Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Beto Albuquerque"

Aliança do PSB com Fortunati desagrada líderes do PCdoB

03 de janeiro de 2013 2

Nos microfones, as manifestações dos líderes comunistas são todas de respeito a decisão tomada pelo PSB que embarcou no governo de José Fortunati sem qualquer constrangimento em ter apoiado a candidatura de Manuela Dávila (PC do B). No entanto, nos bastidores a conversa é bem diferente. "Sequer fomos consultados", queixa-se uma importante liderança do partido.

Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS

Aliança da eleição municipal ficou no passado

A migração ao novo governo é motivada por uma possível aliança com o PDT em torno da candidatura de Eduardo Campos (PSB) ao Palácio do Planalto em 2014. Nesse xadrez, o PCdoB ficou a ver navios, já que o abandono do PT na eleição municipal de Porto Alegre ainda não foi bem digerido. O que mais causa estranhamento aos comunistas é que a aliança com o PSB vinha desde 2008, na primeira candidatura de Manuela; foi reforçada em 2010, com o acordo pela pré-candidatura de Beto Albuquerque ao Palácio Piratini (os dois partidos acabaram apoiando Tarso), e ampliada na nova candidatura da deputada federal a prefeitura da capital. PSB e PCdoB possuem ainda um acordo para lançar Beto Albuquerque ao Senado Federal em 2014.

Fogo cruzado: Albuquerque acusa Thormann de 'mentir descaradamente'

27 de novembro de 2012 2

O teor das declarações públicas do ex-secretário de Infraestrutura, Beto Albuquerque e do ex-diretor do DAER, José Francisco Thormann mostram a gravidade da crise silenciosa na pasta considerada o coração do governo. Após Albuquerque afirmar que tinha "confiança zero" em Thormann e este rebater anunciando medidas judiciais, a quinta-feira é marcada por uma forte tréplica do ex-secretário. Na nota ele afirma que o ex-diretor 'agregou a qualidade de mentir descaradamente ao currículo' e afirma que a escolha de Thormann foi do governador Tarso Genro.

Foto: Cláudio Fachel / Palácio Piratini

Thormann e Albuquerque deixaram cordialidade no passado. Na foto, eles trocam cumprimento no dia do anúncio das nomeações de diretores para o DAER, em novembro/2011.

Confira abaixo a íntegra da manifestação do deputado federal Beto Albuquerque:

Não bastassem as inexplicáveis e ilegais atitudes comportamentais do ex-diretor-geral do Daer Francisco Thormann, comunicado ontem pelo Governo do Estado de que seria demitido, agrega-se ao seu currículo, no dia de hoje, a qualidade de mentir descaradamente.

1- Não é verdadeiro que na condição de secretário de Estado viajei para os Estados Unidos às custas de empresa como fez o ex- diretor-geral do Daer. Convidado pela Associação Nacional de Infraestrutura Terrestre (ANDIT), instituição presidida por professor da Universidade Mackenzie, João Virgílio Merighi, fui a Houston e Las Vegas entre os dias 4 e 9 de dezembro de 2011, conhecer a tecnologia de asfalto Peletizado, material que é desconhecido e não utilizado no Brasil. Asfalto mais barato e eficiente, em altas e baixas temperaturas, com grande escala de experiências exitosas nos EUA.

2. Ao contrário do dissimulado Thormann, não fui sozinho. Acompanhou-me o próprio diretor-geral e a engenheira Maria Cristina Passos, chefe do Laboratório do Daer, onde este produto (trouxemos amostras) foi avaliado e aprovado tecnicamente. Há disposição, inclusive, de se experimentar este asfalto inovador em trechos de estradas gaúchas ou em novas obras pela sua condição favorável de custo-benefício.

3. A indicação de Thormann para a Direção Geral do Daer não foi de minha autoria. No processo que partiu da Seinfra, o nome indicado para este cargo à época era do engenheiro Rui Dick, gestor competente e funcionário estadual de carreira da CRM.

