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Há 70 anos, a FEB entrava em ação na II Guerra Mundial

15 de setembro de 2014 1
O pracinha em um acampamento próximo a Nápolis, na Itália. Foto: Acervo de Emma Valmorbida

O pracinha em um acampamento próximo a Nápolis, na Itália. Foto: Acervo de Emma Valmorbida

O professor Valdemir Guzzo, 61 anos, nasceu em Veranópolis, lecionou filosofia na Universidade de Caxias do Sul (UCS) e hoje reside em Antônio Prado. Curioso e inquieto, paralelamente a sua atividade docente, já lançou alguns livros sobre educação e História. Agora, aposentado, está debruçado em pesquisas sobre a participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na II Guerra. Sua preocupação principal é conhecer e o lado humano e a trajetória de vida de alguns dos combatentes e, assim, valorizar esses heróis brasileiros – na maioria das vezes, anônimos.

O pracinha Jácomo Valmorbida era o soldado 3.082. Foto: Acervo de Emma Valmorbida

O pracinha Jácomo Valmorbida era o soldado 3.082. Foto: Acervo de Emma Valmorbida

Recentemente, o Dia D e a rendição do Japão foram muito lembrados. “O que poucos sabem, e quase ninguém recorda, é que exatamente 70 anos atrás, no dia 15 de setembro de 1944, ao construir uma ponte sobre o Rio Arno, a 1ª Cia. do 9º Batalhão de Engenharia foi a primeira unidade brasileira a entrar em ação junto aos países aliados”, afirma Guzzo. Três dias depois, viria a vitória da tomada de Camaiore. Seguiram-se a conquista do caminho de Castelnuovo, as investidas para a tomada de Monte Castelo (alcançado em fevereiro de 1945 depois de três meses de combates), o avanço sobre Montese (conquistado em abril) e a rendição da 148ª Divisão de Infantaria alemã, da 90ªDivisão de Infantaria Mecanizada e da Divisão Itália às tropas brasileiras.

Valmorbida e dois colegas posam para foto no Rio de Janeiro, antes do embarque para a Itália. Foto: Acervo de Emma Valmorbida

Valmorbida e dois colegas posam para foto no Rio de Janeiro, antes do embarque para a Itália. Foto: Acervo de Emma Valmorbida

Inicialmente vistos com restrições pelo primeiro-ministro inglês Winston Churchill e por Mark Clark, comandante das tropas aliadas na Itália, os soldados brasileiros deram conta de suas missões e acabaram recebendo o carinho do povo italiano libertado e o reconhecimento de ingleses e americanos por sua bravura e determinação. Dos 23.702 soldados que pisaram solo italiano, 1.880 eram gaúchos. Em Antônio Prado, na Praça Garibaldi, uma placa de bronze, colocada em 1981, homenageia os 13 filhos daquela comunidade que lutaram na Itália. Todos já estão mortos.

O cartão postal que o soldado trouxe como suvenir para a família. Foto: Valdemir Guzzo, Arquivo Pessoal

O cartão postal que o soldado trouxe como suvenir para a família. Foto: Valdemir Guzzo, Arquivo Pessoal

Quando ainda viviam, certamente, foram menos reconhecidos do que mereciam. Ao retornarem da guerra, permaneceram esquecidos por muitos anos. O soldado 3.082, Jácomo Valmorbida, por exemplo, nascido em 1922, voltou à agricultura como fazia antes. Casou-se, teve três filhos e, 33 anos após dar baixa, somente em julho de 1978, recebeu a primeira pensão. Tinha 56 anos e morreu dois meses depois.

