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E o palhaço, o que é?

04 de maio de 2016 0

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É ladrão de muié… Depois de perguntar “Hoje tem goiabada?” e ouvir a resposta “Tem, sim, senhor”… E após perguntar “Hoje tem marmelada?” e ouvir a galera gritar, afirmativamente, o mestre de cerimônias, normalmente com a sua cartola negra e jaqueta vermelha, de domador, inquiria a plateia, predominantemente infantil: “E o palhaço, o que é?”. Mesmo sabendo a resposta, o animador devia cumprir a tradição do circo. Ele devia obedecer ao rito que abria o espetáculo. Antigamente, pelo menos, era assim. Hoje, já não sei.

O circo ainda existe e continua mágico, suponho, mas muita coisa mudou. As atrações talvez estejam mais sofisticadas, mas até aquela precária produção, com um quê de decadência, nos deixou alguma saudade. E os animais? Já não são exibidos como no passado. Certamente, estão mais protegidos dos maus-tratos, e são mais respeitados sem as restrições impostas pelo exíguo cárcere privado. Mas, independente da postura politicamente correta adotada, é necessário confessar que era excitante ver tigres e leões bem de perto, comportados e postados sobre banquetas ao estalar do chicote no ar.

E os elefantes com as odaliscas sobre o lombo? Um deles sempre fazia caca, o que obrigava um “peludo” (não era assim que se chamavam os serviçais do circo?) a vir com uma pá e um balde para a humilhante tarefa de limpar o picadeiro coberto de serragem. É provável que o mais surpreendente, para os mais jovens, seja saber que tudo isso acontecia, eventualmente, quando um circo visitava Porto Alegre, ali na Praça Piratini, onde hoje está instalado o Shopping João Pessoa.

Sim, naquele triângulo formado pelas Avenidas da Azenha e João Pessoa, entre o Colégio Estadual Julio de Castilhos (à esquerda na imagem) e o prédio da Panambra (à direita), eram montados os circos, como esse da foto, provavelmente obtida no final dos anos 1950. Quando o circo ia embora, restava somente a grande área coberta de serragem, e a nossa tristeza de menino.

Rua Nova da Praia

03 de maio de 2016 0

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Numa planta da cidade de Porto Alegre, datada de 1839, a atual Rua 7 de Setembro era a irregular costa do Rio Guaíba, nos fundos das casas da Rua da Praia. Segundo o historiador Antônio Álvares Pereira Coruja (1806-1889), “quem, da Rua Clara (atual General João Manoel) descesse para os lados do rio, passando da Rua da Praia para baixo, aí encontraria, à esquerda, um terreno… a que, por falta de outro nome, denominavam Beco da Rua Clara… um paredão que servia de cais, onde desembarcavam marinheiros frequentadores das bodegas e freges que ali se foram estabelecendo, por esse fato conhecido pelo nome de Beco dos Marinheiros”.

O Beco dos Marinheiros foi desmanchado em 1842. Já em 1844, começa-se a falar na Rua Nova da Praia, que foi a primeira denominação da incipiente via à beira-rio. Os beneficiários dos terrenos, cedidos por concessão do governo da Província, deveriam tratar de, nos fundos de cada área, fazer paredões junto ao rio. Em 1846, foram feitas duas rampas de acesso às embarcações: uma na esquina da Rua Clara e outra na da Rua do Ouvidor (atual General Câmara). Em 1856, o nome foi mudado de Rua Nova da Praia para Rua da Alfândega, e, quatro anos mais tarde, a via foi contemplada com diversas melhorias.

Em 1865, o presidente João Marcelino de Souza Gonzaga se referiu à Rua da Alfândega como “uma das principais ruas da Capital”. Nesse mesmo ano, no dia 17 de agosto, por uma decisão da Câmara, a Rua da Praia tornou-se Rua dos Andradas e a Rua da Alfândega ganhou o nome de Rua 7 de Setembro. Na foto, provavelmente da década de 1950, observa-se um trecho da rua. No fundo, veem-se o antigo prédio da Caixa Econômica Federal e as árvores da Praça da Alfândega, com os ônibus, que ali faziam ponto final, estacionados. No centro da imagem, a esquina com a Rua General Câmara.

