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Posts na categoria "música catarinense"

Festival Internacional de Vinho e Jazz abre com pianista que tocou com Jimi Hendrix

08 de janeiro de 2015 0
David Bennett Coen foi a grande atração da primeira noite  (Marco Favero/Agência RBS)

David Bennett Coen foi a grande atração da primeira noite (Cleir Machado/Divulgação)

O Festival Internacional de Vinho e Jazz prossegue hoje, em Florianópolis, com shows da Grão Cia de Dança, Bruna Martini, Brass Groove Brasil, Alex Sipiagin, Luiz Gustavo Zago e Hiske Oosterwijk. Em sua primeira noite, na última quarta-feira (7), a maior atração foi David Bennett Cohen. O pianista nova-iorquino integrou a banda Country Joe & The Fish na década de 1960 e participou de trabalhos de grandes artistas, como Jimi Hendrix, Johnny Winter e Mick Taylor.

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Com um currículo desses, Cohen subiu ao palco da pousada Ocenomare, no Rio Vermelho, com o jogo já ganho. Mas quem conquistou mesmo o público que lotou o espaço, com capacidade para 500 pessoas, foi o guitarrista do trio que o acompanhava. Dave “Doc” French solou, cantou, assoviou e brincou com a plateia, convocando todos para se levantar e dançar. Pedido feito, pedido aceito – ainda mais se levarmos em conta a oferta de 100 rótulos de tintos, brancos, rosés e espumantes provenientes de 20 países, com 10 degustações a módicos R$ 20.

Trupe Toe surpreendeu o público com sapateado (Marco Favero/Agência RBS)

Trupe Toe surpreendeu o público com sapateado (Marco Favero/Agência RBS)

A noite começou com os nativos da Cia Trupe Toe, que sapatearam ao som de composições autorais e clássicos da MPB como Upa Neguinho. Na sequência, o também florianopolitano Trio Ponteio mostrou uma mistura de milonga, chacarera, tango, baião e outros ritmos regionais. O grupo divide dois integrantes com o quarteto Brasil Papaya, que o sucedeu com incursões no rock, preparando o terreno para o blues de Cohen.

Trio Ponteio misturou ritmos regionais, como milonga e baião (Marco Favero/Agência RBS)

Trio Ponteio misturou ritmos regionais, como milonga e baião (Marco Favero/Agência RBS)

Após a agitada apresentação do pianista, o clima ficou mais sossegado, na batida da bossa nova do brasiliense radicado na Capital catarinense Gustavo Messina. O carioca Trio da Paz fechou a programação deixando para quem estava lá a vontade de voltar nas noites seguintes. O festival vai até domingo e ainda terá shows do percussionista nascido em Trinidad Othello Molineaux, da cantora carioca Maucha Adnet e do chileno Jorge Díaz Trio, entre as 30 atrações programadas.

O quê: 1º Festival Internacional de Vinho e Jazz
Quando: 7 a 11 de janeiro, a partir das 18h
Onde: Pousada Oceanomare (Rod. João Gualberto Soares, 5.158, Rio Vermelho, Florianópolis)
Quanto: R$ 110 / R$ 55 (meia-entrada e sócios Clube do Assinante DC), R$ 143 (com jantar) e R$ 330 (pacote para os cinco dias sem jantar). Há também pacotes com hospedagem. Degustação de vinhos: R$ 30 (15 degustações) e R$ 20 (10 degustações). Ingressos à venda no local e nos sites Blueticket e Ingresso Rápido

Informações: (48) 3269-7200 / festivaldevinhoejazz.com.br

DJ Hardwell é o rei da Eletronic Dance Music e fez show empolgante no Arena One

04 de janeiro de 2015 2
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Magro, pálido e aparentemente tímido, o holandês Robbert van de Corput, 26 anos, é um improvável pop star quando se olha para ele fora dos palcos. À frente de uma cabine de som ele é outro: muito maior e carismático, um rei para a atual EDM, popular sigla para Eletronic Dance Music. É o empolgadíssimo DJ Hardwell, o melhor DJ do mundo – título conquistado pela segunda vez consecutiva e concedido pela conceituada publicação inglesa DJ Mag. No sábado (3) ele aterrissou em Santa Catarina e apresentou primeiro em Florianópolis e depois em Balneário Camboriú a turnê Go Hardwell or Go Home.

Veja aqui mais informações do verão em Santa Catarina

Na Capital ele foi a segunda atração do projeto Arena One, que teve apresentação empolgante do DJ David Guetta na última sexta no antigo Parque Planeta, Norte da Ilha. Hardwell reuniu bem menos público que Guetta (13 mil pessoas na sexta), mas as 7 mil pessoas que prestigiaram o holandês eram com certeza bons conhecedores do gênero eletrônico. Impressionante o número de fãs do DJ em Florianópolis.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Ele saiu de Recife ainda no final da tarde de sábado em um avião fretado e desembarcou em Florianópolis à 0h49 da madrugada. Do aeroporto até o Arena One ele seguiu num carro escoltado, e quando chegou, às 1h45 da madrugada, não transpareceu nenhum cansaço e até tirou fotos com duas fãs que o contataram previamente por email.

