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A Moça da Capa

22 de maio de 2015 0

Quem são as “moças da capa” da Revista do Globo? A da esquerda foi a foto da edição número 525, em 6 de janeiro de 1951. A da direita ilustrou a edição número 564, de 12 de julho de 1952. Na semana que vem, revelaremos quem são as beldades e quantos leitores acertaram. Não vale consultar a coleção. Respostas para o nosso e-mail: almanaquegaucho@zerohora.com.br.

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Encontro em Lagoa Vermelha

Amanhã, ocorrerá o 3° Encontro de Alunos que estudaram na Escola Normal Rainha da Paz e no Colégio Estadual de Lagoa Vermelha na década de 1970. O evento será na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) de Lagoa Vermelha, na Avenida Circular, s/n, a partir das 16h. Haverá também um jantar festivo, às 20h. Informações com Analice, pelos telefones (54) 3358-1496 e (54) 9643-3380.

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Miss RS 1965

22 de maio de 2015 0
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Tânia Maria Lupi em foto da capa da revista Fatos e Fotos, edição do dia 19 de junho de 1965, ao lado de Ieda Maria Vargas, gaúcha, Miss Universo de 1963.

No dia 16 de maio de 1965, numa festa no Clube Atiradores de Novo Hamburgo, como parte da programação da Festa Nacional do Calçado (Fenac), foi escolhida a Miss Rio Grande do Sul. A jovem eleita foi a representante da Capital, Tânia Maria Lupi. Naquele mesmo ano, Tânia tinha sido a Rainha do Carnaval e conquistado, em abril, o título de Miss Porto Alegre. A consagração de sua beleza deu-lhe o direito de posar ao lado de outra gaúcha, Ieda Maria Vargas, Miss Universo 1963, para a capa da revista Fatos & Fotos, na edição de 19 de junho de 1965, e de participar, no Maracanãzinho, do concurso de Miss Brasil, quando o Rio de Janeiro comemorava seu 4º Centenário. A Revista do Globo número 902, de julho de 1965, também dedicou sua foto de capa a Tânia.

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Cinquenta anos depois, o advogado e ex-marido, Mauro Pinto Marques, que foi casado com ela por 29 anos, os filhos Tamara (38, psicóloga), Maura (37, artista plástica), Leandro (33, advogado e fisioterapeuta), Luciano (30, advogado) e os netos (filhos de Maura) Naiara (15) e Pietro (5) decidiram que era o momento oportuno para homenagear a avó, mãe, e mulher Tânia Maria Espricio Marques (nome assumido ao casar-se, em 1975). Eles enviaram fotos da sua querida soberana, para que o Almanaque Gaúcho, como surpresa, desse visibilidade e explicitasse todo o afeto nutrido a ela pela sua turma. Há mais de 25 anos, a família toda vive em Florianópolis. Desse modo tão carinhoso, só nos resta atendê-los, desejar a todos felicidades e querer que estejam juntos em 23 de julho, quando Tânia completará 68 anos.

Imigração italiana 140 anos

20 de maio de 2015 0

A chegada dos primeiros imigrantes italianos ao Rio Grande do Sul, 140 anos atrás, será lembrada hoje. O evento será em Nova Milano, interior de Farroupilha, na serra gaúcha. O local é considerado o marco zero da colonização italiana no Estado – foi ali que, em 1875, as três primeiras famílias de colonos, oriundas de Milão (Milano, em italiano), se alojaram. A promoção do evento é do Consulado Geral da Itália em Porto Alegre, com a prefeitura de Farroupilha, o Círculo Cultural Ítalo-Brasileiro de Farroupilha e o Círculo Cultural Italiano de Caxias do Sul.

