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Posts na categoria "balada"

Baile do Presidente lota P12 Parador, em Jurerê Internacional

05 de janeiro de 2015 1

Foto: Léo Cardoso

Por: Julia Ayres
julia.vieira@rbsonline.com.br

Uma festa que parece saída do imaginário de um menino que quer ser jogador de futebol. Assim é o Baile do Presidente, evento promovido por Ronaldinho Gaúcho e que entrou no calendário de verão do P12 Parador e de Florianópolis. Uma profusão de mulheres bonitas, jogadores, cantores e a nata da cidade se reuniram neste domingo no mesmo ambiente com José Cuervos, Absoluts e Johnnie Walkers que piscavam e se sobressaiam no mar de gente. Tudo isso ao som de funk, eletrônico e pop.

A opulência da festa já podia ser vista a quilômetros de distância do parador em Jurerê Internacional. Carrões enfileirados e flanelinhas abanando notas de 50 e 100 reais. Do lado de dentro, a ostentação continuava com os bonés-mimo de R$ 100, mas também dava lugar aos que queriam apenas dançar até tarde. Na pista, um punhado de animados já segurava um lugar desde cedo e mostrava para que veio: rasteirinhas no pé e roupas confortáveis para se esbaldar ao som de Naldo, MC K9 e Buchecha. Na ‘varanda’, os jogadores paravam a cada dois passos para selfies, cumprimentos e beijinhos no rosto de fãs. André Santos, do Flamengo, Dida, do Internacional, Julio Baptista, do Cruzeiro, eram alguns dos requisitados. Aqui, as rasteirinhas davam lugar aos saltos altos, roupa justa e muito músculo à mostra.

Foto: Léo Cardoso

Mesmo que os dois públicos parecessem quase antagônicos no início da festa, foi só MC K9 subir ao palco, às 20h, que eles se fundiram. A área da pista lotou de mãos para o alto e pequenos grupos que dançavam quase que enfeitiçados. O MC preferiu um repertório repleto de clássicos do funk: Malha funk, Bonde do Tigrão, Hoje eu quero trair e Louquinha, que levou o público ao delírio. A participação especial ficou a cargo do vencedor do primeiro BBB, Kleber Bambam, que deu uma palhinha com “Ela é top”.

Foto: Léo Cardoso

Mc K9 abriu os trabalhos do Funk no P12

Às 21h, foi a vez de Naldo colocar o público para dançar com funks, pop e hip-hop. O cantor pouco cantou músicas próprias, o que ele queria mesmo era empolgar o público e colocar todo mundo para pular. Mas claro, “Amor de Chocolate” foi a mais esperada e a mais reverenciada quando tocou. Aquelas características batidas iniciais foram o suficiente para que não sobrasse espaço na pista de dança e que o camarote lotasse de uma maneira impressionante.

Naldo Benny colocou todo mundo para dançar

Naldo Benny colocou todo mundo para dançar

E quem estava no camarote, aliás, foram os únicos que puderam ver outra presença ilustre da festa: o ‘papai’ MC Catra. Ele ficou os shows inteiros perto do palco tirando selfies e sorrindo simpático para todos que gritavam: “o papai chegou, o papai chegou”. Tudo devidamente registrado no Instagram do cantor de pagode Mumuzinho, um dos organizadores da festa.

A selfie de Cléber Bambam com Mr. Catra

A selfie de Cléber Bambam com Mr. Catra

"Uh, Papai Chegou!"

“Uh, Papai Chegou!”

Uma hora depois, o ritmo forte das batidas dos dois primeiros cantores foi substituído por um mais light, mais sutil. Buchecha fechou à noite do Baile do Presidente com uma setlist que mostrou um pouco de seus quase 20 anos de carreira. Os hits mais atuais como Conquista e Hot Dog dividiram espaço com “Fico assim sem você”.