Colaborou Valdemir Guzzo

Em Antônio Prado, na Praça Garibaldi, uma placa de bronze, colocada em 1981, homenageia os 13 filhos daquela comunidade que lutaram na Itália. Foto: Acervo de Emma Valmorbida

Em Antônio Prado, na Praça Garibaldi, uma placa de bronze, colocada em 1981, homenageia os 13 filhos daquela comunidade que lutaram na Itália. Foto: Acervo de Emma Valmorbida

Encontros de família

13 de setembro de 2014 0

NIEDERLE

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal

O 10o encontro da família Niederle será no dia 21 de setembro, na localidade de Linha Santana, em Venâncio Aires. O casal Karl Niederle e Maria Wollmann, da cidade de Kriesdorf, que na época pertencia à Alemanha, desembarcou no Brasil em 1877. Passaram por muitas cidades até se fixarem na localidade de Linha Alto Sampaio, em Venâncio Aires. Informações pelos telefones (51) 3793-4808, com Alberto, e (51) 3793-4796, com Romilda. Na foto, o casal aparece com filhos e netas.

 

WOLF

O quinto encontro dos Wolf reunirá, em 21 de setembro, em Coqueiros do Sul, os descendentes de Johann Nikolaus Wolf e Maria Elisabeth Jost. Originários do Estado de Renânia-Palatinado, na Alemanha, eles chegaram a São Leopoldo em 1852 e se estabeleceram na Linha Nova. Informações pelos telefones (54) 3615-3117, com Denis, (54) 3329-4215, com Marlene, e (54) 9954- 6474, com Andrea, ou pelo e-mail aesausen@ibest.com.br.

 

KLEIN

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal

Será em 27 de setembro, no salão paroquial da Igreja Evangélica de Confissão Luterana em Humaitá, o segundo encontro dos descendentes de Guilherme Klein. Nascido em Waldeck, na Alemanha, em 1889 emigrou para o Brasil, fixando residência em Santa Clara do Ingaí, distrito de Quinze de Novembro. Informações: (54) 9962-3021, com Eder, (55) 9971-3224, com Edo, (55) 9998-7799, com Lucila, e (51) 9266-1174, com Wilson.

 

PARISE

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal

Os descendentes de Bruno e Maria Parise se reunirão em 27 de setembro, no Parque Municipal de Exposições de Santa Rosa, para celebrar a trajetória do clã. A história da família no Rio Grande do Sul começou em 1889, quando, aos 16 anos, o patriarca Francesco Geremia Parise emigrou da comuna de Vicenza, na Itália, para o Estado. Informações com Augusto, pelos telefones (55) 3511-1419 e (55) 9962-1778.

Igreja São Geraldo comemora seus 90 anos com missa e jantar

12 de setembro de 2014 0
A Avenida Farrapos na década de 1980. À esquerda, se destaca a torre da igreja. Foto: Arivaldo Chaves, Banco de Dados, 03/06/1980

A Avenida Farrapos na década de 1980. À esquerda, se destaca a torre da igreja. Foto: Arivaldo Chaves, Banco de Dados, 03/06/1980

Na primeira metade do século 20, Porto Alegre experimentou um acelerado desenvolvimento urbano associado à expansão de seu parque industrial, que se articulava a uma rede de transportes _ navegação fluvial, ferrovia e aviação civil. O distrito industrial, constituído originalmente pelos bairros Navegantes e Passo D’Areia e que, depois, se expandiria para toda a zona norte da Capital, concentrou o crescimento populacional da cidade naquele período. Para suprir as necessidades espirituais dos habitantes, o novo bairro exigia uma nova igreja. Sensível aos apelos, Dom João Becker, que era, então, o Arcebispo de Porto Alegre, fundou, em 13 de setembro de 1924, a Paróquia São Geraldo. O nome foi motivado pela existência de fábricas de tecelagem e um grande número de alfaiates, profissão da qual São Geraldo é o padroeiro.

