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Dicas importantes para prevenir quedas

05 de abril de 2016 0

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Curso para tratamento de pessoas com hemiplegia

26 de fevereiro de 2016 0

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Entenda melhor o que é a microcefalia

23 de fevereiro de 2016 0

A microcefalia é uma doença neurológica na qual a criança nasce com a cabeça e o cérebro (perímetro cefálico) abaixo da média de acordo com a idade e o sexo. Em condições normais, o crânio, no momento do nascimento, tem um perímetro de aproximadamente 33 a 36 centímetros, aumentando de tamanho nos primeiros anos de vida e acompanhando o crescimento do encéfalo. Este crescimento é bastante pronunciado nos primeiros seis meses (em média 8 centímetros), até alcançar os 46 a 48 centímetros no final do primeiro ano de vida. No caso de microcefalia, a dimensão dos ossos do crânio é menor e raramente tem mais que 45 cm de circunferência quando a criança estiver com um ano e três meses. Devido às pequenas proporções do crânio, o cérebro não se desenvolve adequadamente em todas as suas funções. A incidência de microcefalia ao nascimento varia de 1/6250 a 1/8500 casos e é mais frequente no sexo masculino. microcefalia xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx CAUSAS As causas de microcefalia dividem-se em primárias e secundárias. A de causa primária ou genética refere-se a um grupo de distúrbios que não há outras malformações, ou está associado a alguma síndrome genética, como por exemplo, a Síndrome de Down. Já a microcefalia de causa secundária é resultante do contato/exposição a agentes nocivos que atingem o feto intra-útero e acometem a mãe, principalmente no primeiro trimestre da gestação. Podemos citar como exemplos: uso de drogas (medicamentos, álcool), desnutrição materna, infecções (toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus), insuficiência placentária, exposição à radiação, diabetes mellitus materno, hiperfenilalaninemia materna e encefalopatia hipóxico-isquêmica. DIAGNÓSTICO O diagnóstico da microcefalia é feito pela medida do perímetro cefálico. O médico coloca uma fita métrica em torno da cabeça do bebê para verificar o seu tamanho. Nas crianças com microcefalia, o tamanho ou o crescimento da cabeça é significantemente abaixo da média. O profissional deverá investigar a história do pré-natal, nascimento e desenvolvimento da criança e solicitar exames como: tomografia computadorizada e ressonância magnética. Testes sanguíneos podem ajudar a determinar as causas subjacentes do problema. Pode-se suspeitar de microcefalia ainda durante a gestação, por meio da medida do perímetro cefálico do bebê, que pode ser considerado positivo quando for menor que dois desvios padrões do limite inferior da curva de normalidade para a idade gestacional. SINTOMAS O sintoma mais típico da microcefalia é o perímetro cefálico significantemente menor que o das crianças do mesmo sexo e idade, mas também se destacam:

  • Hipertonia muscular generalizada;
  •  Atraso no desenvolvimento sensório-motor;
  •  Déficit visual e auditivo;
  •  Dificuldades na fala e deglutição;
  •  Hiperatividade;
  •  Crises convulsivas;
  •  Atraso mental.

Estes sintomas serão detectados à medida que a criança cresce e não realiza as atividades referentes às fases do seu desenvolvimento, por exemplo, não acompanha os objetos e sons ou não leva a mão na linha média para pegar o brinquedo. TRATAMENTO Várias técnicas podem ser usadas para a estimulação precoce dos bebês com microcefalia: o conceito neuroevolutivo Bobath, integração sensorial, estimulação sensorial de Rood, Método Phelps são exemplos. É necessário buscar o que melhor se adapta às condições motoras do bebê. O tratamento neuroevolutivo Bobath é o mais utilizado há décadas no meio terapêutico. Ele usa o manuseio para proporcionar experiências sensoriais e motoras normais, que darão base para o desenvolvimento motor. A intenção com toda e qualquer técnica que possa ser usada para estimulação precoce é atingir o desenvolvimento neuro-sensório-motor na sua integralidade. Quanto mais tarde a criança iniciar o tratamento, mais defasado estará o seu desenvolvimento motor. A perda sensorial poderá refletir na falta de noção espacial e no esquema corporal e, assim, contribuir com a falta de atenção ou dificuldades cognitivas posteriormente. A ação terapêutica se limita aos casos em que a fusão dos ossos cranianos é precocemente detectada, devendo-se realizar uma intervenção cirúrgica, nos primeiros meses de vida, para separar os ossos do crânio, cortar as extremidades unidas e separar as lâminas ósseas, podendo reduzir as sequelas. Exceto pela cirurgia para corrigir essa cranioestenose (fusão das suturas entre os ossos do crânio), não há como reverter a microcefalia com medicamentos ou outros tratamentos específicos, porém é possível melhorar o desenvolvimento e a qualidade de vida das crianças com acompanhamento multiprofissional (médico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e psicóloga). Na maioria dos casos, o acompanhamento se dá durante toda a vida. IMPORTANTE