Fonte: Porto Alegre Guia Histórico, de Sérgio da Costa Franco.

Palácio Aloísio Filho faz 30 anos

02 de maio de 2016 0

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Em 1º de maio de 1986, quando o Dia do Trabalho fez 100 anos, foi inaugurado o Palácio Aloísio Filho, prédio erguido na Avenida Loureiro da Silva, nº 255, para abrigar o Legislativo da Capital. Instalada em Porto Alegre em 6 de setembro de 1773, a Câmara ganhou sua primeira sede própria cerca de um século depois, na década de 1870. A chamada Casa da Câmara e da Junta Criminal (destruída pelo fogo em 1949) ficava na Praça da Matriz e era idêntica ao Theatro São Pedro, com o qual formava um conjunto arquitetônico. Com a transformação da Casa da Câmara em Tribunal de Justiça, os vereadores voltaram a trabalhar em um solar alugado no Largo dos Ferreiros (Praça Montevidéu).

No mesmo local, foi instalado o gabinete do primeiro intendente, cargo criado na Constituição de 1891. Depois disso, o Legislativo funcionou em mais três espaços: no Paço Municipal (sede da prefeitura); no Edifício José Montaury, na chamada Prefeitura Nova, onde os vereadores trabalharam por 41 anos (saindo após um incêndio no local); e no Centro Municipal de Cultura. Até que, enfim, chegou ao Palácio Aloísio Filho.

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Na solenidade de inauguração, o então prefeito, Alceu Collares (PDT), e o presidente da Câmara, André Forster (PMDB), foram encarregados de cortar a fita. Projetado pelo arquiteto Cláudio Luiz Araújo, ex-professor da UFRGS e da UniRitter, o Palácio Aloísio Filho exibe linhas contemporâneas com características do Modernismo, é uma sede funcional que atende às necessidades do Legislativo e possibilita uma maior relação com o público.

O nome do palácio foi sugerido pelo exvereador Nei Lima (PDT), em projeto de lei de 1983, sancionado pelo então prefeito, João Antônio Dib. É homenagem a um exvereador pelos 27 anos dedicados à cidade. Foi Aloísio Filho quem idealizou a construção da nova sede e presidiu o Legislativo Municipal em 1956, 1960, de 1966 a 1968 e de 1971 a 1974.  Nascido em dezembro de 1912, em Porto Alegre, Aloísio Filho trabalhou como barbeiro, assistente social da Viação Férrea e líder comunitário do 4º Distrito, até eleger-se, pela primeira vez, em 1951, permanecendo na Câmara até a sua morte, em julho de 1979.

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Visita de Gronchi

28 de abril de 2016 0

1   Nos dias 12 e 13 de setembro de 1958, aqui na Capital e, principalmente, em Caxias do Sul, não se falava em outra coisa. Era a primeira vez que um presidente italiano visitava o Brasil. Giovanni Gronchi, acompanhado da mulher, Carla, ficou no país durante 10 dias, teve calorosa recepção e disse que “se sentia em casa”. Chegou ao Rio de Janeiro no dia 4 de setembro. Assinou acordos e assistiu, ao lado do presidente Juscelino Kubitschek, à grande parada militar no Dia da Independência.

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Foi conhecer as obras da nova capital, Brasília, e depois visitou São Paulo. Na sexta-feira, dia 12, desembarcou no aeroporto Salgado Filho, onde foi recebido pelo governador Ildo Meneghetti. Desfilou em carro aberto pelo centro da cidade, sendo saudado por uma chuva de papel picado. Brindou com o prefeito Leonel Brizola, outro oriundi como Meneghetti, comeu churrasco e recebeu os títulos de Cidadão de Porto Alegre e de Doutor Honoris Causa da Universidade do Rio Grande do Sul.

