Berço da maioria dos estudantes brasileiros que estudam na Coréia do Sul, a Unisinos não tem descuidado para manter o destaque que possui no envio de alunos para o país asiático que mais evolui na educação nas últimas décadas. A viagem terminou na última sexta-feira, depois de escalas nos Estados Unidos e na Espanha. Na Coréia do Sul, o reitor, padre Marcelo Fernandes de Aquino, e o diretor de Desenvolvimentos e Expansão, Cristiano Richter encontraram-se com os alunos da universidade que estão por lá.
A Unisinos prepara para outubro a segunda edição do Forum Brasil-Coréia e foi até a Ásia levar alguns convites. O Tecnosinos, parque tecnológico da universidade, já é berço de um dos principais investimentos coreanos no Rio Grande do Sul: a HT Micron. São Leopoldo será também a sede da fábrica de elevadores da Hyundai.
Acompanhados do professor Marcio Rosa da Silva, que está fazendo pós-doutorado na Coreia do Sul, o grupo foi recebido pele embaixador do Brasil na Coreia, Edmundo Fujita, para um "arroz-feijão-churrasco". "Todos pularam de alegria ao ver comida brasileira. Apesar do pessoal já ter se acostumado com a comida aqui da Coréia, sempre é bom comer um prato mais conhecido e matar a saudade de casa", revela Silva.
Reitor reencontrou na Coréia alunos gaúchos que estudam por lá
Foto: Divulgação/ Unisinos
Antes da Coréia do Sul, os representantes da reitoria da Unisinos estiveram na Califórnia, visitando o Vale do Silício. Junto com eles estava o presidente do Badesul, Marcelo Lopes. Um dos articuladores das relações internacionais do Governo do Estado, Lopes mostrou-se impressionado com o que viu. “O modelo existente no Vale do Silício é tão bem estruturado que qualquer empresa, mesmo estrangeira, se adapta ao espaço. Esta organização deve servir de exemplo para nosso RS”, avalia.












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