Confio no Ministério Público que haverá de investigar, em detalhes e profundamente, todas as circunstâncias de ilegalidades, até então desconhecidas, que envolvem o ex-diretor-geral do Daer.

Abaixo, a nota emitida pelo ex-diretor do DAER, José Francisco Thormann:

"Encontrei um DAER desestruturado, com funcionários desvalorizados, que recebiam imensas criticas e com vícios de procedimentos desvirtuados. Quando aceitei o cargo, minha determinação foi reestruturar o órgão, recuperar o seu conceito e restabelecer a moral e a autoestima dos colaboradores. No DAER, procurei aproximar o departamento dos órgãos de fiscalização de controle para dar a maior transparência possível. Promovi debates e um curso com o tribunal de contas, convocando a totalidade dos engenheiros para participar de um treinamento. Fiz também, um trabalho em conjunto, para promover a qualidade e a legalidade do serviço prestado com o TCE.

Procurei tratar de outro problema crônico no DAER que é a questão dos contratos remanescentes, ou seja, contratos para executar obras inacabadas. Assim, haviam contratos que acabavam se beneficiando de aditivos contratuais com mais 25% sobre o valor. E, não terminando a obra, se fazia nova licitação para cumprir o mesmo objeto. Existiam obras licitadas para dois anos, com 14 anos de andamento. Este fato, que deveria ser uma exceção, passou a ser a regra. Criando-se um costume, distante dos procedimentos. Inclusive, para esta problemática, solicitamos a ajuda do Ministério Público, do Ministério Público de Contas, TCE, PGE, por indicação do próprio Governador.

Encontrei, ainda, diversas empresas terceirizadas sem regularização. Além disso, existiam práticas, também distantes dos procedimentos normativos, onde eram usados contratos para um determinado fim, para cobrir trechos de estrada que não estavam cobertos neste contrato. Esta prática, dentro da instituição era conhecida como "química". Durante a minha gestão acabei com estas práticas.

Durante a minha gestão no DAER, introduzimos o gerenciamento compartilhado, por meio da criação de uma "sala de gestão", aos moldes da sala de gestão do Governador, inclusive introduzindo a documentação formal, por meio de atas e e-mails. O objetivo era alinhar e resolver os problemas em conjuntos com todos os envolvidos, como empresas, supervisoras, superintendentes, área de projeto, de obra, etc. Além disso, constituímos a Precursoria, onde criamos uma superintendência que analisa todos os pontos cruciais e logísticos de uma obra a ser recomeçada. Constituímos um chek-list com 14 pontos para conferencia, como decreto de utilidade pública, licença de meio ambiente, pedreira, projetos, etc.

Deixo contratada empresa que fará o levantamento do projeto CREMA - Contratos de Restauração e Manutenção - para a restauração e manutenção por cinco anos de 2500 km de obra. Fiz um mapa de todas as situações para o Governador, de todo o plano de investimento _ que não era pouco _ R$ 2,6 bilhões. Este mapa continha todas as informações necessárias para o entendimento gerencial. Criamos planilhas e cotas por empresas, para o bom planejamento e administração, e o atendimento do Plano de Obras, de acordo com a boa técnica de gestão. Deixo em licitação, contratos de apoio técnico que irão substituir com muita qualidade os contratos de supervisão.

Ironicamente, foi o próprio secretário Beto Albuquerque quem me convidou para ingressar no governo. E mais irônico ainda, é que o próprio Beto Albuquerque realizou juntamente comigo uma viagem técnica, exatamente de igual natureza a da Suíça, onde fomos para os EUA, igualmente com as despesas pagas por empresa privada.

Fui vítima de uma acusação vaga, cujo fato é simplesmente ter uma procuração com poderes. Ou seja, não sou acusado de um fato. Não sou funcionário desta empresa, nunca trabalhei para ela e nunca usei estes poderes. Nem nunca participei por ela de licitação e nem atuei em órgão público.

Gostaria de esclarecer que não sou apenas arquiteto, tenho especialização em engenharia de segurança e gerencia de cidades. Minha trajetória inclui 14 anos de experiência na prefeitura de Porto Alegre, onde participei da duplicação das principais avenidas da cidade e da construção da terceira perimetral. Estive também no DAER, na gestão Olívio Dutra, construindo os corredores de exportação.