Do alto da torre da Igreja São Geraldo, uma imagem de Cristo abençoa aqueles que chegam à cidade pela Avenida Farrapos. Foto: Jefferson Botega, Banco de Dados, 25/11/2009

Do alto da torre da Igreja São Geraldo, uma imagem de Cristo abençoa aqueles que chegam à cidade pela Avenida Farrapos. Foto: Jefferson Botega, Banco de Dados, 25/11/2009

O templo erigido é um dos destaques da arquitetura em estilo art déco da Capital. O projeto é de Vitorino Zani, arquiteto responsável também por outras igrejas no Estado, como a de São Pelegrino, em Caxias do Sul. As obras de construção da São Geraldo se desenvolveram do final da década de 1930 até o início dos anos de 1940. A modernidade de concepção era compatível com a nova Avenida Farrapos (onde a igreja se localiza, no número 2.611), uma proposta de artéria radial para a cidade desde 1914, mas que só seria inaugurada em 1940. Para marcar os 90 anos de fundação da paróquia, no próximo sábado, dia 13 de setembro, às 19h, haverá uma missa solene presidida pelo arcebispo Dom Jaime Spengler. Logo após, às 21h, na Sociedade Polônia (Avenida São Pedro, 778, Porto Alegre), um jantar comemorativo celebrará a data.

Colaboraram C.A. Junges e Enio Raupp

Estação ZH terá bate-papo sobre a história do Moinhos de Vento neste domingo

12 de setembro de 2014 0

A Estação ZH, espaço itinerante construído para comemorar os 50 anos de Zero Hora, está instalada temporariamente no Parcão e receberá, neste domingo, às 15h*, para um bate-papo, Gilberto Werner. Ele é autor do livro Moinhos de Vento: Memória e Reconhecimento, que será lançado em breve.

Estarei lá para recebê-lo, conhecer as imagens fotográficas garimpadas por ele para a obra (que serão mostradas no telão) e compartilhar suas memórias pessoais de antigo frequentador do bairro. Vá lá, deve ser bem bacana. No facebook.com/estaçãozh, pode ser conferida a programação completa.

* CORREÇÃO: O bate-papo com o autor do livro Moinhos de Vento: Memória e Reconhecimento, Gilberto Werner, será a partir das 15h deste domingo, e não às 16h como publicado neste blog em 12 de setembro. O texto original já foi corrigido.

O quartel general da Rua dos Andradas

11 de setembro de 2014 0
O Quartel General, na esquina da Rua da Praia com a General Canabarro, tendo ao fundo a Igreja Nossa Senhora  das Dores. Foto: Virgílio Calegari, Acervo do Museu Joaquim José Felizardo, Fototeca Sioma Breitman

O Quartel General, na esquina da Rua da Praia com a General Canabarro, tendo ao fundo a Igreja Nossa Senhora das Dores. Foto: Virgílio Calegari, Acervo do Museu Joaquim José Felizardo, Fototeca Sioma Breitman

Não por acaso, agora nos referimos ao centro da Capital como Centro Histórico. Por ignorância, na maioria das vezes, transitamos por lugares que foram cenário de acontecimentos importantes sem prestar maior atenção aos prédios e sem valorizar os locais que, silenciosamente, testemunharam os fatos notáveis que construíram nossa história. Aqui, ao contrário do que ocorre em outras partes, especialmente na Europa, são poucas as construções que possuem placas identificando e interpretando nosso passado.

Uma exceção é o antigo Quartel General do Exército (foto abaixo), na esquina da Rua da Praia (Andradas) com a General Canabarro. Naquele pitoresco edifício, uma placa, colocada 70 anos depois, informa que, no dia 3 de outubro, aquela unidade militar foi atacada, deflagrando o início da Revolução de 1930. A edificação foi erguida entre 1906 e 1908, por ordem do general Manoel Joaquim Godolphim, em substituição ao antigo prédio colonial, de 1775, que existia naquela esquina e tinha a mesma função (foto acima).

Foto atual do quartel. Foto: Ricardo Chaves

Foto atual do quartel. Foto: Ricardo Chaves

O atual QG foi construído na mesma Rua dos Andradas, mais adiante, em 1955. Portanto, por mais de meio século, o antigo QG serviu de sede do Comando Militar e Político do Exército para a 3ª Região Militar.