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A data 20 de maio foi instituída o Dia da Etnia Italiana no Rio Grande do Sul por meio da Lei número 11.595, de 3 de abril de 2001, iniciativa do então deputado estadual José Ivo Sartori. A programação inclui uma missa às 10h, uma cerimônia cívica e um almoço festivo no salão da comunidade. Reservas e informações sobre ingressos pelo telefone (54) 3261-6964. As solenidades contarão com presença do embaixador da Itália no Brasil, Raffaele Trombetta, e do governador do Estado, José Ivo Sartori. Aqui no Rio Grande do Sul, os lotes destinados aos italianos variavam de preço e de tamanho, entre 16 e 30 hectares, de acordo com as condições do terreno.

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O trabalho inicial foi árduo, havendo necessidade de derrubada da mata para a construção das casas e para a abertura de campo para o plantio. Ocupadas as três primeiras colônias da região – Conde d’Eu (hoje Bento Gonçalves), Dona Isabel (agora Garibaldi) e Caxias –, atravessou-se o Rio das Antas, fundando-se a Colônia de Alfredo Chaves (Veranópolis), em 1884. No ano seguinte, foram fundadas São Marcos e Antônio Prado.

Colaborou Cláudia Rejane do Carmo
Fonte: texto de Liana Bach Martins e Marcia Eckert Miranda. RS: um olhar sobre a imigração italiana (exposição de 2005).

Garibaldi renasce

19 de maio de 2015 0

Nesta semana, comemora-se a chegada dos primeiros colonos italianos ao nosso Estado, 140 anos atrás, em 20 de maio de 1875. Mas, 40 anos antes disso, um gringo chegou ao Brasil para marcar seu nome definitivamente na história do Rio Grande do Sul e do nosso país. Seu nome: Giuseppe Garibaldi (1807-1882).Conhecido como o “herói de dois mundos”, devido a sua participação em conflitos na América do Sul e na Europa, Garibaldi teve papel importante na Revolução Farroupilha. Em 1913, a colônia italiana, aqui residente, ofertou à Capital um monumento em homenagem a Garibaldi e a sua companheira, Anita.

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O conjunto escultórico, realizado em mármore de Carrara pelo artista florentino Filadelfo Simi, que exibe o casal de combatentes da Guerra dos Farrapos, está instalado na praça que leva o nome do revolucionário estrangeiro. A catarinense Ana Maria de Jesus Ribeiro, nascida em 1821, conhecida como Anita, acompanhou Garibaldi entre 1839 e 1849, quando ela morreu, próximo de Ravena, na Itália. Numa solenidade, às 16h de hoje, o monumento será entregue novamente à comunidade depois de passar por uma primeira etapa de rigoroso processo de restauração. Suja e pichada, prejudicada  pela passagem do tempo e pela ação de vândalos, a obra foi recuperada num trabalho coordenado pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre, com o apoio do Ministério Público, e, felizmente, volta, agora, à aparência que os homenageados merecem.

 

Imóveis removíveis?

18 de maio de 2015 0

“Gene, na definição da genética clássica, é a unidade fundamental da hereditariedade. Ele é uma informação que pode controlar uma característica, por exemplo, a cor do olhos” (wikipédia).
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Mas a preocupação com a história, o passado, a memória (futuro?) pode ser herdada? Estaria no DNA dos descendentes? Talvez. O certo é que educação e valores podem ser transmitidos pelo exemplo e pela confiança. Em 1912, Álvaro da Costa Franco (1887-1935) era juiz distrital em Garibaldi. Como gostava de fotografia, e tinha uma Kodak, fez diversos registros visuais daquele jovem município que, até 1900, era conhecido por Colônia Conde D’Eu, um dos principais núcleos da colonização italiana na serra gaúcha.

Depois de muitos anos e tanta transformação, é fácil perceber a importância desse depoimento fotográfico legado aos pósteros. A cidade que Álvaro conheceu, e fotografou, já não existe. Casado com dona Gilda, eles tiveram oito filhos. Um deles é Sérgio da Costa Franco, historiador, advogado (procurador aposentado do MP) e jornalista. Sérgio é reconhecido por seu extraordinário trabalho de pesquisa e é autor de obras fundamentais para quem se interessa pela história de Porto Alegre ou do Rio Grande do Sul. Sérgio casou-se com Ignez, e eles tiveram cinco filhos.