Deixo o DAER com a sensação de dever cumprido e com a certeza de ter deixado funcionários públicos motivados e com elevada autoestima, além de ter resolvido e encaminhado diversos problemas e questões fundamentais para o bom desenvolvimento do órgão. Como profissional com perfil técnico, busquei realizar no DAER um trabalho estruturador.

Insinuações genéricas e vagas, feitas pelo secretário Beto Albuquerque ferem a minha dignidade pessoal e moral, fato pelo qual procurarei os caminhos judiciais adequados, já tendo constituído advogado."

Caleb de Oliveira deve ser indicado pelo PSB para assumir SEINFRA

20 de novembro de 2012 0

Atual presidente estadual do PSB e Secretário adjunto do Conselhão, Caleb de Oliveira é o nome mais forte dentro do partido para assumir a Secretaria de Infraestrutura, após o pedido de demissão do deputado federal Beto Albuquerque. No entanto, o nome ainda precisa de aprovação da bancada da sigla na Assembleia, o que deve ocorrer em reunião da Executiva na noite desta terça-feira (20) e informado ao Piratini na quinta-feira, em reunião com o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana.

Foto: Gustavo Gargioni / Especial Palácio Piratini

Caleb é o mais cotado para assumir SEINFRA

Entre os deputados há opiniões divergentes sobre a permanência do PSB no comando da pasta. Heitor Schuch defende que a sigla abra mão da secretaria, devido a problemas de relacionamento que o PSB vem enfretando com setores do governo, especialmente no DAER. " O PSB deve abrir mão da Seinfra. Se nossa principal liderança  @betoalbuquerque não conseguiu fazer a estrutura andar, quem conseguirá?" manifestou-se nesta manhã pelo Twitter. Já Miki Breier pensa diferente. "Não há crise com o governo, logo não há motivo para deixarmos a secretaria", afirmou.

O secretário Beto Albuquerque comentou nesta manhã o pedido de demissão feito ao governador Tarso Genro. Segundo ele, o principal motivo é um pedido do Presidente Nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para fortalecer a base do partido na Câmara dos Deputados. Mas a saída também tem outras motivações. Ele discorda do encaminhamento dado pelo governo a rodovia RS-010, que desistiu do atual projeto em busca de novos estudos. Ele também teceu críticas a atuação do diretor-geral do Daer, José Francisco Thormann. "Não confio nele", disparou.

Procurado pela reportagem, Thormann ainda não comentou as declarações. O governador Tarso Genro também evitou falar com a imprensa sobre o assunto hoje pela manhã.

De saída? "Vou decidir nos próximos dias", afirma Beto Albuquerque

16 de novembro de 2012 9

O final de semana será de reflexão para o secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque. Convidado pela direção nacional do PSB a reassumir o mandato na Câmara dos Deputados, o socialista é lacônico ao comentar o assunto e afirma que tomará uma decisão nos próximos dias.  "Sou militante do PSB há 26 anos, temos desafios e tarefas para 2014. Na próxima semana me manifestarei. Antes de qualquer coisa tenho que falar com o governador que me confiou a Seifra", disse em SMS na tarde desta sexta-feira (16). Ele completou afirmando que falará em particular com Tarso assim que tomar uma decisão.

Gustavo Gargioni /Palácio Piratini

Beto Albuquerque promete anunciar posição na próxima semana

Conforme relevou reportagem do jornalista Carlos Rollsing na Zero Hora de hoje, o comando nacional do PSB quer Beto como articulador da candidatura a presidência do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. A tese de nome próprio ao Planalto ganhou força desde a eleição, quando a sigla liderou o crescimento no número de prefeituras em todo país.

A possibilidade de Albuquerque deixar o governo abre uma incógnita nas alianças e no xadrez político para 2014 no Rio Grande do Sul. Pelo acordo de 2010, ele seria o candidato ao Senado na chapa de reeleição de Tarso, mas dentro do PSB 0 movimento pode abrir outras perspectivas. "Se o PDT ou PP apoiarem Campos, podemos migrar essa candidatura para outra chapa", disse uma liderança socialista nesta tarde.

