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Posts com a tag "Adeli"

Porto Alegre abriu mão de seu cuidador

08 de outubro de 2012 11

Entre os fatos inexplicáveis da atual eleição em Porto Alegre está o fato de Adeli Sell (PT) ficar de fora na Câmara Municipal. Na atual legislatura podem existir outros vereadores que incorporem tão bem a função, mas certamente nenhum a faz melhor do que ele. Como oposição à gestão Fogaça-Fortunati, sempre a fez com coerência. Foi um dos incentivadores da candidatura própria do seu partido e pagou junto a conta do mau desempenho do PT em Porto Alegre. Junto com Beto Moesch (PP), João Dib (PP) e Sebastião Melo (PMDB), Adeli é daqueles que farão falta na próxima legislatura. A diferença é que os três primeiros não renovaram o mandato por opção.

Adeli Sell é o primeiro suplente da bancada do PT e só assumirá se o governador Tarso Genro chamar algum dos eleitos em uma futura reforma do secretariado. O vereador eleito Alberto Kopittke (PT) busca cacifar-se para a pasta da Segurança. Adeli é cuidador. Conhece as comunidades e os problemas de Porto Alegre. Ficou para trás. Outros que fazem política na base do toma-lá-dá-cá foram adiante. Boa reflexão para o eleitor.

Visitas às comunidades: uma rotina na vida de Adeli Sell

Foto: Tatiana Feldens / divulgação

Adeli Sell será o primeiro na propaganda eleitoral

20 de agosto de 2012 3

Concorrendo ao quinto mandato, o vereador Adeli Sell (PT) será o primeiro a pedir votos na propaganda eleitoral gratuita. A coligação PT/PPL/PTC abre amanhã os espaços destinados às candidaturas no rádio e tv. Nas terças, quintas e sábados os espaços serão destinados aos vereadores. Nas segundas, quartas e sextas será a vez da propoaganda dos prefeitos. "Optamos por abrir a propaganda com os atuais vereadores do partido", adiante Gerson Almeida, coordenador da campanha petista.

Adeli (de chapéu) abre propaganda eleitoral nesta terça-feira

Foto: Tatiana Feldens / divulgação

Ao todo 13 chapas disputam 36 cadeiras na Câmara Municipal de Porto Alegre. Cinco são 'chapa pura' (PMDB, PTB, PSOL, PCB e PSTU). As demais representam coligações. 

PSOL usa GHC para atacar PCdoB e PT

02 de abril de 2012 4

Duas dezenas de outdoors espalhados em Porto Alegre ampliam o fosso que existe na esquerda de Porto Alegre. O alvo é a atuação do PT e do PCdoB na gestão do Grupo Hospitalar Conceição. O autor dos ataques: PSOL. O texto: PT e PCdoB administram (mal) o Hospital Conceição. Faltam leitos e sobram CCs.

Partido irá instalar outdoors também na Região Metropolitana na próxima semana

Foto: divulgação PSOL

"São perto de 40. Tem cargos em comissão que chegam a R$ 18 mil", afirma o presidente Estadual do PSOL, Pedro Ruas. A partir do próximo dia 09 os ataques chegarão também à Região Metropolitana com novos outdoors sendo instalados em cidades da Grande Porto Alegre. Ruas não vincula os ataques à campanha eleitoral. Nem mesmo acredita que Fortunati esteja sendo poupado com a artilharia dirigida aos partidos dos seus principais adversários. "Já atacamos tanto ao prefeito com os pedidos de CPI que nem pensamos nisto", reflete Ruas.

Os dois partidos atacados avaliam a conveniência de uma reação. "Tenho minhas dpuvidas se vamos nos posicionar; o PSOL precisa de uma escada para se manifestar", diz o presidente Metropolitano do PT, Adeli Sell. "Eles só podem crescer batendo em nós e no PCdoB", afirma ao constatar a existência de um interesse eleitoral na ação. O presidente Municipal do PCdoB, Adalberto Frasson, acredita que o PSOL está querendo "tirar uma lasquinha" do PCdoB e do PT. O dirigente se diz tranquilo e garante que a legenda tem apenas dois cargos no GHC, um deles o do diretor Néio Fraga.

