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Posts de dezembro 2010

As entrevistas do Atualidade em 2010

31 de dezembro de 2010 1

Todo o final de ano gosto de fazer uma prestação de contas do trabalho realizado no Gaúcha Atualidade. Neste ano foram 617 entrevistas sobre os mais variados temas, especialmente política e economia. Abaixo o ranking dos que falaram quatro vezes ou mais ao programa

10 entrevistas

Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo

Prefeito de Porto Alegre, José Fortunati

 08 entrevistas

Governador eleito Tarso Genro

Governadora Yeda Crusius

Comandante da BM, Coronel João Carlos Trindade

07 entrevistas

Ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha

Secretário de Infra-Estrutura e Logística, Daniel Andrade 

 06 entrevistas

Secretário da Fazenda, Ricardo Englert

Presidente da EPTC, Vanderlei Capelari

05 entrevistas 

ex-prefeito de Porto Alegre, José Fogaça

Secretário de Justiça, Fernando Schuller

Líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza

Deputado federal Beto Albuquerque (PSB)

Presidente da OAB, Ophir Cavalcanti

Presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer

Deputado federal Ibsen Pinheiro (PMDB)

04 entrevistas

Procurador Regional Eleitoral,  Carlos Augusto Cazarré

Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel

Presidente da Assembleia Legislativa, Giovani Cherini

Deputado federal Osmar Terra (PMDB)

Deputada federal Maria do Rosário (PT)

Presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra

Deputado federal Eliseu Padilha (PMDB)


É reveillon....trabalhar para quê?

30 de dezembro de 2010 3

Não houve quórum na última sessão do ano na Câmara Municipal de Porto Alegre. O vereador Reginaldo Pujol presidia a sessão e  fez duas chamadas para iniciar a ordem do dia, mas apenas nove dos 36 vereadores estavam presentes no plenário.  Dez, se contarmos com o presidente.

A repórter Roberta Pinto apurou que apenas os vereadores Adeli Sell, do PT; DJ Cassiá, do PTB; Dr Raul, do PMDB; Luiz Braz, do PSDB; Toni Proença, do PPS; João Bosco Vaz, do PDT e Fernanda Melchionna e Pedro Ruas, ambos do PSOL. Além do próprio Pujol.

Amanhã, dia 31, não há expediente na Câmara de Porto Alegre. Cabe lembrar que nesta semana os vereadores aprovam o reajuste dos próprios salários.

O legislativo municipal retoma nas atividades na segunda-feira, dia três, quando haverá a posse da nova mesa diretora. Dois projetos considerados importantes para o Executivo ficaram para 2011: o que cria a fundação pública de direito privado para administrar o Programa Saúde da Família, e o que concede o direito ao municipário firmar convênio médico com o IPE.

O pior é que já estava com minha TV ligada aqui para ver mais um discurso da vereadora Melchiona. Sempre que ligo a TV lá está ela na tribuna.

Collares e Olívio viajam com Tarso para a posse de Dilma

30 de dezembro de 2010 1

O jato fretado pelo Governo do Estado para levar o futuro governador Tarso Genro de Porto Alegre para Brasília após a sua posse já está lotado. Irão com Tarso acompanhar a posse de Dilma Rousseff na Presidência da República o presidente da Assembleia Legislativa, Giovani Cherini; o senador Sérgio Zambiasi; os ex-governadores Olívio Dutra e Alceu Collares e o futuro secretário dos Transportes, Beto Albuquerque.

Mas a comitiva não viajará apenas em um avião. No King Air do Governo do Estado, um pouco mais lento que o jato locado, embarcam o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati; o futuro secretário do Planejamento, João Motta e a deputada Manuela D´Ávila, além do ajudante de ordens, do jornalista e do fotógrafo do governador.

Amilcar promete denúncia para a semana que vem

29 de dezembro de 2010 2

O caso que envolve o mau uso do sistema de Consultas Integradas da Segurança Pública do Rio Grande do Sul deve chegar na semana que vem ao Poder Judiciário. O promotor Amilcar Macedo promete entregar a denúncia, que já está pronta sobre a sua mesa, até a primeira sexta-feira de 2011. Antes ele tenta levantar o sigilo da investigação.

