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Professora relata reação fascinada de alunos ao assistirem a estreia de peça sobre Franklin Cascaes

11 de setembro de 2014 2

 

Estreia Cascaes - Memórias do Homem de Argila Crua. Foto Diogo Andrade (2)

Fotos Diogo Andrade, divulgação

Por Kelcilane Silva*

O espetáculo Cascaes: Memórias do Homem de Argila Crua propicia ao público uma agradável viagem ao universo da ilha da magia que Franklin Cascaes criou e recriou. Essa perspectiva só foi possível porque há uma sintonia entre a vida e a obra de Cascaes, de tal maneira que, em pouco mais de uma hora, ouvimos sobre o nascimento do artista à criação da vassoura bruxólica e muito mais.

Estreia Cascaes - Memórias do Homem de Argila Crua. Foto Diogo Andrade (3)

Os três artistas no palco empolgaram a plateia através de uma apresentação ágil, lúdica e emocionante. À medida em que a encenação prosseguia, os alunos correspondiam com olhares fascinados, evidenciando o resgate do fantástico da ilha da magia.

Estreia Cascaes - Memórias do Homem de Argila Crua. Foto Diogo Andrade (1)
Os atores “metamorfosearam-se” em protagonistas dos contos de Frankolino, envolvendo um público composto por 85 alunos de idades diferentes. Jovens que foram surpreendidos com questionamentos pertinentes ao contemporâneo, envolvendo questões da modernidade como desmatamento.
É imprescindível que as escolas assistam ao espetáculo, pois ele só contribui para a formação cultural dos alunos.

Estreia Cascaes - Memórias do Homem de Argila Crua. Foto Diogo Andrade (5)

*Kelcilane Silva é professora de Literatura e Redação do Colégio Estimoarte, em Florianópolis, e assistiu a estreia do espetáculo Cascaes na tarde de quarta-feira, no hall do MASC.

Cascaes resgata identidade 

A peça teatral “Memórias do Homem de Argila Crua”, com a sua didática impregnada de poesia, parece se moldar à obra de Franklin Cascaes. Dessa forma, torna-se um instrumento dos mais eficazes de divulgação da enorme riqueza cultural deste “pedacinho de terra”. Florianópolis, ou melhor, Nossa Senhora do Desterro, teve as suas raízes açorianas expostas através da arte de Cascaes, e nunca é demais lembrar que a Magia da Ilha vai muito além de sua já desbotada imagem de paraíso artificial: é uma questão de identidade.

Por Marcos Carletto
Autor do Blog ITALIANARTE: italianarte.weebly.com

 

Agende-se
Na tarde desta quinta-feira, tem nova apresentação às 16h e às 20h no hall do Masc.
Na sexta, spábado e domingo, às 20h, na Sala Lindolf Bell – CIC (Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600, Agronômica, Florianópolis)
Quanto: gratuito
Informações: www.masc.sc.gov.br / (48) 3664-2629