Vereador pede 500 novos táxis em Porto Alegre

14 de março de 2012 7

Um dos mais atuantes vereadores de Porto Alegre, Adeli Sell (PT), radicalizou na defesa da concessão de nova licenças de táxis na cidade. Para ele seriam necessárias nada menos que 500 novas licenças para que a capital gaúcha fosse bem atendida e o setor crescesse. "Sei que taxistas amigos vão me cobrar que atualmente não há trabalho suficiente, não há demanda para tanto. Mas demanda se cria, gerando condições e qualidade no serviço", escreveu o vereador em artigo recente.

Adeli quer ampliação do número de táxis na cidade

Foto: Tatiana Feldens / Divulgação

Adeli entende que hoje há uma reserva de mercado e que a população está refém deste processo. Entre as melhorias que o uso obrigatório do GPS e a possibilidade do pagamento com cartões de crédito. A EPTC prepara licitação para 85 novas placas de táxis. Nesta quinta-feira o serviço esteve no seu limite. Muitos taxistas alegaram que o problema era responsabilidade do congestionamento. Os sindicatos do setor garantem que o número de táxis é suficiente. Dados do Sintáxi indicam um carro para cada 380 habitantes e alega que o preconizado seria um para cada mil habitantes.

"Hoje, muitos que usam carros particulares poderiam optar por táxis ou lotações, mas não o fazem pela precariedade do serviço ou falta de constância no atendimento. Não raras vezes é impossível conseguir táxi às 18h. E se for uma sexta-feira ou dia com chuva, esquece. Se os táxis ficam trancados em engarrafamentos como muitos afirmam, é mais uma razão para que juntos - marchemos para qualificar todos os tipos de transporte da cidade, clamando por obras viárias, imprescindíveis", prossegue Adeli.

Como cidadão defendo uma ampliação do número de licenças de táxi em Porto Alegre e uma qualificação dos veículos e dos profissionais. Esta opinião não se fez no dia de hoje, mas em inúmeras vezes em que estive nas ruas tentando tomar um táxi enquanto via dezenas de veículos passarem lotados. Ou nas vezes em que atravessei a rua em direção ao ponto de táxi que há junto a minha casa e não havia nenhum veículo por lá. Concordo com o vereador quando afirma que uma maior oferta ajudará também a ampliar a demanda.

Um assunto a ser tratado sem medo e sem reservas de mercado.

PT quer PTB na vaga de vice de Villaverde

19 de dezembro de 2011 1

O Partido dos Trabalhadores está disposto a ampliar o apoio à candidatura de Adão Villaverde à Prefeitura de Porto Alegre. Depois do PSD, o alvo agora é o PTB. Hoje integrantes das duas bancadas na Câmara Municipal estiveram reunidos para um encontro e almoço na sede trabalhista. A oferta do presidente municipal do PT, Adeli Sell, é que o PTB indique o vice na chapa liderada por Villaverde. "A vaga é naturalmente do PTB", teria dito o petista de acordo com um petebista presente ao encontro.

Nilo Santos, Adeli, Elói e Celeste: encontro aproxima PT e PTB

Foto: Tatiana Feldens / PT-POA

A reação do PTB foi de lisonjeio e coerência. "Temos compromisso com Fortunati", afirmou o vereador Elói Guimarães (PTB), que não fechou a porta. “Pela história e pela tradição, o PTB está de portas abertas para conversar”, declarou. “O PTB é um partido que se afina com o PT devido a sua aguerrida e pujante militância. Tem peso político e orgânico para compor nossa campanha e garantirmos um governo com visão de futuro”, afirmou Adeli Sell.

