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Posts com a tag "filme"

Titanic volta aos cinemas 15 anos depois

04 de abril de 2012 2

"Titanic" estreou em 1997. Parece que foi ontem, mas lá se vão 15 anos. Neste tempo muita coisa mudou na indústria cinematográfica e na vida de quem viu o drama. Já que a versão 3D e remasterizada vai estrear nesta sexta-feira, vamos aproveitar a nostalgia para relembrar: você foi assistir ao filme na época em que ele estreou? Gosta até hoje dele? Tem alguma memória bacana para contar desse momento? Compartilhe a sua história pra gente.

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Confira o que vai passar na TV a cabo nesta quinta

20 de julho de 2011 0

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Fala, Woody Allen, fala

16 de junho de 2011 0
Cinéfilo que se preze não resiste a uma página de jornal recheada de letrinhas proferidas por Woody Allen. Na equipe do "Anexo" não é diferente. Publicaremos uma na página 9 da edição de sexta. Mas como ela não coube inteira na versão impressa, segue na íntegra abaixo para os admiradores do cineasta.

"Toda época tem seu encanto, sua capacidade de se renovar"
LUIZ CARLOS MERTEN / AGÊNCIA ESTADO
Durante o Festival de Cannes, Woody Allen falou sobre seu filme "Meia-Noite em Paris". Sucesso de público e crítica em Cannes, o novo Allen, em cartaz somente na Capital, certamente para seduzir os fãs do ator, diretor e roteirista (autor completo), porque se trata de um de seus trabalhos mais encantadores. Allen reabre a vertente de "A Rosa Púrpura do Cairo" e de "Simplesmente Alice" em sua carreira. Deixa entrar o maravilhoso.
A primeira vez em Paris a gente não esquece. A sua, em 1964, como foi?
Woody Allen - Há quase 50 anos eu era bem mais jovem e certamente muito mais impressionável. Havia sido contratado para escrever e interpretar "O que É que Há, Gatinha?". O filme virou um cult da tendência Swinging London, refletindo na tela as transformações que estavam ocorrendo, principalmente em relação ao comportamento sexual. Eu era o cara ideal paras escrever "What's New, Pussycat?". É a história de um paciente atraído por todas as mulheres do mundo e sua relação com a psicanálise. Peter Sellers fazia o analista, imagine só. Conheci Peter O'Toole, Ursula Andress, Romy Schneider. De repente, eu, um jovem de Nova York, cheio daquelas ideias que a literatura me dera sobre Paris estava sendo transportado para outro mundo. Mas a experiência talvez seja mais divertida na tela. Produção, direção, foi tudo muito caótico. A mídia não desgrudava da gente. Não é a minha melhor lembrança de cinema nem de Paris.
Com "Meia-Noite em Paris", você reabre uma vertente de sua carreira, abre uma janela para o maravilhoso. É a trilha de "A Rosa Púrpura do Cairo", um de seus clássicos, e "Simplesmente Alice", que me encanta, mas não obteve a mesma consagração.
Woody Allen - Eu, às vezes, me angustio porque filmes de que gosto muito não são tão bem recebidos. Raramente me pergunto onde foi que errei, acho sempre que é um problema de sintonia. Mas gosto que você goste da minha Alice. Essa vertente do maravilhoso, como você diz, me atrai porque é, óbvio, o cinema tem um aspecto de sonho. Já disse que o título de "Meia-Noite em Paris" me veio antes da história. O que pode ocorrer à meia-noite numa cidade tão mágica como Paris? O próprio título me liberava para sonhar e viajei à Paris que moldou meu imaginário, as dos grandes escritores e artistas. Hemingway, Fitzgerald e Zeldas, Buñuel. Poderia ter calcado o filme em outros escritores, mas preferi os que povoam o imaginário de todo o mundo. O desafio era escrever frases curtas, sintéticas, como Hemingway.
Seu personagem, interpretado por Owen Wilson, acredita que Paris, nos anos 20, foi a melhor época de todas. Você concorda?
Woody Allen - Oh, é um ponto de partida. Sem dúvida que aquela época foi fundamental. Marcou um turning point na literatura e no cinema do século 20. Uma época de grandes mudanças estéticas. O mundo saía de uma grande guerra, todos queriam mudar. Mas toda época tem seu encanto, sua capacidade de se renovar. Nós é que, às vezes, ficamos enferrujados e não prestamos atenção.
Owen é, para mim, seu melhor alter ego na tela. ê um andarilho. Você também caminha muito?
Woody Allen -Em Paris, em Nova York, sim, gosto muito de caminhar. E obrigado por Owen. Ele me mimetizou sem que eu ficasse cobrando. O personagem sai pela noite, caminhando. Eu caminho de dia. Se não me preocupo em me disfarçar, passo perfeitamente despercebido. A inspiração me vem enquanto caminho. Situações, diálogos. Tudo fica mais fácil.
Por onde gosta de caminhar?
Woody Allen - Os Champs Elysées são ótimos, mas estão sempre muito cheio de turistas. Gosto dos parques, Tuilleiries, Luxemburgo.
Onde você se hospeda?
Woody Allen - Gosto de ficar no Ritz, mas, em geral, são temporadas curtas. Desta vez, as temporada foi longa, estava com a família. Soon-yi fazia questão de uma cozinha para as crianças. Ficamos no Bristol, mas a Place Vendôme (onde fica o Ritz) me fez falta.
Comer bem em Paris...
Woody Allen - Ah, você não precisa ir aos grandes restaurantes, que Paris tem. Há centenas, milhares de bistrôs que são aconchegantes. É uma cidade na qual se come muito bem. Um dos prazeres é comer num desses lugares simpáticos que você encontra por acaso.
E os cinemas de arte-ensaio?
Woody Allen - Nova York se orgulha de ser cosmopolita e ter cinemas alternativos, mas Paris é a capital da cinefilia. Um dia vou vir para cá só para rever na tela grande os filmes clássicos que fizeram e ainda fazem minha cabeça.

