O anúncio abaixo, publicado numa página inteira de uma edição de 1948 da Revista do Globo, o mais discreto é a marca do produto: "Royal, a máquina de escrever nº 1 do mundo!".
O pessoal que bolou a peça publicitária preferiu enfatizar a relação entre virtuosismo e instrumento, afirmando que os grandes e exigentes mestres só conseguem atingir o máximo de sua técnica e de sua arte se o teclado disponível for de um "piano de classe". Concluem dizendo que, também no trabalho, só uma máquina perfeita pode proporcionar ampla satisfação.
Para valorizar o produto, o texto diz que a procura "supera a capacidade de produção da fábrica". Para tranquilizar "os datilógrafos, verdadeiros virtuoses do teclado", informa que "esforços estão sendo feitos para que possam receber logo a sua Royal".

















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