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Ingressos de "Amanhecer - Parte 1" já estão à venda

05 de outubro de 2011 0

Quarenta e oito dias antes da estreia de "Amanhecer - Parte 1", os ingressos para as sessões em Joinville já estavam à venda. Eles ficaram disponíveis em 1º de outubro, no sábado, e hoje, 25% dos ingressos para a pré-estreia legendada no GNC Garten já estavam vendidos.
No GNC Garten, haverá pré-estreias legendadas e dubladas. A sessão dublada começa à meia-noite e um de quinta para sexta e a sessão legendada começa à meia-noite e quinze do mesmo dia. A partir de sexta, as sessões são às 13h30, 16h15, 19 horas e 21 horas (dublado) e 13h50, 16h30, 19h20 e 22 horas (legendado).
No GNC Mueller, onde só haverá sessões legendadas, a pré-estreia ocorre à meia-noite e um de quinta para sexta-feira e tem sessões às 13h30, 16h15, 19 horas e 21h40 a partir de sexta-feira.
Os ingressos podem ser comprados na bilheteria dos dois cinemas ou pelo site Ingresso.com.

Confira o primeiro trailer oficial de "Amanhecer - Parte 1"

Fala, Woody Allen, fala

16 de junho de 2011 0
Cinéfilo que se preze não resiste a uma página de jornal recheada de letrinhas proferidas por Woody Allen. Na equipe do "Anexo" não é diferente. Publicaremos uma na página 9 da edição de sexta. Mas como ela não coube inteira na versão impressa, segue na íntegra abaixo para os admiradores do cineasta.

"Toda época tem seu encanto, sua capacidade de se renovar"
LUIZ CARLOS MERTEN / AGÊNCIA ESTADO
Durante o Festival de Cannes, Woody Allen falou sobre seu filme "Meia-Noite em Paris". Sucesso de público e crítica em Cannes, o novo Allen, em cartaz somente na Capital, certamente para seduzir os fãs do ator, diretor e roteirista (autor completo), porque se trata de um de seus trabalhos mais encantadores. Allen reabre a vertente de "A Rosa Púrpura do Cairo" e de "Simplesmente Alice" em sua carreira. Deixa entrar o maravilhoso.
A primeira vez em Paris a gente não esquece. A sua, em 1964, como foi?
Woody Allen - Há quase 50 anos eu era bem mais jovem e certamente muito mais impressionável. Havia sido contratado para escrever e interpretar "O que É que Há, Gatinha?". O filme virou um cult da tendência Swinging London, refletindo na tela as transformações que estavam ocorrendo, principalmente em relação ao comportamento sexual. Eu era o cara ideal paras escrever "What's New, Pussycat?". É a história de um paciente atraído por todas as mulheres do mundo e sua relação com a psicanálise. Peter Sellers fazia o analista, imagine só. Conheci Peter O'Toole, Ursula Andress, Romy Schneider. De repente, eu, um jovem de Nova York, cheio daquelas ideias que a literatura me dera sobre Paris estava sendo transportado para outro mundo. Mas a experiência talvez seja mais divertida na tela. Produção, direção, foi tudo muito caótico. A mídia não desgrudava da gente. Não é a minha melhor lembrança de cinema nem de Paris.
Com "Meia-Noite em Paris", você reabre uma vertente de sua carreira, abre uma janela para o maravilhoso. É a trilha de "A Rosa Púrpura do Cairo", um de seus clássicos, e "Simplesmente Alice", que me encanta, mas não obteve a mesma consagração.
Woody Allen - Eu, às vezes, me angustio porque filmes de que gosto muito não são tão bem recebidos. Raramente me pergunto onde foi que errei, acho sempre que é um problema de sintonia. Mas gosto que você goste da minha Alice. Essa vertente do maravilhoso, como você diz, me atrai porque é, óbvio, o cinema tem um aspecto de sonho. Já disse que o título de "Meia-Noite em Paris" me veio antes da história. O que pode ocorrer à meia-noite numa cidade tão mágica como Paris? O próprio título me liberava para sonhar e viajei à Paris que moldou meu imaginário, as dos grandes escritores e artistas. Hemingway, Fitzgerald e Zeldas, Buñuel. Poderia ter calcado o filme em outros escritores, mas preferi os que povoam o imaginário de todo o mundo. O desafio era escrever frases curtas, sintéticas, como Hemingway.
Seu personagem, interpretado por Owen Wilson, acredita que Paris, nos anos 20, foi a melhor época de todas. Você concorda?
Woody Allen - Oh, é um ponto de partida. Sem dúvida que aquela época foi fundamental. Marcou um turning point na literatura e no cinema do século 20. Uma época de grandes mudanças estéticas. O mundo saía de uma grande guerra, todos queriam mudar. Mas toda época tem seu encanto, sua capacidade de se renovar. Nós é que, às vezes, ficamos enferrujados e não prestamos atenção.
Owen é, para mim, seu melhor alter ego na tela. ê um andarilho. Você também caminha muito?
Woody Allen -Em Paris, em Nova York, sim, gosto muito de caminhar. E obrigado por Owen. Ele me mimetizou sem que eu ficasse cobrando. O personagem sai pela noite, caminhando. Eu caminho de dia. Se não me preocupo em me disfarçar, passo perfeitamente despercebido. A inspiração me vem enquanto caminho. Situações, diálogos. Tudo fica mais fácil.
Por onde gosta de caminhar?
Woody Allen - Os Champs Elysées são ótimos, mas estão sempre muito cheio de turistas. Gosto dos parques, Tuilleiries, Luxemburgo.
Onde você se hospeda?
Woody Allen - Gosto de ficar no Ritz, mas, em geral, são temporadas curtas. Desta vez, as temporada foi longa, estava com a família. Soon-yi fazia questão de uma cozinha para as crianças. Ficamos no Bristol, mas a Place Vendôme (onde fica o Ritz) me fez falta.
Comer bem em Paris...
Woody Allen - Ah, você não precisa ir aos grandes restaurantes, que Paris tem. Há centenas, milhares de bistrôs que são aconchegantes. É uma cidade na qual se come muito bem. Um dos prazeres é comer num desses lugares simpáticos que você encontra por acaso.
E os cinemas de arte-ensaio?
Woody Allen - Nova York se orgulha de ser cosmopolita e ter cinemas alternativos, mas Paris é a capital da cinefilia. Um dia vou vir para cá só para rever na tela grande os filmes clássicos que fizeram e ainda fazem minha cabeça.