Sempre simpático e receptivo, Bochecha recebeu a reportagem no camarim

Sempre simpático e receptivo, Bochecha recebeu a reportagem no camarim

Chegava ao fim uma das festas mais intensas de Florianópolis. Agora só restava aos frequentadores guardarem os bonés – sem aba reta – do Baile do Presidente e esperarem a próxima edição no ano que vem.

 

Bruna Marquezine e Daniel Rocha curtem Réveillon em Jurerê Internacional

01 de janeiro de 2015 11
Bruna Marquezine cobre o rosto para não ser fotografada no Café de la Musique. Foto: Marco Favero / Agência RBS

Bruna Marquezine cobre o rosto para não ser fotografada no Café de la Musique. Foto: Marco Favero / Agência RBS

Por Carol Macário

O Réveillon de Jurerê Internacional já não é todo o glamour de outros tempos, quando reunia celebridades internacionais ou astros de Hollywood, mas ainda converge alguma sofisticação, ricos, famosos brasileiros (e aspirantes à fama!) que celebram a virada de ano com banho de champanhe de R$ 3 mil a garrafa. O balneário chique do Norte da Ilha sediou três dos eventos mais refinados na região nas badaladas casas Café de la Musique, Taikô e P12.

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Como já era esperado, a atriz Bruna Marquezine, hóspede no bairro, curtiu a festa no Café de la Musique. Preferiu ficar confinada num camarote apertado do que circular pela festa. Pouco antes da meia-noite saiu para assistir à queima de fogos e pular sete ondas. Voltou em seguida, de cabeça baixa e sem sorrir, acompanhada de amigas. Sem deixar escorrer nem uma gota de simpatia tapou o rosto para não ser fotografada. Ah, sim! Mulherada, o modelo Marlon Teixeira não estava com ela. Mas, de acordo com o site Ego, Marlon e Bruna se encontraram depois da festa e ficaram juntos, em Jurerê.

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O ator Daniel Rocha (intérprete de João Lucas, filho do Comendador na novela Império, da TV Globo), ao contrário, distribuiu abraços para as moças mais afoitas, sorriu para selfies forçadas com fãs e curtiu o Réveillon dançando.

_ É a quarta vez que passo o Ano Novo em Florianópolis, eu adoro! Nem sempre dá tempo para curtir a cidade além das festas porque não tenho muitas folgas _ disse ele.

No mesmo camarote dos globais estavam outros famosos: a modelo Fernanda Motta, habitué da casa, a top model Alessandra Ambrósio, empresários paulistas, o medalhista olímpico de natação Thiago Pereira. Kleber Bambam (ex-Big Brother Brasil), os atores Caique Brito, Theodoro Cochrane (ator e filho de Marília Gabriela) e Lui Mendes – este frequentador assíduo das festas de Florianópolis – também deram o ar da graça, além da penca de modelos, gringos e ricaços de outros estados.

Das badaladas festas de réveillon de Jurerê, a do Café de la Musique foi a mais sofisticada, num clima de muito brilho, champanhe e salto alto. Os camarotes eram divididos em bangalôs, mesas e piscinas (quadrados num degrau abaixo do piso com bancos e mesas). Cada um já vinha com três espumantes e duas vodkas (o valor total dessas bebidas é de aproximadamente R$ 9 mil).

Todo o refinamento, no entanto, não deu conta de blindar o calor e o suor. O espaço ficou superlotado e o deslocamento entre um lado e outro era praticamente impossível.

Festa dentro e fora dos beach clubs

O Taikô, beach club de Jurerê pioneiro em fazer festas badaladas de Réveillon (o primeiro foi há 13 anos), promoveu um evento mais descontraído e bem menos pomposo. Bem menos, apesar de ser o único do bairro a oferecer a marca de champanhe francesa Veuve Clicquot no open bar (imagine que na festa tinha até um “champanhe truck”). Não tinha atores globais ou muito famosos entre os convidados e pagantes. O público era bem mais diversificado e muitas mulheres arriscaram até uma rasteirinha em vez de saltos altíssimos e brilho.