  •  Faça um bom acompanhamento pré-natal;
  •  Procure o médico caso apresente sintomas de infecção, como febre;
  •  Evite o uso de álcool, cigarro e outras drogas na gestação;
  •  Se o casal já tiver um filho com microcefalia de causa genética, consulte um geneticista.

Está com dúvida entre em contato com nossos fisioterapeutas especializados na área e marque uma avaliação.

Fonte: clinicafisioform.com.br
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A importância do brincar

12 de fevereiro de 2016 0

COMBATE À OBESIDADE

É notória a importância do brincar para que a criança se movimente, desenvolva a motricidade e mantenha o peso regular, combatendo a obesidade e o sedentarismo. A brincadeira ao ar livre é fundamental para que a criança explore espaços maiores, mexa-se mais, experimente variações climáticas, tome sol (lembre-se sempre da proteção e dos horários adequados), entre outros benefícios. Meia hora de pega-pega, por exemplo, gasta em média 225 calorias e o mesmo tempo de amarelinha representa 135 calorias. “A convivência com a natureza reduz a obesidade, o déficit de atenção, a hiperatividade e melhora o desempenho escolar”, afirma Daniel Becker, do Instituto de Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além disso, ao ter contato com ela – seja em parques, praças ou praias –, seu filho cria uma conexão prazerosa com o meio ambiente e estabelece uma relação de respeito com todos os seres vivos.

PERMITE O AUTOCONHECIMENTO CORPORAL

Quando o bebê bate palmas ou a criança anda de bicicleta, estão experimentando o que o corpo é capaz. “Se você permite que seu filho corra, tropece, caia e levante de novo, ele aprende sozinho sobre suas possibilidades e limitações”, diz Luciane Motta, da Casa do Brincar (SP). Na brincadeira, o ser humano começa a ter consciência de si mesmo.

ESTIMULA O OTIMISMO, A COOPERAÇÃO E A NEGOCIAÇÃO

Por que o brincar tem tanto valor, a ponto de estar previsto na Declaração Universal dos Direitos da Criança, do Unicef? Porque seus benefícios transbordam em muito o aspecto físico. É como se fosse uma característica inerente ao ser humano, defende o psiquiatra Stuart Brown, fundador do The National Institute for Play, na Califórnia (EUA). “Trata-se de uma necessidade biológica básica que ajuda a moldar o cérebro. A vantagem mais óbvia é a intensidade de prazer, algo que energiza, anima e renova o senso natural de otimismo”, diz. Algumas habilidades essenciais, que serão requisitadas também no futuro, estão na brincadeira, como cita o estudo O Impacto do Desenvolvimento na Primeira Infância sobre a Aprendizagem, do Comitê Científico do Núcleo Ciência pela Infância: “À medida que as brincadeiras se tornam mais complexas, o brincar oferece oportunidades para aprender em contextos de relações socioafetivas, onde são explorados aspectos como cooperação, autocontrole e negociação”.

GERA RESILIÊNCIA

Uma das habilidades emocionais mais valorizadas hoje em dia também é desenvolvida no ato de brincar: a resiliência. Quando a criança perde no jogo ou o amigo não quer brincar da maneira como ela sugeriu, entra em cena a capacidade de lidar com a frustração, de se adaptar e se desenvolver a partir disso. Com essas experiências, ela aprende a administrar suas decepções e a enfrentar as adversidades.

ENSINA A TER RESPEITO

Relacionar-se com o outro é mais uma capacidade vivenciada na brincadeira. Ao interagir com os amigos, irmãos ou pais, a criança aprende a respeitar, ouvir e entender os outros e suas diferenças. Para isso, é essencial que ela possa brincar livremente, sem condições impostas por gênero. “O adulto que brincou bastante na infância é alguém aberto a mudanças, tem pensamentos mais divergentes e aceita a diferença com maior facilidade. No entanto, se uma menina só pode brincar de casinha e o menino, de carrinho, a brincadeira pode impactar para o mal”, lembra Gisela Wajskop, doutora em Educação.

