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Há 92 anos, Ernst Zeuner iniciava trajetória na Livraria do Globo

22 de outubro de 2014 0
Autorretrato do artista. Foto: Reprodução

Autorretrato do artista. Foto: Reprodução

Nascido em Zwickau, nas proximidades da fronteira alemã com a República Checa, em 13 de agosto de 1895, Ernst Zeuner formou-se na Academia de Artes Gráficas de Leipzig. O artista deixou a Alemanha depois da Primeira Guerra Mundial, radicando-se em Porto Alegre. Em 22 de outubro de 1922, foi contratado pela Livraria do Globo para ser o responsável pelo ateliê de artes gráficas. Ali trabalhou por quase quatro décadas, de 1922 a 1960, tendo sido responsável por capas de livros de Erico Verissimo, como Viagem à Aurora do Mundo, e de As Aventuras de Tibicuera, este premiado pelo Ministério da Educação e Cultura.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Procurado para executar trabalhos particulares, desenhou órgãos do corpo humano para a Faculdade de Medicina de Porto Alegre e embalagens para ovos de Páscoa e chocolates para a Neugebauer. Concebeu também ilustrações para a Fogões Geral e para a Varig. Fez artes para loterias, selos de impostos, bônus, cartões, calendários e enciclopédias. Teve destacado papel no desenvolvimento das artes gráficas no Rio Grande do Sul. Formou, na Livraria do Globo, uma verdadeira escola de artistas. Passaram por sua “escola” nomes como Edgar Koetz, João Mottini, Vitório Gheno, João Fahrion, João Faria Vianna, entre outros conhecidos no Brasil e Exterior. Zeuner morreu em Porto Alegre, em 1967, aos 72 anos de idade.

Colaborou Rodrigo Trespach

Ex-alunos do Direito da UPF fazem encontro para comemorar 50 anos de formatura

22 de outubro de 2014 0

A turma de 1964 da Faculdade de Direito da Universidade de Passo Fundo realizará, em Passo Fundo, um encontro para celebrar os seus 50 anos de formatura. Essa foi a quinta turma daquela faculdade, que começou a funcionar em 1956. Era integrada por mais de cem bacharéis. A cerimônia ocorreu em março de 1965, no Cineteatro Pampa. O paraninfo foi o professor Benedito Hespanha, e o orador, o bacharel Samoel Zimmermann.

Integraram a turma, entre outros, o ex-deputado Jarbas Lima, o padre Alcides Guareschi, que foi reitor da UPF, além de vários magistrados, membros do Ministério Público, procuradores do Estado e advogados e empresários. O encontro será no Clube Comercial, em Passo Fundo, no dia 8 de novembro, a partir das 21h. Informações com Luiz Juarez de Azevedo, pelo telefone (54) 3313-5244 e pelo e-mail luizazevedo@brturbo.com.br, ou com Warley Farinatti, pelo telefone (51) 3333-1837 e pelo e-mail warley@pro.via-rs.com.br.

Colégio Americano inicia comemorações dos seus 130 anos

21 de outubro de 2014 0
Alunas com o atual prédio do colégio ao fundo. Foto: Acervo do Colégio Americano

Alunas com o atual prédio do colégio ao fundo. Foto: Acervo do Colégio Americano

O último fim de semana marcou o início do ano de comemorações dos 130 anos do Colégio Americano. Em 19 de outubro de 1885, o pastor João da Costa Corrêa fundou o Colégio Evangélico Misto nº 1,  em um prédio alugado na Praça General Marques (hoje Praça Conde de Porto Alegre, mais conhecida como Praça do Portão).

Essa foi a origem do atual Colégio Metodista Americano, que teve Carmem Chacon como sua primeira professora. João Corrêa e Carmem fizeram parte de um grupo de sete evangelistas da Igreja Metodista de Montevidéu, no Uruguai, que chegou ao Rio Grande do Sul no final do século 19 com a intenção de fundar um campo missionário e uma obra educacional.