Nesta semana o juiz da 3ª Vara Criminal de Canoas, Fernando Alberto Correa Hennig, negou o pedido para que o fim do segredo de justiça. Macedo apresenta nas próximas horas um novo pedido agregando fatos novos. Diante de uma nova negativa apresentará a denúncia de qualquer forma. Além do sargento Cézar Rodrigues especulasse a presença de nomes com bom trânsito no Palácio Piratini entre os denunciados.

Conselho Municipal da Saúde questiona criação de fundação

28 de dezembro de 2010 1

O Conselho Municipal de Saúde enviou hoje ao prefeito José Fortunati uma ampla correspondência onde detalha sua posição sobre a criação de uma fundação para as estratégias de saúde da família em Porto Alegre. A íntegra da correspondência está abaixo. A iniciativa foi motivada a partir da entrevista que o prefeito concedeu nesta segunda-feira ao Atualidade. Destaca problemas na implantação do ESF e alega que isto sempre se deu de "forma paralela" ao SUS.

A presidente Maria Letícia Garcia garante que as propostas do CMS não foram levadas em consideração na elaboração do atual projeto e que o mesmo não foi analisado no âmbito do conselho.

 

Porto Alegre, 27 de dezembro  de 2010.

OFÍCIO 245/2010

 

 

Exmo. Senhor Prefeito,

 

 

O Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre, no uso das atribuições legais que lhe conferem a Constituição Federal, as Leis Federais 8080/90 e 8142/90 e, ainda, a Lei Complementar 277/92, vem, muito respeitosamente dirigir-se a Vossa Excelência para manifestar sua posição em relação à criação do Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família – IMESF, especialmente a partir de vossa manifestação em programa de rádio no dia 27 de dezembro, pela manhã.

Primeiramente queremos reafirmar o papel deliberativo e fiscalizador que o CMS desempenha no âmbito do SUS municipal, e que lhe é conferido por força de Lei. E neste sentido temos trabalhado e atuado de forma positiva, propositiva e permanente, buscando a garantia constitucional do direito à saúde a todos os portoalegrenses e também àqueles que acorrem à nossa capital em busca de assistência.

Na II Conferência Municipal de Saúde, realizada em junho de 1996 foram reforçadas “as deliberações do CMS no sentido da implantação do Programa de Saúde da Família, que não deveria ser entendido como um sistema paralelo de assistência, mas como parte integrante do SUS”. Entretanto, desde o início, o PSF foi implantado como uma rede paralela, cujos trabalhadores eram contratados através da terceirização das Associações de Moradores que intermediavam os contratos, depois a FAURGS, que foi substituída pelo Instituto Sollus e atualmente a FUC.

A Estratégia de Saúde da Família foi estruturada em nossa cidade sempre de forma insuficiente, chegando hoje a uma cobertura em torno de 25% da população. Por ocasião do caos criado na transição FAURGS-SOLLUS, foi realizado um Seminário Temático: “Saúde da Família como Estratégia de Organização da Atenção Básica – Avaliação e Desafios”, onde a UFRGS apresentou uma pesquisa que revelava a precariedade e baixa resolutividade da rede municipal quando comparada à do GHC. Este seminário foi muito importante para aprofundar este debate junto ao colegiado do CMS/POA, que após emitiu Resolução nº 37/2008, onde fica deliberado que a Estratégia de Saúde da Família seja adotada como o Modelo de Atenção Básica em Porto Alegre, que o município de Porto Alegre, através da Secretaria Municipal de Saúde, crie as condições estruturais necessárias para que as Equipes de Saúde da Família tenham vínculos regulares de trabalho, na forma de servidores estatutários, vetando-se a forma de contratos terceirizados e que seja implementada a transformação gradativa das Unidades Básicas de Saúde que atuam no modelo tradicional, para a Estratégia de Saúde da Família, estabelecendo através de legislação específica, a migração dos trabalhadores para a estrutura organizacional a ser instituída.

