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Banal e simples

27 de julho de 2008 6

Em tudo, na vida, nos encontros, na arte, nas poesias, na prosa , em tudo, há uma linha muito tênue que separa o simples do banal. Ultrapassar essa linha é o objetivo de todos os que pretendem fazer uma obra ( e nesta palavra – obra – incluo a vida) que valha à pena.

Usando palavras simples, tanto que nem me preocupo em colocar a tradução porque acho que todos vão entender, Jorge Drexler consegue fazer isso.

Claudia Laitano ou Diana Corso, não lembro agora ( desculpem) qual das duas porque gosto de ambas, escreveu uma crônica dizendo mais ou menos isso: nas músicas que faz Jorge consegue, sem ser filósofo, pensar fundo. Exemplo? A música Hermana Duda que postei agora.

Postado por ana mariano

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Comentários (6)

  • Zeca diz: 27 de julho de 2008

    Ana, não entendi o que tu quiseste dizer em separar o simples do banal? Que linha é essa?
    Não parece meio preconceituoso?

  • Vic diz: 27 de julho de 2008

    É bem assim Ana, ultrapassar o banal.Ótima escolha a desta desta canção do Drexler tão sensível,tão simples,taõ filosófico…uma lição a todos nós!Adorei!Obrigada por dividir conosco!!!

  • ana mariano diz: 29 de julho de 2008

    Obrigada Angela, tu sempre consegues organizar um pouco a minha bagunça, citar sem saber qual das duas, só eu mesmo.
    Zeca, não acho preconceituoso, é uma questão de gosto. O que pode variar são os conceitos de banal e simples. O que para mim parece simples, para um grande escritor, um literato pode ser banal.

  • Tania Carvalho diz: 29 de julho de 2008

    E além de tudo ele é lindo. E bem educado.
    Precisa mais?
    Ana, só pra botar uma pimenta neste papo divino.

  • ana mariano diz: 30 de julho de 2008

    Gatíssimo, Tânia e com carinha de desprotegido, não dá vontade de pôr no colo?
    Bom te ver por aqui. Um beijo

  • angela diz: 28 de julho de 2008

    Oi Ana,gosto muito das letras do Drexler. Foi a Cláudia Laitano quem escreveu.
    Todo o ser humano em processo de criação se depara constantemente com dúvidas e questionamentos imprescindíveis para o crescimento.Às vezes é fundamental mergulhar em seus silêncios para encontrar a resposta.Gostei do “Sou jardineiro de meus dilemas”…é bem por aí! Beijo

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