Exatamente às 2h, como previsto, assumiu a pick up. Até o mais duro coração em relação à EDM amolece com a honestidade da performance, o som pesado e cheio de vigor de Hardwell.

Na pista VIP as Hardwellnetes suspiravam: “Ah, ele é lindo!” “Nossa, ele é mesmo muito bom!”.

_ As músicas do set dele são boas, não repetem e ele não imita outros DJs _ diz a gaúcha Patricia Lampesi Santos, 28 anos, fã do holandês.

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As mãos de Hardwell são um detalhe importante na performance. É como um maestro: em todas as músicas ele gesticula muito, bate palmas, levanta os braços, pula, canta as letras. É como se olhasse nos olhos do público que, por sua vez, sente-se na obrigação de devolver a confiança com empolgação.

O set de Hardwell lembrou o de grandes festivais de música eletrônica, frenético, pesado, com pressão, e incluiu hits como Spaceman, Under Control e outros.

 

_ As músicas podem ser decoradas com facilidade e tem ainda o feeling dele. O Hardwell tem um estilo único _ opina outro fã, o paulista Luiz Carlos Correia de Oliveira, 23 anos.

Hardwell tocou extamente uma hora e meia e encerrou com um remix bem brasileiro, funkeado, que incluiu até vocais do funk Morro do Dendê, do MC Cidinho e Doca. Às 3h30 se despediu de Florianópolis e partiu direto para Camboriú, onde se apresentou no Green Valley para cerca de 12 mil pessoas.

Festival Happy Holi em São José foi uma experiência estética

07 de dezembro de 2014 1
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

O Happy Holi Festival das Cores é uma releitura do famoso e milenar festival indiano Holi, mas não lembra em absolutamente nada o original, a não ser pela brincadeira de jogar pó colorido. O evento ficou famoso em países europeus onde ganhou ares de festa rave.  Chegou ao Brasil não há muito tempo com edições em algumas capitais. Domingo foi a vez de São José, na Grande Florianópolis.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Misto de festa de música eletrônica (e outros gêneros!) com a proposta de celebrar a alegria, o Happy Holi agregou o impressionante número de 13 mil pessoas (segundo a assessoria do evento) na Avenida Beira-mar de São José, ao lado do Centro Multiuso. A maioria jovens adolescentes, que seguiu a regra de vestir branco e brincou na tarde de sol escaldante e temperatura que ultrapassou os 30°C.

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O evento foi uma experiência estética. Funcionou assim: cada ingresso deu direito a dois sacos de ZIM, pó feito à base de amido de milho e corante nas cores rosa, amarelo, azul e verde. Cada pacote extra custava R$ 5. Com o ZIM em mãos, era só perder o medo de se sujar e jogar pó para alto, nos amigos, em qualquer pessoa que passasse ao lado. A cada uma hora era feita uma contagem regressiva para as colorblasts, literalmente explosão de cores em que o público, sincronizado, jogava o pó para cima. Lindo. Mas depois de algumas repetições ficou cansativo.

Uma pena foram os DJs escalados, a maioria com sets repetitivos, músicas clichês e outros com uma gama tão grande de gêneros (Mamonas Assassinas e Racionais MCs no mesmo set?) em seus sets que causou um efeito de quase tontura. Outro ponto negativo foi a ausência de lixeiras e o chão ficou coberto de saquinhos vazios de ZIM e de garrafas de água.

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Foto: Marco Favero / Agência RBS

Holi, na Índia, celebra a vitória do bem contra o mal

Na Índia o Festival das Cores é antigo e remonta há muitos séculos antes de Cristo. O Holi é uma tradição hindu e ocorre geralmente entre fevereiro e março, em data próxima à chegada da primavera no hemisfério norte, em todo o país.  O significado mudou ao longo dos séculos, mas uma das lendas mais associadas é a do rei Hiranyakashyap. Vaidoso e temido, ele ficou furioso com seu filho, que optou por adorar uma outra entidade, o deus Vishnu. Por isso tentou matá-lo com a ajuda de sua terrível irmã Holika. O plano não deu certo e o deus Vishnu reconheceu a bondade do filho do rei. Por isso o festival festeja a vitória do bem contra o mal.

Outra lenda é a associada ao Holi é a de Krishna. Diz o mito que ele gostava brincar de colorir sua consorte Radha e a brincadeira acabou virando tradição.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Dimitri Vegas & Like Mike encerram terceira edição do Dream Valley Festival

16 de novembro de 2014 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Na terceira edição do Dream Valley Festival destacaram-se os duos – começando pelos catarinenses Elekfantz, que abriram o brilhante line up de sexta no Mystic Stage, passando pelos brasileiros Felguk e Jetlag e finalmente o som nervoso dos canadenses DVBBS. No sábado, para fechar com chave de ouro, os belgas Dimitri Vegas & Like Mike, atração das mais aguardadas do festival, assumiram as pick ups do Dream Stage somente às 6h20 do domingo – atraso de efeito dominó devido a um acidente na BR-101 que dificultou a chegada de alguns artistas ao parque Beto Carrero World no horário combinado.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Os irmãos belgas incendiaram a pista nos primeiros raios da manhã. Carisma e tracks contagiantes, reanimaram os dreamers que já estavam se entregando ao sono.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Se na sexta-feira o line up do Mystic Stage foi perfeito, no sábado o Dream Stage foi espetacular e com menos clichês se comparado à primeira noite. Começando pelos brasileiros do projeto Jetlag, passando por Dyro, DVBBS e finalizando com os três astros veteranos Fedde Le Grand, Kaskade e Dimitri Vegas & Like Mike.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

