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Posts com a tag "festival"

Presença de Leon Spierer no Femusc é cancelada

04 de janeiro de 2012 0

A 6ª edição do Festival de Música de Santa Catarina teve uma de suas atrações cancelada. Por orientação médica, o violinista Leon Spierer não poderá estar presente no evento em Jaraguá do Sul.

O violinista italiano Simon Bernardini passa a assumir a programação do argentino radicado na Alemanha. Bernardini nasceu em Turim. Já se apresentou por toda a Europa e atualmente é o primeiro maestro convidado da "Orchestre de l'Opéra Comique, de Paris, além de manter agenda para concertos à frente da Orquestra Filarmônica de Luxemburgo e da Orquestra Filarmônica de Monte Carlo, na qual fez a sua estreia como regente.

Ingressos para o Femusc a partir de 17 de janeiro

27 de dezembro de 2011 0

Os participantes do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc) 2012, marcado de 22 de janeiro a 4 de fevereiro em Jaraguá do Sul, já estão definidos. Agora, resta ao público escolher em qual plateia prestigiar o melhor da música erudita.

Uma das atrações especiais do Femusc 2012 é o pianista e maestro João Carlos Martins. O brasileiro é um exemplo de superação. Mesmo tendo sofrido acidentes que tiraram os movimentos das mãos, ele continuou se dedicando à música.

Os ingressos serão gratuitos e podem ser retirados no Centro Cultural da Scar, em Jaraguá do Sul, a partir de 17 de janeiro, com até dois dias de antecedência dos espetáculos (limite de dois ingressos por pessoa).

Confira a programação do 1º Ri Catarina

07 de novembro de 2011 0

A primeira edição do Festival Internacional de Palhaços Ri Catarina, que ocorre de 7 e 13 de novembro, está cheio de opções de espetáculos pelo Estado. Em Florianópolis, a programação será no Teatro Álvaro de Carvalho, no Sesc Prainha, no Teatro da Igrejinha (UFSC) e no Centro Comunitário Morro das Pedras.No interior do estado, ocorre nas unidades do Sesc, em Joinville, Jaraguá do Sul, Itajaí, Criciúma, Tubarão, Laguna, Lages, Chapecó e Joaçaba.

Veja abaixo a programação:

Segunda, 7 de novembro

O Acrobata, no Sesc Criciúma, às 17 horas.
Barrica Poráguabaixo, no Sesc Prainha, em Florianópolis, às 19 horas.
Lançamento do documentário "É Bucha! Os 40 anos do Teatro Biriba", no Sesc Prainha, em Florianópolis, às 20 horas.
Tomate a puro tomate, no Sesc Itajaí - Teatro Municipal, às 20 horas.

Terça, 8 de novembro

O Acrobata, no Sesc Tubarão, às 15 horas.
Tchesco, o Sensacional, no Sesc Criciúma, às 17 horas.
Cinta-Liga/Desliga, no Sesc Prainha, às 19 horas.
Instintos Ocultos, no Sesc Itajaí - Teatro Municipal, às 20 horas.
Tomate a puro tomate, no Sesc Joinville, às 20 horas.

Quarta, 9 de novembro

Tchesco, o Sensacional, no Sesc Tubarão, às 15 horas.
O Acrobata, no Sesc Laguna, às 16h15.
Sobre Tomates, Tamancos e Tesouras, no Sesc Prainha, em Florianópolis, às 19 horas.
Instintos Ocultos, no Sesc Brusque, às 20 horas.

Quinta, 10 de novembro

Bom Apetite, no Teatro Álvaro de Carvalho, às 10 e às 15 horas.
Tchesco, o Sensacional, no Sesc Laguna, às 16h15.
Duas Palhaças, no Sesc Prainha, em Florianópolis, às 19 horas.
Instintos Ocultos, no Sesc Joinville, às 20 horas.
Tomate a puro tomate, no Teatro Álvaro de Carvalho, às 20 horas.
Spirulina em Spathódea, no Sesc Chapecó, às 20 horas.