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À noite, teve banquete no Palácio Piratini. Na manhã de sábado, viajou de carro para Caxias do Sul. Conforme reportagem do jornalista Flávio Carneiro para a Revista do Globo, a cidade estava embandeirada. O comércio e a indústria fecharam suas portas e a população, ansiosa, vestiu suas melhores roupas de passear. O presidente JK juntou-se a Gronchi no Monumento ao Imigrante. No ambiente festivo, escolares uniformizados acenavam bandeirinhas dos dois países. Faixas e cartazes curiosos denunciavam a forte presença italiana na região: “Siamo orgogliosi della nostra discendenza italiana. Ben Venuto, sig. presidente” ou “Nel giorno delle duo Patrie salutamos di cuore il presidente d’Itália”.

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Porto Alegre, Paris

27 de abril de 2016 0

A foto maior, abaixo, parece ter sido obtida no passado em uma daquelas antigas e sofisticadas cidades da Europa, cheias de história, tradição e bela arquitetura. Ela é, de fato, do passado, da década de 1950, mas mostra, incrivelmente, como já foi a nossa querida Porto Alegre. Este é o quarteirão, junto à Praça da Alfândega, onde se situava o Grande Hotel.

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Nessa esquina da Rua dos Andradas com a Rua Caldas Júnior, agora, está o Shopping Rua da Praia. Nos cartazes que identificam os estabelecimentos comerciais, destacam-se os do Banco Ítalo-Belga, da Via Radional e da Editora W.M. Jackson. Esta última, uma editora americana responsável pela publicação no Brasil de edições famosas como a coleção Tesouro da Juventude, uma enciclopédia voltada para jovens e crianças, publicada inicialmente na década de 1920, e reeditada em 1958, que fez parte da educação de milhares de pessoas.

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A Radional era a Companhia Rádio Internacional, empresa de comunicação subsidiária da ITT que prestava serviços de telegrafia (ainda existem telegramas?). O Banco Ítalo-Belga teve origem no Banque de l’Union Belgo-Brésilienne (1911) e, depois, foi substituído, em 1976, pelo Banco Europeu para a América Latina S.A. Os carros estacionados diante do hotel, especialmente o lindo Jaguar preto, que é provavelmente um Mark V, conferem um glamour especial à imagem.

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O Grande Hotel foi construído no início do século passado, teve seu apogeu nos anos 1930 e 1940, e já decadente, com seus quartos sendo usados como conjuntos comerciais, foi consumido por um incêndio no dia 13 de maio de 1967 e demolido pouco depois. Com o desaparecimento de prédios como esse e como o palacete que ficava diante dele (foto vertical abaixo), onde hoje está a sede local da Caixa Econômica Federal, a Capital foi ficando cada vez mais pobre, pelo menos visualmente falando.

Azenha

26 de abril de 2016 0

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Ainda no século 18, um tal de Francisco Antônio da Silveira moía trigo na azenha (moinho movido a água) de sua propriedade, instalada junto ao Arroio Dilúvio. Ele também era conhecido como Chico da Azenha. Em 1777, a Câmara Municipal destinou uma verba para construir uma ponte no “passo do Francisco Antônio”. Seria essa, portanto, a primeira ponte da Azenha. As constantes enchentes por diversas vezes danificaram ou destruíram as pontes ali lançadas, obrigando ao seu conserto ou reconstrução.