Decisões importantes foram tomadas no interior daquela casa durante a Guerra do Contestado, a I Guerra Mundial, a Revolução de 1923, a Revolução de 1924-26, a Revolução de 1930 (quando da invasão, a guarda foi morta, e o comandante, preso; catorze militares do exército morreram em Porto Alegre naquele movimento), a Revolução de 1932, a deposição de Flores da Cunha (do governo do Estado) em 1937 e a II Guerra Mundial (1939-1945). O QG é, sem dúvida, um prédio original e singular da nossa cidade.

Fonte: A história militar terrestre do Brasil no Rio Grande do Sul no século passado,
de cel. Cláudio Moreira Bento

Dois Irmãos completa 55 anos

10 de setembro de 2014 0
Foto: Acervo da Prefeitura de Dois Irmãos

Avenida São Miguel em 1955, quando Dois Irmãos era distrito de São Leopoldo. Foto: Acervo da Prefeitura de Dois Irmãos

Conforme nos lembra o leitor Juarez Stein, nesta quarta-feira o município de Dois Irmãos completa 55 anos. A foto ao lado, enviada por ele, mostra a Avenida São Miguel, “por onde tudo começou”, em 1955. Nela, aparece, à esquerda, o antigo prédio da centenária Sociedade Atiradores, que, de acordo com ele, “vive mais um bom momento”.

Dois Irmãos está ligada aos primórdios da colonização alemã no Estado. Os primeiros imigrantes chegaram a São Leopoldo em 1824. Um ano depois, alguns deles, como o lavrador e sapateiro Pedro Baum, vindo de Hunsrück, no sudoeste da Alemanha, com sua família, já se radicavam onde hoje fica a cidade, emancipada de São Leopoldo em 10 setembro de 1959.

Encontros de família

10 de setembro de 2014 0

NEDEL

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal

A família Nedel realizará o seu oitavo encontro em 14 de setembro, no bairro Lomba Grande, em Novo Hamburgo. O patriarca do clã, Josef Nedel, saiu da Alemanha em 1826 e chegou ao Brasil em 1828, instalando-se com a famíliaem São José do Hortêncio. Informações: (51) 8594-5299, com Edson, e (51) 9942-0193, com João Carlos.

 

DANIELI

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal

Os descendentes de Bartolomé Danieli realizam o terceiro encontro da família Danieli em 21 de setembro, em Carazinho. Bartolomé era filho do imigrante italiano Lorenzo Danieli, que chegou a Garibaldi em 1887. Informações com Ivaríssimo, pelo telefone (54) 3331-4901, ou com Denis, pelo e-mail sdecoracoes@hotmail.com.

Andradina de Oliveira, uma das precursoras da luta pelos direitos das mulheres

09 de setembro de 2014 0
Andradina de Oliveira. Foto: Reprodução

Andradina de Oliveira. Foto: Reprodução

É mais importante entender do que lembrar, embora para entender também seja preciso lembrar.” (Beatriz Sarlo)

Numa época em que as jovens viúvas desamparadas criavam seus filhos cozinhando ou costurando, Andradina de Oliveira (1878-1935), professora formada pela Escola Normal de Porto Alegre, hoje Instituto de Educação General Flores da Cunha, após a morte precoce do marido e com dois filhos pequenos, lecionava para sustentar a família. Deu aulas em Pelotas, Rio Grande, Bagé e Porto Alegre. Em Bagé, fundou um semanário chamado O Escrínio (de acordo com o dicionário, pode ser tanto uma escrivaninha como um porta-joias ou estojo), que continuou sendo publicado mesmo após seu retorno à Capital, com grande sucesso entre o público feminino.