Sexta, 11 de novembro

Oficina com o palhaço Tomate, no Sesc Prainha, em Florianópolis, das 14 às 18 horas.
Mesa Redonda: comicidade feminina, com mediação do grupo As Marias da Graça, do Rio de Janeiro, às .
As Três Irmãs, no Sesc Prainha, em Florianópolis, às 19 horas.
Spirulina em Spathódea, no Sesc Joaçaba, às 20 horas.
Clov's o Internacionável, no Centro Comunitário Morro das Pedras, às 20 horas.
In Concerto, no Teatro Álvaro de Carvalho, às 20h30.
Cabaret Ri Catarina, no Teatro da Igrejinha da UFSC, às 22 horas.

Sábado, 12 de novembro

Oficina com o palhaço Tomate, no Sesc Prainha, em Florianópolis, das 14 às 18 horas.
Tchesco, o Sensacional, no Centro Comunitário Morro das Pedras, às 16 horas.
O Acrobata, no Sesc Prainha, em Florianópolis, às 19 horas.
Instintos Ocultos, no Teatro Álvaro de Carvalho, às 20h30.
Spirulina em Spathódea, no Sesc Lages, às 20h30.
Cabaret Ri Catarina, no Teatro da Igrejinha da UFSC, às 22 horas.

Domingo, 13 de novembro

Tchesco, o Sensacional, no Teatro Álvaro de Carvalho, em Florianópolis, às 16 horas.
Spirulina em Spathódea, no Sesc Prainha, em Florianópolis, às 18 horas.
De Malas Prontas, no Teatro Álvaro de Carvalho, em Florianópolis, às 20 horas.
Cabaret Ri Catarina, no Teatro da Igrejinha da UFSC, às 22 horas.

Intervenções do Homem Banda

Dia 8
10 e 10h30 - Intervenção de 15 minutos no Centro
14 e 14h30 - Intervenção de 15 minutos no Centro
16 e 16h45 - Intervenções UDESC
18h45 - Intervenção no SESC

Dia 9
10 e 10h30 - Intervenção de 15 minutos no Centro
14 e 14h30 - Intervenção de 15 minutos no Centro
16 e 16h45 - Intervenção na UFSC
18h45 - Intervenção no SESC

Dia 10
10 e 10h30 - Intervenção de 15 minutos no Centro
14 e 14h30 - Intervenção de 15 minutos no Centro
18h45 - Intervenção no SESC
20 horas - Intervenção no TAC

Dia 11
10 e 10h30 - Intervenção de 15 minutos no Centro
14 e 14h30 - Intervenção de 15 minutos no Centro
18h45 - Intervenção no SESC
20 horas - Intervenção no TAC
21h45 - no teatro da Igrejinha da UFSC

Dia 12
10 e 10h30 - Intervenção de 15 minutos no Centro
18h45 - Intervenção no SESC
20h15 - Intervenção no TAC
21h45 - no teatro da Igrejinha da UFSC

Dia 13
15h45 - Intervenção no TAC
18h45 - Intervenção no SESC
19h30 - Intervenção no TAC
21h45 - no teatro da Igrejinha da UFSC

Para mais informações sobre a programação e os espetáculos, acesse: http://ricatarina.blogspot.com

O teatro e a crítica - experiências no Cena 8

14 de agosto de 2011 0

Alunos do curso de jornalismo do Ielusc estão provando a experiências de críticos de teatro. A motivação veio a partir de uma oficina com o jornalista e crítico Marco Vasques. O Anexo vai acompanhar o Cena 8 e, sempre que puder, incentivar a publicação dessas críticas. Infelizmente, não há espaço para todas, mas como a internet é vasta, vocês podem conferir todos os trabalhos que nos foram enviados.

