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DJ Hardwell é o rei da Eletronic Dance Music e fez show empolgante no Arena One

04 de janeiro de 2015 2
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Magro, pálido e aparentemente tímido, o holandês Robbert van de Corput, 26 anos, é um improvável pop star quando se olha para ele fora dos palcos. À frente de uma cabine de som ele é outro: muito maior e carismático, um rei para a atual EDM, popular sigla para Eletronic Dance Music. É o empolgadíssimo DJ Hardwell, o melhor DJ do mundo – título conquistado pela segunda vez consecutiva e concedido pela conceituada publicação inglesa DJ Mag. No sábado (3) ele aterrissou em Santa Catarina e apresentou primeiro em Florianópolis e depois em Balneário Camboriú a turnê Go Hardwell or Go Home.

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Na Capital ele foi a segunda atração do projeto Arena One, que teve apresentação empolgante do DJ David Guetta na última sexta no antigo Parque Planeta, Norte da Ilha. Hardwell reuniu bem menos público que Guetta (13 mil pessoas na sexta), mas as 7 mil pessoas que prestigiaram o holandês eram com certeza bons conhecedores do gênero eletrônico. Impressionante o número de fãs do DJ em Florianópolis.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Ele saiu de Recife ainda no final da tarde de sábado em um avião fretado e desembarcou em Florianópolis à 0h49 da madrugada. Do aeroporto até o Arena One ele seguiu num carro escoltado, e quando chegou, às 1h45 da madrugada, não transpareceu nenhum cansaço e até tirou fotos com duas fãs que o contataram previamente por email.

Exatamente às 2h, como previsto, assumiu a pick up. Até o mais duro coração em relação à EDM amolece com a honestidade da performance, o som pesado e cheio de vigor de Hardwell.

Na pista VIP as Hardwellnetes suspiravam: “Ah, ele é lindo!” “Nossa, ele é mesmo muito bom!”.

_ As músicas do set dele são boas, não repetem e ele não imita outros DJs _ diz a gaúcha Patricia Lampesi Santos, 28 anos, fã do holandês.

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As mãos de Hardwell são um detalhe importante na performance. É como um maestro: em todas as músicas ele gesticula muito, bate palmas, levanta os braços, pula, canta as letras. É como se olhasse nos olhos do público que, por sua vez, sente-se na obrigação de devolver a confiança com empolgação.

O set de Hardwell lembrou o de grandes festivais de música eletrônica, frenético, pesado, com pressão, e incluiu hits como Spaceman, Under Control e outros.

 

_ As músicas podem ser decoradas com facilidade e tem ainda o feeling dele. O Hardwell tem um estilo único _ opina outro fã, o paulista Luiz Carlos Correia de Oliveira, 23 anos.

Hardwell tocou extamente uma hora e meia e encerrou com um remix bem brasileiro, funkeado, que incluiu até vocais do funk Morro do Dendê, do MC Cidinho e Doca. Às 3h30 se despediu de Florianópolis e partiu direto para Camboriú, onde se apresentou no Green Valley para cerca de 12 mil pessoas.

Comentários (2)

  • Rafael Lopes diz: 4 de janeiro de 2015

    Noite Memorável e épica!!! Ficou marcado na Capital de Musica Eletrônica do Brasil!!! Go Floripa!!!

  • Ricardo diz: 5 de janeiro de 2015

    Escutei alguns sets desse DJ no youtube e não vi nada demais. Alias ele estragou muitas músicas. Assim como Luan Santana e transgeneros, ele tem apenas um excelente marketeiro. Eta povinho facil de se enganar.

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