Segunda sede do Colégio Americano, na Avenida Independência. Foto: Acervo do Colégio Americano

Segunda sede do Colégio Americano, na Avenida Independência. Foto: Acervo do Colégio Americano

Com bases calcadas nas ideias de John Wesley (fundador do Metodismo na Inglaterra), esses missionários promoveram ações de evangelização, criaram escolas e desenvolveram obras sociais para os mais necessitados em diversas cidades – iniciando pelo interior do Estado, até alcançar a Capital.

Poucos anos depois de sua fundação, com a morte da professora Carmem Chacon, em 1889, o colégio ficou a cargo da Divisão de Mulheres da Igreja Episcopal do Sul. Por se tratar de uma escola só para meninas, era popularmente conhecida como Colégio das Americanas, e por esse motivo a instituição acabou ganhando o nome de Colégio Americano. Em 1921, em um prédio próprio na Avenida Independência, a escola contava com regime de internato e externato.

A escola já no bairro Petrópolis, ainda pouco urbanizado, no final da década de 1940. Foto: Acervo do Colégio Americano

A escola já no bairro Petrópolis, ainda pouco urbanizado, no final da década de 1940. Foto: Acervo do Colégio Americano

Em 1926, um amplo terreno no bairro Petrópolis foi adquirido para que fosse construída uma nova sede. É lá que, desde 1945, está instalada a tradicional escola. Nesse meio tempo, além dos cursos Clássico e Científico, foi criado o departamento de Economia do Lar, que, mais tarde, deu origem ao curso de graduação em Nutrição. Foi também no Americano que, em 1952, surgiu o primeiro curso de Secretariado do país.

Em 1973, foi criado o Instituto Metodista de Educação e Cultura (Imec), que passou a ser a entidade mantenedora do Colégio Americano. Um ano depois, a escola adotou o sistema misto. Integrado, em 2002, à Rede Metodista de Educação do Sul – junto com o Colégio e a Faculdade IPA e o Colégio Metodista União de Uruguaiana –, o Americano, em seus 129 anos de história, formou lideranças e formadores de opinião de diversas gerações.

Há 50 anos, pracinhas do Batalhão de Suez retornavam a Porto Alegre

20 de outubro de 2014 0

O dia 19 de outubro, cinquenta anos atrás, foi um dia de festa em Porto Alegre. Há meio século, os pracinhas do 13º Batalhão, enviados ao Canal de Suez, desembarcaram de volta na Capital depois de quase 15 meses longe de casa. De acordo com reportagem feita pelo jornalista Paulo Poli (com fotos de Wiss Soares) para a Revista do Globo de 7 de novembro de 1964, desde as primeiras horas da manhã o Cais do Porto transformou-se “num mar agitado de familiares e amigos dos pracinhas” que aguardavam ansiosos o reencontro.

Revista do Globo de novembro de 1964 mostrou o desfile dos pracinhas pela Avenida Borges de Medeiros. Foto: Revista do Globo, Reprodução

Revista do Globo de novembro de 1964 mostrou o desfile dos pracinhas pela Avenida Borges de Medeiros. Foto: Revista do Globo, Reprodução

Quando o navio Barroso Pereira da marinha brasileira foi avistado, o delírio, a excitação e uma “euforia singular” tomaram conta de todos. Aqueles que aguardavam a chegada acenavam com lenços e ramalhetes de flores. Até cartazes de “bem-vindo seja” eram exibidos ao alto. Três longos apitos da embarcação foram ouvidos e nesse momento já se podia ver o convés tomado pelas boinas azuis das Forças de Paz da ONU. Uma banda tocava dobrados e hinos, animando ainda mais e fazendo crescer a expectativa.