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Um deles é Miguel da Costa Franco. Miguel nasceu em Roca Sales, em 1958. É engenheiro agrônomo e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Paralelo às outras atividades, escreve. Já publicou contos e crônicas, colaborou com a edição regional de  O Pasquim (1986/87) e também faz roteiros para cinema e TV. Recentemente, atuou como corroteirista da série de sucesso Doce de Mãe, produzida pela Casa de Cinema de Porto Alegre para a Rede Globo.

Amanhã, terça-feira, às 17h, no Museu Municipal de Garibaldi (construção de 1878), ele lança, pela Editora Libretos, o livro Imóveis Paredes, seu primeiro romance. O personagem principal é Eleutério Paredes, um corretor de imóveis que luta com instintiva e surpreendente ironia para preservar seu casarão (e sua dignidade), situado na Rua Miguel Tostes, bairro Rio Branco, na Capital.

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Hoje, no mesmo local do lançamento do livro, será aberta uma exposição fotográfica com as antigas fotos do seu avô, Álvaro, e outras, atuais, que permitem avaliar as mudanças por que passam todas as cidades. A luta de Eleutério é a de quase todos nós. Ele conseguirá seu intento ou estará tudo dominado?

Encontros de famílias

16 de maio de 2015 0

Hetzel

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Peter Heinrich Hetzel, nascido em 1837 em Archenthal, na província Renana, Alemanha, chega ao Brasil já viúvo, trazendo seus três filhos: Friedrich Adolph, Henriethe e Ernest. Em 1884, instala-se na Linha Azevedo de Castro (hoje Imigrante/RS). Anos depois, seu filho mais novo, Ernest (Essen, 29/05/1867), torna-se importante comerciante da região de Teutônia. Ernest casa-se com Petersine Anália Henrichsen e tem 11 filhos. Viúvo, torna a se casar, desta vez com Leonora Henrichsen, e muda-se com a família para Vila 15 de Novembro, município de Cruz Alta/RS, onde nasce seu 12º filho, Waldemar Ernesto, que se torna pianista conceituado no nordeste do país. A seguir, Ernest instala-se definitivamente na cidade de Cruz Alta, em frente à estação ferroviária, onde mantém sua variada casa de comércio, adquire produtos da região e os envia a Porto Alegre. Na foto, sentado ao centro, o casal Leonora e Ernest Hetzel, cercado por 11 filhos, 1 genro (com a primeira neta) e a nora. No dia 24 de maio, ocorrerá em Montenegro/RS o 1º Encontro da Família Hetzel. Maiores informações com a organizadora do evento, Signe Maria Hetzel, pelo e-mail signehetzel@hotmail.com ou pelos fones (51) 3649-2938 e (51) 9966-4276.

Karam

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Nos dias 23 e 24 de maio, em Pelotas, a família Karam, com origem no Líbano e também em Bagé e Pelotas, se reunirá pela sexta vez desde o ano de 2003 – em encontros bianuais. Neste ano, em especial, a família comemorará, ainda, o aniversário de cem anos do membro mais idoso da família, Antônio Karam, em condições plenas de saúde e vitalidade. A foto ao lado é dos parentes, no ano de 1921, no Passo do Salso, próximo a Bagé, fronteira com o Uruguai. Uma das crianças é Antônio, o homenageado. Informações com Eduardo Giugliani, pelo telefone (51) 9962-8252 ou pelo e-mail giugliani@gmail.com.