Quando da criação do Grupo de Trabalho para propor um Projeto de Lei que pudesse sanar as dificuldades criadas pela Lei 18/08, em abril deste ano, nos dispusemos ao diálogo propositivo e reflexivo sobre as dificuldades reais por que passa a saúde em nossa cidade, oferecendo a visão deste colegiado que é representativo de todos os segmentos que compõem o SUS (usuários, trabalhadores, prestadores de serviço e governo). No entanto, Senhor Prefeito, ao contrário do que é veiculado na mídia, nossas proposições sequer foram levadas a sério, o que nos fez pensar que na verdade, a proposta apresentada ao Ministério Público e elaborada sob o comando do Secretário César Busatto, já estava efetivamente traçada. Portanto, refutamos a afirmação de que o atual projeto que cria o IMESF foi fruto de intenso debate, porquanto o debate travado foi tão somente um cenário para legitimar a proposta da Fundação.

 Entre os questionamentos apresentados por nós, salientamos a preocupação com a desestruturação da rede de Atenção Básica, na medida em que um tipo de prestação de serviço (via IMESF) irá “substituir” o atual modelo, que hoje atende a maior parcela da população da cidade. A SMS ainda não apresentou formalmente esta proposta ao CMS, no entanto, em diversas comunidades onde está sendo apresentada a proposta de “substituição do modelo”, a população tem manifestado restrições e mesmo contrariedade, na medida em que as formas de contratação dos trabalhadores não garantem um dos pilares da ESF, que é o estabelecimento de vínculos estáveis entre a comunidade e a equipe de saúde, permitindo uma maior resolutividade nas ações desenvolvidas. E a experiência recente demonstra que a rotatividade dos profissionais, típica do tipo de contrato proposto (“lei de mercado”), tem impedido a adesão da população ao “novo modelo”, além de não evidenciar os bons resultados esperados da ESF, conforme já demonstraram as pesquisas, como citado anteriormente. Por que no caso da saúde, não se trata apenas de quantidade, mas principalmente da qualidade da assistência oferecida.

 Sobre a possibilidade de desestruturação da rede, coube questionar incessantemente aos Secretários participantes do GT: “o que vai acontecer com o conjunto de servidores do quadro da SMS, após a implantação do IMESF? É um quantitativo expressivo de trabalhadores que hoje atende a maior parcela da população. Por que não é possível fazer a “conversão” do modelo, aproveitando os atuais servidores que se dispuserem a participar da ESF, como já ocorre em algumas Unidades da Saúde, e também em outras capitais do país?

Não entendemos a necessidade de ser criado órgão para desenvolver tarefas e atribuições que já são da missão da SMS, através da CRAPS (Coordenação da Rede de Atenção Primária em Saúde), e dos outros órgãos como o FMS e a CGADSS, que fazem a gestão dos recursos financeiros e humanos. O novo órgão terá uma estrutura gerencial, que, é dito que será “enxuta”, mas cujos custos nunca foram apresentados ao Grupo de Trabalho. No entanto, as referências salariais dos cargos de direção são bastante superiores às percebidas pelos servidores de carreira da PMPA. Como serão todos Cargos Comissionados, preocupa-nos a possibilidade de serem ocupados por pessoas não qualificadas, afilhados políticos, ou mesmo por aqueles que representam o interesse do setor privado que, ao se inserir “dentro” do público, o fazem sem o compromisso de atender o coletivo, o social.

Portanto, Senhor Prefeito, quando nos posicionamos contrários ao IMESF, não se trata de uma posição “pessoal” da Coordenação do CMS. Esta postura está alicerçada em uma série de debates que temos travado, buscando ampliar a discussão sobre este tema polêmico. Nos aliamos às deliberações emanadas da XIII Conferência Nacional de Saúde, das resoluções já publicadas pelo Conselho Nacional de Saúde e Conselho Estadual de Saúde do RS, bem como a nossa resolução, já citada anteriormente.

