os Irmãos Barbeitos, Álvaro, Augusto e Inocêncio, também marcaram sua presença na fotografia gaúcha por volta de 1900. Outro fotógrafo que ficou conhecido no início do século passado foi Venâncio Schleiniger. Mas, talvez, o fotógrafo mais popular desses primeiros tempos tenha sido o italiano Virgílio Calegari (1868-1937).

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Em 1893, ele tinha seu atelier na Rua do Arroio (atual Riachuelo). Depois, com o sucesso, estabeleceu-se na Rua da Praia. Esses profissionais, dos primórdios da fotografia, asseguravam em sua propaganda: “garantimos durabilidade, parecença e nitidez”.

Encontros de famílias

22 de agosto de 2015 0

Cantarelli

Baseados no Rio Grande do Sul, mas dispersos por diversas regiões do Brasil e também por outros países, como Uruguai, Argentina e Itália, a família Cantarelli, descendente do patriarca Benedetto Cantarelli, busca reencontrar-se com o intuito de reforçar os laços familiares e de amizade, além de comemorar os 140 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul e 133 da chegada ao Brasil dos imigrantes Pietro Noé e Palmira Soavi Cantarelli, originários de Castelnovo di Sotto, na província de Reggio Emilia, região da Emilia-Romagna, no norte da Itália. Os imigrantes se estabeleceram na quarta colônia italiana, inicialmente em Silveira Martins, que foi organizada em região florestal, em terras mais baixas do planalto, próximas a Santa Maria. Para propiciar esse resgate das origens, um grupo de descendentes dos imigrantes está organizando o 5º Encontro da Família Cantarelli, que se realizará em Bagé, no dia 6 de setembro. Mais informações pelo site www.cantarelli.net, pelo e-mail sergio@cantarelli.net ou ainda pelo telefone (53) 8405-8638.
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Wächter ou Waechter

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O 4° encontro da família será realizada no dia 6 de setembro, em Ijuí, na Comunidade Evangélica Martinho Lutero, no bairro Morada do Sol, e tem por objetivo fortalecer os vínculos de amizade. O primeiro encontro ocorreu em 2007, em Rio Pardinho, quando a imigração da família completava 150 anos. O segundo foi em Três de Maio, em 2010. O terceiro, em Panambi, em 2013. Agora, em 2015, se completam 200 anos do nascimento de Johann Peter Wächter (08/08/1815), que era agricultor e alfaiate. Ele veio na escuna Aurora, com a esposa, Maria Margarethe Wendling, e os filhos Franz (1843), Adam (1846), Peter (1849) e Jacob (1854). A embarcação ancorou em Rio Grande no dia 19 de junho de 1857, trazendo 37 famílias de imigrantes. Dessas, apenas 12 se deslocaram para Santa Cruz do Sul (Rio Pardinho). Telefones para contato: Ariel Wächter, (55) 9139-1865; Erno Wächter, (55) 9114-3200, (55) 9963-2214 ou (55) 3332-6581. Na foto ao lado, estão Johann Peter Wächter, Maria Margarethe Wendling e a filha deles, Maria Margarethe Wächter, nascida em 1857, ano da chegada, provavelmente já no Brasil. Aqui, nasceu também, em 1864, outro filho, Friedrich Wächter.

Encontros de famílias

21 de agosto de 2015 0

Vaccaro

O 6º Encontro da Família Vaccaro ocorre nos próximos dias 5 e 6 de setembro, em Garibaldi. Nesta edição do evento, serão homenageados os descendentes de Luigi Vaccaro, nascido em Poiana Maggiore, província de Vicenza, Itália, em 13 de dezembro de 1876. Luigi veio para o Brasil com 10 anos, estabelecendo-se com a família na Linha 40 da Graciema, município de Bento Gonçalves. Casou-se com Antônia Florinda Alberti, em 23 de abril de 1903, com quem teve os filhos Estela, Agnese, Maria, Tereza, Giocondo, Francisco, Miguel Arcângelo, João Pedro, José e Biásio.
O evento começa no dia 5, às 16h, com recepção na Vinícola Vaccaro, em Santo Alexandre, interior de Garibaldi, e prossegue com jantar no salão da comunidade. A programação continua no dia 6, no mesmo município, no salão comunitário Santo Antônio, bairro Champanhe, a partir das 9h. Informações com Chico Vaccaro, pelo telefone (54) 3459-1128 ou pelo e-mail vaccaro@bol.com.br.

