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O documentário

24 de janeiro de 2011 4

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Comentários (4)

  • Angela Warlet diz: 24 de janeiro de 2011

    Ana:

    Foram 24 anos de relacionamento intenso,sólido cuja base foi construída por companheirismo, respeito, trabalho, diversão e amor, muito amor, isto é o que pude sentir!
    Seria lugar comum se o filme focasse apenas na figura de Saramago.A força está na equação José + Pilar, uma jornalista bela e inteligente e o grande amor de sua vida.
    O documentário mostra que a vida de um escritor não é moleza como muitos pensam, retrata o dia-a-dia do casal e também o incansável trabalho do escritor pelo mundo.
    Uma frase dita no filme que me chamou atenção mostra a importância de Pilar em organizar esse caos: “Eu tenho ideia para novelas, ela tem ideias para a vida”.
    Há uma mensagem de esperança ao vermos Saramago, um homem ateu,no inicício e término do filme com a seguinte frase: “Pilar, vamos nos encontrar em outro lugar”.
    Ele era tão importante,que nem sequer se considerava importante.
    Não era como esses multimilionários que precisam de uma corte, de dezenas de secretários, e não viajam se não for na primeira classe ou em avião privado.

    Um beijo

  • Angela Warlet diz: 26 de janeiro de 2011

    Ana!

    O nome de meu blog não foi em homenagem à Saramago, nem ao livro com este mesmo nome de Lobo Antunes.Mas sim, devido à minha memória em receber e guardar informações prinicipalmente a afetiva.
    Embora as memórias utilitárias dos elefantes os ajudem a guardar informações essenciais de sobrevivência, elas também permitem que esses animais reconheçam o passado. Trabalhos científicos confirmam que os elefantes apresentam sinais de sofrimento em relação à morte de parentes, como tocar suavemente os cadáveres com a pata e acariciar os corpos com a tromba .E nunca esquecem quem desencadeou emoção neles.

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