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Posts na categoria "Masc"

As cores de Eli Heil se apropriam do Masc, em Florianópolis

11 de dezembro de 2014 0

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Foram muitas selfies – muitas mesmo – de um público admirado e apaixonado pela obra dela. Eli Heil tirou todas as fotos, sempre atenciosa, sempre sorrindo e caminhando com a sua bengala por todos os corredores do Masc. A exposição Eli Heil 85 anos abriu na noite de quarta-feira, no Museu de Arte de Santa Catarina, no CIC. Lotou, como era esperado, de amantes de arte aficionados por conferir e reconhecer a obra de uma catarinenses reconhecida mundo afora.

“Explosão de cores e formas na obra de 60m da artista Eli Heil…. Inacreditável sua capacidade e intensidade de criação” comentou Simone Bobsin, a jornalista especializada em arquitetura e decoração.

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A mostra é a maior retrospectiva da artista de Palhoça, que acumula 52 anos de carreira. Estão expostas 180 obras, organizadas por décadas, passando pelos anos 1970, 1980, 1990 e 2000.

Leia mais sobre a exposição

As cores estão presentes em todas os corredores, independentemente das décadas, mas é interessante notar como os tons e a força das cores destoam de uma década pra outra. Na leva anos 90, há uma certa suavidade – pelo menos foi assim que sentiu esta leiga observadora. Nos anos 2000, o nu feminino e masculino fica mais evidente.

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Muitas das obras são inéditas para o público. Chamam atenção os painéis de grandes dimensões — dois de 22 metros e um de 32m de comprimento produzidos entre 2003 em 2008.

- Apesar de estar acostumada com exposições, fico emocionado. Tenho ficado muito em casa, então, é emocionante ver tanta gente, tanto carinho.

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A exposição fica até 22 de março em cartaz no Masc. Vale demais o passeio pelas cores de Eli.

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Agende-se
O quê: Exposição Eli Heil — 85 anos
Quando: hoje, às 19h30min (abertura). Visitação até 22 de março, de terça a sábado, das 10h às 20h30min. Domingos e feriados, das 10h às 19h30min
Onde: Museu de Arte de Santa Catarina (Av. Irineu Bornhausen, 5.600, Agronômica, Florianópolis)
Quanto: gratuito
Informações: (48) 3664-2630 e (48) 3664-2631

Professora relata reação fascinada de alunos ao assistirem a estreia de peça sobre Franklin Cascaes

11 de setembro de 2014 2

 

Estreia Cascaes - Memórias do Homem de Argila Crua. Foto Diogo Andrade (2)

Fotos Diogo Andrade, divulgação

Por Kelcilane Silva*

O espetáculo Cascaes: Memórias do Homem de Argila Crua propicia ao público uma agradável viagem ao universo da ilha da magia que Franklin Cascaes criou e recriou. Essa perspectiva só foi possível porque há uma sintonia entre a vida e a obra de Cascaes, de tal maneira que, em pouco mais de uma hora, ouvimos sobre o nascimento do artista à criação da vassoura bruxólica e muito mais.

Estreia Cascaes - Memórias do Homem de Argila Crua. Foto Diogo Andrade (3)

Os três artistas no palco empolgaram a plateia através de uma apresentação ágil, lúdica e emocionante. À medida em que a encenação prosseguia, os alunos correspondiam com olhares fascinados, evidenciando o resgate do fantástico da ilha da magia.

Estreia Cascaes - Memórias do Homem de Argila Crua. Foto Diogo Andrade (1)
Os atores “metamorfosearam-se” em protagonistas dos contos de Frankolino, envolvendo um público composto por 85 alunos de idades diferentes. Jovens que foram surpreendidos com questionamentos pertinentes ao contemporâneo, envolvendo questões da modernidade como desmatamento.
É imprescindível que as escolas assistam ao espetáculo, pois ele só contribui para a formação cultural dos alunos.

Estreia Cascaes - Memórias do Homem de Argila Crua. Foto Diogo Andrade (5)

*Kelcilane Silva é professora de Literatura e Redação do Colégio Estimoarte, em Florianópolis, e assistiu a estreia do espetáculo Cascaes na tarde de quarta-feira, no hall do MASC.

Cascaes resgata identidade 

A peça teatral “Memórias do Homem de Argila Crua”, com a sua didática impregnada de poesia, parece se moldar à obra de Franklin Cascaes. Dessa forma, torna-se um instrumento dos mais eficazes de divulgação da enorme riqueza cultural deste “pedacinho de terra”. Florianópolis, ou melhor, Nossa Senhora do Desterro, teve as suas raízes açorianas expostas através da arte de Cascaes, e nunca é demais lembrar que a Magia da Ilha vai muito além de sua já desbotada imagem de paraíso artificial: é uma questão de identidade.

Por Marcos Carletto
Autor do Blog ITALIANARTE: italianarte.weebly.com

 

Agende-se
Na tarde desta quinta-feira, tem nova apresentação às 16h e às 20h no hall do Masc.
Na sexta, spábado e domingo, às 20h, na Sala Lindolf Bell – CIC (Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600, Agronômica, Florianópolis)
Quanto: gratuito
Informações: www.masc.sc.gov.br / (48) 3664-2629

Reunião de pauta aberta do Anexo ocorre no CIC

02 de setembro de 2014 1

Os repórteres e editores do Anexo, do Diário Catarinense, se reuniram na tarde de terça-feira com um time de leitores e agentes culturais catarinenses. O objetivo foi discutir e compartilhar pautas e assuntos que devem virar matéria no caderno.

Anecocerta

O cenário do encontro não poderia ser mais inspirador: sofás e pufes foram colocados no meio do Museu de Arte de Santa Catarina, que atualmente abriga a colorida exposição de Tércio da Gama.

No encontro, contamos que nossa reunião de pauta é realizadas na redação: sempre às quintas-feiras, dia em que conversamos sobre a agenda cultural da cidade e outros temas da área que devem ou não virar matéria no jornal e no nosso site. Dilemas como aprofundar os conteúdos no jornal impresso e dar a notíci mais quente imediatamente no site, falar do filme em exposição num cineclube da cidade ou do blockbuster que entra em cartaz no Shoppings (e que os leitores também querem saber) foram assuntos bem debatidos.

Participaram do encontro o artista plástico Janga, o diretor de teatro Jeferson Bittencourt, os jornalistas da área cultural Carlos Stegemann, Laís Campos Moser e Giuliana Korzenowski, a administradora do Masc, Lygia Helena Roussenq Neves, a leitora Soraya Bianchini e o “agitador cultural” Edson Machado, além da equipe do Anexo representando pelas editores Nanda Gobbi, Tais Shigeoka e Cris Vieira e as repórteres Layse Ventura e Carol Macario.

O encontro foi riquíssimo. Ouvimos críticas como a importância de aprofundar mais as matérias e a sugestão de que deveríamos ter artistas e agentes culturais escrevendo no caderno. Também teve elogio: a área disse ter gostado da mudança de nome do caderno, pois o Anexo sempre teve tradição na cobertura da cultura catarinense.

Adoramos!!! Muitas das pautas discutidas na reunião vamos colocar em produção.

Anexo2

E fica o convite para leitores participarem de um novo encontro no próximo mês.