Confira o trailer das estreias de cinema deste findi

26 de maio de 2011 0

Confira o trailer de "Se Beber, não Case! 2", a sequência da despedida de solteiro mais memorável e hilária da história do cinema. O filme estreia em Joinville nesta sexta-feira, nos cinemas do shopping Mueller e do Joinville Garten Shopping.

Outro filme que irá estrear em Joinville é o terror "Deixe-me Entrar", um filme que vai mais além quando o assunto são os vampiros. A estreia é um remake de um filme sueco. Na história, um menino de 12 anos reprimido e negligenciado pelos pais faz amizade com sua vizinha, uma garotinha misteriosa que só aparece de noite.

Veja os trailers dos filmes que vão estrear em Joinville nesta sexta

28 de abril de 2011 0
Água para Elefantes. GNC MUELLER 2, às 13h45, 16h15, 19h e 21h30. 12 anos. Legendado.

Como Você Sabe. GNC GARTEN 4, às 14h20, 16h50, 19h20 e 21h50. 10 anos. Legendado.

Sobrenatural. GNC GARTEN 5, às 13h40, 16h20, 18h40 e 21h20. 14 anos. Legendado.

Thor. GNC GARTEN 1, às 14h, 16h40, 19h30 e 22h. 10 anos. Legendado. GNC GARTEN 6 (3D), às 13h30. 10 anos. Dublado. GNC GARTEN 6 (3D), às 16h10, 19h e 21h40. 10 anos. Legendado. GNC MUELLER 3 (3D), às 14h20, 17h, 19h30 e 22h. 10 anos. Dublado.

"Barney's Version" é um bom e comovente drama

24 de abril de 2011 0
Paul Giamatti arrasa em "Barney's Version" (que foi pessimamente traduzido aqui para "A Minha Versão do Amor", nome pra comédia romântica rasa). Nunca tinha visto uma performance tão comovente dele, com o mérito de fugir do maniqueísmo, construindo um personagem com camadas, que erra, que acerta e que erra de novo. E nem por isso deixa de cativar o público, pois é justamente por ser verossímil que convence e envolve, sem exagerar no açúcar. É um daqueles dramas que te deixa com o coração dolorido, mas certo de que viu uma história interessantíssima. Eu recomendo.

Drama, animação e suspense teen em cartaz nos cinemas joinvilenses nesta quinta

20 de abril de 2011 0

"A Minha Versão do Amor" - GNC MUELLER 1, às 13h40, 16h15, 19h e 21h45. 14 anos. Legendado.

Paul Giamatti dá vida a Barney Panasky nesta adaptação para as telonas do romance de Mordecai Richler. Aos 65 anos, o protagonista faz um mea culpa das realizações amorosas e profissionais de sua vida. O brilhante Dustin Hoffman dá o ar da graça neste drama de Richard J. Lewis.

"HOP - Rebeldes Sem Páscoa", o Bertie dos coelhos - GNC GARTEN 2, às 14h45, 17h10, 19h30 e 21h30. Livre. Dublado.