Com assédio do PCdoB e PDT, Rosário aposta em nome próprio do PT em Porto Alegre

01 de setembro de 2011 4

Última candidata do PT à Prefeitura de Porto Alegre, a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos Maria do Rosário reafirmou hoje sua posição para as eleições do ano que vem. Quer candidatura própria e não impõe restrições a alianças com candidatos de partidos que componham os governos de Dilma Rousseff e de Tarso Genro. Rosário nega qualquer atrito ou contradição com Raul Pont, um dos pré-candidatos do PT ou com Manuela D´Ávila. Sobre Pont, a ministra lembra que estiveram juntos numa mesma chapa nas eleições de 2004 (vencida por José Fogaça, então no PPS). Sobre Manuela destaca que a deputada encontra-se no mesmo patamar que José Fortunati. "São amigos que integram um grande projeto nacional com a presidenta Dilma", avalia.


Rosário nega contradições com Pont ou Manuela

Foto: SDH / Ag Brasil


Maria do Rosário segue a posição de sua corrente interna - Movimento PT - que defende o lançamento de uma candidatura. "É razoável que iniciemos o debate apresentando um candidatura, mas sempre abertos a alianças", defende. Entre os nome petistas capazes de disputar o cargo cita Raul Pont, Adão Villaverde, Adeli Sell e Henrique Fontana. Sobre o seu próprio nome diz que está sempre à disposição do partido, mas toda negociação precisa ser feita também com a presidente Dilma. O fato de PCdoB e PDT integrarem as gestões do PT no Palácio do Planalto e no Palácio Piratini dá à ministra a convicção de que "esta condição reforça a ideia de candidatura própria". A escolha por qualquer um dos lados daria aos petistas um desgaste maior do que o lançamento de uma nova chapa e poderia dar a Dilma ou Tarso um novo adversário em 2014.

Nos partidos que buscam o apoio petista corre uma versão. Rosário estaria inclinada a apoiar com o seu grupo o nome de Raul Pont na disputa.


Manuela ataca gestão Fortunati em carta ao PT

29 de agosto de 2011 6

Com os ventos soprando nos últimos dias na direção do apoio do PT ao nome de José Fortunati (PDT) na disputa pela Prefeitura de Porto Alegre em 2012, a deputada Manuela D´Ávila (PCdoB) resolveu reagir. Depois que a direção nacional do Partido dos Trabalhadores demonstrou simpatia pelo pedetista e o ministro do Trabalho Carlos Lupi prepara uma pressão pelo apoio do colega de partido, a pré-candidata busca reacender o favoritismo que desfilava na aliança. O problema dos dois será convencer a base do PT.

Manuela e os presidente dos diretórios municipais do PCdoB e PSB (aliados em 2012) enviaram hoje uma carta ao presidente do PT Municipal, Adeli Sell. O vereador é pré-candidato ao cargo de Fortunati e deve conduzir o processo que definirá pela candidatura própria ou pelo apoio a um dos dois aliados nos governos Federal e do Estado. Tarso demonstra simpatia por Manuela. Fortunati tem a simpatia de Rui Falcão.

Abaixo a íntegra da carta. As críticas a Fortunati mostram que a campanha já começou.

 

 Fortunati e Manuela disputam apoio do PT

 


 

Porto Alegre, 29 de agosto de 2011

Companheiras e companheiros membros do Diretório Municipal e militantes do PT,

1. Porto Alegre é cidade que esperançou a gerações de brasileiros em diferentes momentos: dos longínquos cinqüenta anos da legalidade à construção da participação popular com Orçamento Participativo. Consagrou-se como capital das alternativas de construção de um outro mundo com as edições do Fórum Social Mundial. Mas foi a cidade também das políticas públicas criativas num período duro vivido pelo Brasil. Aqui o transporte público ganhou qualidade e urbanizaram-se comunidades mesmo sem recursos do governo federal.