Ela também escreveu crônicas, contos, biografias, peças de teatro e viajou pelo Brasil e pela América do Sul fazendo conferências remuneradas sobre a condição feminina. Em 1910, publicou o romance O Perdão, reeditado em 2010 com organização da professora Rita Schmidt e de colaboradores. Na obra, descreve a Porto Alegre da Belle Époque, fazendo menção às inovações tecnológicas, como telefone, eletricidade, carros e bondes, e seu impacto na vida da cidade.

Rua dos Andradas, no início do século passado. Foto: Virgílio Calegari, Arquivo Pessoal

Rua dos Andradas, no início do século passado. Foto: Virgílio Calegari, Arquivo Pessoal

Retrata, com indisfarçável orgulho, as mudanças no corpo físico e cultural da cidade, que se transformava através do movimento comercial e portuário intenso. Menciona, também, a instalação de fábricas na Rua Voluntários da Pátria, as operetas e orquestras com artistas de renome que se apresentavam no Theatro São Pedro e a criação das Faculdades de Engenharia, Direito e Medicina, dentre outras novidades que sugeriam uma metrópole emergente.

Vanguardista e divorcista convicta, colaborou com o livro Divórcio? (1912) para esclarecimento da rejeição social sofrida pelas mulheres divorciadas em uma das primeiras campanhas a favor do divórcio promovidas no Brasil. Inutilmente. A lei do divórcio só seria promulgada em 1977.

Colaborou Lúcia Henriques Maia

A tradição das bandas marciais e a Parada da Mocidade

08 de setembro de 2014 0
Banda do colégio das Dores desfilando Semana da Pátria de 1960. Foto:  Acervo do Museu Hipólito José da Costa

Banda do colégio das Dores desfilando Semana da Pátria de 1960. Foto: Acervo do Museu Hipólito José da Costa

Neste mês de setembro, em que o desfile militar do Dia da Independência e também o desfile farroupilha povoam as ruas da cidade de orgulho e fervor cívico, é inevitável que os mais velhos lembrem das tradicionais Paradas da Mocidade, que envolviam muitos estudantes e eram o palco principal para a apresentação das inesquecíveis bandas marciais. Quase todas as escolas da Capital e do Interior possuíam a sua banda, e as maiores e mais famosas abrigaram grupos musicais que marcaram profundamente quem teve o prazer de ver, e mais ainda de ouvir, as suas exibições. Aqueles que tiveram o privilégio de tocar algum instrumento numa delas, então, nem se fala.

Banda do Julinho diante da escola em 1969. Foto: Acervo da Banda Juliana

Banda do Julinho diante da escola em 1969. Foto: Acervo da Banda Juliana

Eu mesmo fui um modesto e desafinado corneteiro da Banda da Escola Técnica Parobé que, certamente sem a minha presença teria tido mais chance de sucesso. De qualquer forma, fui acolhido com afetuosa complacência e desfilei garboso por aí com minha túnica azul, minha calça branca com duas listras azuis na lateral e meu quepe. A pretensão de tornar-me trompetista foi sempre postergada, em nome da boa música e de fracassados testes, e se diluiu nas brumas do tempo. Continuo admirando sobremodo quem toca bem esse instrumento, mas sem ressentimentos.

Banda do Julinho na Parada da Mocidade, na Avenida Farrapos, em 1966. Foto: Acervo da Banda Juliana

Banda do Julinho na Parada da Mocidade, na Avenida Farrapos, em 1966. Foto: Acervo da Banda Juliana

Aliás, vale a pena recordar também os momentos incríveis que desfrutei, nos ônibus que nos levavam para as apresentações, quando os dobrados eram substituídos por samba e outros ritmos carnavalescos. As bandas do Colégio das Dores, do Julinho, do São João, do Rosário, do Parobé e tantas outras, encantaram desde o final dos anos 1950 até o começo da década de 1970. Na foto ao alto, pode-se ver a Banda Dorense durante um desfile pela Avenida Borges de Medeiros, na altura da Rua Jerônimo Coelho.