O momento do desembarque na Capital. Foto: Wiss Soares, Revista do Globo, Reprodução

O momento do desembarque na Capital. Foto: Wiss Soares, Revista do Globo, Reprodução

Quando o navio atracou e os militares iniciaram o desembarque, olhos aflitos buscavam namorados, noivos, maridos e filhos. Os uniformes, todos iguais, dificultavam a identificação de cada parente. Choro de alegria e beijos demorados eram muito diferentes daqueles do dia da partida do navio Ari Parreira rumo ao Oriente Médio. Após matar a saudade, os pracinhas entraram mais uma vez em forma e desfilaram orgulhosos e sem a apreensão anterior pelas ruas da cidade. O deserto e o perigo agora estavam longe, e a vida normal se aproximava.

O pracinha Dodô, com um pé na Palestina e o outro em Israel. Foto: Arquivo Pessoal

O pracinha Dodô, com um pé na Palestina e o outro em Israel. Foto: Arquivo Pessoal

Restariam as lembranças e a camaradagem conquistada durante a missão cumprida. Essa mesma amizade que vai reunir para um almoço de confraternização, no próximo dia 25 de outubro (sábado), no Clube do Professor Gaúcho (Avenida Guaíba, 12.060, Porto Alegre), os remanescentes daqueles inesquecíveis dias. Informações pelo telefone (51) 3224-5382, à tarde.

Colaborou Adolfo Dodô de Oliveira

Encontros de família

18 de outubro de 2014 0

FARDO

Família de Giovanni Fardo e Anna Corezolla. Foto: Arquivo Pessoal

Família de Giovanni Fardo e Anna Corezolla. Foto: Arquivo Pessoal

Em 9 de novembro, a família Fardo se reúne em Garibaldi para comemorar os 124 anos da chegada do clã ao Brasil. Oriundos da comuna de Marostica, na província italiana de Vicenza, depois de chegarem ao Brasil, os Fardo se estabeleceram em Linha São Miguel, na Colônia Conde D’Eu, atual município de Garibaldi. Informações pelos telefones (54) 3462-6916, com Irani, e (54) 3462-4201, com Leonir.

 

SEVERO

O casal Victor Anastácio Severo e Dorcelina Rodrigues Severo. Foto: Arquivo Pessoal

O casal Victor Anastácio Severo e Dorcelina Rodrigues Severo. Foto: Arquivo Pessoal

Será em 25 de outubro o primeiro encontro da família Severo. O evento, que reunirá os descendentes de Victor Anastácio Severo e Dorcelina Rodrigues Severo (foto ao lado), ocorrerá em Lavras do Sul. Informações pelo telefone (51) 9994-9764, com Solon.

 

FRUETT

Os descendentes de Antonio Fruett e Virginia Mello realizam, em 1° de novembro, o sétimo encontro do clã, em Júlio de Castilhos. Antonio emigrou da região de Trentino, na Itália, e se estabeleceu em Júlio de Castilhos, onde casou-se e teve 18 filhos. Informações: (55) 9971-6371, com Carlinhos, e (55) 9998-7798, com Vinícius.

 

GOBBI

Na imagem acima, uma pintura de Alessandro foi inserida em uma foto com seus filhos Alexandre, Pedro e José. Foto: Arquivo Pessoal

Na imagem acima, uma pintura de Alessandro foi inserida em uma foto com seus filhos Alexandre, Pedro e José. Foto: Arquivo Pessoal

O sétimo encontro da família Gobbi será nos dias 8 e 9 de novembro, em Carlos Barbosa. Os pioneiros no Estado foram Alessandro Gobbi e Margherita Panetto Gobbi, que saíram da comuna de Longare, na província italiana de Vicenza, em 1878. No Brasil, fixaram-se em Garibaldi. Informações pelo e-mail festagobbi2014@gmail.com.