Nossa postura, portanto, não é corporativa, como tem sido acusado por Vossa Excelência, mas tem o sentido de zelar pela garantia do direito constitucional à saúde, sendo este um dever do Estado, e por ele devendo ser prestado, porquanto se trata de serviço essencial e de relevância pública. Mesmo o caráter complementar do setor privado no sistema de saúde deve se restringir especificamente aonde há carência de serviços, como deve ser o caso da alta e média complexidade, pois a atenção primária é o básico, e se nem isso um gestor municipal tem condições de oferecer à sua população, estará, a nosso ver, descumprindo com seu papel constitucional.

Entre as diretrizes do SUS está o princípio da equidade, que exige um olhar de inclusão e justiça social na oferta de ações e serviços de saúde. Pois dividir a cidade, de forma tão desigual, impedindo que a população não tenha escolhas sobre o serviço de saúde que vai ser obrigada a utilizar é outra consideração importante, e que pode resultar em sérios problemas tanto organizacionais do sistema, como de pendengas jurídicas por parte das comunidades que se negarem a “querer” a assistência a ser ofertada pelo IMESF.

Por último, queremos registrar nosso desagrado com a inclusão de representação do CMS em estrutura do IMESF, uma vez que em reunião do citado GT fomos contrários a esta situação, por entendermos que o espaço do CMS como local institucional de Controle Social no SUS já está definido em Lei e não cabe dentro de um órgão de gestão, até por que se trata de estrutura não paritária, o que por si só já contraria toda a legislação vigente. Além disso, nossa participação no GT não substitui o espaço do Plenário, que é efetivamente a instância máxima de deliberação do CMS/POA, e neste sentido, não houve, por parte de Vossa Excelência, o devido encaminhamento ao CMS/POA do PL 053/2010, para que o mesmo pudesse ser apreciado e deliberado a respeito.

Sendo o que tínhamos para o momento, enviamos respeitosos cumprimentos e colocamo-nos à disposição para eventuais esclarecimentos que sejam necessários.

 

                                             Atenciosamente

                                             

 

Maria Letícia de Oliveira Garcia

Coordenadora do CMS

A sobrevivência da Secretaria da Juventude

28 de dezembro de 2010 0

O maior desafio do secretário Luizinho Martins é mostrar à cidade a necessidade da existência de uma Secretaria da Juventude. A primeira tarefa desde que assumiu o cargo foi colocar na rua o Pró-Jovem trabalhador. Os cursos que deveriam ter sido iniciado em julho começaram apenas na segunda-feira da semana passada.  

As vagas eram para dois mil jovens, apenas mil conseguiram ser chamados pelo cadastro da secretaria. Ainda há vagas. Além de formação profissional em módulos, os jovens recebem bolsa de cem reais, alimentação e transporte. O pior é que o dinheiro estava quase sendo devolvido para o Governo Federal.

Martins diz que ainda busca entender o porquê do curso não ter começado até sua posse.

Yeda dá a pauta para o início do governo Tarso

28 de dezembro de 2010 1

Por este embretamento o governador eleito Tarso Genro não esperava. Confiante na conhecida determinação da governadora Yeda Crusius, Tarso confiou que mesmo com as críticas de integrantes do futuro governo ela não desestiria de alguns dos seus projetos mais importantes. O principal deles é a PPP do complexo penintenciário de Canoas, bem costurado com o município. Pois Yeda desistiu e vai obrigar Tarso a iniciar seu governo encontrando uma solução para o assunto: o caminho mais rápido é retomar o que Yeda agora interrrompeu.

E o que isto significaria? Que o modelo proposto é bom e que as críticas estão mais vinculadas à eleição do que à administração pública. O prefeito de Canoas, Jairo Jorge, já estava convencido dos benefícios do projeto.

Junto com a PPP dos presídios, também foi colocada na prateleira a da RS 010. Esta enfrentava problemas com ações judiciais.