A obra definitiva, mais sólida e mais larga do que as anteriores, só foi iniciada em setembro de 1935 e concluída no ano seguinte pelo prefeito Alberto Bins. A data de fundação da Azenha, como bairro da cidade, pode ser considerada 5 de agosto de 1844, quando representantes da Câmara Municipal promoveram uma vistoria que suscitou algumas resoluções importantes, como, por exemplo, a fixação dos alinhamentos na encruzilhada (agora Praça Princesa Isabel), da Estrada do Mato Grosso (Avenida Bento Gonçalves), da Estrada de Belém (atual Avenida Oscar Pereira) e “da estrada que vai para a chácara que foi do tenente-general Câmara”, que é, hoje, a própria Avenida Azenha. Durante 40 anos, uma das principais atrações de lazer no bairro foi o Cinema Castelo.

Na foto, podemos observar a grande construção à esquerda, que, além de projetar filmes, também foi palco do famoso programa radiofônico de Maurício Sobrinho. O Castelo fechou em 1979. Por pouco tempo, o prédio ainda sobreviveu com uso comercial. Do centro da imagem, parte a Avenida Bento Gonçalves, que serpenteia em direção ao bairro Partenon. Da praça, onde também existiu o Cine Roma, inaugurado em 1960 e que, depois de fechado, reabriu transformado em bingo, ainda não partia a larga Avenida Princesa Isabel, só aberta posteriormente. Na época em que foi batida a foto, provavelmente década de 1950, os edifícios mais altos ainda eram raridade e a paisagem era dominada pelo casario baixo.

Fonte Porto Alegre – Guia Histórico, de Sérgio da Costa Franco

Gaúchos pioneiros no DF

23 de abril de 2016 0

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Às 9h30min do dia 21 de abril de 1960, no Salão de Despachos do Palácio do Planalto, JK disse estas palavras curtas: “Declaro inaugurada a cidade de Brasília, capital dos Estados Unidos do Brasil!”. No mesmo instante… o jovem Distrito Federal nasceu, num dia de sol forte e céu azul…” (Revista O Cruzeiro de 7 de maio de 1960). Alguns anos antes, em 1958, o repórter Otto Schneider e o fotógrafo Wilson Lopes desembarcaram na futura capital para fazer uma reportagem para a edição 723 da Revista do Globo, intitulada “Gaúchos ajudam a fazer Brasília”.

No relato, os jornalistas dizem que não encontraram uma, mas sim duas cidades: uma, o Núcleo Bandeirante, o faroeste caboclo que abrigou gente de todo lado que chegou para trabalhar duro e sonhar alto. Outra, o plano-piloto, um canteiro de obras modernas onde se construía o futuro do país. Na poeira do Cerrado, Otto encontrou Julio Lopes Lairihoy e Armando Telli. Julio foi conhecer o que estava acontecendo no Planalto Central estimulado por Armando.

Viu, voltou a Porto Alegre, pediu demissão do cargo que ocupava na Importadora Americana e embarcou na aventura. Montou a Churrascaria Presidente e logo depois um hotel com 26 quartos, tudo de madeira e lotado o tempo inteiro. Trabalhava como louco, dormia atrás do balcão, mas estava ganhando muito dinheiro. Então, naquele fim de mundo, já existiam nove bancos funcionando e pousavam 110 aviões por semana. Armando lá chegou com a curiosidade de turista. Deixou Bento Gonçalves e, depois de passar por Londrina, resolveu que ser pioneiro em Brasília seria melhor ainda.

Adquiriu um lote, emprestou o Jeep para ser usado como táxi e voltou ao Sul para preparar a mudança definitiva para Brasília. Assim que chegou, montou a Casa dos Vinhos. Quando foi entrevistado, disse que vendia, por mês, 15 mil litros de vinho em barril. “A vida aqui é demais vibrante, dinâmica e as perspectivas são mais vastas”, revelou. Com mais dois sócios, abriu uma empresa de material de construção. “Tanto acredito, que aqui é onde quero me radicar”, disse o gaúcho. No rodapé das notas fiscais da Churrascaria Presidente, vinha impressa a seguinte frase: “Para os céticos, para os apoucados, para os vencidos, para os descrentes do destino da Pátria, uma grandiosa e esplêndida realidade – BRASÍLIA”.