Faixa anunciava a candidatura de Lupicínio Rodrigues à Câmara de Vereadores da Capital. Foto:  Acervo do Museu Hipólito José da Costa

Faixa anunciava a candidatura de Lupicínio Rodrigues à Câmara de Vereadores da Capital. Foto: Acervo do Museu Hipólito José da Costa

A faixa de propaganda eleitoral do compositor Lupicínio Rodrigues, que terá seu centenário de nascimento comemorado no próximo dia 16 e foi candidato a vereador pelo Partido Republicano, nos permite supor que o registro seja de 1959. Naquele pleito, Lupi fez 396 votos e não se elegeu. Eu não fui trompetista e Lupi não foi vereador. Como se diz aqui no Rio Grande: ovelha não é pra mato!

Colaborou Jorge Silva

Encontros de família

06 de setembro de 2014 0

RAVANELLO

A família de Domênico e Lúcia em frente à casa deles, na Linha Blessmann. Foto: Arquivo Pessoal

A família de Domênico e Lúcia em frente à casa deles, na Linha Blessmann. Foto: Arquivo Pessoal

Os descendentes de Domênico Ravanello e Lúcia Trentin realizam o primeiro encontro da família Ravanello, no dia 20 de setembro, em Antônio Prado. Imigrantes italianos que chegaram ao Brasil em 1891, eles se estabeleceram na Linha Blessmann, naquele município. Informações pelos telefones (54) 3293-3428, com Fátima, e (54) 3293-3393, com Márcia. Na foto ao lado, a família de Domênico e Lúcia em frente à casa da família, na Linha Blessmann.

ZILIO

Em 14 de setembro, ocorrerá o 18º Encontro de Famílias de Arcoverde, em Carlos Barbosa, que neste ano homenageia a família Zilio. Em 1888, Ângelo Zilio, vindo da província italiana de Vicenza, desembarcou em Porto Alegre. Após passar por Montenegro e Barão, foi assentado na Linha Azevedo de Castro. Informações pelo telefone (54) 3433-1066, com Rita.

KLOPPENBURG

Na foto, o casal e os filhos, ainda na Alemanha. Foto: Arquivo Pessoal

Na foto, o casal e os filhos, ainda na Alemanha. Foto: Arquivo Pessoal

O 10º encontro da família Kloppenburg será no dia 13 de setembro, em Novo Hamburgo, e comemorará os 90 anos da história do clã no Brasil, iniciada com a chegada de Franz Bernard Kloppenburg e Josephine Karoline Westerkamp Kloppenburg a Rolante, em 1924. Informações com Ivone, pelos telefones (51) 3597-7167 e (51) 8400-7137. Na foto, o casal e os filhos.

AREND

Será em 21 de setembro, em Nova Petrópolis, o quarto encontro das famílias Arend. Neste ano, os homenageados serão Daniel Arend e Catharine Philipine Maurer, que chegaram ao país em 14 de julho de 1859 e fixaram residência nos arredores da atual Linha Olinda, em Nova Petrópolis. Informações com Ilmar, pelo telefone (54) 3281-1165, e Ruben, pelos telefones (51) 3485-3757 e (51) 9945-1348.

SCHÜÜR

O casal com parentes, na última foto tirada antes da viagem ao Brasil. Foto: Arquivo Pessoal

O casal com parentes, na última foto tirada antes da viagem ao Brasil. Foto: Arquivo Pessoal

Capão da Canoa sediará, nos dias 20 e 21 de setembro, o sexto encontro da família Schüür, que comemora 90 anos de presença no país. De origem alemã, o casal Foske Reuwsaar e Heinrich Schüür chegou ao Estado em 1924 e fixou-se em Santo Ângelo. Informações pelos telefones (51) 3209-5861 e (51) 9952-3960, com Hidergard, e (51) 8116-6090, com Miriam. Na foto, o casal aparece com parentes.