O Rio Grande quebrado

15 de maio de 2015 0

O numismata João Moacir Boff Lima guarda em seu acervo uma curiosa cédula de 5 mil réis, que foi um bônus emitido pelo “Thesouro do Estado do Rio Grande do Sul” em 31 de outubro de 1930. Procurando informações sobre esse papel financeiro na internet, encontrei uma matéria do jornalista Rubens Vidal, publicada na Revista do Globo de 20 de outubro de 1950 e garimpada pelo blogueiro Vitor Minas para sua página, Conselheiro X.

Vitor julgou tão interessante e atual a reportagem de Vidal, que a publicou, na íntegra, em seu blog. É realmente um achado. Vinte anos depois da Revolução de 1930, que acabou com a Velha República e depôs o presidente Washington Luiz, o jornalista tenta encontrar as razões para que o nosso Estado esteja quebrado e devendo. “Um bilhão” é o título da matéria. No subtítulo, o repórter acrescenta: “Honesto, mas sem dinheiro, o Estado gaúcho remata o maior drama financeiro da sua história, encaminhando-se (horrorizado) para a casa do bilhão (em déficit)”.

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Como se vê, e Vitor constata, esse é um filme antigo. Talvez muitos de nós não tenhamos assistido à película, mas o tema e o enredo são mais atuais do que nunca. Num trecho, o autor relata: “Em 1950, faltam nas contas do Rio Grande do Sul 300 milhões de cruzeiros. E em 1952, tudo indica que faltará 1 bilhão. Essa diferença, hoje tão grande, nasceu com a Revolução de 1930. Ao assumir o governo do Estado, logo após a vitória das armas outubrinas, o general Flores da Cunha enfrentou o primeiro desequilíbrio financeiro.

É que o Tesouro do Estado tinha emitido ‘bônus’, isto é, tinha impresso dinheiro para atender às despesas com as forças revolucionárias. Os compromissos resultantes dessas emissões começaram a pesar no orçamento. O Interventor Federal, para retirar de circulação esse dinheiro frio, viu-se obrigado a fazer um empréstimo no Banco do Brasil. Desse modo, conseguiu aliviar o Tesouro de tão pesada carga. Melhor: repartiu-a entre o Estado e o Banco do Brasil, pois até hoje o empréstimo não foi pago, e todos os anos mais de 5 milhões de cruzeiros são gastos de amortização”. Vale muito a pena ler o texto todo, aí está o link: zhora.co/1AZXJFe.

Jurassic POA II

14 de maio de 2015 2

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Conforme o prometido, hoje trazemos mais imagens do fotógrafo Leo Guerreiro que mostram a era dos bondes na Capital. Para começar, vamos corrigir uma informação equivocada da coluna de ontem. Quatro atentos leitores nos alertaram, com inteira razão, que, na foto do bonde que aparece diante do quartel, na Avenida João Pessoa, o sentido de deslocamento é o inverso do publicado.

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O bonde está subindo em direção ao Centro, e não descendo em direção à Redenção. A posição da alavanca de contato com a rede elétrica aérea não deixa dúvidas. Perdoem nossa falha. Os bondes estão profundamente ligados à memória dos porto-alegrenses mais velhos. Não importa se como meio de transporte público esses veículos eram barulhentos, e até certo ponto desconfortáveis, com seus bancos rígidos de madeira ripada.

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Eles nos trazem a memória de uma Porto Alegre diferente da atual, além de inexoravelmente nos remeterem à nossa juventude. Até das propagandas afixadas na curvatura superior da parede interna dos carros temos saudade: Óleo Violeta, Casa Buri, Biotônico Fontoura, Chocolate em Pó Tonding, Underberg, Café Marrocos… Esta foto do interior de um bonde é uma preciosidade. Os elétricos circularam em nossa cidade entre 10 de março de 1908 e 8 de março de 1970. Não por acaso, quando o assunto são os bondes, tantos leitores se manifestam.

