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Visita de Gronchi

28 de abril de 2016 0

1   Nos dias 12 e 13 de setembro de 1958, aqui na Capital e, principalmente, em Caxias do Sul, não se falava em outra coisa. Era a primeira vez que um presidente italiano visitava o Brasil. Giovanni Gronchi, acompanhado da mulher, Carla, ficou no país durante 10 dias, teve calorosa recepção e disse que “se sentia em casa”. Chegou ao Rio de Janeiro no dia 4 de setembro. Assinou acordos e assistiu, ao lado do presidente Juscelino Kubitschek, à grande parada militar no Dia da Independência.

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Foi conhecer as obras da nova capital, Brasília, e depois visitou São Paulo. Na sexta-feira, dia 12, desembarcou no aeroporto Salgado Filho, onde foi recebido pelo governador Ildo Meneghetti. Desfilou em carro aberto pelo centro da cidade, sendo saudado por uma chuva de papel picado. Brindou com o prefeito Leonel Brizola, outro oriundi como Meneghetti, comeu churrasco e recebeu os títulos de Cidadão de Porto Alegre e de Doutor Honoris Causa da Universidade do Rio Grande do Sul.

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À noite, teve banquete no Palácio Piratini. Na manhã de sábado, viajou de carro para Caxias do Sul. Conforme reportagem do jornalista Flávio Carneiro para a Revista do Globo, a cidade estava embandeirada. O comércio e a indústria fecharam suas portas e a população, ansiosa, vestiu suas melhores roupas de passear. O presidente JK juntou-se a Gronchi no Monumento ao Imigrante. No ambiente festivo, escolares uniformizados acenavam bandeirinhas dos dois países. Faixas e cartazes curiosos denunciavam a forte presença italiana na região: “Siamo orgogliosi della nostra discendenza italiana. Ben Venuto, sig. presidente” ou “Nel giorno delle duo Patrie salutamos di cuore il presidente d’Itália”.

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Porto Alegre, Paris

27 de abril de 2016 0

A foto maior, abaixo, parece ter sido obtida no passado em uma daquelas antigas e sofisticadas cidades da Europa, cheias de história, tradição e bela arquitetura. Ela é, de fato, do passado, da década de 1950, mas mostra, incrivelmente, como já foi a nossa querida Porto Alegre. Este é o quarteirão, junto à Praça da Alfândega, onde se situava o Grande Hotel.

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Nessa esquina da Rua dos Andradas com a Rua Caldas Júnior, agora, está o Shopping Rua da Praia. Nos cartazes que identificam os estabelecimentos comerciais, destacam-se os do Banco Ítalo-Belga, da Via Radional e da Editora W.M. Jackson. Esta última, uma editora americana responsável pela publicação no Brasil de edições famosas como a coleção Tesouro da Juventude, uma enciclopédia voltada para jovens e crianças, publicada inicialmente na década de 1920, e reeditada em 1958, que fez parte da educação de milhares de pessoas.

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A Radional era a Companhia Rádio Internacional, empresa de comunicação subsidiária da ITT que prestava serviços de telegrafia (ainda existem telegramas?). O Banco Ítalo-Belga teve origem no Banque de l’Union Belgo-Brésilienne (1911) e, depois, foi substituído, em 1976, pelo Banco Europeu para a América Latina S.A. Os carros estacionados diante do hotel, especialmente o lindo Jaguar preto, que é provavelmente um Mark V, conferem um glamour especial à imagem.

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O Grande Hotel foi construído no início do século passado, teve seu apogeu nos anos 1930 e 1940, e já decadente, com seus quartos sendo usados como conjuntos comerciais, foi consumido por um incêndio no dia 13 de maio de 1967 e demolido pouco depois. Com o desaparecimento de prédios como esse e como o palacete que ficava diante dele (foto vertical abaixo), onde hoje está a sede local da Caixa Econômica Federal, a Capital foi ficando cada vez mais pobre, pelo menos visualmente falando.

Azenha

26 de abril de 2016 0

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Ainda no século 18, um tal de Francisco Antônio da Silveira moía trigo na azenha (moinho movido a água) de sua propriedade, instalada junto ao Arroio Dilúvio. Ele também era conhecido como Chico da Azenha. Em 1777, a Câmara Municipal destinou uma verba para construir uma ponte no “passo do Francisco Antônio”. Seria essa, portanto, a primeira ponte da Azenha. As constantes enchentes por diversas vezes danificaram ou destruíram as pontes ali lançadas, obrigando ao seu conserto ou reconstrução.