Espetáculo "Alheamento"

Espetáculo “Alheamento", por Jéssica Michels

“Porque nós não éramos ninguém. Nem mesmo éramos alguma coisa”. Apenas duas frases que mostram parte da prosa poética da obra de Fernando Pessoa. O texto “Na floresta do Alheamento”, do Livro do Desassossego, ainda é um enigma da literatura.  E o grupo Cia. Vai! se apropria deste mistério e apresenta a dramatização repassando a pesquisa e a experiência  para o público. É subjetivo. Cada um interpreta e entende de acordo com as suas referências. E parece essa ser a proposta do diretor. Se o objetivo era conceber um espetáculo teatral por meio de um texto poético, que sugere inúmeras leituras e interpretações, é com profissionalismo e paixão que a Cia.Vai! desenvolve isso no palco. E o caráter poético e dramático do texto de Fernando Pessoa está impregnado na montagem. Todos os elementos cênicos trabalham em função desta poética. A iluminação, a trilha sonora, o figurino, o cenário e objetos apresentados no palco e, principalmente, os atores.  E é exatamente esse conjunto que forma a dramaturgia do espetáculo “Alheamento”.  Contudo, percebe-se a nítida necessidade de uma aproximação do espetáculo com a plateia, para que o mesmo atinja a sua força latente.

Espetáculo "Jurupari", com Paulo Freire

“Jurupari”, por James Klaus

Jurupari, personagem central da peça homônima, corre os recônditos do Brasil imaginário do ator e diretor Paulo Freire para encontrar uma esposa, quando se depara com as mais inusitadas e cômicas situações, como cavalgar no lombo de um Tatu pelo centro da terra, testemunhar como se deu o povoamento da superfície do planeta e travar contato com  diversos personagens mitológicos. A identificação entre o músico-contador de histórias e a plateia é imediata. Em aproximadamente uma hora de espetáculo, Paulo Freire dominou a lotada sala de teatro do SESC. Prato cheio para público que curtiu as animadas paródias e metáforas da peça. “Jurupari” é uma boa pedida para pais e filhos, pois o ritmo frenético e bem humorado da peça infantil prende a atenção e induz ao riso solto. Paulo Freire domina a arte da contação de históira e tem em mãos um espetáculo para todas as idades. A peça fica em Santa Catarina até 26 de agosto, circulando por Barra Velha e Jaraguá do Sul.

"Espaço Outro", da Acruel Companhia, de Curitiba

" Espaço Outro", por Edinei Kop

Cada espetáculo é único!, já dizia o dramaturgo Antonin Artaud. E foi com iluminação natural (um sol escaldante) que a Praça da Bandeira tornou-se cenário para o espetáculo Espaço Outro da Acruel Companhia, de Curitiba. A peça, convidativa, busca a interação e a exploração de sentimentos e sentidos do público que assiste pequenos atos de dentro de uma caixa acrílica. Em aproximadamente 35 minutos, o espetáculo instiga olhos, ouvidos, coração e o corpo como um todo. Uma narração dentro da caixa dá as coordenadas para as aparições dos atores. A praça, bancos e árvores tornam-se cenário da realidade, uma imitação do cotidiano. Cores diferentes, presentes no vestuário simples dos atores, definem as cenas como trocas de estação. O vermelho ácido e borbulhante do amor; o azul frio das lágrimas; o amarelo enérgico da música; as semelhanças, diferenças e loucuras do roxo e do verde; e a renovação do branco. A dramaturgia da peça esbarra no espanto, na curiosidade, nas graças, ações inesperadas e em certa confusão. Provoca acreditar naquilo como uma realidade, como simples histórias individualizadas de pessoas que caminham pelas ruas. Entretanto, mesmo com fones de ouvido, por vezes, os atores não conseguem acompanhar o diálogo da gravação. Alguns objetos também não fazem sentido no criado pelo grupo, como um vaso carregado por uma atriz durante certa apresentação musical. Enfim, o que compensa as pequenas falhas é a vontade e disposição dos atores que terminam a peça com o corpo tomado pelo suor.