DESENVOLVE A ATENÇÃO E O AUTOCONTROLE

Seja para montar um quebra-cabeça, equilibrar-se em um pé só ou empilhar uma torre com blocos, essas habilidades serão aperfeiçoadas a cada brincadeira. Sem contar que serão empregadas desde muito cedo na vida do seu filho, seja na hora de fazer uma prova ou de resolver um conflito.

ACABA COM O TÉDIO E A TRISTEZA

Brincar ajuda a manter em ordem a saúde emocional – e as próprias crianças percebem esse benefício. Em um estudo realizado pela Universidade de Montreal, no Canadá, 25 meninos e meninas de 7 a 11 anos fotografaram e falaram de suas brincadeiras favoritas. Para eles, brincar é uma oportunidade de experimentar felicidade, combater o tédio, a tristeza, o medo e a solidão. “Quando pais, médicos e autoridades focam somente no aspecto físico da brincadeira, deixam de lado pontos benéficos para a saúde emocional e social”, afirma a autora Katherine Frohlic.

INCENTIVA O TRABALHO EM EQUIPE

Nos jogos coletivos, como o futebol e a queimada, a capacidade de se relacionarcom os demais também exige que a criança pense e aja enquanto parte integrante de um grupo. Em um mundo como o que vivemos, cada vez mais conectado, essa habilidade se faz ainda mais importante. Trabalha-se cada vez mais com projetos (desde a educação nas escolas até as grandes empresas), nos quais tudo parte de um interesse coletivo e todas as etapas são desenvolvidas em conjunto – por isso, aprender a defender um time hoje pode ter grande impacto lá na frente.

INSTIGA O RACIOCÍNIO ESTRATÉGICO

Jogos de regra, como os de tabuleiro, põem as crianças em situações de impasse. Para solucioná-los, elas precisam raciocinar de maneira estratégica, argumentar, esperar, tomar decisões e, então, analisar os resultados. Ao solucionar problemas, elas vão tentar, errar e aprender com tudo isso – para que, na próxima rodada, possam fazer melhor, com mais repertório.

PROMOVE CRIATIVIDADE E IMAGINAÇÃO

Ao ler uma história, brincar de boneca ou construir um brinquedo com sucata, a criança desenvolve a imaginação. E, para isso, não precisa de muito: potes, galhos e panelas podem dar vida a tanta coisa! Foi o que mostrou uma pesquisa da RMIT University, de Melbourne, na Austrália, feita com 120 crianças de 5 a 12 anos. A conclusão é que itens como caixas e baldes incentivam mais a imaginação do que brinquedos caros. Isso porque esses materiais não induzem a uma ideia pronta.

ESTABELECE REGRAS E LIMITES

Brincando, a criança reconhece e respeita os limites do espaço, do outro e de si mesma. E passa a lidar com regras, aprendendo a segui-las. Se tiver abertura, ela poderá até questioná-las. Isso será fundamental para conviver em sociedade – quando se faz necessário seguir certas convenções, mas também tentar mudar o cenário para melhor, se possível.

Fonte: Revista Crescer
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Qual a importância da fisioterapia após o entorse?

09 de fevereiro de 2016 0

As entorses são provocadas por um estiramento excessivo dos ligamentos e restantes estruturas que garantem a estabilidade da articulação. Originada por movimentos bruscos, traumatismos, uma má colocação do pé ou um simples tropeçar que force a articulação a um movimento para o qual não está habilitada. Mas qual é a importância do fisioterapeuta nessa situação?

O Fisioterapeuta avalia e determina quais as estruturas lesadas e qual a gravidade das mesmas e, caso necessário, encaminha para outro profissional de saúde;

O tratamento precoce reduz o edema (inchaço) e a dor, permitindo uma reabilitação mais rápida e eficaz;

A utilização da ligadura funcional previne uma nova lesão do ligamento, permitindo que o atleta volte a realizar marcha rapidamente e sem dor;

Técnicas específicas de mobilização articular da tíbio-társica melhoram a amplitude de movimento, o que permite uma melhor marcha e movimento da articulação. A mobilização permite ainda que ocorra uma correta cicatrização das estruturas ligamentares;

Os meios físicos como o Laser e o Ultra-som aceleram a reparação tecidular;

O Fisioterapeuta ensina exercícios que melhoram a força muscular e a estabilidade da tíbio-társica, de forma a compensar a lesão ligamentar e assim, dar uma proteção ao ligamento enquanto este se encontra em fase de cicatrização. Ensina a treinar estes músculos a reagirem rapidamente a alterações na posição da articulação, prevenindo entorses repetidos.