A obra definitiva, mais sólida e mais larga do que as anteriores, só foi iniciada em setembro de 1935 e concluída no ano seguinte pelo prefeito Alberto Bins. A data de fundação da Azenha, como bairro da cidade, pode ser considerada 5 de agosto de 1844, quando representantes da Câmara Municipal promoveram uma vistoria que suscitou algumas resoluções importantes, como, por exemplo, a fixação dos alinhamentos na encruzilhada (agora Praça Princesa Isabel), da Estrada do Mato Grosso (Avenida Bento Gonçalves), da Estrada de Belém (atual Avenida Oscar Pereira) e “da estrada que vai para a chácara que foi do tenente-general Câmara”, que é, hoje, a própria Avenida Azenha. Durante 40 anos, uma das principais atrações de lazer no bairro foi o Cinema Castelo.

Na foto, podemos observar a grande construção à esquerda, que, além de projetar filmes, também foi palco do famoso programa radiofônico de Maurício Sobrinho. O Castelo fechou em 1979. Por pouco tempo, o prédio ainda sobreviveu com uso comercial. Do centro da imagem, parte a Avenida Bento Gonçalves, que serpenteia em direção ao bairro Partenon. Da praça, onde também existiu o Cine Roma, inaugurado em 1960 e que, depois de fechado, reabriu transformado em bingo, ainda não partia a larga Avenida Princesa Isabel, só aberta posteriormente. Na época em que foi batida a foto, provavelmente década de 1950, os edifícios mais altos ainda eram raridade e a paisagem era dominada pelo casario baixo.

Fonte Porto Alegre – Guia Histórico, de Sérgio da Costa Franco

Gaúchos pioneiros no DF

23 de abril de 2016 0

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Às 9h30min do dia 21 de abril de 1960, no Salão de Despachos do Palácio do Planalto, JK disse estas palavras curtas: “Declaro inaugurada a cidade de Brasília, capital dos Estados Unidos do Brasil!”. No mesmo instante… o jovem Distrito Federal nasceu, num dia de sol forte e céu azul…” (Revista O Cruzeiro de 7 de maio de 1960). Alguns anos antes, em 1958, o repórter Otto Schneider e o fotógrafo Wilson Lopes desembarcaram na futura capital para fazer uma reportagem para a edição 723 da Revista do Globo, intitulada “Gaúchos ajudam a fazer Brasília”.

No relato, os jornalistas dizem que não encontraram uma, mas sim duas cidades: uma, o Núcleo Bandeirante, o faroeste caboclo que abrigou gente de todo lado que chegou para trabalhar duro e sonhar alto. Outra, o plano-piloto, um canteiro de obras modernas onde se construía o futuro do país. Na poeira do Cerrado, Otto encontrou Julio Lopes Lairihoy e Armando Telli. Julio foi conhecer o que estava acontecendo no Planalto Central estimulado por Armando.

Viu, voltou a Porto Alegre, pediu demissão do cargo que ocupava na Importadora Americana e embarcou na aventura. Montou a Churrascaria Presidente e logo depois um hotel com 26 quartos, tudo de madeira e lotado o tempo inteiro. Trabalhava como louco, dormia atrás do balcão, mas estava ganhando muito dinheiro. Então, naquele fim de mundo, já existiam nove bancos funcionando e pousavam 110 aviões por semana. Armando lá chegou com a curiosidade de turista. Deixou Bento Gonçalves e, depois de passar por Londrina, resolveu que ser pioneiro em Brasília seria melhor ainda.

Adquiriu um lote, emprestou o Jeep para ser usado como táxi e voltou ao Sul para preparar a mudança definitiva para Brasília. Assim que chegou, montou a Casa dos Vinhos. Quando foi entrevistado, disse que vendia, por mês, 15 mil litros de vinho em barril. “A vida aqui é demais vibrante, dinâmica e as perspectivas são mais vastas”, revelou. Com mais dois sócios, abriu uma empresa de material de construção. “Tanto acredito, que aqui é onde quero me radicar”, disse o gaúcho. No rodapé das notas fiscais da Churrascaria Presidente, vinha impressa a seguinte frase: “Para os céticos, para os apoucados, para os vencidos, para os descrentes do destino da Pátria, uma grandiosa e esplêndida realidade – BRASÍLIA”.