"Espaço Outro", por Francine Ribeiro

Foram exatamente 33 minutos de espetáculo. Uma grande caixa de acrílico transparente, localizada em meio a Praça da Bandeira - centro de Joinville - abrigou os expectadores. Acruel Companhia de Teatro de Curitiba trouxe ao público mais de dez atores que encenaram fatos cotidianos. Uma narração indicava para onde se deveria olhar. No chão, as coordenadas guiavam as instruções dadas. Não foi necessário um grande cenário para compor as histórias: o lugar comum era responsável por dar aspectos reais à encenação. As cores do figurino também procuravam transmitir mensagens. O vermelho, o azul, o amarelo, o roxo, o verde e finalmente o branco, retrataram os conflitos, os amores, os desejos e as festas. No elenco, artistas jovens. Alguns se demonstravam mais intensos em suas interpretações, outros menos. Para quem estava dentro da caixa, tudo fazia sentido. Sorrisos e comentários surgiam entre uma cena e outra. Para quem estava apenas circulando pela praça, do lado de fora, os olhares eram atentos e de estranhamento. Ao final, diferentes mensagens foram escritas nas paredes do local onde o público estava. Mesmo debaixo de um sol torrencial – até desconfortável - a maioria permaneceu até o final da apresentação, que demonstrou a importância de um pequeno gesto: em volta de nós acontecem muitas coisas, é só aguçarmos o nosso olhar. O espetáculo se apropria da vida, da rua e, também, inverte, de algum modo

"Espaço Outro", por Jackson Amorim

Espaço Outro é uma peça de teatro apresentada pela ACRUEL COMPANHIA.  O público é convidado a entrar em uma grande caixa de acrílico transparente onde uma narração em Off orienta nosso olhar. As cenas acontecem fora, espalhadas pela praça. A poesia do cotidiano não acontece e o espetáculo nos parece um acúmulo de desencontros cênicos. Imaginem no meio da praça um grupo de pessoas dentro de uma caixa de acrílico transparente, nós observamos o fora, e somos observados enquanto estamos dentro. A idéia é interessante mas a metáfora é obvia. Há uma tensão para o que pode acontece, mas o teatro, a teatralidade não acontece. A voz em Off de  dentro da caixa acrílica tenta direcionar nosso olhar, dizendo-nos  para olharmos para uma das direções. Daí as cenas surgem: um grupo de pessoas festejando,  um homem  lendo um livro, uma  mulher chorando, uma briga, uma festa. Tudo ocorre tão distante que o olhar o espaço do outro se torna impossível. Nosso olhar se perde. Apenas observamos algo que não nos toca e uma sucessão de pieguice que tentam nos colocar em estados emocionais  e  perceptivos. Mas nada acontece, a não ser o sol que queima nosso rosto, este sim deu o ar de sua graça. O espetáculo então, perde sua força latente. Que mistério é esse que faz com que eu não embarque na viagem desse espetáculo e resolva sair de dentro da tal caixa de acrílico?  Bom, Não existe mistério nenhum: o mistério é que foram infelizes em sua criação, é preciso repensar, construir uma dramaturgia tanto textual quanto corporal que permitam dizer algo, um corpo que permita expressar e que tenha conexão com o que se apresenta juntamente com a voz em Off dentro da caixa.  A idéia da estrutura de acrílico é interessante, porém ela não se sustenta devido a má construção textual e as desconecções com o mundo proposto, isto é, o mundo do outro, o espaço do outro, o olhar o outro e o olhar de outro modo. O espaço outro deveria nos transportar para espaços-outros, espaços de memória, espaços de re-significação, gerar territórios, lugares e acontecimentos. Habitar esses acontecimentos não para substituir algo que queira expressar, mas para misturar-se a própria expressão. E isso não acontece.