Um dos grandes entusiastas da candidatura própria do PSB ao Planalto é o deputado estadual Miki Breier. Apesar das dificuldades do governo Tarso em apresentar resultados nos dois primeiros anos de governo, ele ressalta que um eventual desembarque não seria motivado pelo desgaste. "O que nos move é o cenário nacional e não qualquer problema com governo. O objetivo é trabalhar por Eduardo Campos.  As bases não discutiram isso oficialmente, mas em conversas com os militantes percebemos que há muito ânimo para um nome próprio", afirma. Já o Diretório Estadual do PSB é mais cauteloso. Como o partido tem o vice-governador no Piratini, um eventual desembarque é assunto delicado. "É cedo para tratar 2014", diz o presidente Caleb de Oliveira.

Mas nos bastidores há outros elementos que motivam os socialistas: aliado histórico do PT, há um descontentamento grande com a falta de retribuição. Um cenário que também atinge o PC do B, que ainda digere a divisão nas candidaturas a prefeitura de Porto Alegre que levou a derrota de Manuela Davila.

Pedágios: Consultoria começa raio-x das rodovias na próxima semana

04 de agosto de 2012 2

A empresa paulista Dynatest-SD assinará contrato com o governo gaúcho na próxima quarta-feira (08) e iniciará imediatamente o diagnóstico da malha de rodovias estaduais. A empresa, única a se candidatar na licitação, será contratada ao custo de R$ 7,4 milhões. Entre os objetivos, averiguar a condição dos trechos atualmente pedagiados, calcular desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos e reavaliar as necessidades de concessão de trechos de acordo com o perfil de cada região. O levantamento não será restrito apenas aos trechos que hoje estão pedagiados. A empresa terá oito meses para apresentar o resultado do trabalho. "Finalmente teremos dados técnicos e precisos para embasar nossas decisões sobre investimentos e organização da malha estadual", afirma o secretário de Infra-Estrutura, Beto Albuquerque.

Foto: Claudio Fachel / Palácio Piratini

Secretário de Infra-Estrutura afirma que consultoria dará subsídios técnicos para decisões do governo

Nesta semana o governo anunciou Luiz Bertotto como presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias. Na próxima terça-feira nova reunião irá concluir o estatuto da empresa estatal, que depois passará por aprovação do conselho, que por sua vez ainda está recebendo os nomes dos indicados pelas entidades. O registro na Junta Comercial também deve ser encaminhado ainda na primeira quinzena. A EGR utilizará um andar de prédio do estado, atualmente ocupado União de Seguros Gerais, na Avenida Borges de Medeiros, próximo a prefeitura da capital. O objetivo é começar a ocupação ainda neste mês.

Alvaro Andrade

Questão dos pedágios tem um 'quê' de Avenida Brasil

25 de julho de 2012 14

A polêmica em torno dos pedágios não acabou com o ato do final da manhã passada no Palácio Piratini. Ao menos dois assuntos devem passar em breve pelo judiciário: a data do encerramento dos contratos e o tal passivo que o povo do Rio Grande do Sul, através do seu governo, deveria às concessionárias pela falta de uma solução a desequilíbrios através dos anos.

Bem lembrou nesta terça-feira no Gaúcha Atualidade o secretário Beto Albuquerque que quando o projeto das concessões foi aprovado pela Assembleia Legislativa há 15 anos foi feito a toque de caixa sob uma alegada urgência. Por ironia, o mesmo dispositivo legislativo usado pelo atual governo para apressar a criação da Empresa Gaúcha de Rodovias que assumirá os pedágios a partir do ano que vem.