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13 de maio de 2015 0

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Tenho a sorte de ser amigo de um dos grandes fotógrafos gaúchos: Leo Guerreiro. Aos 86 anos, ele se debruça sobre seus envelopes de papel manteiga que guardam velhos negativos 6×6, de câmera Roleiflex, com a mesma dedicação e zelo com que uma ave se acomoda sobre seus ovos, na certeza de que, ao chocá-los, o resultado serão bons filhotes. E não dá outra. Quando ele me liga, dizendo que tem algo que talvez interesse ao Almanaque, é certo que os leitores sairão ganhando.

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Como a atividade dos fotógrafos é congelar o tempo, e Léo tem muitos anos nessa profissão, alguns de seus “ovos” acabam por trazer à luz épocas remotas. As fotos de Porto Alegre, com bondes circulando pelas ruas, talvez deem aos mais jovens a impressão de que um dia a Capital foi habitada por pesados dinossauros. Pois saibam que o “ninho” desses “dinos de ferro” ficava na esquina da Avenida João Pessoa com a Rua Sarmento Leite, onde se localizavam as oficinas e uma garagem dos veículos da Companhia Carris.

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Numa das fotos inéditas, que o Leo acaba de me alcançar, um bonde desce a Avenida João Pessoa, cercado por um Fusca, um Gordini e um Simca, tendo ao fundo o antigo quartel da Polícia do Exército (antigo 8º Batalhão), quando ainda não existia o Viaduto Loureiro da Silva. A outra foto mostra a Praça XV de Novembro, vista da porta da prefeitura. Amanhã, mostro mais algumas imagens desta inesgotável coleção de fotos do Leo.

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Livro comemorativo

12 de maio de 2015 0

Hoje, às 19h, na loja da Rua 24 de Outubro, 874, será lançado o livro Um Olhar sobre a História da Óptica Foernges, de autoria de Suzana Porcello Schilling, em comemoração aos 120 anos dessa tradicional casa de comércio do nosso Estado. No início de abril, registramos aqui no Almanaque Gaúcho a passagem da data de sua fundação, 1º de abril de 1895. Alguns dias depois, o leitor Hélio Oliveira nos enviou uma foto de um estojo e de um par de óculos pince-nez e nos questionou sobre a numeração da Rua da Praia.

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Na raridade herdada da família, constavam o endereço e os números 308 e 310, diferentes do número 1.504, que citávamos na nossa matéria como sendo o da matriz da empresa. Ele ficou intrigado. Agora, temos a resposta esclarecedora, dada pela própria Suzana Schilling. Diz ela: “A Rua da Praia, local bem escolhido por Carlos Foernges, desde muito foi o cenário principal da vida urbana de Porto Alegre.

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Em 1822, quando um ato imperial elevou a vila à condição jurídica de cidade, a rua já era o logradouro mais importante de Porto Alegre. Em 1895, após o término da revolução (de 1893), quando os castilhistas se firmaram no poder, preocuparam-se em tornar a Capital a sala de visitas do Estado. Em menos de vinte anos, o Partido Republicano Rio-Grandense, de inspiração positivista, deu a sua cara aos prédios públicos e privados, refletindo a ordem, o progresso e a modernidade trazidos pela tardia chegada do capitalismo ao sul do país.

A modernidade chegou a Porto Alegre. Foi uma importante fase de novas construções, alargamento de praças e melhorias nos espaços públicos. A arquitetura das casas passou a contar com balcões de ferro, fachadas curvas, frontões decorativos, cúpulas ou torreões com estruturas de ferro, colunas, utilização de vidros. Os prédios de uso comercial tinham separados o local de trabalho e de residência.

Essa descrição corresponde ao prédio comercial de Carlos Foernges, que, na antiga numeração, era 308/10 e, posteriormente, passou a ser número 1.504. Desde o seu início, em 1895, a Óptica Foernges ocupa o mesmo importante lugar no coração de Porto Alegre”. Suzana nos mandou ainda outro estojo, de 1930, já com a nova numeração, e com outro lindo exemplar de pince-nez.