 

Réveillon no Taikô. Foto: Marco Favero / Agência RBS

Réveillon no Taikô. Foto: Marco Favero / Agência RBS

Faltando uma hora para a virada, ingressos masculinos ainda podiam ser comprados por R$ 2 mil cada.

Por que vale a pena o investimento?

_ É simplesmente o melhor Réveillon do Brasil. não dá para explicar, tem a ver com o astral da cidade, a energia das pessoas _ respondeu o administrador paulista Alexandre Cardoso, 31 anos, já levemente embalado pelo álcool do champanhe.

Mas além da festa do lado de dentro do beach club, a celebração ocorreu também do lado de fora, tanto no estacionamento como na beira da praia. Na areia, aliás, a comemoração foi profissional, apesar de não oficial. Exatamente do outro lado do gradil que separava o universo dos ricos, bem em frente ao Taikô, grupos de amigos e famílias montaram barracas. Algumas tinham até balões e tochas. Dois mundos aproveitando o mesmo céu, a mesma lua, a mesma música, só que pagando preços um tanto diferentes.

No estacionamento, moradores da Capital animados estacionaram seus carros populares ao lado dos importados, abriram o porta molas e curtiram música popular brasileira, bem alto, contrariando a lógica da música eletrônica.

Foi a balada com maior número de beijo na boca por metro quadrado.

Balada forte no P12

O parador de praia P12 foi de longe o que promoveu a balada mais forte e eclética. Reinou, claro, a música eletrônica, e em duas cabines diferentes: uma dedicada à vertente underground do gênero e outra ao mainstream.  Foi a festa menos entediante: além de música, comida e bebida à vontade,  malabaristas faziam acrobacias em tecidos pendurados no teto e performances no meio das pistas.

Réveillon no P12. Foto: Marco Favero / Agência RBS

Réveillon no P12. Foto: Marco Favero / Agência RBS

Por volta das 2h da madrugada os festeiros mais fracos já estavam dormindo nos sofás, de boca aberta.  Mas a maioria ainda tinha pique para ir até o amanhecer e a multidão de solteiros estava bem disposta a sair do zero a zero.

Menos mal que ano novo comece assim: com a alegria dos festeiros e a paixão à primeira vista das paqueras de balada.

O enigmático Deadmau5 e sua passagem por Florianópolos

31 de dezembro de 2014 1

 

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Não, o trânsito não atrapalhou. A casa lotou. Mas a sensação é de que o público chegou espaçadamente. Até umas 23h30min, chegaram os locais, manezinhos e agregados da Grande Floripa, sábios de que numa terça de verão, entre o Natal e o Ano Novo, alcançar o estacionamento do Devassa On Stage e parar o carro logo ali nas primeiras vagas, perto das cancelas, é para os fortes.

Os turistas foram chegando depois, de modo que a 1h, quando pontualmente Deadmau5 subiu ao palco, a pista do Devassa On Stage estava lotada.

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O cara é enigmático.  O adereço de mouse, a iluminação sombria, os beats pesados logo no primeiro minuto. Tudo cria um clima de mistério e endeusamento em torno de Deadmau5. O público delira e o reverencia.

A estratégia de marketing do atual número 16 do mundo é bem-sucedida. Deadmau5 quase não mostra o rosto. Quando tira a máscara de rato, a iluminação fica praticamente nula e ele ainda usa um boné. Simplesmente não dá pra ver seu rosto. O DJ também não  costuma conceder entrevistas, faz poucas apresentações e evita grandes festivais. Foi inflexível sobre o horário de subir ao palco.O Dj local Zabot foi avisado cinco minutos antes da 1h que deveria deixar o palco. Uma hora ainda tocava, quando a equipe de produção entrou no palco e começou a tirar a mesa do DJ para trazer a de Deadmau5. 