2. É a população dessa cidade que nossos partidos devem respostas. À população que percebe as ruas sujas e escuras, com ônibus superlotados, Os serviços públicos que perderam qualidade. Ao povo que se organiza e, mesmo assim, vê a participação popular ser tratada como moeda de troca. Àqueles que querem investir e são barrados na burocracia da prefeitura. Às mães que querem vagas em creches para que possam trabalhar nesse Brasil que cresce e gera emprego. O prefeito atual deu continuidade a uma administração com um projeto e uma aliança política que nos opomos em 2008 e 2010, aprofundando e consolidando um caminho diverso do que estamos trilhando no Estado e no país.

3. Em 2008 construímos respostas distintas ao diagnóstico comum que tínhamos sobre a cidade. Apresentamos duas candidaturas competitivas de oposição. Nossa divisão no primeiro turno construiu nossa derrota no segundo.

4. Em 2010 reconstruímos nossa relação, retiramos a candidatura de Beto Albuquerque, pois percebemos que estávamos fazendo com que a história se repetisse. Juntos construímos a vitória de Tarso Genro e Beto Grill no estado. É por esse projeto que somos responsáveis! É com esse campo que queremos responder aos problemas que a população de nossa capital vive.

5.Nossos partidos julgam que devemos estar juntos e apresentar unitariamente, já no primeiro turno, a candidatura mais viável. Julgamos que essa candidatura é a Deputada Federal Manuela D'Ávila. Contudo, consideramos legítimo que o PT apresente seu nome para conjuntamente definirmos qual o mais viável para nos representar. Se concluirmos que Manuela D'Ávila deva encabeçar a chapa caberá ao PT, a indicação do candidato ou candidata ao cargo de vice-prefeito. O PSB entendendo a importância de manter a unidade e o projeto do nosso campo, neste caso, abre mão da indicação do candidato a vice-prefeito.

6. Um governo vitorioso destas forças políticas deverá ser representativo do programa que estaremos construindo conjuntamente, e levar em conta a contribuição dos diversos setores que almejam uma Porto Alegre avançada. A história, a representatividade, a dimensão e a diversidade política dos aliados devem nortear a participação dos partidos na composição de um eventual governo da Unidade Popular em nossa cidade.

7.No processo da Conferência Municipal do PCdoB temos contado com valiosas contribuições de petistas para a elaboração de nosso pré programa. Nossa intenção é que esta construção seja unitária e possa contar com a participação efetiva dos nossos aliados.

Abraços,

Manuela D'Avila  - Deputada Federal

Carlos Fernando Niedsberg - Presidente Municipal do PCdoB

 Antonio Elisandro de Oliveira - Presidente Municipal do PSB





Candidatura própria do PT embaralha arrancada em Porto Alegre

17 de junho de 2011 0

Ao contrário do que fazia entender a posição de algumas lideranças do PT gaúcho, as bases vão adotando um caminho esperado. Três correntes já decidiram pela candidatura própria em 2012 na capital: Democracia Socialista, Esquerda Democrática e Movimento PT. O apoio petista é cobiçado tanto por Manuela D´Ávila (PCdoB) quanto por José Fortunati (PDT). A manutenção na eleição de Porto Alegre da base que sustenta o governo Tarso Genro é defendida pelo Palácio Piratini.

 A resistência natural começa a ficar explícita. E agora obriga as duas principais candidaturas já lançadas precisarão fazer outros movimentos. Provocada pelo twitter, Manuela diz que nada muda. "No dia 04 de julho lançaremos a conferência do partido para organizar a Porto Alegre que queremos", escreveu. Mas Manuela sabe que apenas com PCdoB e PSB terá muita dificuldade em ganhar a eleição. A dúvida é se tentará atrair PMDB e PTB, hoje com Fortunati. A predileção dos petebistas por candidatos favoritos é velha conhecida. As pesquisas ajudam.

Maria do Rosário disputou o cargo em 2008. Perdeu para Fogaça

Foto: Diego Vara

Fortunati tenta manter o leque de partidos que integram seu governo - herdado de José Fogaça - para garantir uma boa arrancada. Internamente revela que a candidatura própria do PT pode lhe ajudar. Com o apoio dos petistas, seria difícil derrotar Manuela. Especialmente se as obras prometidas para a cidade não avançarem. Com o PT em faixa própria a disputa entre os três fica mais igual e ainda há a possibilidade do crescimento de um quarto nome.