Júnior é o próximo na sucessão do cargo milenar de coelho da Páscoa. Mas chocolates não o interessam tanto quanto baquetas. O bicho rebelde foge para o mundo humano em busca do sonho de ser baterista. James Marsden (o ciclope de "X-Men"), Kaley Cuoco (a Penny de "Two and a Half Men") e David Hasselhoff (o chefe explorador de Adam Sandler em "Click") estão no elenco nesta animação dos criadores de "Meu Malvado Favorito" (ótimo, por sinal). As imagens do trailer revelam um filme muito bem feitinho e fofo. Eu verei, e você?

"A Garota da Capa Vermelha" - GNC GARTEN 4, às 14h30, 17h, 19h10 e 21h20. 14 anos. Legendado.

O Lobo Mau é uma grande ameaça para Chapeuzinho Vermelho, certo? Não neste suspense teen da diretora de "Crepúsculo" que recria a clássica lenda com ambientação na idade média. A loirinha é interpretada por Amanda Seyfried, jovem que planeja fugir com um amor proibido e tem seus planos interrompidos pela série de assassinato cometidos pela criatura. Mas ela não corre o mesmo risco que os outros, pois é a única pessoa com quem o lobisomem fala. Vai entender, né? Ah, o Felipe Alves, colega do "Diário Catarinense" , já viu e adianta que é uma bomba.

Qual é o seu filme de terror favorito?

14 de abril de 2011 0
"Pânico 4" - GNC GARTEN 5, às 15h, 17h20, 19h40 e 21h50. 14 anos. Legendado. GNC MUELLER 2, às 14h20, 16h50, 19h20 e 21h45. 14 anos. Dublado.

Todo mundo conhece a história. O telefone toca, o personagem atende. Do outro lado da linha, o assassino mascarado de voz assustadora pergunta: "Qual é o seu filme de terror favorito?". Bom, com certeza, o meu não é "Pânico", nem o primeiro, segundo, terceiro e o insistente quarto, que estreia nesta sexta-feira em Joinville, mas vamos à sinopse.
Uma nova geração na Escola Secundária de Woodsboro vê o massacre como piada. A sobrevivente Sidney Prescott (Neve Campbell) volta para a cidade onde nasceu, e não vê a menor graça nisso. Pelo contrário, a chegada dela começa a desencadear fatos horripilantes envolvendo o elenco original (incluindo David Arquette como o xerife Dewey; e Courteney Cox como a jornalista Gale) sob a direção de Wes Craven. A diferença agora é que as virgens não são poupadas e tudo é registrado em vídeo.

"Eu Sou o Número Quatro"
- GNC GARTEN 3, às 14h15, 16h45, 19h20 e 21h40. 14 anos. Legendado.

Dei risada da primeira vez em que li a sinopse desse filme. Mas mudei de opinião ao ver o trailer e a ficha técnica: o longa adaptado de um best-seller está fazendo uma boa bilheteria no exterior. E o mais bacana, Michael Bay (diretor de "Transformers") assina a produção. Então ok, pelos menos belas imagens estão garantidas nessa ficção sobre um de nove alienígenas. Conhecidos por números, eles vivem como se fossem humanos enquanto fogem do extermínio que ocorre em ordem numérica.

"Rio" inunda os cinemas de cores nesta sexta

07 de abril de 2011 0
"Rio" - GNC GARTEN 1, às 14h, 16h30, 19h e 21h20. Livre. Dublado. GNC GARTEN 6 (3D), às 13h30, 15h40, 17h50 e 20h. Dublado. GNC GARTEN 6 (3D), às 22h. Legendado. GNC MUELLER 1, às 14h, 16h30, 19h e 21h20. Dublado.

O novo projeto de Carlos Saldanha (de "Era do Gelo" e "Robôs") sob a chancela da gigante norte-americana Fox narra a aventura de Blu, uma arara azul criada nos Estados Unidos e que está em busca da única fêmea de sua espécie, Jade. A procura pelo par será no Rio de Janeiro, mostrado numa profusão de cores e de forma tão verossímil que dá a impressão em certos momentos de que você está vendo filmagens da cidade maravilhosa. Mas como toda história de amor, há de se ter algum inconveniente antes do final feliz. O tumulto, nesse caso, é causado por gananciosos traficantes de aves raras que obrigam o casal a fugir. Tudo bem pra ela, que tem espírito livre e coragem de sobra. Mas e ele, que nem sabe o que fazer com as asas? Assista e descubra. Ah, quem preferir assistir a sessão legendada poderá ouvir as vozes de Jesse Eisenberg (como Blu), Rodrigo Santoro (Túlio) e Anne Hathaway (Jade)

Blockbuster espírita e dois filmes soturnos entram em cartaz em Joinville nesta sexta

31 de março de 2011 0
"As Mães de Chico Xavier" - GNC GARTEN 1, às 14h10, 16h40, 19h20 e 21h50. 10 anos. Nacional. GNC MUELLER 1, às 14h, 16h30, 19h e 21h25. 10 anos. Nacional.