 

O produtor musical canadense, nascido Joel Thomas Zimmerman, aposta na vertente electro e progressive house. O set foca no seu álbum de 2014, While, que contém os singles Avaritia e Seeya.

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Deadmau5 tocou por exatas uma hora e trinta minutos. Mandou bem, mas não foi explosivo. Na maior parte da apresentação, não acelerou. E o público por vezes pediu: vai, Deadmau5. Mas não. Ele ficou numa monotonia meditativa, que deu sono em certo momento, a ponto do público se entreter com um drone que voou sobre as pessoas, registrando imagens do Devassa lotado.

Mas Life is a Loop entrou às 2h30min e, aí sim, a noite ferveu. Depois de Floripa, Deadmau5 voou até Balneário Camboriú e se apresentou na mesma noite no Music Park de lá.

 

Badalada festa Pré-Réveillon Prainha Xanahi é embargada meia hora antes de começar

30 de dezembro de 2014 4

Acontece nas melhores famílias. E nas festas mais chiques, tradicionais e badaladas. Quem chegava por terra ao evento de Pré-Réveillon Prainha Xanahi, em Governador Celso Ramos, estranhava o exagero de quatro viaturas da Polícia Militar estacionadas em frente à entrada. Sete policiais que estavam por acaso na cidade (alguns vieram do Oeste do Estado para fazer um curso na Capital) foram chamados para ajudar no embargo da festa. Às 22h30 de segunda (29), meia hora antes do horário previsto, a PM fechou as portas alegando que o evento não tinha alvará da prefeitura e do Corpo de Bombeiros. A negociação durou quatro horas e somente às 2h30 da madrugada, quando a maior parte do público já havia dispersado, foi oficializado o cancelamento.

Festa foi cancelada oficialmente às 2h30 da madrugada. Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

Festa foi cancelada oficialmente às 2h30 da madrugada. Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

História de novela. Ou primeiro fiasco da temporada. O Pré-Réveillon Prainha Xanahi ocorre há oito anos na bucólica Prainha, próxima à Armação da Piedade, a cerca de 40 km de Florianópolis. Exatamente por isso a consternação do público habitué diante da falta de documentos e licenças necessárias.

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Em nota na página oficial no Facebook, a organização postou às 3h30 da madrugada de terça que “foi surpreendida às 23h com uma intervenção da PM, que impediu o acesso do público, alegando irregularidades.” Ainda segundo a organização, a estrutura estava montada e todas as formalidades providenciadas, inclusive licença policial expedida pela Delegacia da Polícia Civil especializada em jogos e diversões, após analisar os documentos exigidos e entregues.

Público se divertiu enquanto aguardava a resposta da abertura ou não do evento. Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

Público se divertiu enquanto aguardava a resposta da abertura ou não do evento. Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

Durante quatro horas tentou-se reverter a situação por meio de explicações, apresentação de documentos e até um pedido de liminar no Plantão do Poder Judiciário. Em razão do horário não foi possível a decisão judicial.

De azul ou branco, dress code sugerido no convite (que indicava, aliás, as coordenadas para se chegar ao local pelo mar, para quem preferisse ir com a própria lancha), o público chegava aos montes pela rodovia SC-410. Grupos vieram de vans, de longe. Teve quem veio de Miami. Um casal de gringos norte-americanos pagou R$ 300 de táxi executivo para ir de Jurerê até a Prainha. Em vão.

_ Estou indignado. Trouxe toda essa galera. Por que nos outros anos foi liberado? Existe alguém por trás alimentando esse corte _ protestou o advogado paulista Henrique Ayres, 37 anos.

O dentista Paulo Freitas, 47 anos, veio de Portugal para curtir as festas badaladas do litoral catarinense. Estava paciente. Chegou à 1h da madrugada e esperou até quase 2h.

