
Em péssimo estado, com pouco menos de um ano de idade, a cadela Flora – sem raça definida – foi levada para a Clínica Veterinária Schweitzer, que é terceirizada da Prefeitura, no começo da semana passada. A cachorra estava abandonada em meio a um mato na Ilha da Figueira, com mais seis filhotinhos. Dois já estavam mortos quando o programa de zoonoses chegou ao local, depois de receber a denúncia de um dos moradores da região. Agora, ela e outros animais aguardam para serem adotados, a maioria com prazo final marcado para amanhã.
Na clínica para animais, Flora e os outros cinco cachorros (contando com os filhotes) foram medicados, tratados, vermifugados, vacinados e castrados. Além desses, outros animais de porte grande passaram pelo mesmo processo. Os bichinhos têm o prazo médio de oito dias para permanecer na clínica. Depois, caso não sejam adotados, ele são devolvidos às ruas.
Antes de irem embora, porém, um chip é inserido na pele de cada um deles, com uma numeração que identifica que já estiveram por ali, foram castrados, ou até adotado e novamente abandonados. No ano passado, o número de gatos e cachorros do programa de atendimento emergencial do Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde chegou a 180. Neste ano, 35 já foram atendidos. “Investimos cerca de R$ 55 mil por ano no programa”, diz o gerente da Vigilância Epidemiológica, Walter Clavera. Segundo ele, pelo menos 95% dos animais recolhidos temporariamente encontram um novo lar.
Os interessados em adotar um dos seis cães que se encontram na clínica, tratados por meio do Programa de Controle de Zoonoses, podem entrar em contato por meio da ouvidoria da Prefeitura (0800-6420156) ou na própria veterinária (3275-3268). No site da Prefeitura (www.jaraguadosul.sc.gov.br), no link “Adote um amigo”, é possível conferir todos os animais capturados, situação atual e o prazo de saída de cada um.
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