Um chega para lá em quem não trabalha

27 de dezembro de 2010 2

Sabe a propaganda do Gelol? Pois bem, inspirada no comercial o prefeito José Fortunati vai dar um chega-prá-lá em boa parte da companheirada indicada por partidos da sua base de sustentação para cargos de confiança na Prefeitura. O levantamento de quem não trabalha já começou e a lista dos que deixarão os CCs  terá mais de 30 nomes e incluirá até mesmo um secretário adjunto. Não basta ser nomeado, tem que trabalhar.

Fortunati quer explicitar um dos princípios da administração pública: o da moralidade. O mais provável é que a faxina venha em fevereiro, junto com uma reforma do secretariado. O prefeito não abre os nomes, mas uma das secretarias que deve mudar de comando é a SMOV. O nome cotado é o do atual presidente da Câmara Municipal, Nelcir Tessaro.

Fortunati foi entrevistado hoje no Gaúcha Atualidade

Foto: Kelly Matos

A faxina nos CCs é oportuna e causará descontentamentos entre os aliados. De olho na sucessão municipal, Fortunati vai começar uma rodada de conversas com cada uma das siglas que integram o executivo. A primeira será o PP. Além do compromisso com a gestão, quer ainda o apoio de quem está no governo para a sua reeleição.

Mauro Zacher está em lua-de-mel

22 de dezembro de 2010 0

No dia em que foi instalada na Câmara Municipal para investigar sua administração à frente da Secretaria Municipal da Juventude, o vereador Mauro Zacher (PDT) está bem longe de Porto Alegre. O ex-secretário casou-se no último sábado com Anete - com quem já vivia há quatro anos - e curte neste momento sua lua-de-mel em Nova Iorque. Foi lá que os dois iniciaram o romance.

Zacher e Anete casaram no último sábado na Igreja São Pedro, na Cristóvão Colombo. Como presente de cotas da viagem para Nova Iorque. A jornalista Gabrieli Chanas, do blog Noiva.com, diz que esta é uma tendência em lista de noivas em razão dos casais já viverem juntos antes da cerimônia. Salienta ainda que os noivos acertaram em cheio no destino: a cidade norte-americana está entre os quatros roteiros mais procurados por casais brasileiros para a pós-núpcia. A festa foi na Sogipa.

Zacher está formalmente afastado de suas funções na Câmara. No seu lugar tomou posse o suplente Mário Fraga.

Pujol quer começar ouvindo Juliana e Zacher

22 de dezembro de 2010 0

Desgostoso com os comentários que sugerem uma atuação 'chapa-branca' na CPI da Juventude, o relator Reginaldo Pujol (DEM) promete investigação cuidadoso e responsabilização de responsáveis ao final dos trabalhos. Os primeiros depoimentos a serem tomados já estão na cabeça do vereador: Juliana Brizola e Mauro Zacher. Justamente os dois ex-secretários que transformaram em bate-boca em plenário as trocas de acusações no comando da Secretaria Municipal da Juventude.

A CPI foi instalada nesta manhã. Todos os postos ficaram nas mãos de vereadores da base aliada. Além de Pujol na relatoria, Luiz Braz (PSDB) será o presidente e Idenir Cecchim (PMDB) será o vice. A escolha não foi pacífica. A oposição deixou a sessão depois de não conseguir emplacar o nome de Fernanda Melchiona (PSOL) na relatoria. É praxe - cada vez menos cumprida - oposição e situação dividirem os cargos de comando. Diante da manobra, Mauro Pinheiro (PT) desistiu de ser vice.

Antes dos primeiros depoimentos, os vereadores devem procurar o Ministério Público Federal. Isto deve ocorrer apenas a partir de 08 de janeiro de 2011. Hoje à tarde os vereadores votam a prorrogação dos trabalhos da CPI instalada hoje. É que uma comissão instalada em um ano legislativo só pode avançar sobre o outro se for prorrogada.

Quando eu estava na Câmara Municipal hoje pela manhã o vereador Reginaldo Pujol me cobrou a minha incredulidade sobre o trabalho da CPI. Garante que trabalhará com independência na relatoria.