"Rio" é repleto de clichês, mas é um bom desenho

09 de abril de 2011 0
Ok, "Rio" realmente é a sopa de clichê q dizem por aí, com direito a Carnaval, pessoas dançando pelas ruas, partida entre Brasil e Argentina, macacos ladrões, e muito, MUITO verde e amarelo. Como se esses elementos fossem obrigatórios e rotineiros na vida do carioca. Abstraindo isso, você terá uma animação bonitinha e bem feita. E as agências de turismo deveriam ter contribuído com a produção de Carlos Saldanha, pois você sai do cinema com vontade de estar na cidade maravilhosa.

"Rio" inunda os cinemas de cores nesta sexta

07 de abril de 2011 0
"Rio" - GNC GARTEN 1, às 14h, 16h30, 19h e 21h20. Livre. Dublado. GNC GARTEN 6 (3D), às 13h30, 15h40, 17h50 e 20h. Dublado. GNC GARTEN 6 (3D), às 22h. Legendado. GNC MUELLER 1, às 14h, 16h30, 19h e 21h20. Dublado.

O novo projeto de Carlos Saldanha (de "Era do Gelo" e "Robôs") sob a chancela da gigante norte-americana Fox narra a aventura de Blu, uma arara azul criada nos Estados Unidos e que está em busca da única fêmea de sua espécie, Jade. A procura pelo par será no Rio de Janeiro, mostrado numa profusão de cores e de forma tão verossímil que dá a impressão em certos momentos de que você está vendo filmagens da cidade maravilhosa. Mas como toda história de amor, há de se ter algum inconveniente antes do final feliz. O tumulto, nesse caso, é causado por gananciosos traficantes de aves raras que obrigam o casal a fugir. Tudo bem pra ela, que tem espírito livre e coragem de sobra. Mas e ele, que nem sabe o que fazer com as asas? Assista e descubra. Ah, quem preferir assistir a sessão legendada poderá ouvir as vozes de Jesse Eisenberg (como Blu), Rodrigo Santoro (Túlio) e Anne Hathaway (Jade)