Duas forças movem o mundo: amor e dinheiro. Qual a mais importante?
Romântica, gosto de pensar que é o amor. Meus amigos práticos se riem de mim. Não rirão mais.
Examinando o caso da Sandra Bullock, que quase ao mesmo tempo ganhou o Oscar de melhor atriz (o que, sem dúvida, resultará em mais dinheiro) e soube das muitas traições do marido, o New York Times publica um artigo de David Brook no qual ele informa: pesquisa feita concluiu que, para a felicidade, e, em consequência, para a saúde e a longevidade, as relações pessoais são bem mais importantes que os valores materiais.
As atividades cotidianas mais associadas à felicidade seriam o sexo ( o ministério da saúde recomenda), os encontros sociais pós trabalho e os jantares. A mais prejudicial: a locomoção, a ida e vinda do trabalho.
Não sei com avaliaram, mas estar bem casado geraria um ganho psíquico correspondente a receber mais de R$ 180.000,00 por ano.
A conclusão é que o sucesso profissional e o dinheiro existem apenas na superfície da vida e os relacionamentos interpessoais são infinitamente mais profundos e importantes.
Boa notícia? Em teoria, sim. Na prática, não sei se ganhar dinheiro não é bem mais fácil que amar.
PS - Notaram como tenho falado em amor últimamente? Aos que andam desconfiados, informo que não, nenhuma novidade.
Postado por ana mariano