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Kaskade – cenas reais e vocais femininos

16 de novembro de 2014 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Penúltimo DJ da noite no palco principal do Dream Valley, o norte-americano Kaskade assumiu a cabine com a missão de ser tão empolgante ou mais que Fedde Le Grand, o holandês que segurou a energia nas alturas por quase duas horas. Veterano, ele economizou palavras, mas assim como seu antecessor apresentou um set original.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Apostou em vocais femininos e nada de clichês. Outro diferencial foi o visual nos painéis de led gigantes que emolduraram o palco. Em vez de criações digitais e abstratas, trouxe cenas reais de mulheres e flores.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

 

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

DVBBS - Cabeludos na área

16 de novembro de 2014 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Depois de enfrentarem fila e trânsito na BR-101 por causa de um acidente, os canadenses do projeto DVBBS chegaram literalmente incendiando a pista. Que energia!! Com um som nervoso, rápido e autêntico, os irmãos Cris e Alex Andre não deram nenhum respiro para os dreamers e provocavam a plateia a interagir e a dançar com as mãos para cima.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Em vez de atrás da pick up, um deles sentiu-se mais à vontade mesmo foi em cima da mesa de som e com microfone na mão: “put your hands up! Put your hands up”, gritava.

Eles são um dos nomes mais pedidos do momento em grandes festivais e conseguem ser originais com sets de big room house e eletro house.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Espetáculo visual na apresentação de Dyro

16 de novembro de 2014 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Dyro é um dos DJs mais jovens desta edição do festival. É também um dos mais bonitinhos no gosto das mulheres e vem da famosa escola holandesa de música eletrônica. Hardwell, DJ também holandês, afirma que Dyro é seu herói inspirador e bem se vê a razão. O garoto apresentou um set de uma hora e 45 minutos e 100% original, empolgante e dançante, com certeza uma das grandes atrações da noite.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

O visual, no entanto, foi o mais impactante. Se Afrojack arrasou com show de imagem, a apresentação de Dyro foi espetáculo de luz e cor. Visto de longe, de perto, na lateral, o Dream Stage reluziu multicores e provocou múltiplas sensações no público. Uma verdadeira viagem sensorial.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

 

Foto: Marco Favero / Agência RBS

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Marcelo CIC é um DJ de carisma e técnica

15 de novembro de 2014 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Carioca Marcelo CIC apresentou um set animado, como já era de se esperar. Ele tem intimidade com o Dream Valley: se apresentou no festival no ano passado e assinou o tema oficial do evento em 2013, a música Keep Running.  É um DJ com técnica apurada e representante da nova e talentosa geração de DJs brasileiros.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foi o segundo DJ a assumir a pick up do Dream Stage e último brasileiro do palco principal. Mostrou remixes originais de tracks já bem conhecidas, outras nem tanto. Ponto alto de seu set foi a estreia de duas novas músicas, apresentadas com exclusividade no DVF.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

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Jetlag e a desorientação temporal

15 de novembro de 2014 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Interessante o nome do projeto assinado pelos DJs Thiago Mansur e Paulo Velloso: Jetlag. O termo é usado para explicar a descompensação horária e as alterações no organismo de quem viaja mudando de meridiano. É essa mais ou menos a sensação causada pelo som da dupla, uma desorientação temporal bem vinda, embalada por uma combinação equilibrada de eletro e progressive house.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

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Eles abriram a segunda noite do Dream Valley Festival no palco principal, o Dream Stage. Começaram curiosamente com som mais pesado e aos poucos foram dando espaço para música progressiva, trilha sonora indicada para a noite que está apenas começando.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

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Foto: Marco Favero / Agência RBS

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Afrojack é mais fama na teoria que na prática

15 de novembro de 2014 0

Aclamado como um dos dez melhores DJs do planeta segundo a publicação inglesa DJ Mag, o holandês Afrojack tem fama de hitmaker e apresentações de eletro house irretocáveis.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Seu set foi impecável, sim, mas nada original. Apresentou músicas já bem tocadas pelos DJs que se apresentaram antes dele no Dream Stage. Além do mais mostrou remixes de canções já executadas à exaustão nas rádios desde o ano passado. Aliás, muitas de suas músicas já foram executadas em sua performance no Dream Valley 2013.

Ainda assim, tocou um novo remix feito em parceria com Dimitri Vegas.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

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Destaque de sua apresentação foi o visual – que já é bem conhecido em suas performances mundo afora. Imagem e som sincronizados e efeitos de luz cuidadosamente planejados por seu VJ foram uma experiência alucinante.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

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