Exposição homenageia o antigo Armazém Pimenta

17 de outubro de 2014 1
A casa de comércio funcionou na esquina das ruas Duque de Caxias e General Bento Martins. Foto: Arquivo Pessoal

A casa de comércio funcionou na esquina das ruas Duque de Caxias e General Bento Martins. Foto: Arquivo Pessoal

O velho casarão colonial da esquina das ruas Duque de Caxias e General Bento Martins, que hoje abriga a champanharia Ovelha Negra, para mim e para muitos outros moradores do centro, sempre será lembrado como o Armazém Pimenta. Quem comprou na antiga ferragem recorda do seu Ivo (e de sua mulher, dona Odette) atrás do balcão. Quem começou o negócio foi o pai dele, Narciso, e, nos anos de 1920, Ivo já ajudava entregando mercadorias.

Seu Ivo, no balcão do armazém Pimenta na década de 1970. Foto: Arquivo Pessoal

Seu Ivo, no balcão do armazém Pimenta na década de 1970. Foto: Arquivo Pessoal

Naquela época, ainda era uma casa de secos e molhados e atendia gente como Borges de Medeiros, Flores da Cunha e Armando Câmara (Solar dos Câmara), e também fornecia para o Palácio Piratini e a Assembleia Legislativa. Com a chegada da idade e dos supermercados, Ivo substituiu o pai e tornou a loja uma completa ferragem. Entre 1960 e 1980, eu era um dos muitos clientes que adorava examinar detidamente tudo o que estava exposto, pendurado, empilhado. Um tipo de empório que já não existe mais.

Hoje, aos 100 anos, seu Ivo ainda guarda lembranças da época em que atendia o público. Foto: Eduardo Vieira da Cunha, Arquivo Pessoal

Hoje, aos 100 anos, seu Ivo ainda guarda lembranças da época em que atendia o público. Foto: Eduardo Vieira da Cunha, Arquivo Pessoal

O lugar era tão fascinante e marcante que hoje, às 19h, na Galeria Duque Espaço Cultural (Rua Duque de Caxias, 649, Porto Alegre), o pintor Eduardo Vieira da Cunha, um vizinho, inaugura a exposição Armazém Pimenta: A Duque e os Fragmentos da Cidade. A mostra tem participação do fotógrafo Adolfo Gerchmann e enfatiza esse lado acumulador e de colecionista visual de afetos. Seu Ivo Medeiros Pacheco vive, completou 100 anos em maio e é personagem homenageado e cativo em nossa memória.

Tela do pintor Eduardo Vieira da Cunha alusiva à antiga ferragem. Foto: Reprodução

Tela do pintor Eduardo Vieira da Cunha alusiva à antiga ferragem. Foto: Reprodução

Santa Casa de Porto Alegre completa 211 anos

16 de outubro de 2014 0
Foto: Acervo da Santa Casa

O prédio da Santa Casa em 1870. Foto: Acervo da Santa Casa

No próximo domingo, 19 de outubro, a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre celebra mais um aniversário de fundação. Com uma trajetória de memoráveis serviços prestados à comunidade gaúcha, a Santa Casa é o mais antigo hospital do Estado.

Ao longo de sua história bicentenária, marcada por conquistas nos campos da medicina, do ensino e da pesquisa, a Santa Casa sempre foi referência pelo humanismo de sua assistência, pela qualidade de sua atuação no campo da saúde e, atualmente, ainda pela avançada tecnologia empregada.

Inspirada na missão de atender a todas as pessoas com dignidade, dedicação e profissionalismo, a instituição é alvo da gratidão do povo gaúcho. Hoje ela reúne sete hospitais, 1.650 médicos e 6.800 funcionários.