Fonte: Faça Fisioterapia.

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Saiba mais sobre o Zika Vírus

05 de fevereiro de 2016 0

Zika Vírus é uma infecção causada pelo vírus ZIKV, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue da febre chikungunya. O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada em 1947, quando foi encontrado em macacos da Floresta Zika, em Uganda. Entretanto, somente em 1954 os primeiros seres humanos foram contaminados, na Nigéria. O vírus Zika atingiu a Oceania em 2007 e a França no ano de 2013. O Brasil notificou os primeiros casos de Zika vírus em 2015, no Rio Grande do Norte e na Bahia.

Apesar de a doença ter chegado ao Brasil, ela não é uma preocupação tão grande quanto a dengue, uma vez que seus sintomas são brandos e duram pouco tempo. Os maiores incômodos são febre é baixa, coceira e comichão na pele, além de manchas avermelhadas. É necessário, contudo, ficar atento com as contaminações combinadas – dengue, febre chikungunya e Zika vírus – uma vez que os efeitos dessas infecções em conjunto ainda não são conhecidos.

Causas

O vírus ZIKV não é transmitido de pessoa para pessoa. O contágio se dá pelo mosquito que, após picar alguém contaminado, pode transportar o ZIKV durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele. O ciclo de transmissão ocorre do seguinte modo: a fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas. O Aedes aegypti procria em velocidade prodigiosa e o mosquito adulto vive em média 45 dias. Uma vez que o indivíduo é picado, demora no geral de 3 a 12 dias para o Zika vírus causar sintomas.

mosquinto-da-dengue, divulgação

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A transmissão do ZIKV raramente ocorre em temperaturas abaixo de 16° C, sendo que a mais propícia gira em torno de 30° a 32° C – por isso ele se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais. A fêmea coloca os ovos em condições adequadas (lugar quente e úmido) e em 48 horas o embrião se desenvolve. É importante lembrar que os ovos que carregam o embrião do mosquito transmissor da Zika Vírus podem suportar até um ano a seca e serem transportados por longas distâncias, grudados nas bordas dos recipientes e esperando um ambiente úmido para se desenvolverem. Essa é uma das razões para a difícil erradicação do mosquito. Para passar da fase do ovo até a fase adulta, o inseto demora dez dias, em média. Os mosquitos acasalam no primeiro ou no segundo dia após se tornarem adultos. Depois, as fêmeas passam a se alimentar de sangue, que possui as proteínas necessárias para o desenvolvimento dos ovos.

O mosquito Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte. No entanto, mesmo nas horas quentes ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que alguns ataquem durante a noite. O indivíduo não percebe a picada, pois não dói e nem coça no momento. Por ser um mosquito que voa baixo – até dois metros – é comum ele picar nos joelhos, panturrilhas e pés.

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13 de outubro: dia do fisioterapeuta

13 de outubro de 2015 0

fisio

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XVIII Jornada Acadêmica de Fisioteapia

05 de outubro de 2015 0

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Nesta sexta e sábado acontece o Encontro Unificado das Profissões de Fisioterapia e Terapia Ocupacional

21 de agosto de 2015 0

Encontro Unificado

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CREFITO-10 inaugurou nesta quinta-feira em Joinville, a primeira Secretaria Regional

17 de agosto de 2015 0

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O Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 10ª Região – CREFITO-10 inaugurou neste dia 13 de agosto de 2015, a sua Secretaria Regional Norte, localizada na Avenida Juscelino Kubitschek, n.º 410 – sala 507 – Bloco B – Centro, Condomínio Centro Comercial Cidade de Joinville – Joinville/SC.

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A abertura da primeira Secretaria Regional do CREFITO-10 afigura-se como mais um ato de concretização do plano de ações proposto pela atual administração, e tem por objetivo aproximar os profissionais e os cidadãos, gerando-lhes mais uma opção de contato e apoio.

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