O resultado é que faltou mesmo 'cabeça' - a expressão é do próprio Beto - naquele momento para incluir dispositivos que garantissem, por exemplo, uma menor taxa de retorno com a economia estável. O resultado é que as concessionárias ganharam muito dinheiro. Faltou se exigir duplicações, alargamentos, pontes, viadutos e tudo mais que poderia fazer do trafegar pelo Rio Grande do Sul uma experiência de mundo desenvolvido. O resultado é que as concessionárias economizaram muito dinheiro e a tarifa ficou cara pelo que se tinha.

Tarso e Beto após assinatura da notificação às concessionárias

Foto: Caco Argemi / Palácio Piratini

Nos últimos anos isto era tão claro ao se falar com os empresários do setor. Eles sabiam que podiam mais, mas se o contrato não pedia, para que fazer? Na hora de buscar um caminho, o governador Tarso Genro pediu às concessionárias que apontassem soluções. E elas apontaram que poderiam reduzir a tarifa, ampliar investimentos e abrir mão de praças em troca da renovação do contrato. Tirando a última parte, era tudo que o Piratini queria.

Só que a escolha do Governo do Estado já estava tomada. Como nos episódios da série Revenge ou da novela Avenida Brasil, uma parte buscava uma prova para confirmar a sua luta de anos. E o Piratini conquistava o seu trunfo. As concessionárias admitiam por vias tortas que tinham um lucro imenso.

Como falar depois disto em desequilíbrio? É o que veremos no judiciário. O evento foi visto como pirotécnico pelas concessionárias. O ato não teve fogos, mas pelas repercussões nas redes sociais muita gente soltou foguetes com a decisão do Governo do Estado.

Comentário feito no dia 24.07.2012 no Chamada Geral 3 Edição

Pedágios: Piratini avança no encerramento dos contratos

20 de julho de 2012 3

O governo gaúcho avançará na determinação de não renovar os atuais contratos de concessão de rodovias à iniciativa privada. Segundo o secretário de Infra-Estrutura Beto Albuquerque, na próxima terça-feira, às 10h30, será assinada no Palácio Piratini a notificação extra-judicial que será encaminhada às empresas dando ciência desta decisão. O primeiro a ser encerrado é o da COVIPLAN, no Polo de Carazinho, previsto para 15 de junho de 2013. "A partir de agora o DAER iniciará um levantamento dos bens e patrimônio que deverão ser revertidos ao estado ao final dos atuais contratos", disse o secretário.

 

Consórcio Univias detém maior parte das concessões no RS

Foto: Porthus Júnior / Agência RBS

Ainda neste mês o Piratini quer assinar o contrato com a empresa de consultoria que fará um diagnóstico das rodovias gaúchas e apontará o melhor modelo a ser adotado para gestão dos trechos, de acordo com a característica de cada região. A empresa Dynatest SD, contratada ao custo de mais de R$ 7,4 milhões, também fará um levantamento de eventual desequilíbrio financeiro nos contratos. As concessionárias alegam um passivo milionário causado pela não aplicação de reajustes tarifários em diversos períodos, que segundo elas, estavam previstos em contrato. Mas o governador Tarso Genro já declarou que acredita que a dívida é das concessionárias com o estado, por descumprimento de diversos serviços.

Nesta semana um Grupo de Trabalho iniciou a elaboração do estatuto da Empresa Gaúcha de Rodovias e deve finaliza-lo também neste mês.  A EGR deve assumir as rodovias em 2013 no modelo de pedágio comunitário. No entanto, não está descartada a hipótese de alguns trechos voltarem a administração da iniciativa privada.

Beto assume coordenação da campanha de Manuela

09 de julho de 2012 0

Ex-candidato a Prefeitura de Porto Alegre, o secretário Estadual de Infra-Estrutura e Logística, Beto Albuquerque (PSB), assumiu hoje a coordenação de campanha de Manuela D´Ávila (PCdoB). Uma reunião-almoço no Chlé da Praça XV marcou o ato. Líderes dos partidos que apoiam a candidata participaram, entre eles o vice-governador Beto Grill (PSB). A estratégia da coligação será colocar Manuela em contato direto com o eleitor, com muito trabalho de rua.