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Praça Raul Pilla

22 de abril de 2016 0

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A foto acima, tomada do alto do antigo Colégio Júlio de Castilhos (onde agora está a Faculdade de Ciências Econômicas), mostra como era a descida da Avenida João Pessoa, em direção à Redenção (Parque Farroupilha), em dezembro de 1939. No canto superior direito da imagem, hoje se encontra o Viaduto Loureiro da Silva, que fica na junção da Avenida João Pessoa com a Avenida Senador Salgado Filho. Na época em que foi tirada a fotografia, esse lugar, que agora se chama Praça Raul Pilla, fazia parte da Praça Argentina.

A grande parede branca com janelas era o prédio do Quartel do 8º Batalhão de Infantaria, construído lá por 1828, que ocupava todo o quarteirão da Rua Duque de Caxias até a Avenida André da Rocha. Na outra foto, mais recente, feita na década de 1960, em que aparece um bonde subindo, observa-se que os jardins e a murada balaustrada já tinham cedido espaço às pistas pavimentadas com paralelepípedos para o escoamento do trânsito de automóveis e do transporte coletivo. Pena.

Essa ladeira, desde tempos remotos, foi o caminho de ligação entre o centro da vila, a ponte da Azenha e a saída para Viamão, passando pela grande várzea da Redenção. Antigamente, por volta de 1858, o local se chamava Praça Independência. Em 1921, a denominação foi trocada para Praça Argentina. Em 1929, o prefeito Alberto Bins concluiu a reforma iniciada em 1927 pelo seu antecessor, Otávio Rocha.

Em seu relatório anual, Bins expressa: “Foi completada a Praça Argentina, com seu ajardinamento central com dois canteiros alargados, que, em conjunto, apresentam a forma de uma elipse oval bipartida, deixando de permeio e lateralmente as faixas para o tráfego de veículos, disposição que, a par da estética, apresenta vantagem na regularização da circulação”.

No primeiro ano da década de 1970, quando o viaduto foi inaugurado, o quartel ainda estava lá, mas logo depois foi demolido. Durante algum tempo, o terreno pelado foi usado como um grande estacionamento, mas no final daquele decênio, a praça, atualmente bem arborizada, começou a tomar forma.

Fonte: Porto Alegre – Guia Histórico, de Sérgio da Costa Franco

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Festa da Paz

21 de abril de 2016 0

O Grupo Rainha da Paz, formado por ex-colegas do Colégio Estadual Rainha da Paz, de Lagoa Vermelha, nos anos 1970 e 1980, vai promover o seu quarto encontro. A festa vai continuar, desta vez, com uma reunião dançante, no dia 30, sábado, na AABB (Avenida Circular), a partir das 17h, tendo como tema os Anos 1970. Ingressos e informações com Maria Cristina Tochetto, Maria Celita Ricardo Salvadori ou Analice De Lima Machado, pelo telefone (54) 9643-3380.

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Simon e afins

21 de abril de 2016 0

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A Associação da Família Simon e Afins (AFSA), que tem por finalidade congregar todos os descendentes e afins de Mathias Simon, imigrante alemão que chegou ao Brasil em 1829, está convidando os parentes e familiares para uma assembleia geral, que elegerá a nova diretoria e será seguida de um almoço de confraternização. O evento será no próximo domingo, dia 24, a partir das 10h30min, na Casa dos Simon (foto acima), onde moraram seus antepassados. O imóvel foi readquirido pela associação em 1999 e está localizado em Capela do Rosário, São José do Hortêncio (RS). Na foto abaixo, o casal José Spaniol Simon e Catarina Schons, que residiu naquela casa e teve 14 filhos. José é neto de Mathias Simon. Contatos com Anna Mari Simon Martins, pelos telefones (51) 3594-4885 e (51)9182-9272 (WhatsApp), ou pelo e-mail amari.simon@gmail.com.

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