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Praça Raul Pilla

22 de abril de 2016 0

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A foto acima, tomada do alto do antigo Colégio Júlio de Castilhos (onde agora está a Faculdade de Ciências Econômicas), mostra como era a descida da Avenida João Pessoa, em direção à Redenção (Parque Farroupilha), em dezembro de 1939. No canto superior direito da imagem, hoje se encontra o Viaduto Loureiro da Silva, que fica na junção da Avenida João Pessoa com a Avenida Senador Salgado Filho. Na época em que foi tirada a fotografia, esse lugar, que agora se chama Praça Raul Pilla, fazia parte da Praça Argentina.

A grande parede branca com janelas era o prédio do Quartel do 8º Batalhão de Infantaria, construído lá por 1828, que ocupava todo o quarteirão da Rua Duque de Caxias até a Avenida André da Rocha. Na outra foto, mais recente, feita na década de 1960, em que aparece um bonde subindo, observa-se que os jardins e a murada balaustrada já tinham cedido espaço às pistas pavimentadas com paralelepípedos para o escoamento do trânsito de automóveis e do transporte coletivo. Pena.

Essa ladeira, desde tempos remotos, foi o caminho de ligação entre o centro da vila, a ponte da Azenha e a saída para Viamão, passando pela grande várzea da Redenção. Antigamente, por volta de 1858, o local se chamava Praça Independência. Em 1921, a denominação foi trocada para Praça Argentina. Em 1929, o prefeito Alberto Bins concluiu a reforma iniciada em 1927 pelo seu antecessor, Otávio Rocha.

Em seu relatório anual, Bins expressa: “Foi completada a Praça Argentina, com seu ajardinamento central com dois canteiros alargados, que, em conjunto, apresentam a forma de uma elipse oval bipartida, deixando de permeio e lateralmente as faixas para o tráfego de veículos, disposição que, a par da estética, apresenta vantagem na regularização da circulação”.

No primeiro ano da década de 1970, quando o viaduto foi inaugurado, o quartel ainda estava lá, mas logo depois foi demolido. Durante algum tempo, o terreno pelado foi usado como um grande estacionamento, mas no final daquele decênio, a praça, atualmente bem arborizada, começou a tomar forma.

Fonte: Porto Alegre – Guia Histórico, de Sérgio da Costa Franco

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Festa da Paz

21 de abril de 2016 0

O Grupo Rainha da Paz, formado por ex-colegas do Colégio Estadual Rainha da Paz, de Lagoa Vermelha, nos anos 1970 e 1980, vai promover o seu quarto encontro. A festa vai continuar, desta vez, com uma reunião dançante, no dia 30, sábado, na AABB (Avenida Circular), a partir das 17h, tendo como tema os Anos 1970. Ingressos e informações com Maria Cristina Tochetto, Maria Celita Ricardo Salvadori ou Analice De Lima Machado, pelo telefone (54) 9643-3380.

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Simon e afins

21 de abril de 2016 0

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A Associação da Família Simon e Afins (AFSA), que tem por finalidade congregar todos os descendentes e afins de Mathias Simon, imigrante alemão que chegou ao Brasil em 1829, está convidando os parentes e familiares para uma assembleia geral, que elegerá a nova diretoria e será seguida de um almoço de confraternização. O evento será no próximo domingo, dia 24, a partir das 10h30min, na Casa dos Simon (foto acima), onde moraram seus antepassados. O imóvel foi readquirido pela associação em 1999 e está localizado em Capela do Rosário, São José do Hortêncio (RS). Na foto abaixo, o casal José Spaniol Simon e Catarina Schons, que residiu naquela casa e teve 14 filhos. José é neto de Mathias Simon. Contatos com Anna Mari Simon Martins, pelos telefones (51) 3594-4885 e (51)9182-9272 (WhatsApp), ou pelo e-mail amari.simon@gmail.com.

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Cotiporã

21 de abril de 2016 0

No último dia 13 de abril, numa nota sobre a praça central da cidade de Cotiporã, fizemos referência à Fábrica de Laticínios Paganin, de 1907. O leitor Mario Paganin pede que façamos um esclarecimento e uma correção: “A fábrica de Laticínios se chamava Paganini, e não Paganin. Meu avô, mesmo se chamando Paganin, resolveu usar o nome do músico Paganini por ter maior apelo comercial. A razão social da empresa era outra”. Em anexo, ele nos enviou a foto de uma embalagem de manteiga, “de primeira qualidade”, produzida pela firma. Obrigado, Mario.