Ex-alunos da Escola Normal João Neves da Fontoura comemoram 60 anos de formatura

16 de outubro de 2014 0
Foto: Arquivo Pessoal

Formatura da turma do Ginásio ocorreu em 1954.Foto: Arquivo Pessoal

Ex-alunos do Ginásio da Escola Normal João Neves da Fontoura, de Cachoeira do Sul, celebrarão o 60º ano de sua formatura no sábado, 18 de outubro. Às 10h30min, na capela do Asilo Nossa Senhora Medianeira (Avenida Brasil, 261, Cachoeira do Sul), haverá um culto ecumênico seguido de breve solenidade para a doação financeira que a turma fará à instituição. Às 11h30min, ocorrerá o almoço de confraternização no restaurante da Sociedade Rio Branco. Informações pelos telefones (51) 9652-8246, com Julio Cezar, (51) 9837-8659, com Rui, e (51) 3722-3969, com Renoardo.

Encontros de família

16 de outubro de 2014 0

SOFIA/LIMA

É neste domingo, dia 19 de outubro, a festa que vai reunir os descendentes das famílias de Vicente Sofia, João Lima e, principalmente, de Francisca Teixeira, a Vó Chiquinha. Com a participação de quase uma centena de parentes, os familiares agora retomam uma festa que era realizada anualmente. O encontro será a partir do meio-dia no salão do clube Veleiros do Sul (Avenida Guaíba, 2.941, Porto Alegre). Informações com Cristiano, pelo telefone (51) 9262-3538.

 

KUNRATH

A família Kunrath realiza em 19 de outubro o oitavo encontro dos descendentes de Alvina Krombauer Kunrath e Friedolin Kunrath, no salão de festas do Esporte Clube São José, em Porto Alegre. Eles se casaram em 1934, na localidade de Forqueta, em Arroio do Meio, onde moraram durante toda a vida. Na cidade, cultivaram fumo e tiveram 14 filhos. Informações: (51) 9143-0880, com Maria Lúcia.

As transformações na Praça XV de Novembro

15 de outubro de 2014 2
Foto: Acervo Museu Joaquim José Felizardo, Fototeca Sioma Breitman

Foto mostra a Praça XV em 1910, ainda sem o tradicional chalé-restaurante que existe até hoje. Foto: Acervo Museu Joaquim José Felizardo, Fototeca Sioma Breitman

A Praça XV de Novembro é uma das mais antigas e tradicionais do centro da Capital. As primeiras referências a este logradouro, ainda sem nenhuma urbanização, constam em atas de 1811 da Câmara Municipal. Nessa época, ela era tratada como Largo ou Praça do Paraíso, e a explicação mais provável para esse nome é de uma alusão a uma casa de prostitutas que seria o pioneiro prostíbulo da vila. Aos poucos, o terreno foi sendo ocupado por quitandas e bancas de peixe deslocadas para lá, quando surgiu a necessidade de construção de um prédio para a Alfândega.

Mesmo assim, em 1829, o local foi destinado, pelos vereadores, como um dos pontos adequados para o depósito de lixo. Entre 1844 e 1870, um prédio ali construído funcionou como o primeiro mercado da cidade. O lugar não passava de um lamaçal e ponto de parada ocupado pelos carreteiros que traziam de longe as mercadorias. Com a conclusão da construção do novo mercado, em 1869, foi providenciada a urbanização e a praça passou a se chamar Conde D’Eu. Por volta de 1875, uma licença permitiu a instalação de um pavilhão de madeira do Circo Universal. Ele deveria ser provisório, mas permaneceu ali por pelo menos quatro anos.

Em 1881, já ajardinada, a praça recebeu o primeiro chalé de madeira e um só piso. Em 1884, foi instalado um belo chafariz, que hoje está na Redenção. Com a proclamação da República, o novo e definitivo nome foi adotado: XV de Novembro. Em 1911, um ano depois da foto acima, a praça ganhou o atual chalé-restaurante. Nos anos de 1920, o tráfego do entorno motivou uma redução de sua área. Na virada dos anos de 1920 para 1930, os passageiros de bonde ganharam o agora tradicional abrigo.

Fonte: Porto Alegre – Guia Histórico, de Sérgio da Costa Franco