Nelson Xavier volta às telas na pele do famoso médium em mais uma promessa de blockbuster espírita. Dessa vez, irá ajudar três mães a superar situações difíceis. O filme foi inspirado em fatos reais, narrados no livro "Por Trás do Véu de Ísis", de Marcel Souto Maior. A expectativa da produção é de superar a bilheteria de "Nosso Lar", que foi de quatro milhões de espectadores. A direção é de Glauber Filho.

"Fúria Sobre Rodas"
- GNC GARTEN 6 (3D), às 15h20, 17h30, 19h50 e 22h. 16 anos. Legendado. GNC MUELLER 3 (3D), às 14h20, 16h50, 19h20 e 21h40. 16 anos. Legendado.

Apertem os cintos, Nicolas Cage ressurgiu das profundezas do inferno (literalmente, no enredo). E com direito a muitas explosões, derrapadas, frases de efeito e na companhia de uma voluptuosa e valente loira de shortinho. Tudo isso em 3D. O ator que não tem tido lá muito sucesso nas últimas escolhas de papéis agora é Milton. O criminoso corre o país com a missão de impedir um culto de magia negra e em busca de vingança e redenção. Ele tem três dias para fazer isso, do contrário, o neto será sacrificado.

"Mistério da Rua Sete"
- GNC GARTEN 3, às 14h45, 17h, 19h10 e 21h10. 12 anos. Legendado.

A população de Detroit simplesmente desaparece após um apagão. Restam apenas três sobreviventes que não se conhecem e precisam descobrir o que aconteceu em meio a uma tensa relação entre luz e escuridão.

Documentário “1951” estreia terça, na Harmonia-Lyra

28 de março de 2011 0

Por Cláudia Morriesen / claudia.morriesen@an.com.br

A memória daqueles dias de festa ainda está presente na vida de muitos joinvilenses. Por isso, o fotógrafo Ebner Gonçalves aproveitou para registrar em um documentário tudo o que ainda se lembra e guarda da comemoração do centenário de Joinville, há 60 anos, quando as ruas da cidade receberam bandeirinhas e desfiles e os salões de festa promoveram bailes por várias noites. O tempo de felicidade e esperança está gravado em “1951”, documentário que estreia terça-feira à noite em uma apresentação especial na Sociedade Harmonia-Lyra.

MAIS: Clique aqui e assista ao trailer do filme.

A primeira sessão do filme será fechada para amigos – muitos deles foram os colaboradores que permitiram que o projeto saísse do papel – e para os entrevistados que ajudaram com suas histórias e depoimentos. Já a curiosidade do público poderá ser saciada na segunda-feira, 4 de abril, quando será projetada uma sessão aberta no Sesc Joinville e em 19 de abril, no Teatro Juarez Machado.

A produção começou em dezembro, quando Ebner decidiu colocar em prática a ideia de dirigir um documentário que explorasse o que ocorreu na época do centenário de Joinville. Com o fim do ano, já não havia mais chance de participar de um edital de apoio à cultura, mas ele não queria esperar.

As captações de imagens e depoimentos foram feitas em pouco mais de dois meses, entre janeiro e fevereiro. O trabalho foi rápido, já que a equipe – encabeçada por Ebner, Muriel Szymczak e Giane Maria de Souza – esperava lançar o documentário no primeiro prazo estipulado. “Algumas imagens importantes acabaram ficando para março e a edição ocorreu em duas semanas. Afinal, a decupagem era feita o tempo todo, logo depois da captação”, conta o diretor. Da mesma forma que a decupagem, a pesquisa histórica também ocorria enquanto os depoimentos eram captados.

No fim, “1951” não é apenas um vídeo sobre o centenário. Os 26 minutos do filme contextualizam a situação política e econômica do País e da cidade na época, analisando como o desenvolvimento influenciva o modo de viver. Por fim, são apresentadas as entrevistas e as imagens das festas do centenário da cidade, fazendo uma análise de 1951 como um divisor de águas – e aproveitando para questionar até onde vai a memória local.

O QUÊ: estreia do documentário “1951”.

QUANDO E ONDE: terça-feira, às 20 horas e nos dias 4 de abril e 19 de abril. Terça, na Sociedade Harmonia-Lyra. Dia 4, no Sesc Joinville e dia 19, no Teatro Juarez Machado.
QUANTO: a estreia é fechada para convidados. Nos outros dias, os valores estão sendo definidos, mas a apresentação deve ser gratuita ou custar R$ 1.
CENSURA: livre.

Imagens da filmagem do documentário