Depois de horas de espera, indignação. Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

Depois de horas de espera, indignação. Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

Apesar da espera, da frustração, da maquiagem já borrada pela chuva fina e do barro nos sapatos, dos muitos reais gastos no convite (preços a partir de R$ 150 para mulheres e R$ 200 para homens) o clima era até civilizado, à parte algumas moças mais afetadas que gritaram um e outro palavrão para os seguranças (nem tinham culpa, coitados). Teve música de celular, dancinha, até beijos apaixonados.

Segundo informações não oficiais, pelo menos 40 lanchas já estavam ancoradas em frente à praia, esperando a festa começar. Na lista de convidados VIPs estavam Neymar, Gabriel Medina, claro, o arroz-de-festa de Florianópolis Selton Mello e outros atores globais. A produção preferiu não confirmar nenhum nome, de qualquer forma ninguém chegou a ser visto.

Improviso para fugir da chuva. Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

Improviso para fugir da chuva. Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

O lamentável da situação foi a polícia ter batido às portas do evento justamente meia hora antes de começar. Segundo boatos, a organização chegou a ir até à casa do prefeito de Governador Celso Ramos, que teria desligado o interfone. E lamentável também foi a organização da festa não ter sido honesta com o público e tê-lo feito esperar por horas.

Em nota a organização lamentou o ocorrido e afirmou que vai apurar as responsabilidades para então reembolsar clientes.

ATUALIZAÇÃO

No início da tarde desta terça-feira, a juíza Viviana Gazaniga Maia entrou em contato com o blog informando que ao contrário do que foi informando anteriormente, o pedido de liminar feito pelos donos da festa foi, sim, apreciado ainda na madrugada por ela, que estava de plantão. Contudo, o pedido foi indefirido pela alegação da juíza de que independente da importância do pedido “urgência não se confunde com açodamento e não permite que o direito de ação seja exercido de modo apressado e desprovido do cumprimento das exigências legais”.

Na visão da juíza, a casa onde a festa seria realizada em Governador Celso Ramos, mesmo se tratando de um propriedade privada, necessitava de um alvará do Corpo de Bombeiros. Na decisão fechada às 2h da manhã, Viviana afirma que os empresários alegaram que fizeram a solicitação de autorização, mas não foram atendidos. Porém, a juíza aponta que eles não conseguiram comprovar que fizeram o pedido com antecedência aos Bombeiros.

Gazaniga Maia fecha sua decisão afirmando que: “Não só pode como deve a Polícia Militar (…) fiscalizar o local, a fim de perquirir se atendidos os requisitos legais e, em caso negativo, cumpre-lhe impedir a realização das festividades, inclusive sob pena de, caso venha a ocorrer algum incidente oriundo da falta de cumprimento de exigências do Corpo de Bombeiros, vir a ser responsabilizada por omissão”.

Com isso, para que qualquer outra festa seja realizada no espaço na Prainha, em Governador Celso Ramos, é necessário que os donos da festa apresentem o alvará do Corpo de Bombeiros.

 

 

DVBBS - Cabeludos na área

16 de novembro de 2014 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Depois de enfrentarem fila e trânsito na BR-101 por causa de um acidente, os canadenses do projeto DVBBS chegaram literalmente incendiando a pista. Que energia!! Com um som nervoso, rápido e autêntico, os irmãos Cris e Alex Andre não deram nenhum respiro para os dreamers e provocavam a plateia a interagir e a dançar com as mãos para cima.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Em vez de atrás da pick up, um deles sentiu-se mais à vontade mesmo foi em cima da mesa de som e com microfone na mão: “put your hands up! Put your hands up”, gritava.