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A casa de verão

20 de abril de 2016 0

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O Palácio das Hortênsias (foto acima), inaugurado em 17 de abril de 1954, completou 62 anos no último domingo. Muito mais do que uma residência para descanso, o local é usado pelo governo do Estado para recepções e solenidades e, não raro, transformado em local de trabalho, com a presença de vários secretários, que despacham durante férias e fins de semana. Próximo da Capital, localizado em plena região serrana, com todos os serviços essenciais ao alcance, ligado por boa malha rodoviária e aeroporto – essas características justificam a sua ocupação, em muitas ocasiões, o ano inteiro.

Primeiramente, sua construção deveu-se ao interesse do interventor do Estado entre 1938 e 1943, general Oswaldo Cordeiro de Farias, que costumava passar suas férias no Grande Hotel, quando Canela ainda era um distrito do município de Taquara. Foi uma iniciativa dele a aquisição do terreno, em 1941. Depois disso, também graças à criação, em 1952, de uma Comissão liderada pelo então prefeito, Dante Bertoluci. Vale lembrar que Canela emancipou-se em 1944.

O prefeito, essa Comissão e o governo do Estado encarregaram-se de adquirir, junto à comunidade canelense, todo o material para a obra, principalmente a madeira, proveniente das muitas serrarias da cidade. A inauguração, com toda a pompa e protocolo, ocorreu num sábado, quando foram abertos os portões aos convidados. Pelos jardins e bosques, ao ar livre, autoridades civis, militares e eclesiásticas (como se dizia na época), entre outros presentes, foram brindadas com um grande churrasco, assado no local, e oferecido pelo povo canelense.

Entre as autoridades que compareceram, estavam o general Ernesto Dorneles, governador do RS na época; doutor Theobaldo Newmann, secretário do Interior e Justiça; doutor Mariano Becker, secretário da Educação e Cultura; doutor Antonio Brochado, secretário da Fazenda; e o doutor Leonel de Moura Brizola, secretário de Obras Públicas. Após o discurso do doutor Mariano Becker, em nome do governo do Estado, falou, pela administração municipal e por todos os canelenses, o doutor João Kessler Coelho de Souza, que, segundo Bertoluci, “emocionou a todos numa brilhante oratória”.

A partir de 1983, foi construído um novo prédio, mais imponente e de alvenaria, agora identificado como Solar das Hortênsias, que tem sua história contada no livro Canela por muitas razões…, de Pedro Oliveira, Antônio Olmiro dos Reis e Marcelo Wasem Veeck. Hoje, a Casa de Verão, como ficou conhecida à época, é um patrimônio que transformou Canela em uma segunda
(e permanente) capital do Estado.

Colaborou o pesquisador Pedro Oliveira

Nasce Tarumã

18 de abril de 2016 0

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A data da escritura de venda das terras onde hoje se encontra o Autódromo Internacional de Tarumã é 18 de abril de 1960. Portanto, há exatos 56 anos era dado mais um passo para a concretização do sonho dos pilotos gaúchos de possuir um espaço exclusivo para receber as competições automobilísticas.

Nosso leitor, o advogado João Carlos Dias Neto enviou uma cópia do documento e uma foto onde o seu avô João Carlos Dias aparece firmando o contrato, cercado por outros personagens importantes nessa história. João era um dos diretores da Sociedade Territorial Tarumã Ltda e negociou primeiramente com a Associação Riograndense de Pilotos (Arvo), constituída em 12 de julho de 1949, e, depois, com o Automóvel Clube do Rio Grande do Sul (ACRGS), fundado em 17 de julho de 1953, que substituiu a primeira entidade. Na edição de 13 de dezembro de 1955 do jornal A Hora, foi publicada uma foto como essa, sob o título “Registrado em cartório o contrato da Arvo”.

A legenda esclarece: o senhor Gabriel Cicchiarelli, que, juntamente com os senhores José Asmuz e Catarino Andreatta, compõe a Comissão de Construção do Autódromo, no momento em que assinavam, no Cartório Trindade, o contrato de promessa de compra e venda do local da praça de esportes da Arvo. Estiveram ainda presentes ao ato os senhores doutor Waldir Ramos Borges, João Carlos Dias e Artur D. Beust, respectivamente diretor-presidente, diretor-gerente e sócio quotista da Sociedade Territorial Tarumã Ltda, vendedora do imóvel, e o senhor Normelio Da Poian, presidente da Arvo.

A área foi de 50 hectares, e o preço da compra e venda foi de Cr$ 3,750 milhões, tendo como comprador o Automóvel Clube do RS, representado pelo seu presidente na época, Roberto Jorge Ribeiro. O Autódromo Internacional de Tarumã, um sonho que exigiu muita persistência, foi inaugurado somente no dia 8 de novembro de 1970.

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