No PT quem mais vem se movimentando é Adeli Sell. Vereador com fama de "cuidador da cidade" tem participado de discussões nas zonais do partido para ampliar o apoio ao seu nome. Se não vingar uma candidatura a prefeito, pode ser o vice. Henrique Fontana, Maria do Rosário e Sofia Cavedon também são opções. A dinâmica que Sofia imprimiu na presidência da Câmara Municipal é um indício claro de que quer mudar de endereço. Há expectativa da posição da Mensagem ao Partido, grupo político do governador Tarso Genro.

Mesmo integrantes das correntes que já decidiram pela candidatura alertam que o processo ainda está em aberto. Há um dilúvio para passar por baixo desta ponte.

Fortunati oferece cargos para o PT na Prefeitura

16 de maio de 2011 2

Quem duvida que 2012 já começou? Simultaneamente José Fortunati e Manuela D´Ávila tentam trazer para o seu lado o Partido dos Trabalhadores. A deputada almoçou na última sexta com a bancada petista na Câmara Municipal. O prefeito não esperou uma aliança no futuro e quer os ex-companheiros de partidos já na sua administração. Foram dois movimentos simultâneos. Um envolvendo os presidentes estaduais da sigla. Romildo Bolzan (PDT) fez o convite a Raul Pont (PT). Pont era prefeito quando Fortunati foi vice-prefeito pela primeira vez. A outra veio do próprio prefeito. Fortunati encaminhou o convite ao presidente do PT Metropolitano, Adeli Sell. "Se estamos nos governos do PT em Brasília e no Rio Grande do Sul, por que não termos o PT conosco em Porto Alegre?", pergunta o prefeito. A capital é prioridade nacional do PDT. Leia mais »

PT: Com Manuela ou com Fortunati?

03 de maio de 2011 1

Muitos petistas dirão que estou esquecendo no título da opção da candidatura própria. Pelo muito que ouço de pessoas que influenciam muito nas decisões do Partido dos Trabalhadores creio que ela seja neste momento a hipótese mais remota. A primeira decisão me parece praticamente tomada: o partido irá apoiar uma outra candidatura majoritária em 2012. Escrevo isto quase incrédulo. É difícil imaginar uma eleição em Porto Alegre sem um candidato petista. A situação só muda por pressão da militância. 

A segunda-feira seria o dia de Manuela D´Ávila trabalhar pela aproximação com o PT. Esteve com Tarso Genro. Deveria estar com ela o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, que acabou se atrasando em razão do fechamento do Salgado Filho. Raul Pont, Adão Villaverde e Adeli Sell também seriam visitados. Tirando o governador, todos os demais são nomes que muitos petistas cogitam para uma cabeça de chapa. Deve sobrar Adeli, mas para a vice. A deputada tenta isolar a movimentação do seu principal adversário na disputa pelo comando do município: o prefeito José Fortunati.

O pedetista confia em uma aliança com ares de impossível à sua volta. Quer o PT e o PMDB juntos com ele na disputa. Para pavimentar o apoio, Fortunati mandou um recado aos partidários de seu ex-companheiro de chapa, José Fogaça. Queria saber o que o PMDB achava de sua aproximação dos seus ex-companheiros. Os peemedebistas, Fogaça incluído, deram sinal verde.  Só que a extensão da resposta gera duas interpretações. Fortunati entende como caminho aberto para a discussão de 2012. Na visão de um líder do PMDB é apenas a liberação para que o prefeito atraia os petistas para a atual gestão.

Sobre a aproximação do PT do governo Fortunati, duas considerações. O primeiro é que tempo desta aproximação já passou. O momento do ingresso era na formação do governo Tarso. O outro é que do ponto de vista do PMDB pesará mais o pragmatismo. Uma aliança com PDT e PT pode fazer minguar sua bancada na Câmara Municipal.