Eles são um dos nomes mais pedidos do momento em grandes festivais e conseguem ser originais com sets de big room house e eletro house.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Marcelo CIC é um DJ de carisma e técnica

15 de novembro de 2014 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Carioca Marcelo CIC apresentou um set animado, como já era de se esperar. Ele tem intimidade com o Dream Valley: se apresentou no festival no ano passado e assinou o tema oficial do evento em 2013, a música Keep Running.  É um DJ com técnica apurada e representante da nova e talentosa geração de DJs brasileiros.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foi o segundo DJ a assumir a pick up do Dream Stage e último brasileiro do palco principal. Mostrou remixes originais de tracks já bem conhecidas, outras nem tanto. Ponto alto de seu set foi a estreia de duas novas músicas, apresentadas com exclusividade no DVF.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Maturidade e vigor no Dream Stage

14 de novembro de 2014 0

Os DJs Rodrigo Vieira e Rodrigo Paciornik têm uma trajetória já consolidada na cena eletrônica brasileira. Mostraram vigor e maturidade num set empolgante no Dream Stage – enquanto o veterano Rodrigo Vieira comandava a cabine, Paciornik na percussão completava a dobradinha.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Vieira é residente do clube Green Valley e já é bem conhecido no país – foi eleito o melhor DJ de House por cinco anos consecutivos. Já Rodrigo Paciornik é conhecido por integrar o projeto Life is Loop.

 

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Jorge e Mateus comandaram a segunda noite do Weekend Sertanejo, em Jurerê

02 de novembro de 2014 0

Por Celina Keppeler

O público estava alí e assistia a todos os shows, claro. Mas quando questionados sobre que atração era a mais aguardada do sábado, 1, na segunda noite do Weekend Sertanejo, a resposta era a mesma: Jorge e Mateus. No backstage, a concentração de jornalistas, fotógrafos e fãs na porta da dupla era enorme. E não sem motivo. Além da boa música que produzem, os rapazes são só simpatia. Atendia a todos com sorriso no rosto, bom humor de sobra pra brincar com a imprensa e, claro, fizeram questão de mandar um beijo pros leitores do Anexo.

Quanto ao show, confesso que eu mesma não era fã da dupla até assistir aos primeiros minutos da apresentação deles. A resposta do público, e minha, de imediato, cantando TODAS as canções era emocionante. A quantidade de sucessos que os rapazes carregam na bagagem é impressionante. A versatilidade no palco também. Tinha repertório pra todos os gostos. Desde o tradicional sertanejo, MPB, até a balada eletrônica puxada por Mateus.

A passagem de Jorge e Mateus pelo palco do Devassa On Stage teve direito a muitos presentes arremessados no palcos, e jogados do palco para a plateia também. Constantemente Jorge jogava alguma lembrança para os fãs. E sempre que havia uma brecha no meio da música, ou entre uma música e outra, lá estava ele agachado na beira do palco, conversando com alguém. Algumas tiveram o privilégio de subir até lá e dançar agarradinhas ao artista.

Mas nem só de Jorge e Mateus se fez a segunda noite do Weekend Sertanejo. Antes deles, Mateus e Kauan já haviam se apresentado e elevado a pressão do público para receber a tão esperada segunda atração. E depois de Jorge e Mateus o público não perdeu o pique e se manteve firme e forte na pista, para cantar o arrocha de Israel Novaes.
E na primeira noite do Weekend sertanejo, subiram ao palco Guilherme e Santiago, Humberto e Ronaldo e Gusttavo Lima.

Bixiga 70 mistura música afro, latina e brasileilra em Florianópolis

26 de outubro de 2014 1

A banda paulistana Bixiga 70 fez outro show nesta sexta-feira, 24, trazendo consigo toda a animação da música instrumental afro, latina e brasileira. O grupo, composto por 10 integrantes, tocou no Green Park Music Hall, perto da Praia Joaquina, em Florianópolis, pela segunda vez este ano. Além da superbanda, a festa de aniversário de três anos da produtora WhataFunk? também contou com a presença de KL Jay, DJ do grupo Racionais MC’s, e a Brass Groove Brasil, banda com referências no hip hop, jazz e blues.