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Araújo

Nos dias 5, 6 e 7 de setembro, haverá o 7º Encontro da Família Araújo. Os descendentes de Antão de Araújo e Diamantina Jacques de Araújo realizarão a festa, que ocorre anualmente, no antigo casarão da localidade de Rincão dos Araújos, município de 16 de Novembro. Neste ano, são esperados mais de 150 convidados, oriundos de 16 municípios diferentes. Na década de 1950, Antão adquiriu uma propriedade próxima à Colônia de João de Castilhos. Nela, produzia alfafa, que abastecia os criadores de gado e cavalos de Santana do Livramento, Bagé e Uruguaiana. A família também se dedicou por muitos anos ao comércio, vendendo diversos artigos, de gêneros alimentícios a ferramentas. Para isso, foi construída uma grande casa residencial e comercial, que, por muitos anos, foi conhecida como Bolicho dos Araújos. Em 2009, o empresário Mauri Crestani de Araújo adquiriu a antiga casa e a preservou, disponibilizando-a para que a família realizasse seus encontros. Ali, são feitas homenagens, churrascos, missa e é cultivada a convivência, num clima de amizade e alegria. Como uma autêntica família gaúcha, os Araújo criaram um piquete de cavalarianos que organiza atividades tradicionalistas, como cavalgadas, rodeios, jantares e tertúlias. O piquete é conhecido como Velho Casarão.

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Encontro da família Cofferri

20 de agosto de 2015 0

“Família: como galhos de uma árvore, todos crescemos em direções diferentes, mas a nossa raiz continua sendo as mesmas.”
Há 138 anos, em janeiro de 1877, vindos de Fara Olivana Con Sola, província de Bérgamo, região da Lombardia, chegaram ao Brasil Tommaso e Pasqua Cofferi com seus sete filhos. Estabeleceram-se na Colônia de Conde D´Eu, hoje Coronel Pilar.

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Os descendentes de Tommaso e Pasqua Cofferri produziram frutos no Brasil inteiro, trazendo diferentes grafias para a família de origem italiana: os Cofferri, Coferri, Cofferi, Coferre, Confere e Cufere, para manter os laços, convidam os demais descendentes dessa grande videira para o quarto encontro familiar, que acontecerá no dia 6 de setembro, a partir das 8h, no CTG da cidade de Roca Sales, acompanhado de um saboroso almoço tropeiro.

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Os convites podem ser solicitados via telefone: (51) 8400-5754. Ou e-mail: ccofferri@gmail.com. Mais informações na página do Facebook: IV Encontro Cofferri. Contatos com Dolores, pelo telefone (54) 9972-5399 ou dcofferi@terra.com.br; com Carlos, pelo (51) 3453-5672 ou ccofferri@gmail; com Roque, pelo (51) 9996-7845 ou roquecoeri@terra.com.br.

Infantaria

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Um almoço, em comemoração aos 47 anos da Infantaria 68, do CPOR-PA, será realizado no próximo sábado, dia 22 de agosto, na Confraria da Vasco, localizada na Rua Vasco da Gama, 644, esquina com a Rua Miguel Tostes, no bairro Bom Fim, em Porto Alegre. Na ocasião, será apresentado o projeto para o memorial do ex-aluno, em área já reservada na CPOR-PA. Às 11h, será inaugurada a linha do tempo dos infantes 1968 (imagem acima), um histórico da convivência dos ex-alunos nessas quase cinco décadas. O oficial da reserva Rolf Schmeling enfatiza que são “47 anos de história em 10 metros de papel”. Reservas e confirmações com Rolf, pelo telefone (51)9106-7969. Ou com Muhle, pelo (51) 3231-5494.