Danrlei, Grill, Tessaro, Beto e Carrion prestigiaram o ato

Foto: Dani Barcellos / divulgação

“Não  estamos procurando defeitos, queremos soluções para antigos problemas e seremos  a mão de obra necessária para os projetos da Manuela”, disse Beto. O encontro teve ainda a presença de militantes que apoiam outras candidaturas. É o caso do deputado Mano Changes (PP), que declarou apoio a Manuela. "Estamos convencidos de que é o melhor projeto de desenvolvimento para a cidade”. Em poucos dias a senadora Ana Amélia Lemos (PP) participará da inauguração de um comitê para a candidata.

ESCLARECIMENTO

O Blog do André Machado irá divulgar ao longo de toda a campanha as informações sobre as atividades dos candidatos a prefeito de Porto Alegre. A publicação do material se dará de acordo com o envio de informações pelas respectivas assessorias e disponibilidade dos responsáveis pelo espaço.


Socialistas confirmam em convenção apoio a Manuela

24 de junho de 2012 3

Um dia depois de ser oficializada candidato do PCdoB à Prefeitura de Porto Alegre, Manuela D´Ávila teve confirmado hoje o apoio do PSB, parceiro desde a campanha passada. Os socialistas concorrerão coligados com o PHS nas eleições proporcionais e esperam ampliar a bancada, hoje com um vereador. No encontro, Manuela tratou o PSB como "partido-irmão". A aproximação entre as duas siglas envolve não apenas as eleições deste ano, mas também a candidatura do secretário de Infra-Estrutura e Logística, Beto Albuquerque, para o Senado Federal em 2014.

Manuela e Beto mantém aliança de várias eleições

Foto: Dani Barcellos / divulgação

 

EGR deve estar pronta para operação em quatro meses

13 de junho de 2012 2

O governo do estado agora trabalha na montagem da Empresa Gaúcha de Rodovias.  O estatuto da empresa será elaborado partir da sanção do projeto pelo governador, que deve ocorrer nos próximos dias. Em seguida, inicia a fase de nomeação de três diretores e o recrutamento de servidores. Diante das críticas da oposição, que acusam o governo Tarso de criar um 'cabide de empregos', o Piratini promete uma estrutura enxuta. Poderão ser convocados servidores de carreira de outras secretarias, mas também é cogitada a realização de concurso público. Conforme o secretário de Infra-Estrutura, Beto Albuquerque, a primeira etapa de trabalho da EGR será assumir as três praças de pedágio comunitário que hoje estão sob responsabilidade do DAER "Precisará ser feito todo um conveniamento com o DAER para que sejam repassados à EGR contratos em vigor que digam respeito aos atuais pedágios comunitários além de projetos que possam ser executados no futuro".  O secretário estima que a formatação final da Empresa Gaúcha de Rodovias estará concluída em até 120 dias.

Praça de Campo Bom é uma das três que serão assumidas pela EGR

Foto: Miro Souza / Agência RBS

No entanto, o futuro das estradas gaúchas após o encerramento das atuais concessões de pedágio privado ainda é incerto. A definição de quais estradas serão novamente concedidas a iniciativa privada e quais ficarão sob pedágio estatal ocorrerá somente após estudo que será realizado por uma consultoria, com conclusão prevista para daqui um ano e meio. Neste período as praças devem ser todas comunitárias e geridas pela EGR. Em entrevista a Rádio Gaúcha hoje pela manhã, o secretário da Casa Civil Carlos Pestana explicou que a consultoria fará estudos de tráfego e necessidades de investimentos e apontará qual o melhor modelo para cada rodovia "Não fechamos a porta para as concessões privadas, mas não significa que adotaremos esse modelo".

A Procuradoria-Geral do Estado analisa os termos jurídicos da notificação que será encaminhada até o final do mês para as atuais concessionárias dando ciência da não-renovação dos contratos. A medida deve desencadear uma batalha judicial, já que as empresas prometem brigar na justiça para garantir a manutenção das concessões até que o estado pague a dívida alegada pelas empresas. Segundo as concessionárias, o passivo se refere aos períodos em que não foram aplicados reajustes tarifários previstos no contrato.