Ariel Martini, Divulgação

Foto: Ariel Martini, Divulgação

O show, que tenta resgatar ritmos como funk, soul e afrobeat, contou com a mistura de ritmos africanos com dub, rock e a música de terreiro do Bixiga 70, que já esteve na Ilha em junho deste ano. Os paulistanos da Rua Treze de Maio, número 70, localizada no bairro Bexiga, em São Paulo, trajavam camisas florais e listradas, como se estivessem sido arrancados dos anos 70 e tocaram músicas do primeiro e segundo álbum, ambos sem título, e ainda tiveram que atender a três chamados do público, que pedia bis a cada vez que eles ameaçavam encerrar.

Tocando uma releitura de Deixa a Gira Girá – música de candomblé gravado pelos baianos Os Tincoãs -, o Bixiga 70 incendiou o Green Park com uma energia que reverberava nas danças de quem estava em frente ao palco. As pessoas esboçavam sorrisos, chegando a uma animação que transformou-se em uma espécie de ciranda, que tomou mais da metade do espaço da pista.

No fim da noite, KL Jay subiu no palco e trouxe um repertório que mistura pop e rap. Além de tocar, o DJ também tinha uma presença de palco que cativava o público. A cada transição de música ou efeito que produzia no som, ele mexia os braços e esboçava uma expressão como se estivesse em casa, ouvindo música e se espantasse com o que ouvia. Enfim, o espetáculo, que já garantia boa música, também teve uma boa encenação.

Selton Mello aparece de surpresa na reinaguração do Confraria Club

22 de outubro de 2014 0
Selton Mello com Domingos Filho, um dos sócios da casa

Selton Mello com Domingos Filho, um dos sócios da casa. Foto: Darline Rodrigues Santos, divulgação

Após receber show do rapper Emicida, no dia 13 de setembro, o Confraria Club, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, fechou as portas anunciando uma reforma. Pouco depois de um mês, a casa reabriu ontem com um coquetel para imprensa e convidados, sob o comando de um novo grupo gestor formado pelos empresários Domingos Filho, Lucas Nummer e Tiago Santos.

Diante do pouco tempo, não houve uma grande reformulação estrutural. As principais mudanças estão concentradas na entrada, que passa a ser feita pela lateral – com um deck externo, e na pista de dança: foram extintos os camarotes que acabavam dividindo as pessoas e a cabine do DJ agora tem um posicionamento central, mais acessível ao público. O conceito é o de aproximação mesmo. Fora isso, o que mudou foi decoração.

Em meio a muita bebida (champanhe, uísque, drinques como mojito, sex on the beach e aperol spritz), porções de risoto de camarão e de penne ao funghi e filé mignon e docinhos, a grande surpresa da noite foi a presença do ator e diretor Selton Mello, que apareceu de surpresa e ficou circulando pelo lugar até o final da festa em meio a mocinhas com seus vestidinhos tão curtos quanto justos.

Diferentemente do que deve estar acostumado, ele circulou tranquilamente, sem ser importunado. Sua presença (pásmem!) pareceu não impressionar aquelas mesmas mocinhas de trajes sumários, que (eu vi!) chegaram a ignorá-lo em uma rodinha de conversa. Enquanto isso, em outra roda, os jornalistas lutando contra a vontade quase incontrolável de ir lá importunar o cara para bater um papo-cabeça e elogiar o trabalho de direção incrível da série Sessão de Terapia, do GNT (tá, essa parte da tietagem pode colocar na minha conta).

Enfim, depois da festa de reinauguração, este novo ciclo do Confraria Club começa com a apresentação dos DJs Jesus Luz, na sexta-feira, e Andy Redanka, no sábado. A programação da casa segue assim: projeto Open Format, com diferentes ritmos e estilos musicais sendo contemplados às quintas ou sextas-feiras, e e-music nas noites de sábado (uma vez por mês haverá um evento voltado para o público adolescente). Outras novidades são um projeto de entretenimento para a terceira idade aos domingos, a partir de dezembro, e inauguração de um espaço gastronômico, ainda sem data confirmada.