Hoje é o Dia da Liberdade de Impostos. Uma data simbólica que nos lembra o peso da carga tributária no Brasil. Não é a maior do mundo, mas é certamente uma das que apresenta o pior custo-benefício. Não há dúvidas que os cidadãos da Suécia, Noruega ou da França, países que cobram mais impostos do que nós, recebem melhores serviços. Especialmente na saúde e segurança. E é o caráter simbólico da data de hoje que deve ser celebrado. Ela tem embutida também um ‘que’ de demagogia. É impossível pensar uma sociedade organizada sem a cobrança de impostos. É do imposto que vem os recursos para os programas sociais necessários para minimizar a desigualdade no país e investir em infra-estrutura e bem estar social. Um modelo ideal que é interrompido pela corrupção. O que deveria virar escola ou posto de saúde transforma-se em patrimônio para políticos ou servidores corruptos, negociatas com corruptores ou recursos para que partidos façam campanhas além de suas pernas pela permanência no poder.
Se quisermos uma sociedade com impostos mais justos e menos corrupção é bom que nos atentemos em que vamos votar em outubro. Especialmente em quem vamos eleger para o Congresso Nacional. É lá que pode se dar a Reforma Tributária que precisamos para garantirmos não a liberdade, mas uma convivência amistosa com os impostos.






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