Espetáculo "Passport"


" Passport " por Karol Meier

Intenso. É o que se pode dizer do espetáculo Passport. Tudo acontece em alguma cidade, algum país esquecido. A peça é uma adaptação da dramaturgia homônima escrita pelo venezuelano Gustavo Ott, em 1988. Foi à cena pela primeira vez no mês de outubro de 1991, em Madri. E no ano de 2001, chega a Joinville sob direção de Samuel Kühn, com assitência de Maikon Jean Duarte. Tempo, mudanças e evolução. É a cidade que não é mais a mesma; é a incomunicabilidade; é a interpretação diferente de vários lugares sobre um documento; é a perda da referencialidade simbólica. Estas são cenas vividas pelos três personagens ( um sargento, um soldado e um cidadão). Gustavo Ott mostra em sua peça o imprevisível e uma mistura de sentimentos. Todos os elementos cênicos trabalham em harmonia. A iluminação, assinada por Flavio Andrade e a trilha sonora, por Leandro Pedrotti Coradini, se integram à cenografia, gerando em alguns momentos sensações de tensão e noutros também de alívio.  Sentidos esses, que aproximam o público da obra. Passport é um espetáculo que surpreende pela sua construção e pela forma sensível que nos chega.

Bolshoi abre as portas em pleno Festival de Dança

20 de julho de 2011 0

A Escola de Teatro Bolshoi no Brasil abre as portas durante o Festival de Dança. Quem quiser conhecer a estrutura e o funcionamento da única filial fora da Rússia pode visitar a escola e receber a atenção de um monitor que mostra o trabalho desenvolvido pela instituição e conta um pouco de sua história. As visitas ocorrem às 10h30, 11h30, 14h30 e 16h30, e precisam ser agendados pelo (47) 3422-4070 ou diretamente na recepção do Bolshoi. Cada pessoa paga R$ 3. Estudantes tem direito à meia-entrada e idosos não pagam. Avenida José Vieira, 315, América.

Informações: escolabolshoi@escolabolshoi.com.br.

Ingressos para o Rock in Rio à venda a partir de terça

21 de março de 2011 0
O banco Itaú disponibilizará venda antecipada de ingressos para o Rock in Rio com desconto de 15% de terça até 22 de abril em www.ingresso.com.br. A edição de 2011 do festival será de 23 de setembro e 2 de outubro, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A lista de nomes já confirmados inclui artistas como Elton John, Katy Perry, Rihanna, Red Hot Chili Peppers, Coldplay, Snow Patrol, Metallica, Motörhead, Slipknot, Shakira e Lenny Kravitz.

Festival Joinville em Paz reúne Heloísa Ros, PG e Ministério Frequência

10 de março de 2011 1
Os fãs de música gospel de Joinville terão um novo espaço para curtir as novidades da música evangélica nacional: sexta-feira ocorre a primeira edição do festival Joinville em Paz, evento que deve trazer à cidade artistas e bandas nacionais. A noite será aberta pelo grupo joinvilense Ministério Frequência, seguidos pela cantora Heloísa Rosa e pelo cantor PG, ex-Oficina G3. A previsão é que outras quatro edições ocorram durante o ano, sempre no Recanto da Paz, no bairro Itinga.
As apresentações começam às 18h30, com o Ministério Frequência. O Recanto da Paz tem capacidade para pelo menos 3,5 mil pessoas na área de eventos – o local já virou o destino mais comum das festas de música gospel. A próxima edição de Joinville em Paz já está confirmada: será em 14 de maio e terá a presença de duas bandas locais (Ministério Amados e Identidade Suprema) com o show da banda paulista Rosa de Saron.

O quê: Joinville em Paz.

Quando: sexta-feira, a partir das 18h30.
Onde: Recanto da Paz, na rua Waldomiro José Borges, 4.911, Itinga, Joinville.
Quanto: ingressos a R$ 25 (terceiro lote), na loja Graves e Agudos e na Loja da Bíblia.
Censura: livre.
Informações: (47) 3027-6320 ou 9918-9868.